A minha alimentação durante a amamentação

Contents
  1. Como se alimentar na amamentação: o que comer e o que evitar nesse período
  2. Como se alimentar na amamentação
  3. O que comer na amamentação
  4. O que deve ser evitado durante o período de amamentação
  5. Amamentação em livre demanda
  6. REFERÊNCIAS
  7. Atenção mamãe: O bebê mama o que você come!
  8. Micronutrientes necessários durante essa fase
  9. A mulher pode tomar café enquanto amamenta?
  10. O que não comer na amamentação
  11. Exemplo de cardápio de 3 dias
  12. Como evitaras cólicas do bebê durante a amamentação
  13. Alimentação durante a amamentação
  14. É importante uma alimentação equilibrada e beber muitos líquidos
  15. ProFutura Mamã da Milupa: uma melhor ingestão de nutrientes para mães que amamentam
  16. Desafios da amamentação
  17. Flatulência e alergias: elas podem alguns alimentos pode ser prejudicial ao meu bebé?
  18. Estimulantes: não exagere
  19. Tenho seios pequenos, posso amamentar?
  20. Posso engravidar de novo durante a amamentação?
  21. Amamentar durante muito tempo faz com que os seios caiam?
  22. É verdade que a amamentação torna a mãe mais distraída?
  23. Posso praticar desporto durante a amamentação?
  24. Posso ir à sauna ou piscina durante a amamentação?
  25. É sensato perder peso ativamente durante a amamentação?
  26. Posso amamentar mesmo tendo perdido muito sangue durante o parto?
  27. Posso amamentar o meu bebé quando ele está doente?
  28. Posso amamentar se eu estiver doente?
  29. Os bebés lactentes saudáveis precisam de líquidos adicionais?
  30. Dicas de Alimentação Durante a Amamentação
  31. Peso materno durante o aleitamento
  32. Ingestão de líquidos
  33. Nutrientes recomendados
  34. Ferro
  35. Proteínas
  36. Cálcio
  37. Vitaminas
  38. Precauções nutricionais
  39. Álcool
  40. Cafeína
  41. Peixes contendo mercúrio
  42. Bebês que não toleram certos alimentos
  43. O que comer e o que evitar durante a amamentação
  44.  Consumo não indicado
  45.  Consuma com moderação
  46.  Consuma à vontade
  47.  Evitando as cólicas

Como se alimentar na amamentação: o que comer e o que evitar nesse período

A minha alimentação durante a amamentação

Ilustração: Marcella Briotto

Durante o período de amamentação, o organismo materno passa por uma série de adaptações e a demanda por alguns nutrientes aumenta. Por isso, para manter uma produção de leite adequada, é importante manter uma alimentação balanceada e se hidratar. Veja como se alimentar na amamentação, o que comer e o que evitar nesse período.

Como se alimentar na amamentação

O organismo é capaz de produzir o alimento mais completo e equilibrado para o desenvolvimento saudável de um bebê: o leite materno.

São inúmeros os estudos que comprovam que a amamentação exclusiva até os seis meses de idade diminui as taxas de mortalidade infantil, fortalece o sistema imune e evita diversas complicações, como alergias, diarreia e infecções respiratórias.

A longo prazo, o aleitamento também está associado a um efeito positivo na inteligência da criança, e a menores riscos de hipertensão, diabetes e colesterol alto.

Para a mãe, o ato de amamentar – sempre respeitando suas possibilidades e desejos – pode trazer diversos benefícios, como fortalecimento do vínculo afetivo entre mãe e bebê, proteção contra o câncer de mama, menores custos financeiros e melhoria na qualidade de vida.

No período da lactação, uma série de mudanças acontecem no organismo.

Em consequência, muitas mulheres perdem peso durante os primeiros meses de amamentação, em função da energia envolvida na produção do leite materno (em média, 500 calorias por dia).

Além disso, a composição do leite e o volume produzido podem sofrer influências de diversos aspectos, como alimentação, hábitos de vida, necessidades do bebê, entre outros.

O que comer na amamentação

Para a produção adequada de leite materno, a demanda do organismo por alguns nutrientes aumenta – incluindo proteínas, algumas vitaminas (como A, C e E) e sais minerais, como zinco e selênio. Isso não significa que deve-se necessariamente comer em maior quantidade, mas sim atentar-se à qualidade da alimentação.

É importante que as mulheres que estão amamentando tenham uma dieta saudável e equilibrada, que se adeque ao contexto e às possibilidades de cada família.

Incluir alimentos frescos (como frutas e verduras), grãos integrais, leguminosas e fontes de proteína (como ovos, frango e peixes), e evitar alimentos industrializados e ultraprocessados são algumas sugestões.

Dietas vegetarianas ou veganas não são contraindicadas, mas é recomendado que se dê uma atenção especial à alimentação nesses casos. Estudos apontam que, em casos de dietas mais restritivas, pode ser necessário ingerir suplementos de alguns nutrientes, como cálcio, vitamina D e vitamina B12.

Além de uma alimentação saudável, é fundamental que a mulher beba bastante água, para manter o organismo hidratado e garantir a produção de leite adequada.

Uma dica é ter sempre uma garrafa de água por perto, principalmente quando estiver amamentando, e observar os sinais do seu corpo.

Se a boca estiver seca ou a urina estiver com uma cor mais escura, deve-se caprichar mais na ingestão de água.

O que deve ser evitado durante o período de amamentação

Foto: Bia Takata

Diferente do que escutamos por aí, não existem alimentos que são, por si só, contraindicados para as mulheres que estão amamentando. A princípio, todos os alimentos são permitidos, mas é importante ficar atenta(o) aos sinais do bebê.

De acordo com um estudo americano sobre o tema, alimentos alergênicos (como leite, ovos, castanhas e farinha de trigo) podem influenciar diretamente na composição do leite materno e, embora seja incomum, podem eventualmente causar problemas digestivos no bebê.

Pode-se suspeitar de sensibilidades alimentares se o bebê chorar ou regurgitar uma grande quantidade de leite dentro de uma hora após a mamada, ou se tiver constipação ou diarreia. No caso da alergia a produtos derivados do leite, os sintomas podem incluir eczema, diarreia e vômito.

Já bebês alérgicos a proteína do leite de vaca (APLV) podem apresentar sinais como agitação e sangue nas fezes.

Listamos a seguir algumas substâncias que merecem atenção especial quando se trata de amamentação:

  • Bebidas alcoólicas: sabe-se que uma pequena porcentagem de álcool é transferida para o leite materno, mas os estudos são controversos quando se trata de estabelecer a quantidade considerada segura para consumo. Entidades médicas sugerem que a mãe lactante evite expor o bebê ao álcool e, por isso, deve-se evitar amamentar por duas horas após a ingestão de uma dose de álcool – o equivalente a uma lata de cerveja (330 ml), uma taça de vinho (100 ml) ou uma dose de destilado (30 ml). Para cada dose adicional de álcool ingerida, deve-se acrescentar mais duas horas de espera para retomar a amamentação. Outra possibilidade é extrair e armazenar leite com antecedência para a próxima mamada.
  • Cafeína: beber uma quantidade moderada de cafeína – como duas a três xícaras de café por dia – não parece produzir efeitos significativos nos bebês que são amamentados, segundo a Academia Americana de Pediatria. No entanto, é preciso ficar atento, pois alguns bebês mais sensíveis à cafeína podem mostrar-se mais irritados e com dificuldade de dormir.
  • Medicamentos e drogas ilícitas: alguns remédios podem afetar a produção e a composição do leite materno, por isso é importante sempre consultar um profissional de saúde antes de ingerir qualquer medicamento. Além disso, recomenda-se que mulheres lactantes não usem drogas ilícitas, pois podem ser prejudiciais para o bebê.
  • Tabagismo: pesquisas mostram que bebês de pais fumantes pode ser mais propensos a apresentar problemas respiratórios, infecções pulmonares e otite. Além disso, o hábito de fumar pode reduzir o volume de leite materno produzido. O consumo de tabaco é contraindicado para as mulheres que amamentam mas, caso não seja possível largar o hábito, o Ministério da Saúde recomenda continuar amamentando, pois os benefícios superam as outras alternativas (como o uso de fórmulas artificiais, por exemplo).

Amamentação em livre demanda

Para manter a produção de leite materno ativa, não há nada melhor do que a própria sucção que o bebê faz enquanto amamenta.

Na amamentação em livre demanda, o bebê regula as mamadas (duração e intervalo entre elas) de acordo com suas necessidades, e a mãe estabelece seus limites e possibilidades.

Mulheres saudáveis, com bebês em aleitamento exclusivo, produzem em média 750 a 800 ml de leite diariamente.

Estudos demonstram que variações na alimentação e exercícios aeróbicos não tendem a afetar a fabricação de leite. Por outro lado, alguns fatores que podem diminuir sua produção são tabagismo, estresse materno, ansiedade e uso de contraceptivos combinados de estrogênio e progesterona.

REFERÊNCIAS

BRASIL. Cadernos de Atenção Básica: Saúde da criança – Aleitamento Materno e Alimentação Complementar. Ministério da Saúde. Brasília (DF), 2015

Butte, PhDAlison Stuebe, MD. Maternal nutrition during lactation. Post TW, ed. UpToDate. Waltham, MA: UpToDate Inc. https://www.uptodate.com (Acessado em Novembro de 2019)

Turner, MD, MEdShea Palamountain, MD. Infantile colic: Management and outcome. Post TW, ed. UpToDate. Waltham, MA: UpToDate Inc. https://www.uptodate.com (Acessado em Novembro de 2019)

Источник: https://meuparto.com/blog/maternidade/como-se-alimentar-na-amamentacao-o-que-comer-e-o-que-evitar-nesse-periodo/

Atenção mamãe: O bebê mama o que você come!

A minha alimentação durante a amamentação

A alimentação da mãe durante a amamentação deve ser equilibrada e variada, sendo importante ingerir frutas, cereais integrais, legumes e verduras, evitando o consumo de alimentos industrializados e com alto teor de gordura, que não possuem valor nutricional nem para a mãe e nem para o bebê.

Durante a amamentação, a mãe perde de 1 a 2 kg por mês, de forma lenta e gradual, devido a quantidade de energia que se utiliza para produzir o leite materno que é proveniente da gordura acumulada durante a gravidez. São necessárias 800 calorias para produzir 1 litro de leite, sendo 500 calorias provenientes da dieta e 300 calorias derivadas das reservas de gordura formadas durante a gestação.

A mulher durante a amamentação necessita de maior quantidade de energia e proteínas, que deve ser obtida através de uma alimentação balanceada que inclua todos os grupos de alimentos.

Além disso, é importante ter atenção à quantidade de produtos lácteos consumidos para que seja suficiente para suprir as necessidades de cálcio nessa fase.

Algumas dicas para facilitar a alimentação da mãe são:

  • Comer pelo menos 5 porções de frutas e vegetais diariamente;
  • Consumir proteínas como frango ou peru bem cozidos e ovos;
  • Consumir peixes 2 a 3 vezes por semana, devendo dar preferência aos peixes com baixa quantidade de mercúrio, como sardinha, atum, truta e salmão;
  • Carboidratos integrais como arroz, macarrão, cereais, torradas e pão para aumentar o consumo de fibras, além de também ser indicado o consumo de grãos;
  • Comer 2 a 3 porções de lácteos, como 1 copo de leite desnatado ou semi desnatado, 1 fatia de queijo branco e 1 iogurte natural, por exemplo. Caso o bebê tenha sinais e sintomas indicativos de intolerância à lactose, a mãe deve evitar o consumo desses produtos ou dar preferência aos alimentos sem lactose, devendo obter o cálcio através de outras fontes alimentares;
  • Incluir gorduras boas no dia a dia, como o abacate, azeite de oliva, frutos secos e sementes, como as de linhaça, chia e abóbora, por exemplo.

Além disso, é fundamental que a mãe beba bastante líquidos para ajudar na produção do leite, sendo recomendada a ingestão de cerca de 3 litros de água por dia. Esta quantidade engloba a água presente nas frutas, sopas e sucos, por isso ainda é necessário beber cerca de 2 litros de líquidos, como água ou chá sem açúcar, por dia.

Micronutrientes necessários durante essa fase

Durante a lactância materna, é importante a ingestão adequada de vitaminas e minerais, o que deve acontecer por meio do consumo de alimentos ricos em ferro, ácido fólico, zinco, vitamina C, vitaminas do complexo B, cálcio e ômega-3. A tabela a seguir indica qual é a quantidade diária desses vitaminas para a mulher durante a fase de amamentação:

MicronutrientesQuantidade diária necessáriaAlimentos em que pode ser encontrado
Ferro15 mg/dCarnes e peixes, sementes de abóbora, frutos secos, feijão, grão de bico, lentilha, abacate.
Ácido fólico500 mcg/dEspinafre, brócolis, repolho, aspargos, salsinha, couve de bruxelas, feijão, tomates.
Zinco19 mg/dFeijões, castanha do Pará e frutos secos.
Cálcio1100 mg/dIogurtes, leite, queijos, vegetais escuros, sésamo, sementes de gergelim e frutos secos.
Vitamina C90 mg/dFrutas cítricas, pimentão amarelo, suco de laranja, mamão, goiaba, melão, manga.
Ômega-3300-600 mg/d de DHAÓleo de linhaça, sementes de linhaça, azeite de oliva extra-virgem, frutos secos, chia, abacate, salmão e truta.
Vitamina B122,8 mcg/dCarnes, leite, peixes e queijo
Vitamina A800 mcgOvos, leite, iogurte, cenoura, abóbora, manga e brócolis.

A mulher pode tomar café enquanto amamenta?

A cafeína é um estimulante do sistema nervoso e o bebê não conseguiria metabolizar essa substância, no entanto alguns estudos demonstram que o consumo de 300 mg de cafeína por dia não provoca qualquer alteração no bebê e, por isso, a mulher pode tomar 2 a 3 xícaras de café por dia contanto que não seja antes do bebê mamar.

O que não comer na amamentação

Os alimentos que devem ser evitados na amamentação são alimentos como frituras, embutidos, queijos amarelos, refrigerantes, bolos e biscoitos, porque têm grandes quantidades de gorduras e açúcares.

Nas famílias com antecedentes de alergia, foi considerado benéfico para a mãe tirar da sua dieta alimentos potencialmente alergênicos, como o ovo e amendoim, por exemplo. No entanto, isso não é uma regra, pois varia de pessoa para pessoa, sendo importante consultar o pediatra ou o nutricionista antes de retirar os alimentos da dieta.

Além disso, o consumo de bebidas alcoólicas está proibido, já que o álcool pode ser eliminado por meio do leite materno, passando para o bebê. Veja com mais detalhes o que não comer durante a amamentação.

Exemplo de cardápio de 3 dias

A tabela a seguir indica um exemplo de cardápio de uma alimentação equilibrada e variada que pode ser realizada durante a amamentação:

ComidasDia 1Dia 2Dia 3
Café da manhã2 fatias de pão integral com queijo branco + 1 peraOmelete de espinafre + 1 copo (250 ml) de suco de laranja2 fatias de pão integral com queijo branco + 1 copo (250 ml) de suco de melancia
Lanche da manhã240 ml de iogurte com 1/2 taça de frutas em pedaços1 copo (200 ml) de suco de mamão + 4 bolachinhas salgadas integral1 banana média
Almoço/ Jantar140 g de salmão grelhado + 1 xícara de arroz integral + 1 xícara de feijão verde ou feijão verde com cenoura cozida + 1 colher de chá de azeite de oliva + 1 tangerina100 g de frango com pimentão e cebola + 1/2 xícara de arroz integral + 1/2 xícara de lentilha + salada + 1 colher de chá de azeite de oliva + 1 maçã100 g de peito de peru + 2 batatas médias + salada + 1 colher de chá de azeite de oliva + 1 fatia de melão
Lanche da tarde1 maçã média1/2 xícara de cereal + 240 ml de leite desnatado1 fatia de pão centeio + 1 fatia de queijo + 2 fatias de abacate

Outras opções para os lanches são consumir frutas frescas, pão de centeio com queijo e vegetais, iogurte (200 mL), creme de grão de bico com palitos de legumes, cereais com leite ou 1 copo de suco bolacha Maria.

As quantidades indicadas no cardápio podem variar de acordo com as características da mulher, sendo importante que o nutricionista seja consultado para que seja feita uma avaliação completa e seja elaborado um plano nutricional de acordo com as suas necessidades e as necessidades do bebê.

Como evitaras cólicas do bebê durante a amamentação

Caso o bebê tenha cólicas, a mãe pode fazer alterações na sua alimentação, no entanto isso varia de bebê para outro, devendo a mulher ficar atenta no caso do bebê apresentar cólicas após a ingestão de um alimento, devendo este ser removido da dieta.

Alguns alimentos que estão relacionados com a cólica no bebê são o chocolate e os alimentos que provocam gases, como feijão, ervilhas, nabo, brócolis, couve-flor, repolho e e pepino, por exemplo.

Em alguns casos, o leite de vaca também pode provocar cólicas no bebê, podendo ser necessário que a mãe tome leite sem lactose ou, até mesmo sendo necessário retirar o leite de vaca da sua dieta, podendo ser substituído por leites vegetais, como o leite de coco, o de amêndoas ou de arroz. No entanto, caso essa não seja a causa da cólica do bebê, a mãe deve ingerir a recomendação diária de produtos lácteos.

Além disso, alguns chás como o de Ginseng, Kava Kava e o de Carqueja também podem provocar cólicas no bebê, sendo, portanto, contraindicados. Confira outros exemplos de chás que não pode tomar na amamentação.

Veja outras dicas para evitar as cólicas no bebê assistindo o vídeo a seguir:

Источник: https://www.tuasaude.com/alimentacao-da-mae-durante-a-amamentacao/

Alimentação durante a amamentação

A minha alimentação durante a amamentação

O seu corpo já tomou precauções durante a gravidez para amamentar e criou reservas de energia adicionais. No entanto, agora precisará de calorias adicionais, até mais do que durante a gravidez. A quantidade exata depende das necessidades do bebé e, além disso, de se só amamenta ou se já começou a dar-lhe alimentos sólidos.

Nos primeiros quatro a seis meses, precisará de 500 calorias adicionais por dia, se só estiver a amamentar. Se já lhe está a dar papas e, além disso, continuar a amamentar, precisará de menos calorias extras a partir do sexto mês.

Está completamente proibido jejuar ou reduzir drasticamente a ingestão de alimentos.

Com uma perda súbita de peso, são libertadas substâncias tóxicas da gordura corporal, que chegam à circulação sanguínea e, portanto, também ao leite materno, o que pode ser perigoso para o bebé.

Se quiser reduzir a ingestão calórica pouco a pouco, comece apenas passadas as primeiras seis semanas após o parto, pois, se o fizer antes, prejudicará a produção de leite.

É importante uma alimentação equilibrada e beber muitos líquidos

Coma muitas frutas e vegetais frescos, produtos à base de cereais, batatas, laticínios e, de vez em quando, carne magra. Com uma alimentação equilibrada e variada, estará seguro.

É especialmente importante que a sua dieta tenha ferro, iodo, ácido fólico, cálcio, vitamina D e ácidos gordos polinsaturados de cadeia longa (LCP).

Durante a amamentação é muito importante beber muitos líquidos. O corpo necessita entre dois e três litros por dia, uma necessidade que pode satisfazer muito bem com água mineral, sumos de frutas diluídos em água e infusões de frutas e ervas sem açúcar.

Do ponto de vista médico, a alimentação vegetariana durante a amamentação não tem efeitos negativos. Desde que coma ovos, leite e, se possível, peixe, tanto a mãe como o seu bebé receberão tudo o que precisam. É muito importante que ingira ferro suficiente, já que a gravidez usou uma grande parte das suas reservas.

Isso é algo que deve conversar com seu médico, se necessário. Pelo contrário, não é recomendado fazer uma alimentação vegana durante a amamentação.

Ao abandonar completamente os produtos de origem animal, existe o risco de sofrer um déficit de ácidos gordos ómega de cadeia longa, proteínas, cálcio, ferro, zinco, vitamina B2, vitamina B12 e vitamina D, o que pode representar riscos à saúde para a mãe e o bebé.

O facto de que, durante a amamentação, são necessários alimentos e bebidas que estimulem a produção de leite é um mito que não foi comprovado cientificamente. Em qualquer caso, não deve beber cerveja por causa de seu teor alcoólico.

Segundo os especialistas, as infusões que ajudam a produzir o leite materno (por exemplo, anis, funcho, erva-cidreira e cominho) afetam especialmente o espírito, pois ajudam-na a se concentrar melhor na amamentação, relaxar e estimular o fluxo de leite.

ProFutura Mamã da Milupa: uma melhor ingestão de nutrientes para mães que amamentam

Enquanto amamenta, está a dar ao seu bebé tudo o que ele precisa. Portanto, a sua necessidade de certos nutrientes aumenta para 60%. Com base na nossa investigação da ENP* sobre alimentação na primeira infância, a Milupa desenvolveu três produtos de ProFutura Mamã para amamentação.

Com uma dose única por dia e totalmente ao seu gosto, cada produto ProFutura Mamã oferece-lhe valiosos nutrientes de que necessita com maior urgência durante a amamentação e cuja ingestão nem sempre é fácil de obter na quantidade necessária.

Notas importantes: Não tome mais do que uma dose diária de nenhum dos produtos da nossa gama ProFutura Mamã. Não consuma estes produtos em combinação com suplementos nutricionais sem consultar o seu médico. Estes produtos não substituem uma alimentação equilibrada e variada ou um estilo de vida saudável.

Desafios da amamentação

A amamentação demorada oferece ao bebé as melhores condições para o início da sua vida, mas muitas mães desmamam os seus filhos antes do planificado. Uma razão frequente para isso é a obstrução mamária. Em vez de deixar de amamentar, tente estimular o fluxo de leite amamentando o seu bebé com muita calma e paciência.

Se, apesar de todo o esforço, não conseguir o não sair suficiente leite materno, fale com a parteira ou o pediatra.

Flatulência e alergias: elas podem alguns alimentos pode ser prejudicial ao meu bebé?

Muitas mães acreditam que têm de renunciar a alguns alimentos desde o início da amamentação porque podem cair mal ao bebé. Muitas vezes são desencorajadas de comer leguminosas, couves e cebola, pois produzem gases. Alguns tipos de frutas, especialmente frutas cítricas, são conhecidos por causar reações alérgicas ou irritações no rabinho do bebé, devido ao seu alto teor de ácidos.

Nada disso está cientificamente comprovado. Se tiver alergias, deve aconselhar-se com um alergologista sobre a sua alimentação durante a amamentação. Caso contrário, pode comer tudo o que quiser.

Normalmente, o bebé reage com mal-estar ou flatulência a alimentos que também caem mal à mãe, por isso é melhor riscá-los automaticamente na sua lista de compras. Os pratos que o bebé não está acostumado ou que são muito aromáticos, como aqueles que contêm muito alho, podem causar irritação:

É possível que, a próxima vez que lhe dê de mamar, o bebé afaste a cabeça. É quase impossível evitar a cem por cento possíveis alérgenos na alimentação, e nem é aconselhável fazê-lo. Ao entrar em contato com essas substâncias através do leite materno, o bebé treina o seu sistema imunológico, o que o protege, até certo ponto, de alergias posteriores.

Estimulantes: não exagere

Tenha cuidado com os produtos estimulantes durante a amamentação e não exceda o seu consumo.

A cafeína e a teína vão diretamente para o leite materno e, em comparação com os adultos, decompõem-se mais lentamente no corpo do bebé.

Devido a uma estagnação da cafeína, o bebé pode ficar nervoso e inquieto e ter problemas para dormir. No entanto, duas ou três chávenas de café ou chá preto por dia geralmente são inofensivas.

Não beba álcool, pois o fígado do bebé não o pode eliminar. Meia hora a uma hora após a ingestão, a concentração de álcool no leite materno atinge o seu nível máximo. Se algum dia quiser beber um copo de vinho, champanhe ou cerveja, beba apenas um e faça-o à noite, depois de amamentar o bebé pela última vez.

O tabaco prejudica tanto a produção quanto a qualidade do leite materno e está proibido até ao desmame. Se precisar tomar medicação durante a amamentação, converse com seu médico antes o fazer.

Tenho seios pequenos, posso amamentar?

Claro que sim, com seios pequenos, pode amamentar tão bem como com os seios grandes. Os seios pequenos simplesmente têm menos tecido adiposo, mas os responsáveis pela amamentação são as glândulas mamárias. Estas aumentam de tamanho já durante a gravidez para se prepararem para a amamentação e, a seguir, reduzem novamente.

Posso engravidar de novo durante a amamentação?

A amamentação é anticoncecional até certo ponto, já que uma parte das mulheres não ovula durante a amamentação. No entanto, isso não é 100% seguro. É melhor conversar com o médico sobre um método contracetivo compatível com a amamentação.

Amamentar durante muito tempo faz com que os seios caiam?

Não, o que acontece durante a gravidez é muito mais importante, já que o maior alongamento das mamas ocorre durante a gravidez, e não na amamentação.

Atualmente, sabe-se que os fatores que influenciam a diminuição da elasticidade do tecido são principalmente o número de gravidezes, a idade da mulher e o índice de massa corporal.

No entanto, é aconselhável usar um sutiã de amamentação firme para manter seus seios bem durante esta fase.

É verdade que a amamentação torna a mãe mais distraída?

Sim, e certamente a culpa é da hormona da amamentação, a prolactina, que estimula a secreção de leite e, junto com a ocitocina, faz com que a mãe sinta a necessidade de se concentrar especialmente no seu bebé. Além disso, a prolactina promove o esquecimento. Mas não se preocupe, após a amamentação recuperará a sua memória habitual.

Posso praticar desporto durante a amamentação?

Se já o fez antes da gravidez, não há problema. É aconselhável começar com a ginástica para a involução uterina. Para proteger o pavimento pélvico, não comece a praticar desportos que envolvam sacudidelas até meio ano depois, como correr, saltar à corda ou desportos com bola. Depois de uma cesariana, esse período costuma ser mais longo.

Desta forma, o corpo tem tempo para apertar com calma os músculos dilatados e os tecidos da barriga e da região pélvica. De qualquer forma, é melhor que o desporto que pratique agora não seja muito intenso, já que o desporto de competição faz com que se forme mais ácido lático, o que altera o sabor do leite materno, fazendo com que alguns bebés o rejeitem.

Portanto, é melhor esperar até depois do desmame.

Posso ir à sauna ou piscina durante a amamentação?

Por razões de higiene, deve evitar ir à sauna e à piscina durante algum tempo após o parto.

Quando tomar banho de imersão em casa, certifique-se de que os seus seios e, acima de tudo, os mamilos estão fora da água do banho para que eles não entrem em contato com a lóquios. Mais tarde poderá meter-se na banheira sem problemas.

Quando o puerpério terminar, também poderá ir à piscina; pode até fazer um curso de natação para bebés com seu filho. Depois da piscina, tome um duche com sabão neutro e remova a água com cloro e os resíduos de sabão enxaguando com bastante água.

Quanto à sauna, é melhor não ir durante toda a amamentação, pois as altas temperaturas e a transpiração intensa podem alterar o delicado sistema de formação do leite e influenciar negativamente a quantidade do mesmo.

É sensato perder peso ativamente durante a amamentação?

Não, durante a amamentação, não faça dieta para perder peso. Não ingerir energia suficiente durante muito tempo e perder muito peso pode ter consequências negativas na formação do leite.

Além disso, com uma dieta limitada, corre o risco de não absorver suficientes nutrientes importantes de que precisa em dose maior durante a amamentação do que o habitual. Para estar forte para o seu bebé, deve ter boas reservas de nutrientes.

No entanto, as mães que amamentam tendem a perder peso naturalmente porque, para produzir leite, precisam de cerca de 500 ou 600 calorias por dia. O importante é que coma quando estiver com fome e se alimente de forma saudável. E permita-se o luxo de aproveitar este momento.

Posso amamentar mesmo tendo perdido muito sangue durante o parto?

Sim, uma vez que a perda de ferro durante a amamentação é menor do que durante uma única menstruação. No entanto, tenha em mente que as mulheres com grandes perdas de sangue geralmente demoram mais a ter leite.

Se suspeitar que pode ter anemia, consulte um médico. Pode adicionar ferro facilmente à sua alimentação com suplementos apropriados.

A necessidade de ferro adicional por parte do bebé por não surge antes do quarto ou sexto mês, isto é, quando se inicia a alimentação complementar.

Posso amamentar o meu bebé quando ele está doente?

Precisamente então é quando deve continuar a amamentá-lo, porque é quando o bebé precisa mais do que nunca das substâncias protetoras do leite materno. No entanto, pode estar com menos fome se está doente.

Quando o bebé vomita ou tem diarreia, o que acontece muito raramente em bebés, o leite materno fornece-lhe os líquidos necessários.

No entanto, é melhor marcar uma consulta com o pediatra o mais rápido possível para o informar.

Posso amamentar se eu estiver doente?

Geralmente, sim, uma vez que o leite materno contém substâncias que protegem contra a doença e previnem que o bebé se contagie. No entanto, se tiver de tomar medicação, precisa pedir conselho ao médico.

Em princípio, as mães lactantes não devem tomar medicamentos durante a amamentação, mas existem muitos medicamentos apropriados que permitem que a amamentação continue nos casos em que é indispensável tomá-los.

Se este não for o caso, pode tirar leite antes de iniciar o tratamento e congelá-lo.

Os bebés lactentes saudáveis precisam de líquidos adicionais?

Não. Mesmo com climas quentes, a amamentação frequente cobre todas as necessidades de líquidos do bebé. Se o bebé estiver doente, pode conversar com o pediatra para determinar se é sensato adicionar água ou infusões à sua alimentação.

Источник: https://www.bebitus.pt/guia/bebe/amamentacao/alimentacao-durante-a-amamentacao.html

Dicas de Alimentação Durante a Amamentação

A minha alimentação durante a amamentação

As mulheres lactantes têm uma incrível capacidade de produzir leite materno em quantidade e qualidade suficientes para o bebê, mesmo que não estejam se alimentando adequadamente. O organismo da mulher prioriza a produção leite, mas há limites até onde o corpo consegue compensar uma dieta inadequada, seja em qualidade ou em quantidade de calorias e nutrientes.

Mas o fato do seu bebê não ser prejudicado por eventuais lapsos na sua dieta não significa que você não possa sofrer problemas nutricionais. Quando a lactante tem problemas na sua dieta e não consegue obter os nutrientes de que precisa, seu corpo vai atrás das suas reservas, o que pode eventualmente esgotá-las.

O período de aleitamento não é hora de se preocupar em fazer dietas doidas para emagrecer. Lembre-se que você precisa de força e resistência para atender as exigências físicas e psicológicas de cuidar de um bebê nos primeiros meses de vida.

Peso materno durante o aleitamento

As alterações de peso nas mulheres lactantes são muito variáveis. Habitualmente, uma gradual perda de peso ocorre durante os primeiros seis meses de amamentação.

A perda de peso pode ser maior ou menor dependendo de alguns fatores, como qualidade e quantidade da alimentação, prática de exercícios físicos, ganho de peso durante a gravidez, peso antes da gravidez, massa muscular, idade da mãe, tempo de licença materna, etc.

Estes fatores podem fazer com que a diferença de ritmo de perda de peso entre duas lactantes seja de até 1 quilo por mês.

É importante lembrar que nas primeiras semanas grande parte da perda de peso se refere à perda de água que foi retida durante a gravidez.

Após os inchaços irem embora, a perda de peso se dá por conta da eliminação de gordura. Habitualmente, nas mulheres bem nutridas, não há relevante perda de massa muscular durante o período de aleitamento materno.

A perda de peso se dá mesmo é pelo consumo de tecido adiposo (gordura).

Apesar de ser amplamente divulgado que a amamentação ajuda a mulher a perder peso após a gravidez, esta relação ainda é controversa. Diferentes estudos mostram resultados contraditórios, que variam desde maior perda de peso com o aleitamento, menor perda de peso com o aleitamento ou nenhuma diferença na perda de peso entre mulheres lactantes e não lactantes.

É fato que a produção de leite aumenta o consumo calórico basal das mães. Uma mulher que amamenta precisa consumir, em média, mais 500 calorias na sua dieta para manter um consumo calórico adequado.

Porém, não é preciso se preocupar contando calorias na sua alimentação, já que a maioria das mulheres acaba conseguindo aumentar naturalmente a ingestão de calorias devido ao aumento da fome que o aleitamento materno provoca.

Ingestão de líquidos

As lactantes produzem em média 750 a 800 ml de leite materno por dia. Muitas mulheres têm dúvidas sobre qual o volume de água que elas devem beber durante o período de aleitamento materno, de forma a não prejudicar a produção de leite.

Não é preciso quantificar o volume de líquidos que você bebe ao longo do dia. O importante é consumir água o suficiente para não sentir sede, procurando manter a urina sempre diluída e clara (leia: URINA COM CHEIRO FORTE).

Para facilitar sua vida, antes de cada amamentação, mantenha sempre um copo de água por perto para que você tenha fácil acesso quando sentir vontade de bebê-lo.

Evite bebidas com cafeína, pois além de passá-la para o seu bebê através do leite, a cafeína tem efeito diurético, podendo deixá-la mais desidratada.

Nutrientes recomendados

Na maioria dos casos, a dieta habitual da mãe é mais do que suficiente para manter um bom estado nutricional do bebê e dela mesma. O aumento da fome é um excelente mecanismo para que inconscientemente o consumo de calorias, proteínas e outros nutrientes se eleve, atingindo valores desejáveis.

Vamos tecer breves comentários sobre alguns nutrientes que mais causam dúvidas nas lactantes.

Ferro

O leite materno fornece em média 3 mg de ferro por dia. Em geral, se a mãe não tem anemia, não há necessidade de repor ferro, basta uma alimentação balanceada.

A perda de ferro para o leite é menor do que a perda de ferro habitual durante a menstruação.

Como não menstruam nos primeiros meses de aleitamento, as mulheres acabam tendo estoques de ferro melhores durante a amamentação do que em outros períodos da vida.

Boas fontes de ferro incluem carnes, feijão, ervilha, lentilha, cereais enriquecidos, produtos feitos com grãos integrais, vegetais folhosos verde escuros e frutos secos. Para ajudar na absorção, procure comer alimentos ricos em ferro em combinação com alimentos ricos em vitamina C, como morangos, frutas cítricas ou tomates.

Proteínas

A quantidade média de proteínas excretada diariamente no leite materno é de 8 gramas. Recomenda-se um aumento de 25 gramas de proteínas na dieta habitual para compensar essas perdas.

Em geral, a quantidade de proteínas no leite não se altera, mesmo que a mãe tenha um baixo consumo de proteínas na dieta.

O problema da falta de proteínas não é para o bebê, mas sim para a mãe, que pode começar a ter sua massa muscular consumida.

Boas fontes de proteína podem ser encontradas em carnes, ovos, produtos lácteos, soja , legumes, lentilhas, nozes, sementes e grãos integrais.

Cálcio

Cerca de 210 mg de cálcio são excretados no leite materno diariamente. A amamentação podem causar uma redução temporária na quantidade de cálcio nos ossos. Porém, estudos mostram que essa perda não consegue ser revertida, mesmo com o aumento de cálcio na dieta.

A boa notícia é que esse fato parece não ter muita relevância clínica, já que a perda óssea é geralmente recuperada após o fim do período de aleitamento.

Além disso, alguns estudos apontam que mulheres idosas que amamentaram quando jovens apresentam menor índice de osteoporose quando comparadas as mulheres que não amamentaram (leia: OSTEOPOROSE | Sintomas e tratamento).

Portanto, o consumo de cálcio durante a amamentação não precisa ser aumentado. Todas as mães devem consumir um mínimo diário de 1.000 mg de cálcio, que é a quantidade indicada para todas as mulheres em geral.

As fontes primárias de cálcio na dieta são o leite e outros produtos lácteos, tais como o queijo, manteiga e iogurte. Vegetais verdes, como espinafre, também são boas opções.

Vitaminas

As vitaminas também são excretadas no leite, por isso indica-se um aumento no consumo das mesmas durante o período de amamentação.

Mais uma vez, uma dieta variada, rica em frutas, verduras, legumes e carnes é suficiente para repor essas necessidades.

Se você não consegue ter uma dieta equilibrada, é possível que seu médico recomende o uso de multivitamínicos, para garantir um bom consumo de vitamina A, E, C e B.

Precauções nutricionais

Alguns tipos de comidas e bebidas devem ser evitados ou reduzidos durante a amamentação. Vamos falar um pouco sobre alguns desses alimentos.

Álcool

Quando a lactante consome álcool, uma pequena parte deste é transferido para o leite materno. A quantidade de álcool considerado “segura” durante a amamentação é controversa. Uma série de fatores afetam a quantidade de álcool que é transferida para o leite materno e quanto o bebê absorve.

Uma mulher de peso médio precisa de cerca de duas horas para que uma única dose de álcool (um copo de cerveja ou taça de vinho) seja completamente metabolizada e eliminada de seu corpo.

Portanto, para evitar qualquer quantidade de álcool sendo transferida para o bebê, os especialistas recomendam que a mulher não consuma álcool se for amamentar nas próximas 2 ou 3 horas (leia: EFEITOS DO ÁLCOOL | Tratamento do alcoolismo).

Obs: o uso de bombas para retirar o leite não acelera o processo de eliminação do álcool no mesmo.

Cafeína

A maioria dos médicos sugere que durante a amamentação as mães devem limitar o consumo de cafeína (incluindo café, chás, refrigerantes, bebidas energéticas, chocolate, etc.) para não mais do que 300 mg por dia (cerca de 3 xícaras de café por dia).

Atenção: esse limite de 300 mg ainda está sob debate, por isso, o ideal é consumir o mínimo possível de alimentos com cafeína. Se o seu bebê se torna irritadiço com a cafeína da sua dieta, corte o café, refrigerantes e o chocolate da dieta.

Peixes contendo mercúrio

Os peixes fornecem proteína de alta qualidade e outros nutrientes essenciais, incluindo ômega-3 os ácidos graxos. O consumo de peixe por mães que amamentam tem sido sugerido devido às grandes quantidades de ácidos graxos essenciais, que são importantes no desenvolvimento do cérebro do recém-nascido.

No entanto, quase todos os peixes e frutos do mar contêm traços de mercúrio. Para a maioria das pessoas, esta pequena quantidade é irrelevante. Todavia, mesmo resquícios de mercúrio parecem ser prejudiciais ao sistema nervoso em desenvolvimento do bebê.

Portanto, mães que amamentam não devem comer tubarão, peixe-espada ou cavala, porque são peixes que naturalmente contêm altas concentrações de mercúrio. Outros peixes ou crustáceos possuem concentrações menores de mercúrio, como camarão, atum light enlatado, salmão, badejo e bagre, e devem ser limitados a 2 porções por semana.

Bebês que não toleram certos alimentos

A maioria das mães pode comer uma grande variedade de alimentos, incluindo os picantes, sem que isso cause qualquer reação ao seu bebê. Algumas mães, porém, juram que certos alimentos, como brócolis, repolho, leite, nozes, ovos, chocolate, frutas cítricas, alho, pimentão, pimenta, soja ou frutos do mar, cebola, etc., fazem o seu bebê ficar com mais gases e irritado.

É importante salientar que todo bebê tem seus dias melhores e piores, sem que necessariamente haja uma explicação clara para isso. Muitas mães procuram logo algum culpado na dieta que justifique essas alterações de comportamento do bebê.

Habitualmente, a dieta da mãe não é a culpada, mas se você suspeitar que algum alimento possa estar fazendo seu bebê ficar mais inquieto que o habitual não custa nada suspendê-lo por alguns dias e ver se há alguma resposta. Atenção, mesmo que o bebê melhore o humor, isso não prova que a culpada era a comida. Como já dissemos, o humor do bebê pode variar muito de um dia para o outro nos primeiros meses de vida.

Em casos raros, o bebê pode ser alérgico a alguma coisa que você comeu. Nestes casos, é possível notar reações na pele, respiração ruidosa, congestionamento nasal e alterações nas características habituais das fezes. Se você suspeitar de alergia, entre em contato com o pediatra.

Источник: https://www.mdsaude.com/nutricao/alimentacao-amamentacao/

O que comer e o que evitar durante a amamentação

A minha alimentação durante a amamentação

Rico em anticorpos e proteínas, não há nutriente mais completo para o bebê que o leite materno. Ele reduz a probabilidade de seu filho se tornar uma criança obesa, melhora a resposta imune do pequeno, defende da asma e de outras infecções e ainda estimula o desenvolvimento do cérebro.

No entanto, para que isso ocorra, é importante que a mãe esteja bem alimentada durante todo o período da amamentação, pois tudo o que é ingerido nesta fase é passado para o bebê, ajudando no crescimento e, também, podendo causar certos desconfortos.

Abaixo, reunimos os alimentos que devem ser evitados, consumidos com moderação e os que colaboram para a sua saúde e a do bebê. Confira a lista e bom apetite!

 Consumo não indicado

1. Aspartame

Alguns adoçantes são proibidos para grávidas e lactantes por oferecerem riscos ao bebê. Entre eles está o aspartame, cujas pesquisas ainda não comprovaram sua segurança.

“Prefira a sucralose se realmente quiser utilizar um adoçante, ela também é indicada na gestação”, recomenda Marcelo Reibscheid, pediatra da maternidade São Luiz Itaim.

O ideal é que você opte por adoçar seus alimentos com produtos mais naturais como o mel, o açúcar mascavo e o agave.

2. Bebidas alcoólicas

O álcool não é indicado para quem está amamentado porque, além de diminuir a absorção dos nutrientes pela mãe, também será consumido pelo bebê, podendo deixá-lo mais sonolento, num primeiro momento, além de fazer com que ele fique sem fome, atrapalhando seu ganho de peso. As bebidas também podem destruir as células nervosas da criança.

 Consuma com moderação

3. Cafeína

Bebidas que contenham cafeína como o café, chá preto ou mate, energéticos, refrigerantes e o até mesmo o chocolate devem ser consumidos em pequenas quantidades. A cafeína pode tornar os bebês mais irritados e com dificuldade para dormir. Tome, no máximo, duas xícaras de café por dia.

4. Industrializados

Você já parou para ler o rótulo dos alimentos industrializados vendidos no supermercado? Eles estão recheados de produtos químicos como conservantes, corantes e estabilizantes. Prefira, na medida do possível, alimentos frescos e naturais.

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5. Alimentos que causam gases

Feijão, brócolis, couve-flor, repolho e batata doce, entre outros, são alimentos que provocam gases intestinais e, por isso, não devem ser consumidos todos de uma única vez.

“Se eles te dão gases, é bem possível que o bebê também os tenha após mamar”, alerta Marcelo. Por isso, é importante que você fique atenta às reações que seu filho terá após você consumir esse tipo de alimento.

Se perceber que ele apresenta muitas cólicas, talvez seja necessário evitá-los no período de amamentação.

 Consuma à vontade

6. Hidratação

Beba muito água! Ela irá te deixar hidratada e manterá uma adequada produção de leite para o seu bebê. Por isso, mantenha sempre uma garrafinha de água ao seu lado, principalmente quando estiver amamentando.

7. Alimentação equilibrada

“A alimentação da lactante deve ser a mais completa e saudável possível”, afirma a pediatra Silvia Gioielli, de São Paulo. Coma tranquilamente frutas, legumes, verduras, ovos, carne, frango e peixes livres de mercúrio.

Você pode manter na sua dieta o leite de vaca e seus derivados se não relacionar o seu consumo às cólicas do bebê.

Vale lembrar que é importante que a mulher faça 6 refeições por dia: desjejum, lanche matutino, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia noturna.

8. Produtos orgânicos

Uma pesquisa realizada pela Universidade do Mato Grosso com mulheres que amamentavam mostrou que o leite de todas elas estava contaminado por agrotóxicos, alguns em grande quantidade e até um proibido no Brasil. Por isso, na medida do possível, procure consumir alimentos orgânicos.

 Evitando as cólicas

Na realidade, cada mãe vai perceber quais alimentos geram cólicas no seu bebê e passará a evitá-los em seu dia a dia. Não existe uma fórmula única, toda dupla mãe-bebê tem suas características próprias.

Mas sabe-se que, além da alimentação, alguns cuidados simples, como o banho de balde (ou ofurô), podem diminuir a incidência das famosas cólicas nos bebês.

“Mais tempo de colo, amamentação em livre demanda e o uso do sling são muito úteis em aliviar as cólicas”, ensina Silvia.

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Источник: https://bebe.abril.com.br/amamentacao/o-que-comer-e-o-que-evitar-durante-a-amamentacao/

Embarazo y niños
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