Como a gravidez afeta os dentes e a boca

Saúde bucal na gestação: confira quais são os cuidados que você deve ter!

Como a gravidez afeta os dentes e a boca
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A saúde do bebê começa a ser estabelecida enquanto ele ainda está dentro da barriga da mãe. Portanto, é necessário que sejam feitos inúmeros exames no pré-natal para garantir uma gravidez saudável. Mas você sabia que o cuidado com a saúde bucal na gestação também é importante?

Há diversas situações relacionadas à higiene da boca que podem interferir diretamente no desenvolvimento do feto e no seu bem-estar. Continue com a leitura do artigo e confira algumas maneiras de evitar esses problemas!

A importância da saúde bucal na gestação

A gravidez por si só já eleva a propensão a certos problemas bucais. Isso porque as alterações hormonais fazem com que haja uma dilatação dos vasos sanguíneos, tornando maiores as chances de inflamações, como a gengivite.

No mais, também por conta das variações nos hormônios, há a diminuição do fluxo e do efeito protetor da saliva, o que aumenta a acidez na boca. Assim, facilita-se a desmineralização dos dentes e a formação de cáries.

A grande preocupação, nesses casos, está relacionada ao fato das bactérias serem capazes de atingir a corrente sanguínea da mãe, trazendo, assim, sérias consequências para o feto.

Por isso, é preciso estar consciente sobre a importância da saúde bucal na gestação: os cuidados com os dentes podem reduzir significativamente ou até evitar a possibilidade de surgimento dessas complicações durante a gravidez.

Os 3 principais cuidados com a boca para gestantes

No primeiro trimestre da gravidez e após a trigésima semana, alguns tratamentos dentários podem não ser recomendados, tornando ainda mais importante as ações de prevenção. Dessa forma, além das visitas ao dentista, você deve seguir certos cuidados em casa. Veja abaixo alguns deles!

1. Mantenha a higiene bucal em dia

Manter uma higiene adequada na gravidez é a melhor forma de evitar que as gestantes enfrentem problemas durante esse período. Contudo, aqui, não estamos falando apenas de escovar os dentes após as refeições principais.

É necessário escolher bem o creme dental ideal, seguindo as recomendações do dentista, e realizar a escovação pelo menos três vezes ao dia. Além disso, o fio dental deve usado diariamente para eliminar os restos de alimentos presos entre os dentes, ajudando a evitar a formação da placa bacteriana e os problemas na gengiva —  que, como vimos, podem representar sérios riscos na gestação.

2. Escolha alimentos mais saudáveis

A escolha dos alimentos consumidos durante a gravidez vale tanto para ajudar a mãe a manter-se no peso ideal, prevenindo a diabetes e a hipertensão, quanto para garantir que a saúde da boca seja mantida.

Existem alimentos, por exemplo, que podem aumentar os níveis de vitamina D e de cálcio no organismo, sendo ótimos para manter a gengiva e os dentes mais fortes. É o caso do leite, de peixes (como salmão e sardinha) e dos ovos.

Também é sugerido evitar consumo de doces. Uma dica para reduzir o açúcar da dieta é preferir os chocolates com teores mais altos de cacau. Assim, as chances de acumular bactérias na boca serão menores.

3. Faça uma assepsia cuidadosa após a ocorrência de vômitos

Se você tem enjoos e ocorrências frequentes de vômitos, em especial no primeiro trimestre da gestação, é preciso cuidar ainda mais da saúde bucal. Isso porque há um aumento do fluxo de ácidos provenientes do aparelho digestivo, afetando os dentes e podendo danificá-los.

Portanto, sempre que vomitar, é preciso lavar a boca com bastante água ou fazer bochechos. É ideal, ainda, escovar os dentes com um creme dental sem sabor, para evitar novos enjoos.

Mitos e verdades relacionados à saúde bucal de gestantes

Há alguns mitos que são difundidos quando se trata da saúde bucal na gestação. Desvendaremos, a seguir, os principais deles. Vamos lá?

Enfraquecimento dos dentes

Mito. Muitas pessoas acham que as gestantes enfrentam uma intensa descalcificação nesse período, que levaria à perda de dentes. Contudo, isso não é verdade!

O cálcio, responsável pela formação dos dentes, é proveniente da alimentação da grávida e, por isso, é importante que seja seguida uma dieta balanceada. Deve-se considerar também que, assim como vimos acima, os cuidados com a higiene bucal são muito relevantes para evitar problemas dentários.

Impedimentos em fazer raio-X

Depende. Não é recomendado que as mulheres grávidas sejam expostas a altos índices de radiação durante a gravidez, principalmente no primeiro trimestre. Porém, em alguns exames, como nos odontológicos, esse nível é baixo.

É importante ressaltar que, se forem realizar as radiografias, as gestantes devem utilizar os aventais protetores de chumbo. No mais, o profissional da saúde precisa ter muita cautela, principalmente nos exames a serem feitos em regiões próximas ao feto.

Proibição do uso de anestésicos

Mito. Se a gestante precisar de anestesia em determinado procedimento, ela poderá ser aplicada. É preciso alertar o profissional sobre a gestação para que use o anestésico adequado, que não contenha vasoconstritores — substâncias que comprimem os vasos sanguíneos.

Vale enfatizar que, apesar de não serem proibidos, eles são indicados apenas em situações de emergência, considerando que há o risco de ultrapassarem a barreira da placenta e causar descolamento e alterações no feto.

Risco de parto prematuro

Verdade. No caso das cáries, as bactérias podem invadir o sistema circulatório e aderir à placenta, ocasionando partos prematuros e a perda de peso do feto.

Se houver uma inflamação grave, os microrganismos presentes na boca podem atingir a corrente sanguínea e, assim como na cárie, entrar no sistema circulatório da criança. A inflamação na gengiva, por exemplo, estimula a produção de substâncias como as citocinas e prostaglandinas, que podem provocar contrações e acelerar o trabalho de parto.

Como você pôde perceber, é fundamental incluir no pré-natal os cuidados com a saúde bucal na gestação. Assim, a gravidez poderá ser um momento mais saudável e livre das preocupações com as doenças que podem afetar o bebê e causar problemas para a gestante.

Por isso, não deixe de agendar a consulta ao dentista se estiver planejando engravidar ou mesmo durante a sua gestação. É também um bom momento para aproveitar e perguntar sobre os cuidados com a escovação dos dentes da criança no futuro.

O que achou do nosso artigo? Esclarecemos todas as suas dúvidas? Entre em contato conosco e conheça os benefícios de um plano odontológico durante a gestação!

Источник: https://blog.goldencross.com.br/saude-bucal-na-gestacao/

Cuidados com os dentes na gravidez: 5 dúvidas comuns

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Cuidados com os dentes na gravidez: eles são importantes para você e para o bebê (Foto: Thinkstock)

Problemas na dentição e na gengiva são mais comuns na gravidez e podem trazer prejuízos para a mãe e o bebê. Entenda por que e saiba como garantir sua saúde bucal antes mesmo de engravidar.

Grávidas correm mais risco de ter problemas bucais?

O corpo da gestante passa por uma série de mudanças físicas, metabólicas e hormonais. Todas elas ajudam a preparar o organismo para o desenvolvimento do bebê e influenciam diretamente na saúde bucal da mãe.

Só para se ter uma ideia, pesquisadores da Universidade Federal de Juiz de Fora (MG) acompanharam a rotina de 88 gestantes e detectaram que 83% delas apresentaram algum problema periodontal, como inflamações ou infecções na gengiva. Um dos motivos é uma maior produção dos hormônios estrogênio e progesterona pela placenta.

Essas substâncias promovem modificações vasculares que facilitam o ataque das bactérias, provocando vermelhidão, inchaço e sangramento na gengiva, o que caracteriza a chamada gengivite. A melhor forma de cuidar do problema é caprichar na higienização, escovando os dentes depois das refeições e usando fio dental, além de evitar o consumo exagerado de doces.

Caso contrário, a inflamação pode evoluir para a periodontite, doença que compromete o tecido de sustentação do dente. O processo inflamatório tende a se tornar cada vez mais intenso, com a formação de tártaro e, não raro, culmina em dor localizada, mau hálito e paladar alterado. O problema não para por aí.

A ação hormonal ainda é capaz de reduzir o pH da saliva, ou seja, deixá-la mais ácida. Tal mudança pode prejudicar o esmalte dos dentes e estimula o aparecimento de cáries, principalmente no primeiro trimestre, quando o corpo está na fase mais atribulada de adaptação à gravidez.

De acordo com um estudo conduzido pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), gestantes com problemas odontológicos, como gengivites ou periodontites, correm um risco maior de ter partos prematuros ou dar à luz bebês com baixo peso (inferior a 2,5 quilos).

O motivo é simples: as bactérias que ocasionam essas inflamações na boca percorrem a corrente sanguínea e se fixam no líquido amniótico e na placenta, tecido que envolve o útero. Por se tratar de micro-organismos nocivos, o corpo da mãe rapidamente entende que precisa salvar o bebê e, por essa razão, apressa o trabalho de parto.

Outro problema que pode ser desencadeado na mãe por essas doenças é a cardiopatia, caracterizada pela inflamação das artérias e comprometimento do coração. Isso acontece porque a inflamação na gengiva, mais uma vez, pode funcionar como porta de entrada para as bactérias, que eventualmente conseguem chegar ao órgão.

Por fim, vale ressaltar às mulheres diabéticas que elas precisam redobrar os cuidados. Existem evidências de que esse grupo corre um risco quatro vezes maior de sofrer com gengivites ou periodontites do que o das gestantes que não apresentam o problema.

A saúde da criança começa a se estabelecer quando ela ainda está na barriga da mãe. Por isso, descuidar dos dentes antes e durante a gestação pode resultar em complicações para o bebê. Preveni-las é simples: procure um dentista e faça um check-up da boca antes mesmo de engravidar.

Essa é uma boa oportunidade para realizar a profilaxia dentária – tratamento que remove a placa bacteriana por meio de raspagem e polimento –, o que é bastante recomendado nessa fase. Após a concepção, o ideal é continuar o acompanhamento, retornando ao consultório a cada início de trimestre.

Nessas ocasiões, a grávida receberá valiosas recomendações sobre como manter a boca livre de doenças.

Surgiu um problema nos dentes, posso tratá-lo?

Sim. Os perigos que os procedimentos representam são menores do que as complicações decorrentes da falta de assistência.

O dentista, porém, deve adotar alguns cuidados básicos ao atender uma gestante: avaliar seus sinais vitais, levar em conta o seu estado de vulnerabilidade e realizar uma boa anamnese – investigação de seu histórico e hábitos.

Isso vale para todas as intervenções, de restaurações até tratamento de canais.

Alguns procedimentos requerem anestesia ou raio X da boca, que são liberados após o primeiro trimestre, se forem realmente necessários (no segundo caso, é preciso cobrir a barriga com uma proteção de chumbo). O único veto é o clareamento, pois não há comprovação de sua segurança nesse período. Tratamentos extensos e cirurgias invasivas, como implantes, devem ser programados para depois do parto.

Esse assunto gera polêmica entre os especialistas. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a cárie é considerada uma doença infectocontagiosa e pode passar de mãe para filho (ou de qualquer outra pessoa) durante um beijo, ao assoprar o alimento ou dividir a mesma colher.

Um estudo da Universidade de Queensland (Austrália) confirma essa premissa. Os cientistas constataram que hábitos do gênero podem aumentar em 80% o risco de crianças com até 2 anos desenvolverem cárie ou outro tipo de infecção na boca.

Isso porque os micróbios contraídos por ela se proliferam, fermentam os carboidratos da dieta e produzem um ácido que danifica o dente.

No entanto, para a Associação Brasileira de Odontologia de Promoção de Saúde (Aboprev), a transmissão da bactéria de mãe para filho não é o x da questão, mas sim a má higienização da boca do bebê, que seria a verdadeira responsável pelo surgimento das cáries. Portanto, os esforços de prevenção deveriam se concentrar em uma boa limpeza.

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Источник: https://revistacrescer.globo.com/Gravidez/Saude/noticia/2015/09/cuidados-com-os-dentes-na-gravidez-5-duvidas-comuns.html

Implicações bucais durante a menopausa

Como a gravidez afeta os dentes e a boca

Por: Vanessa Navarro

Caracterizada pelo encerramento dos ciclos menstruais e ovulatórios, a menopausa se inicia com idade variável, mas normalmente entre os 45 e 55 anos. Pode acontecer antes dessa fase, de forma espontânea ou cirúrgica – a chamada menopausa precoce. A menopausa cirúrgica ocorre após a retirada dos ovários ou do útero. Quando aparece após os 55 anos, é intitulada menopausa tardia.

Afirma-se que uma mulher esteja na menopausa quando apresenta ausência de ciclos menstruais há mais de um ano. “Esse tempo de transição que antecede a menopausa é chamado de climatério.

Nesse período, o organismo deixa de produzir, de forma lenta e gradativa, os hormônios estrogênio e progesterona, permitindo transformações no organismo feminino e aumentando a possibilidade de aparecimento e agravamento de doenças”, explica o Dr.

Sérgio Kignel, cirurgião-dentista especialista em Estomatologia, mestre e doutor em diagnóstico bucal.

Durante a menopausa, a qualidade de vida da mulher é alterada (e muito) por diversas razões.

“Ondas de calor ou fogachos; irregularidades na duração dos ciclos menstruais e na quantidade do fluxo sanguíneo; manifestações urogenitais, tais como dificuldade para esvaziar a bexiga, dor e premência para urinar, incontinência urinária, infecções urinárias e ginecológicas, ressecamento vaginal, dor à penetração e diminuição da libido; sintomas psíquicos, entre eles irritabilidade, labilidade emocional, choro descontrolado, depressão, distúrbios de ansiedade, melancolia, perda da memória e insônia; alterações na pele, nos cabelos e nas unhas; perda de massa óssea característica da osteoporose e da osteopenia; e o risco aumentado de doenças cardiovasculares estão entre os sintomas apresentados”, explica o especialista.

Em alguns casos, a fase da menopausa e climatério é assintomática. No entanto, a maioria das mulheres começa a apresentar sintomas de intensidade variável já no início do climatério, sintomas que se intensificam com a diminuição progressiva das concentrações dos hormônios sexuais femininos.

Menopausa e a saúde bucal da mulher

Estudos comprovam que as mudanças fisiológicas associadas à menopausa podem afetar, de maneira incisiva, a saúde bucal da mulher.

Dr. Kignel, que é considerado uma das mais respeitadas referências em diagnóstico oral no Brasil, enfatiza que a mulher tem necessidades especiais relacionadas à saúde bucal nas diversas fases da vida.

As mudanças nos níveis de hormônio, que ocorrem na puberdade, seguidas da menstruação, gravidez e menopausa tornam as gengivas mais sensíveis à placa bacteriana. Nessas etapas da vida, as mulheres não podem se esquecer de escovar bem os dentes e usar fio dental todos os dias, para evitar a gengivite.

 “Na menopausa, os sintomas bucais geralmente são gengiva avermelhada ou inflamada, desconforto, sensação de ardência, sensação de alteração do paladar e boca seca. Outro dado importante é a relação entre a osteoporose e a perda óssea nos maxilares.

Os pesquisadores sugerem que isto pode levar à perda de dentes, devido à diminuição da densidade dos ossos onde os dentes estão inseridos. Juntamente com a osteoporose, a doença periodontal acelera o processo de perda de estrutura óssea ao redor dos dentes.

 As variações hormonais ocasionadas pela menopausa são diversas, entre elas alterações que podem levar a sintomas bucais desfavoráveis. É muito importante que as mulheres que passam por este momento conversem com seu dentista sobre qualquer modificação na saúde bucal”.

Confira abaixo algumas das alterações que podem estar associadas à menopausa.

  • Síndrome da boca ardente: essa alteração hormonal causa dor intensa e pode afetar a língua, lábios, palato, gengivas e áreas de suporte da dentadura.
  • Xerostomia: ocasionada pela diminuição da saliva, pode propiciar o aparecimento de cáries e mau hálito.
  • Alterações na mucosa: a gengiva pode sangrar com facilidade e parecer pálida, seca e brilhante.
  • Periodontite: pode causar a perda de dentes. As mulheres podem se tornar mais susceptíveis a esta forma destrutiva das gengivas.
  • Osteoporose: a perda óssea de tecidos de suporte do dente pode estar relacionada à osteoporose.
  • Distúrbios de alimentação: angústia psicológica relacionada à menopausa pode levar a hábitos alimentares inadequados em algumas mulheres, incluindo o vômito intencional. Esses hábitos podem causar trauma à boca, incluindo erosão do esmalte do dente.

No consultório odontológico

A equipe odontológica possui papel fundamente durante este período, muitas vezes conturbado, para garantir a perfeita saúde bucal da mulher.

“A complexidade das manifestações causadas pela menopausa à saúde da mulher exige atendimento multiprofissional e, com certeza, o cirurgião-dentista deve ser requisitado”, defende o estomatologista, que afirma que a conscientização da população com relação a essa realidade feminina deve começar nas fases mais precoces de suas vidas, no intuito de minimizar todos os sintomas. “Toda e qualquer conduta odontológica deve ter enfoque preventivo, embasado nos cuidados essenciais de higiene e na manutenção da saúde bucal. Proceder com orientações sobre o uso de fio dental, escovas macias, enxaguatórios específicos ao problema relatado e observado, assim como visitas regulares ao dentista para limpeza e procedimentos no geral”.

É de extrema importância a regularização do fluxo salivar, tendo em vista que a saliva desempenha um papel importante na limpeza das papilas gustativas da língua, responsáveis pelo reconhecimento do sabor dos diferentes alimentos.

O resultado é que a percepção de sabores fica prejudicada e, desta forma, faz com que o mau hálito fique mais perceptivo nestes pacientes.

“Devemos realizar o tratamento da xerostomia, assim como aliviar os sintomas de ardência bucal, procedendo com o uso de saliva artificial, enxaguantes que promovem a reposição de enzimas perdidas na saliva, lubrificante lingual, cremes dentais apropriados e o uso da laserterapia com infravermelho”, esclarece o especialista.

Com relação a pacientes fumantes na menopausa, Dr. Kignel pede bastante atenção, pois o cigarro funciona como catalizador para infecções e perdas dentárias, agravando o grau da doença.

“Nós, como profissionais da saúde, devemos estimular o paciente a abandonar esse vício, e qualquer outro que seja desfavorável à sua saúde e bem-estar”, conclui o autor do livro “Estomatologia, bases do diagnóstico para o clínico geral”, única obra de Odontologia a receber o primeiro lugar do concurso Jabuti, em Ciências da Saúde.

Источник: https://localodonto.com.br/implicacoes-bucais-durante-a-menopausa/

Embarazo y niños
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