Alergias Alimentares: que cuidados devo ter ao escolher os alimentos?

Alergia alimentar: sintomas, tratamentos e causas

Alergias Alimentares: que cuidados devo ter ao escolher os alimentos?

Alergia alimentar é uma reação do sistema imunológico que ocorre logo após a ingestão de um determinado alimento.

Mesmo uma pequena quantidade do alimento que causa alergia em algumas pessoas pode desencadear sinais e sintomas, que costumam variar de gravidade.

Em alguns casos, a alergia alimentar pode causar sintomas graves ou até mesmo uma reação com risco de vida – conhecida como anafilaxia.

A alergia alimentar afeta de 6 a 8% das crianças com menos de três anos de idade e até 3% dos adultos. Enquanto não há cura, algumas crianças superam sua alergia alimentar à medida que envelhecem.

É fácil confundir alergia alimentar com intolerância alimentar, que é uma reação muito mais comum. Esta última, no entanto, é menos grave que uma alergia alimentar e não envolve o sistema imunológico.

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Dúvidas sobre alergias

Causas

A função de nosso sistema imunológico é defender o corpo de substâncias possivelmente nocivas, como bactérias, vírus e toxinas. Em algumas pessoas, a resposta imunológica é desencadeada por uma substância que costuma ser inofensiva, como um alimento específico. Quando isso acontece, ocorre uma reação indesejável no corpo que chamamos de alergia alimentar.

A causa das alergias alimentares está relacionada à produção de um tipo de substância pelo organismo, chamada de anticorpos imunoglobulina E (IgE), que provoca alergias a um alimento específico.

Embora muitas pessoas apresentem intolerância a alimentos, as alergias alimentares são bem menos comuns.

Em uma alergia alimentar real, o sistema imunológico produz anticorpos e histamina em resposta a um alimento específico.

Isso não acontece com pessoas intolerantes, por exemplo, que despertam sintomas em decorrência da ingestão de determinado alimento, mas não correm risco de vida por causa disso.

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Qualquer alimento pode causar uma reação alérgica, mas alguns são os principais vilões. Nas crianças, as alergias alimentares mais comuns são:

A alergia alimentar geralmente começa na infância, mas pode ocorrer em qualquer idade. Muitas crianças se livram das alergias conforme envelhecem, mas algumas alergias podem durar a vida toda.

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Em crianças mais velhas e adultos, as alergias alimentares mais comuns são:

  • Peixe
  • Amendoim
  • Frutos do mar
  • Frutas secas

Muitas pessoas acreditam ter alergia alimentar, mas, na realidade, menos de 1% deles possui alergias reais. A maioria dos sintomas é causado por intolerância a alimentos.

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Fatores de risco

Fatores de risco para alergia alimentar incluem:

Uma pessoa está em maior risco de desenvolver alergias alimentares se asma, eczema, urticária ou alergias, como febre do feno, são condições comuns em sua família.

É comum que crianças deixem de apresentar algumas alergias alimentares quando envelhecem, mas elas podem retornar eventualmente quando forem mais velhas.

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Se uma pessoa já é alérgica a um alimento, ela pode estar sob maior risco de se tornar alérgica a outra.

As alergias alimentares são mais comuns em crianças e bebês. À medida que envelhecemos, o sistema digestivo amadurece e o corpo torna-se menos propenso a absorver alimentos ou componentes que provocam alergias.

A asma e a alergia alimentar geralmente ocorrem em conjunto. Quando o fazem, tanto a alergia alimentar quanto os sintomas de asma são mais graves que o normal.

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Sintomas de Alergia alimentar

Os sintomas de uma alergia alimentar geralmente aparecem imediatamente ou em até duas horas depois de comer. Em casos raros, os sintomas podem começar a aparecer somente muitas horas depois de comer o alimento desencadeador.

Se você apresentar sintomas logo depois de ingerir um alimento específico, é possível que você tenha uma alergia alimentar. Os principais sintomas são urticária, rouquidão e respiração difícil ou ruidosa.

Outros sintomas da alergia alimentar que podem ocorrer:

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  • Dor abdominal
  • Diarreia
  • Dificuldade para deglutir
  • Irritação na boca, na garganta, nos olhos, na pele ou em qualquer outra região
  • Tontura ou desmaio
  • Congestão nasal
  • Náusea e vômitos
  • Corrimento nasal
  • Manchas escamosas com coceira (dermatite atópica)
  • Descamação ou bolhas
  • Inchaço (angioedema), principalmente nas pálpebras, face, lábios e língua
  • Falta de ar
  • Cólicas estomacais

Sintomas da síndrome de alergia oral:

  • Irritação nos lábios, língua e garganta
  • Inchaço nos lábios (ocasionalmente)

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É uma reação grave, potencialmente fatal, que começa subitamente e que exige socorro imediato. A anafilaxia (reação anafilática) é desencadeada pela liberação maciça de substâncias químicas que despertam um quadro grave de reação alérgica.

Remédios, picadas de insetos, alimentos, entre outros fatores podem ser os desencadeantes de uma reação anafilática.

O alimento, por exemplo, induz o aparecimento de coceira generalizada, edema (inchaços), tosse, edema de glote, rouquidão, diarreia, dor de barriga, vômitos, aperto no peito com queda da pressão arterial, arritmias cardíacas e colapso vascular (choque anafilático).

Buscando ajuda médica

Consulte um especialista se você tem sintomas de alergia alimentar logo após comer. Se possível, consulte um médico já quando a reação alérgica estiver ocorrendo. Isso vai ajudá-lo a fazer o diagnóstico.

Procure atendimento de emergência se você desenvolver quaisquer sinais ou sintomas de anafilaxia, tais como:

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  • Constrição das vias aéreas, que torna difícil para respirar
  • Choque com uma grave queda da pressão arterial
  • Pulso rápido
  • Tonturas ou vertigens.

Na consulta médica

Entre as especialidades que podem diagnosticar uma alergia alimentar estão:

  • Clínica médica
  • Alergologia
  • Gastroenterologia

Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:

  • Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
  • Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade

O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:

  • Você sabe se tem alergia a algum tipo de alimento?
  • Quais alimentos você mais costuma inserir em sua dieta?
  • Você já apresentou esses sintomas antes?
  • O que você comeu nas últimas horas?
  • Você apresentou sintomas mais graves, como dificuldade para respirar, deglutir, tonturas ou desmaios?
  • Você já foi diagnosticado com alguma outra condição médica? Qual?

Diagnóstico de Alergia alimentar

O processo de diagnóstico é feito com a análise dos sintomas, tomando por base a descrição do paciente e os sinais apresentados por ele.

O exame físico também pode ajudar a determinar a causa dos sintomas.

Não existe um teste específico para determinar se é um caso de alergia alimentar ou não, mas alguns exames podem ser realizados que poderão ajudar a chegar ao diagnóstico final. Confira:

Os testes cutâneos isoladamente não confirmam o diagnóstico de alergia alimentar. Eles apenas detectam a presença de anticorpos IgE específicos para os alimentos testados, demonstrando sensibilização. Devem ser testados apenas os alimentos suspeitos.

Esse exame serve para dosar a IgE específica para os alimentos suspeitos. Também não têm valor diagnóstico, apenas demonstram se o paciente tem IgE específica para determinado alimento.

Diante da análise do histórico médico do paciente e de exame físico sugestivos de alergia alimentar, deve ser realizada dieta de exclusão do alimento suspeito, quando identificado.

Após duas a seis semanas de exclusão daquele alimento suspeito, os sintomas podem ou não desaparecer. Se os sintomas desaparecerem, um teste de provocação oral deve ser feito para se confirmar o diagnóstico.

Caso contrário, o processo se reinicia até que se encontre o alimento responsável pela alergia.

Quando sintomas e sinais desaparecem após a exclusão do alimento suspeito, é necessária a comprovação pela provocação oral, administrando o mesmo alimento ao paciente. O teste é considerado positivo se os sintomas ressurgem, tal como eram antes da eliminação do alimento da dieta.

Os testes de provocação oral servem tanto para comprovação diagnóstica como para constatar se o paciente já se tornou tolerante ao alimento. São contraindicados quando há história recente de reação anafilática grave.

Nestes casos, esse exame deve ser realizado com acompanhamento especializado.

Tratamento de Alergia alimentar

O único tratamento comprovadamente eficaz para uma alergia alimentar é evitar o alimento desencadeador da reação.

Se a pessoa apresenta sintomas em apenas uma região do corpo (por exemplo, uma urticária no queixo após comer o alimento específico), talvez ela não precise de tratamento, pois, neste caso, os sintomas provavelmente desaparecerão em pouco tempo. Os anti-histamínicos podem ajudar a aliviar o desconforto e pomadas suaves podem oferecer um pouco de alívio aos sintomas.

Consulte seu médico se achar que apresentou uma reação alérgica a algum alimento, mesmo que tenha sido apenas uma reação local.

Qualquer pessoa diagnosticada com alergia alimentar deve sempre carregar consigo (e saber como usar) a epinefrina injetável. Se você apresentar qualquer tipo de reação grave ou distribuída por todo o corpo logo depois de comer o alimento que causa alergia, injete a epinefrina. Em seguida, vá para o hospital ou pronto-socorro mais próximo.

Convivendo/ Prognóstico

Uma das chaves para evitar uma reação alérgica é evitar completamente o alimento que causa os sintomas. Tome bastante cuidado quanto a isso. Leia sempre os rótulos dos alimentos para se certificar de que eles não contêm um ingrediente ao qual você é alérgico.

Os rótulos dos alimentos são obrigados a listar claramente se eles contêm quaisquer alérgenos alimentares comuns.

Leia os rótulos dos alimentos com cuidado para evitar as fontes mais comuns de alérgenos alimentares: leite, ovos, amendoim, nozes, peixes, mariscos, soja e trigo.

Nos restaurantes e reuniões sociais, faça o mesmo. Procure saber todas as opções do cardápio que não contenham aquele alimento que pode lhe desencadear uma reação alérgica.

Complicações possíveis

  • Anafilaxia, que é uma reação alérgica com risco de vida
  • Dermatite atópica (eczema), que é uma reação alérgica na pele
  • Enxaquecas, uma vez que os histamínicos, liberados pelo sistema imunológico durante uma reação alérgica, tem grande potencial para desencadear enxaquecas em algumas pessoas.

Alergia alimentar tem cura?

Caso o paciente consiga evitar o alimento que lhe causa alergia, pode viver uma vida normal. Evitar os alimentos nocivos pode ser fácil se o alimento for incomum ou facilmente identificável.

Entretanto, talvez seja necessário restringir bastante a sua dieta, ler atentamente a todos os ingredientes nas embalagens dos produtos e fazer perguntas detalhadas quando comer fora de casa.

Referências

Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia

Источник: https://www.minhavida.com.br/saude/temas/alergia-alimentar

5 dicas para evitar contaminação entre alimentos em casa e crises alérgicas

Alergias Alimentares: que cuidados devo ter ao escolher os alimentos?

Os alimentos são uma das grandes causas de alergia e representam um ponto de atenção em relação aos cuidados diários. Afinal, para organismos alérgicos, qualquer contato com a substância alérgena pode ser motivo para fortes reações causadas por contaminação entre alimentos, por exemplo.

Isso mesmo, ingerir outro alimento que teve contato com aquele que você tem alergia pode ser razão suficiente para uma crise.

Pensando nisso, é imprescindível adotar uma rotina de cuidados especifica, evitando a contaminação entre alimentos e garantindo a sua qualidade de vida.

Confira, neste artigo, algumas boas práticas para evitar a contaminação – e, consequentemente, as crises alérgicas – em casa. Acompanhe.

1. Manuseio dos alimentos

O manuseio é o grande segredo para que não haja contaminação entre alimentos, por isso, precisa ser feito com muita atenção. Desde o momento em que você compra o produto no mercado até a hora de servi-lo à mesa, é preciso empregar alguns cuidados específicos.

O principal deles é a higiene das mãos, que precisa ser muito bem-feita antes e depois do manuseio de um alimento que atue como alérgeno (afinal, você pode acabar transmitindo substâncias de um produto para o outro). Ainda, é preciso evitar o contato com qualquer superfície ou utensílios que possam estar contaminados.

2. Higienização das louças e dos alimentos

Os princípios de higiene devem ser levados à risca quando falamos de organismos alérgicos, pois qualquer negligência pode desencadear uma crise. É essencial que todos os alimentos sejam muito bem lavados – não somente antes do consumo, como também antes de serem guardados na geladeira ou em armários.

Ainda, é imprescindível que todas as louças e talheres sejam bem higienizados imediatamente após o uso, com sabão de qualidade.

Nada de reaproveitar uma mesma panela para cozinhar duas coisas diferentes (especialmente se uma delas for um alérgeno).

Também tenha atenção com seus eletrodomésticos: geladeira, liquidificador, fogão, microondas e outros precisam estar livres dos resquícios de produtos que causam alergia.

3. Cuidados de armazenamento

O armazenamento é outro ponto que deve ser considerado para evitar a contaminação entre alimentos. Tenha muito cuidado ao escolher o local em que irá guardar os produtos – isolando bem aqueles que podem ser causadores de alergia.

Independentemente do tipo de alimento, mantenha-o sempre bem vedado e livre da ação de agentes externos. Seja na geladeira, na prateleira ou na bandeja da cozinha, o importante é que um produto não cause interferência no outro.

4. Atenção a alguns utensílios de uso diário

Você sabia que alguns utensílios tão comuns em nossa rotina podem servir de porta de entrada para as crises alérgicas? Isso porque, mesmo com a lavagem, pode ocorrer o acúmulo de bactérias e substancias alérgenas – facilitando a contaminação de um alimento para o outro. Dentre esses estão as esponjas de lavar louça, os panos de pia, as tábuas e as colheres de pau.

O ideal, então, é que esses materiais sejam trocados com frequência. Ainda, aqueles itens que foram empregados para o preparo de alimentos potencialmente alérgenos não devem entrar em contato com outros utensílios ou alimentos.

5. Preparo e consumo

Não é porque alguém tem alergia a determinado alimento na sua casa que ele precisa ser extinto da rotina da família. Mas, além dos cuidados já listados, é preciso garantir um preparo seguro para evitar contaminação entre alimentos.

Pensando nisso, o ideal é que o preparo ocorra depois dos demais alimentos e que – na medida do possível – ocorra em espaço isolado. Não deixe outros alimentos perto da panela (ou outro equipamento que você use no preparo), pois podem ocorrer respingos e contato indesejado. Na hora de servir, coloque em recipientes separados e mantenha esse alérgeno, preferencialmente, sempre coberto.

Seguindo essas dicas, você poderá reduzir as possibilidades de ocorrência de reação alérgica. Aposte nesses cuidados e garanta saúde e qualidade de vida para todos em sua casa.

E então, ficou mais fácil agora evitar a contaminação entre alimentos em casa? Ficou com alguma dúvida sobre o tema? Deixe sua mensagem nos comentários.

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Источник: http://blog.alergoimuno.com.br/2019/10/04/5-dicas-para-evitar-contaminacao-entre-alimentos-em-casa-e-crises-alergicas/

Alergia alimentar em cães: quais são as causas, sintomas e tratamentos?

Alergias Alimentares: que cuidados devo ter ao escolher os alimentos?

A alergia alimentar em cães é um problema comum e que pode ter causas variadas

A alergia alimentar em cães é uma resposta exagerada do sistema imunológico a determinados agentes invasores presentes na ração de cachorro e outros alimentos.

Os animais, assim como os seres humanos, podem se tornar alérgicos a diversos tipos de comidas, incluindo aquelas que já fazem parte do consumo do dia a dia há anos.

  Geralmente, os fatores mais comuns que geram alergia em cachorro são a presença de corantes nas rações e o tamanho da proteína processada. A seguir, saiba mais sobre o assunto e a explicação da veterinária Marcela Machado, que atua no sistema público de saúde animal. 

Alergia em cachorro: quais são as principais causas?

A maioria dos cães geralmente tem reações alérgicas a mais de um alimento. “O corpo encara o corante e/ou a proteína com uma ‘lente de aumento’, como se fosse algo nocivo ao corpo. Então, o sistema imunológico produz uma série de células que vão acarretar todos os sintomas da alergia, geralmente vistos na pele e no sistema digestivo”, relata a médica veterinária.

Como identificar um cachorro com alergia?

É bom sempre ficar de olho na pele do seu cachorro. Observe se há falhas no pelo, machucados que apareceram sem motivo e coceira persistentes. “Pele com prurido, manchas calvas, vermelhidão, placas de urticária, edemas e coceiras na parte interna das orelhas são alguns dos sinais mais comuns de alergia alimentar nos cães” descreve a médica veterinária Marcela Machado.

Verifique também se as fezes do animal estão firmes ou sem forma. Caso o cão esteja vermifugado corretamente e ainda assim apresentar diarreia, o problema pode ser um indicativo de alergia alimentar.

“Um cão com reação alérgica pode apresentar diarreia crônica.

Ao notar o desarranjo intestinal, os tutores devem procurar o médico veterinário de sua confiança para tratar o animal corretamente e, assim, evitar que a saúde dele fique ainda mais debilitada”, recomenda a profissional.

O que fazer ao identificar uma possível alergia alimentar em cães?

Após identificar um ou mais sintomas de alergia alimentar no seu cachorro, é recomendado que você não espere o quadro se agravar e leve o seu animal de estimação a uma clínica veterinária. “Só o profissional de saúde animal saberá identificar o que está causando a alergia no cão por meio de exames clínicos e laboratoriais”, ressalta Marcela. 

Na consulta, é importante que você relate algumas informações, como os hábitos alimentares do seu cachorro nos mínimos detalhes. Anote o nome da ração, os petiscos e alimentos que você costuma oferecer a ele.

Não minta ou omita nada ao médico veterinário.

Mesmo que você tenha dado algum alimento não recomendado, você deve informar isso ao profissional para que ele possa fazer o diagnóstico corretamente e tratar seu animal como ele precisa.

O cachorro com alergia alimentar pode se coçar mais que o normalA alergia alimentar em cães também pode acarretar em feridas na pele e queda de pelo Alimentação animal

Cuidar da alimentação do gato é dever de todo tutor, e para isso é importante saber o que o animal pode ou não comer. Além das tradicionais rações para gatos, algumas pessoas também gostam de oferecer outras opções de comida para o seu bichano e procuram alternativas mais naturais, como frutas e legumes.

Porém, por mais saudáveis que esses alimentos sejam para os humanos, é importante ter em mente que o organismo dos felinos não funciona da mesma maneira que o nosso e algumas frutas para gatos, por exemplo, podem fazer mal ao seu amigo de quatro patas.

Para sanar todas as dúvidas sobre o assunto, confira as frutas que gatos podem comer a seguir!

Alimentação animal

Mesmo que os gatinhos não tenham aquela gula característica dos cachorros, eles podem amar alguns alimentos.

A dúvida, porém, sempre permanece nessa hora: além da ração, sachê e petiscos específicos, o que gato pode comer? A não ser que seu gatinho tenha um problema de saúde, você pode oferecer algumas frutas, legumes e proteínas de vez em quando.

Mas atenção! Não são todos os alimentos que os gatos podem comer. O chocolate, por exemplo, está na lista dos itens proibidos pelo risco de intoxicar o seu pet.

Alimentação animal

Os cachorros têm fama de serem comilões e, na maioria dos casos, eles não abrem mão das refeições – seja a ração ou um snack. Todo dono de cachorro, provavelmente, já passou pela situação de estar comendo enquanto o amigo de quatro patas fica pedindo um pedaço do lanche. Mas, e quando o apetite do seu cachorro parece desaparecer, você sabe o que fazer?

Alimentação animal

As frutas para cachorro são ótimas opções de petiscos para agradar o seu amigo de quatro patas. Os pets podem sim tirar proveito da ingestão de determinadas frutas que são liberadas e não fazem mal.

Mas afinal, cachorro pode comer banana? Quais os benefícios dessa fruta para cachorros? Qual a quantidade correta? Posso fazer um petisco para cachorro com esses alimentos? Veja as respostas para todas essas dúvidas!

Com a causa da alergia alimentar desvendada, o tratamento deve ser administrado com rigor. De fato, não adianta nada comprar o remédio para alergia de cachorro se você não tem a intenção de seguir adequadamente as recomendações relacionadas à alimentação. 

1) Troca da ração de cachorro

Em alguns casos, trocar a ração que você costuma oferecer ao seu cachorro pode ser a solução para tratar a alergia alimentar. Mesmo que você já dê uma ração recomendada e de qualidade a ele, pode ser necessário substituí-la por outra marca ou até mesmo começar a usar uma ração especial, especialmente se o problema do seu pet estiver relacionado ao tamanho da proteína.

2) Vitamina para cachorro e antiparasitários 

Algumas vitaminas e antiparasitários promovem a saúde da pele e do pelo de um cachorro. Caso o seu cão tenha alergia alimentar e apresente lesões na pele, o uso desses recursos pode beneficiar a saúde e bem-estar do pet. Antes de comprar qualquer remédio para alergia de cachorro, peça a orientação de um veterinário de sua confiança. 

3) Remédio para alergia de cachorro 

Com a alergia, cachorro pode ter coceiras em diferentes partes do corpo. Para tratar esse problema tão incômodo, normalmente são administrados corticoides e antialérgicos para que o animal para de machucar a pele ao se coçar.

“É importante seguir todas as recomendações do médico veterinário em relação aos horários e dosagens dos medicamentos. Jamais dê algo por conta própria, sem antes consultar o profissional de saúde canina.

A administração errada de medicamentos pode levar o seu cachorro a óbito”, alerta a veterinária Marcela Machado

O que os tutores podem fazer para evitar o desenvolvimento da alergia alimentar em cães?

Cães de todas as raças e portes estão sujeitos a desenvolver alergia alimentar. Alguns cuidados, porém, podem evitar que o seu animal de estimação venha a ter problemas.

1) Escolha a ração de cachorro mais adequada

Ao escolher a ração de cachorro, dê preferência a produtos de qualidade, sem corantes artificiais na fórmula. Quanto mais colorida a ração for, mas corante ela terá. Até as rações que não parecem ser coloridas artificialmente podem apresentar corantes adicionados. Portanto, é bom ficar atento à lista de ingredientes e não apenas ao visual do alimento. 

2) Fique de olho nos petiscos coloridos

A escolha dos petiscos deve seguir a mesma orientação da ração: observar bem os ingredientes do produto e evitar alimentos coloridos artificialmente.

3) Ofereça alimentos frescos

Introduzir alimentos frescos na dieta do seu cachorro pode ser importante para evitar alergias, uma vez que você sabe exatamente o que está sendo oferecido.

“Verduras, frutas (exceto uva), legumes cozidos e até mesmo as carnes podem ser colocados no comedouro dos cães.

Você só deve tomar alguns cuidados como retirar as sementes das frutas, cozinhar os legumes sem sal e preparar a carne sem nenhum tempero, condimento ou óleo”, alerta a veterinária. 

4) Evite alimentos não apropriados para o consumo animal

Quando estamos nos alimentando, é muito difícil resistir à carinha de pidão de um cachorro, não é mesmo? No entanto, alguns alimentos do consumo humano, como o chocolate, são verdadeiros venenos para os animais de estimação e devem ser evitados. 

Convivendo com um cachorro com alergia alimentar

Os tutores de cães com alergias alimentares devem estar sempre atentos ao que o animal come. É importante avisar a todos que têm contato com o pet sobre as necessidades e a lista de alimentos proibidos. Com a alimentação certa e nenhuma exceção, o seu cãozinho poderá viver saudável e com muita qualidade de vida. 

Redação: Guilherme Segal

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Источник: https://www.patasdacasa.com.br/noticia/alergia-alimentar-em-caes-quais-sao-as-causas-sintomas-e-tratamentos_a1444/1

Alergias Alimentares: que cuidados devo ter ao escolher os alimentos?

Alergias Alimentares: que cuidados devo ter ao escolher os alimentos?

As alergias alimentares são reações alérgicas induzidas por alimentos e começam pouco depois da ingestão de comida causante das mesmas, muitas vezes ao fim de poucos minutos e sempre dentro das horas seguintes. O aparelho gastrointestinal e a pele são afetados habitualmente, desde o ardor na boca, língua e garganta até à dor abdominal, náuseas, vómitos e diarreia.

Índice

A lactancia materna

A lactancia materna, devido às suas qualidades energéticas, plásticas e protetoras adaptadas à fisiologia do bebé, cobre todas as exigências do mesmo; mas é realmente a permanência da lactancia durante o tempo adequado que evita o surgimento e alergias alimentares, uma vez que no primeiro ano do recém-nascido, há um risco de intolerância máximo que se manifesta na forma de vómitos, diarreias…

A introdução de alimentos não lácteos cada vez mais se faz antes, enquanto nas sociedades primitivas, só se fazia no final do primeiro ano de vida ou aos 2 ou 3 anos, demonstrando a responsabilidade deste adiantamento, pela aparição de maior incidência de alergias, devido à exposição a alimentos potencialmente alérgicos, sobretudo com a ingestão de cereais que têm uma grande capacidade alergénica.

Sobretudo no caso de famílias alérgicas, pode-se reduzir ou retardar a aparição de alergias nos seus lactantes, seguindo os conselhos anteriores, no caso que não possam alimentar-se no seio materno, ou que tenham que suplementar o leite, é aconselhável utilizar fórmulas de hidrolisados de proteínas específicos no lugar de fórmulas à base de soja ou leite, já que os hidrolisados de proteínas demonstraram ser menos sensibilizantes. A lactancia materna pode ajudar a evitar certas alergias alimentares, mas as alergias não podem prevenir-se de maneira uniforme e definitiva.

Alergia ou intolerância?

É importante estabelecer a diferença com outro tipo de reações adversas a alimentos como é a intolerância alimentar, já que ambas têm a mesma sintomatologia, mas o mecanismo de Acão é diferente; por exemplo, a alergia produz-se através duma reação imunológica (de defesa) com produção de anticorpos contra uma proteína específica, na que só existe uma pequena quantidade da mesma, se origina a reação.

Por outro lado, na intolerância alimentar os mecanismos são diferente mas nunca imunológicos, isto é, o sistema imune não intervém na reação.

Estes mecanismos podem ser enzimáticos como é o caso da intolerância à lactose; estas crianças não têm a enzima láctase e por isso não são capazes de digerir a lactose (açúcar do leite) provocando-lhes diarreias quando tomam leite ou derivados de lácteos.

Outros mecanismos que pode provocar intolerância são irritantes (comidas com especiarias, picantes), outros podem ser pelas propriedades farmacológicas do alimento (insônias causadas pela ingestão de cafeína).

Em todos os casos de intolerâncias, as crianças podem ingerir uma pequena quantidade do alimento que a causa, desenvolvendo os sintomas só se o consomem em maior quantidade.

Assim a criança com intolerância à lactose pode consumir pequenas quantidades de leite, iogurte (tem menos lactose que o leite) sem experimentar uma reação adversa, mas sim, se a mesma criança é alérgica às proteínas do leite experimentará os sintomas característicos depois de beber leite ou comer nata, queijo ou manteiga.

O que os pais devem fazer?

Os pais das crianças alérgicas ou intolerantes a algum alimento devem levar a criança ao seu pediatra, pois a maioria são reconhecidas e tratadas pelo pessoal de atenção primária.

É importante que lhe façam uma avaliação clínica cuidadosa e das manifestações físicas, ao mesmo tempo provas cutâneas e lhe prescrevam, caso seja necessário, uma dieta restritiva já que o tratamento se basará na exclusão do alérgeno alimentário que a produz.

É importante destacar que a maioria das crianças, com o passar dos anos deixará de apresentar alergias alimentares, mas, estas devem ser avaliadas periodicamente; evitando assim dietas restritivas não necessárias, associadas a deficiências nutricionais.

Alergias mais comuns

A frequência com que uma criança coma um alimento em particular, faz provavelmente que se torne alérgica a esse alimento. Por isso, os alimentos que produzem frequentemente alergias, dependem muito dos hábitos alimentares da população. Assim, os alimentos frequentemente implicados nas reações alérgicas das crianças são, pela seguinte ordem:

O leite de vaca

O ovo

O peixe

Isto é assim porque nas crianças, sobretudo os lactentes, o leite e os derivados lácteos constituem o alimento básico.

O ovo e os alimentos que o contêm, também são utilizados com frequência na alimentação infantil e o peixe introduz-se muito cedo na alimentação das crianças, no nosso país.

No entanto, noutros países como acontece nos Estados Unidos da América, onde se utiliza muito a manteiga de amendoim, esta é a terceira causa mais frequente de alergia, ou como em Itália, onde o trigo, pela frequência com que se come massa, constitui a terceira causa de alergia também.

Insónias

Definição:

Dificuldades para conciliar o sono. É frequente durante a gravidez, especialmente no último trimestre quando a barriga impede encontrar uma postura cómoda na cama.

Sintomas:

Problemas para dormir.

Tratamento:

Se tem problemas para dormir, estabeleça uma rotina para relaxar: Lave bem a cara e o pescoço, faça uma massajem nos pés, tome um banho relaxante, hidrate o corpo e beba um copo de leite quente antes de ir dormir, o seu corpo libertará triptofano, um aminoácido que a ajuda a conciliar o sono.

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