Dez conselhos para melhorar a auto-estima das crianças

Contents
  1. 10 atitudes para aumentar a autoestima e ser mais feliz
  2. O que é autoestima?
  3. Os pilares da autoestima
  4. 1. Autoaceitação
  5. 2. Autoconfiança
  6. 3. Competência social
  7. 4. Rede social
  8. Como melhorar a autoestima?
  9. 1. Elimine a culpa
  10. 2. Não se compare com os outros
  11. 3. Não generalize suas experiências
  12. 4. Confie em si mesmo
  13. 5. Seja mais compassivo com seus erros
  14. 6. Entenda o que funciona para você
  15. 7. Seja sincero consigo mesmo
  16. 8. Comece a agradecer
  17. 9. Comemore suas vitórias
  18. 10. Viva no presente
  19. ? Gratidão é a força de agradecer para cultivar coisas boas
  20. 10 estratégias para melhorar a auto-estima do seu filho
  21. Auto-estima em crianças: vários esclarecimentos anteriores
  22. O papel dos pais no bem-estar emocional da criança
  23. 1. Seja um modelo
  24. 2. Defina limites e regras
  25. 3. Censure o erro, não a pessoa
  26. 4. Avalie o esforço, não o resultado
  27. 5. Detecte e corrija suas crenças limitantes
  28. 6. Demonstre amor incondicional pelo seu filho
  29. 7. Incentive a criança a assumir certos riscos
  30. 8. Deixe o pequeno cometer erros
  31. 9. Evite exagerar suas conquistas e habilidades
  32. 10. Passe um tempo de qualidade com ele
  33. 7 dicas para aumentar a autoestima – Simply Flow by Fátima Lopes
  34. Uma baixa autoestima não é uma condenação
  35. O que é a autoestima?
  36. Como podemos desenvolver a nossa autoestima?
  37. 12 conselhos para melhorar a autoestima das crianças – GreenMe
  38. 1. É importante ter afeto para corrigir os erros
  39. 2. Deixe os limites claros
  40. 3. Valorize as emoções da criança
  41. 4. Repreensões em público são proibidas
  42. 5. O esforço deve ser valorizado
  43. 6. A criança não deve ser comparada
  44. 7. Valorize a essência
  45. 8. É importante dedicar tempo à criança
  46. 9. Deixe a criança desenvolver autonomia
  47. 10. Nada de apelidos e adjetivos
  48. 11. Evite superproteção
  49. 12. Elogios
  50. MÉTODO MONTESSORI: 10 PRINCÍPIOS PARA EDUCAR CRIANÇAS FELIZES

10 atitudes para aumentar a autoestima e ser mais feliz

Dez conselhos para melhorar a auto-estima das crianças

2 de abril de 2018

  |  Tempo de leitura: 8 minutos

Autoestima é uma avaliação positiva ou negativa que uma pessoa faz de si mesma em algum grau a partir de emoções, ações, crenças, comportamentos ou qualquer outro tipo de conhecimento de si próprio.

A autoestima ou valor dado a cada pessoa por si mesma é fundamental para o bem-estar mental e físico de qualquer pessoa, já que a aceitação de si mesmo se reflete em cada aspecto da vida.

Desde que nascemos, nossa vida nos determina condições para sermos estimados. Só seremos bem tratados e cuidados se formos obedientes, se sentarmos direito, se nos alimentarmos como desejam, se estudarmos, trabalharmos, se temos sucesso pessoal e profissional. Entretanto, segundo a escola humanista da psicologia de Rogers:

Todo ser humano, sem exceção, pelo mero fato do ser, é digno do respeito incondicional dos demais e de si mesmo; merece estimar-se a si mesmo e que se lhe estime.

O que é autoestima?

Na visão da psicanálise, a autoestima está relacionada diretamente ao desenvolvimento do ego.

Sigmund Freud utilizava a palavra alemã Selbstgefühl, especificando dois significados: consciência de uma pessoa a respeito de si mesma (sentimento de si), e vivência do próprio valor a respeito de um sistema de ideais (sentimento de estima de si). Este “sentimento de estima de si” que descreve Freud é a autoestima.

Assim, a percepção de nós mesmos a partir de nossos modos de agir e pensar é o que gera sentimentos de inferioridade ou superioridade, autocrítica, autocensura, narcisismo ou egoísmo. Todas essas características influenciam diretamente em nossas experiências, no bem-estar e na nossa qualidade de vida.

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Os pilares da autoestima

Potreck-Rose e G. Jacob (2006) propõem uma abordagem psicoterapêutica para baixa autoestima baseada no que elas chamam de “os quatro pilares da autoestima”. Esses pilares são:

1. Autoaceitação

Uma postura positiva com relação a si mesmo como pessoa. Isso inclui elementos como estar satisfeito e de acordo consigo mesmo, respeito a si próprio, ser “um consigo mesmo” e se sentir em casa no próprio corpo;

2. Autoconfiança

Diz respeito a uma postura positiva com relação às próprias capacidades e desempenho. Inclui as convicções de saber e conseguir fazer alguma coisa, de fazê-lo bem, de conseguir alcançar alguma coisa, de suportar as dificuldades e de poder prescindir de algo;

3. Competência social

É a experiência de ser capaz de fazer contatos. Isso inclui saber lidar com outras pessoas, sentir-se capaz de lidar com situações difíceis, ter reações flexíveis, conseguir sentir a ressonância social dos próprios atos, saber regular a distância-proximidade com outras pessoas;

4. Rede social

Ou seja, estar ligado a uma rede de relacionamentos positivos. Isso inclui uma relação satisfatória com o parceiro e com a família, ter amigos, poder contar com eles e estar à disposição deles, ser importante para outras pessoas.

Assim, os dois primeiros pilares representam a dimensão intrapessoal da autoestima, os dois outros sua dimensão interpessoal. O tratamento consiste em diferentes exercícios que têm por fim capacitar a pessoa a realizar cada um desses passos dos diferentes pilares.

Mas antes de se começar o trabalho no primeiro pilar, há um trabalho preparatório dedicado à formação do amor-próprio ou cuidado consigo mesmo (em alemão, Selbstzuwendung), que se desenvolve em três passos:

  1. tornar-se atento e consciente das próprias emoções, sentimentos, sensações, necessidades corporais e psíquicas;
  2. relacionar-se respeitosa e amorosamente consigo mesmo; 
  3. cuidar de si.

Os exercícios incluem técnicas de relaxamento, mindfulness, técnicas para lidar com o crítico interno e de se tornar consciente das partes positivas de si, e muitas técnicas de reestruturação cognitiva e de auto reforço, típicas da terapia cognitivo-comportamental.

Como melhorar a autoestima?

Pessoas que possuem alta autoestima costumam ser mais fortes, resistir a situações adversas por acreditarem mais em seu próprio potencial de mente e ação. Mas como praticar uma boa autoestima? Aqui vão 10 atitudes que podem te ajudar.

1. Elimine a culpa

Um dos principais motivos para uma baixa autoestima é o sentimento constante de culpa. Seja por não estar fazendo algo ou por aquilo que foi feito, é muito comum segurarmos a sensação de que somos culpados pela vida que estamos levando.

Contudo, procure eliminar esse sentimento, abraçando cada vez mais a leveza de sermos seres livres e que, se estamos agindo de forma danosa para nós ou para o outro, a oportunidade de mudança está presente a cada novo segundo.

2. Não se compare com os outros

O mundo em que vivemos é sustentado pela competitividade. Isso nos faz acreditar que nosso próprio sucesso pessoal ou profissional só será alcançado quando superarmos o de outras pessoas. Deixe as comparações todas de lado.

Dessa forma, cada ser é tão único, complexo, cheio de experiências, dores e felicidades como você. A alegria de uma pessoa não é a mesma da outra, assim como o sofrimento. Quando se trata da vida, não existe base de comparação: faça o que te faz bem. 

3. Não generalize suas experiências

Não é porque você cometeu um erro no passado que agora irá cometê-lo novamente. Os conceitos que criaram para nós ou que nós mesmos criamos não podem nos aprisionar. Assim, podemos nos movimentar o tempo todo e visualizar as situações dessa forma ajuda para que esse movimento se torne mais natural, mais leve.

4. Confie em si mesmo

Não espere que os outros te deem a motivação necessária para agir. Ou seja, encontre forças em si para confiar nos seus movimentos e levar sua vida para onde você deseja. Assim, é muito mais fácil conseguir alcançar seus objetivos quando sua mente já está inclinada em acreditar no seu sucesso. 

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5. Seja mais compassivo com seus erros

Não foi dessa vez? Não deixe que um erro cometido seja razão para que você desanime. Assim, se você consegue perdoar os outros, precisa conseguir perdoar a si mesmo também. Desenvolver um olhar compassivo para suas atitudes vai te fazer viver melhor. 

6. Entenda o que funciona para você

O que te faz se sentir mais autoconfiante é praticar um exercício? Aprender algo novo? Fazer alguma atividade em que você já tem domínio? Ter um contato mais próximo com uma comunidade? Praticar a solidariedade? Assim, encontre o que funciona para a sua situação e volte a isso sempre que sentir sua autoestima diminuindo. 

7. Seja sincero consigo mesmo

Da mesma forma que mentir para os outros é prejudicial, mentir para nós mesmos também nos faz cair em situações danosas. Por isso, seja sincero com suas dificuldades e facilidades.

Assim, abrace suas fraquezas e suas forças, alimentando o equilíbrio da mente com relação à cada uma delas, sem se entregar ao narcisismo e sem se abalar pela autocrítica excessiva. 

8. Comece a agradecer

Ser grato tem a força de cultivar melhores experiências. Quando notamos todo o bem que há ao nosso redor, especialmente o bem que há dentro de nós e nas ações que fazemos no mundo, somos mais felizes e conseguimos nos impulsionar para melhores atitudes.

9. Comemore suas vitórias

Certamente sua vida não foi só feita a partir de erros. Só o fato de você existir e estar vivo já é uma vitória para ser comemorada. Faça com que cada novo objetivo alcançado seja um impulso positivo e contente, que te leve em direção de seu equilíbrio físico e mental. 

10. Viva no presente

O mais importante ato de crescimento da autoestima é viver no agora. Não importa o que já foi feito ou o que irá acontecer, o que você pode fazer neste momento para ser mais confiante e se alegrar mais por seu próprio ser? Viver no presente é o melhor presente que você pode dar a si.

A autoestima é como uma flor que precisa ser regada. Depois que você começa a fornecer água, ela cresce e se espalha por toda a sua vida de forma positiva. Comece a alimentar esse cuidado de si e perceba como tudo fica mais simples e bonito.

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Tatiana Pimenta

CEO e Fundadora da Vittude. É apaixonada por psicologia e comportamento humano, sendo grande estudiosa de temas como Psicologia Positiva e os impactos da felicidade na saúde física e mental.

Cursou The Science of Happiness pela University of California, Berkeley. É maratonista e praticante de Mindfulness. Encontrou na corrida de rua e na meditação fontes de disciplina, foco, felicidade e produtividade.

Você também pode me seguir no Instagram @tatianaacpimenta

Источник: https://www.vittude.com/blog/atitudes-para-aumentar-autoestima/

10 estratégias para melhorar a auto-estima do seu filho

Dez conselhos para melhorar a auto-estima das crianças

Como pais, é impossível para nós proteger nossos filhos de todas as situações e problemas que enfrentarão ao longo de suas vidas. As crianças devem crescer e se desenvolver em ambientes onde os pais não estão presentes para ajudar .

No entanto, temos uma ferramenta fundamental para ajudar as crianças a serem auto-suficientes e podem tomar suas próprias decisões: auto-estima .

Auto-estima em crianças: vários esclarecimentos anteriores

Fundamentalmente, podemos dizer que a auto-estima das crianças começa a se formar com base nos relacionamentos estabelecidos com as pessoas em seu ambiente imediato: pais, irmãos (se houver), professores e colegas de brincadeira .

A auto-estima é expressa através das emoções e sentimentos que a criança mostra e depende em grande parte de sua auto-imagem e de sua percepção de auto – eficácia .

Se a criança se sente confiante em suas próprias habilidades, o mais natural é que ela desenvolva alta auto-estima.

Caso contrário, se a criança não confiar em seu potencial e tiver uma percepção ruim de suas habilidades, ela consolidará certas idéias e sentimentos negativos em relação a si mesma, levando à baixa auto-estima.

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O papel dos pais no bem-estar emocional da criança

Como pais, temos uma grande responsabilidade de promover uma boa auto-estima em nossos filhos .

Em muitas ocasiões, a baixa auto-estima infantil está intimamente relacionada aos maus hábitos e às dinâmicas relações disfuncionais que aprendemos com nossos pais . Se não damos importância a esses aspectos na educação das crianças, corremos o risco de crescer e consolidar alguns sentimentos negativos e uma má percepção sobre nós mesmos.

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1. Seja um modelo

É uma das estratégias mais eficazes: se você é um modelo positivo para o seu filho, ele aprenderá com sua maneira de ser e de fazer . As crianças aprendem imitando adultos. Portanto, não é eficaz ordenar que eles tenham certos hábitos e costumes se, então, como pais, formos os primeiros a agir de maneira oposta.

Se a criança observa que você é uma pessoa que não se valoriza, que se queixa o dia inteiro e recusa suas tarefas e responsabilidades, o mais natural é que ela acabe adotando esse modelo negativo e pareça com você. Por esse motivo, é necessário cuidarmos de nossa própria auto-estima, além de nossos hábitos e valores .

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2. Defina limites e regras

É importante que, como pais , possamos estabelecer limites e normas claras para que nossos filhos se desenvolvam corretamente .

Esses limites não apenas permitem que você saiba que existem coisas que não devem ser feitas, mas que transmitem uma estrutura de interações nas quais você pode se sentir confortável e seguro e, portanto, lança as bases para uma boa auto-estima.

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Obviamente, esses limites devem ser consistentes e razoáveis .

3. Censure o erro, não a pessoa

Existem diferentes maneiras de corrigir nosso filho quando ele comete um erro: podemos repreendê-lo e criticá-lo pessoalmente ou podemos focar nossa observação em comportamentos inadequados .

É essencial que, como pais, entendamos que devemos evitar fazer com que a criança se sinta excessivamente culpada do erro que cometeu, porque pode ser que ele associe o erro cometido à sua própria personalidade. Portanto, não devemos usar frases como “você é inútil” . Concentre-se no comportamento e não faça julgamentos de valor sobre a criança .

4. Avalie o esforço, não o resultado

Quando começamos um caminho, não devemos reduzir tudo ao resultado final, mas ao desafio que chegou a viajar e ao desenvolvimento e experiência pessoais que adquirimos, tentando alcançar nossos objetivos .

Devemos estar cientes de que o esforço que investimos nessa atividade que nos motiva muito é muito mais importante do que o fato de termos sido capazes de alcançar os objetivos que nos propusemos, ou não.

Por esse motivo, é essencial que valorizemos os esforços das crianças, mesmo que, por algum motivo, elas não tenham conseguido fazê-lo com sucesso .

Dessa forma, podemos fazer você notar que, se você se esforçar para fazer as coisas, poderá avançar adequadamente e que os obstáculos que encontrar serão apenas temporários.

5. Detecte e corrija suas crenças limitantes

O pensamento racional das crianças passa por diferentes estágios de maturação , e isso implica que elas nem sempre seguem uma coerência lógica . Às vezes, eles podem estar alimentando certos pensamentos irracionais e errôneos sobre si mesmos, o que pode afetar negativamente sua auto-estima.

Se você identificar alguma dessas crenças limitantes ou equivocadas, é importante que você faça o possível para corrigi-la, para que ela não se consolide em sua mente .

Por exemplo, devemos evitar hobbies sobre sua aparência física ou duvidar de suas habilidades intelectuais. Devemos ensiná-los a amar a si mesmos como são.

Devemos ajudar nossos filhos a se olharem objetivamente, para que possam formar um autoconceito realista e positivo.

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6. Demonstre amor incondicional pelo seu filho

Muitos pais cometem um erro em comum: eles incentivar as crianças têm que “ganhar o seu amor” ser bom ou reunião certa desempenho acadêmico ou qualquer outra ponta ou . Se fizermos com que eles vejam que nosso afeto não é incondicional, a criança baseará sua auto-estima na aprovação de outras pessoas e nós o incentivaremos a ter uma personalidade retraída.

Para evitar isso, os pais devem oferecer nosso amor incondicional por eles .

Isso não significa que devemos tolerar comportamentos negativos, mas precisamos fazer nossa compreensão e observação de carinho, mesmo que a criança possa cometer erros e ter algumas limitações.

Em tempos ruins, por exemplo, quando ele cometeu um erro que a fez se sentir mal, é quando uma criança precisa saber que nós a apoiamos e que sentimos muito orgulho dela.

7. Incentive a criança a assumir certos riscos

Pais superprotetores criam filhos com baixa auto-estima . Se não permitirmos que nosso filho seja capaz de testar suas habilidades, ele não saberá quais são seus limites e, portanto, não poderá melhorar suas aptidões, com as quais o incentivaremos a ser uma criança insegura e com medo.

Portanto, é conveniente que, desde tenra idade, incentivemos nossos filhos a enfrentar certos desafios, mesmo quando isso pode representar um risco, é claro, controlado.

Isso lhes permitirá melhorar suas habilidades e expandir seu mundo .

É importante enfatizar que a identidade da criança está sendo construída através de cada nova experiência; portanto, não é apropriado limitar seu campo de ação.

8. Deixe o pequeno cometer erros

Cada erro é um novo aprendizado. Não devemos cair na tendência de direcionar excessivamente a vida da criança , porque limitaremos suas chances de aprender e nos tornaremos reforçados tanto no amadurecimento quanto na autoconfiança. As lições de vida aprendidas em cada experiência podem ser importantes para o seu desenvolvimento.

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Devemos incentivar as crianças, longe de sentir frustração, a experimentar novos desafios e apoiá-las quando precisam, para que possam aproveitar suas habilidades cognitivas e autoconfiança.

9. Evite exagerar suas conquistas e habilidades

Boa auto-estima não é a mesma que auto-estima artificialmente inflada , mas se baseia em um auto-conceito equilibrado e realista. Portanto, não devemos tentar lisonjear a criança o tempo todo e exagerar suas habilidades e realizações pessoais, mas simplesmente registrar seus bons resultados graças ao esforço e esforço que ela colocou na tarefa.

De fato, querer exagerar as virtudes das crianças pode ter o efeito oposto ao que gostaríamos, pois podemos diminuir sua auto-estima . Portanto, se, por exemplo, ele é bom em jogar futebol, podemos informá-lo e motivá-lo, mas não é uma boa ideia colocá-lo na cabeça que será o próximo Leo Messi, porque ele pode carregar pressão excessiva e nada realista.

Para ampliar esse ponto: “Efeito Pigmalião: as crianças acabam sendo os desejos e medos de seus pais”

10. Passe um tempo de qualidade com ele

Uma boa idéia para ajudar a desenvolver uma boa auto-estima em seu filho é fazê-lo entender que ele é muito importante para você . Para isso, você deve tentar dedicar um tempo de qualidade.

Já sabemos que a vida adulta é cheia de horários e obrigações que não nos permitem ter o tempo que gostaríamos de ter com nossos filhos.

Se você não puder comparecê-lo em um horário específico, é preferível que você o informe e que, em outro momento, dedique sua atenção.

A criança deve observar que, embora não possamos estar com ela sempre que quisermos, temos um grande interesse em atender às suas necessidades e proporcionar todo o carinho possível.

Источник: https://maestrovirtuale.com/10-estrategias-para-melhorar-a-auto-estima-do-seu-filho/

7 dicas para aumentar a autoestima – Simply Flow by Fátima Lopes

Dez conselhos para melhorar a auto-estima das crianças

A autoestima condiciona rigorosamente todas as áreas da nossa vida – o amor, o trabalho, a relação com os amigos e até a nossa saúde física.

As pessoas com autoestima elevada não estão sempre bem, mas têm maior capacidade para dar a volta às situações negativas.

Porém, nem todas as pessoas saem da infância com uma boa autoestima, pelo que importa perguntar: o que é que cada um de nós pode fazer para melhorar a autoestima?

A autoestima está diretamente relacionada com as primeiras relações afetivas.

A forma como os pais se relacionam com os filhos é determinante para que as crianças aprendam a valorizar-se na medida certa, independentemente das suas competências e das frustrações por que possam passar.

Quando um pai ou uma mãe mostra o seu amor incondicional de forma clara, quando valoriza as necessidades afetivas da criança e quando responde com afeto à maior parte dos seus apelos (mesmo que seja para dizer “Não”), semeia o amor-próprio e a segurança emocional.

É infinitamente mais provável que uma criança encontre os recursos para dar a volta a um problema ou aprenda a lidar com aquilo que a entristece se, a cada desilusão ou frustração, não questionar o seu próprio valor. E, essa forma de olhar para si mesma estender-se-á à vida adulta.

Uma baixa autoestima não é uma condenação

Muitas pessoas crescem com variadíssimos pensamentos negativos acerca de si mesmas – normalmente resultantes das críticas que ouviram dos adultos à sua volta – e questionam-se sobre a possibilidade de se verem livres dessas crenças.

Sim, é possível. A autoestima é mutável. Não vou mentir: quanto maiores forem as marcas resultantes da hipercrítica, da exigência, da negligência afetiva, dos acontecimentos violentos ou traumáticos, maior é o desafio.

Todos os dias tenho o privilégio de trabalhar com pessoas que começam por sentir-se profundamente limitadas pela falta de autoestima e que gradualmente, graças ao seu trabalho terapêutico, ao seu próprio investimento, se vão libertando.

O que é a autoestima?

Há quem me peça ajuda para recuperar a autoestima na sequência de uma perda (pessoal, profissional). Às vezes constato que o pedido de ajuda está mais relacionado com a perda ocasional da autoconfiança numa área específica da vida.

Ou porque a pessoa foi alvo de uma situação abusiva no trabalho e começou a questionar as suas capacidades, ou porque acabou de sair de uma relação e acha que não vai voltar a ser feliz no amor. E, o pedido de ajuda – legítimo – acaba por ser um sinal de respeito pelos próprios sentimentos, uma espécie de alavanca que ajudará a encontrar o rumo.

Em muitos desses casos a autoestima é relativamente boa, ainda que a autoconfiança numa área específica esteja fragilizada.

Do mesmo modo, conheço muitas pessoas – dentro e fora do consultório – que se sentem muito confiantes em determinadas áreas (no emprego, por exemplo) e que não se têm em grande estima e, por isso, vão abaixo perante episódios de rejeição ou frustração, como se aqueles acontecimentos as levassem a confirmar o seu baixo valor enquanto pessoas.

Esta distinção (entre autoestima e autoconfiança) é especialmente interessante na medida em que pode ajudar-nos a perceber alguns comportamentos.

Por exemplo: refiro-me muitas vezes ao facto de os comportamentos abusivos estarem relacionados com a baixa autoestima de quem os pratica.

Sim, a maior parte dos abusadores são pessoas com baixa autoestima que utilizam os abusos como forma de sentirem que têm poder sobre os outros (em vez de tentarem desenvolver o seu poder pessoal).

Em resumo, a autoestima é a forma como nos sentimos em relação a nós mesmos.

Como podemos desenvolver a nossa autoestima?

Cultivar a autoestima pode ser surpreendentemente difícil. Há várias ferramentas com comprovada eficácia terapêutica, mas importa lembrar que o “segredo” está na disciplina. É preciso um investimento contínuo. Aqui estão alguns passos importantes:

A maior parte das pessoas com baixa autoestima habituaram-se a ouvir muitas críticas a seu respeito e é provável que tenham interiorizado pensamentos autodestrutivos, tais como: “Não tenho valor”; “Os outros não vão gostar de mim” ou “Não vou ser capaz…”.

Se estes pensamentos estão enraizados há décadas, é natural que seja preciso tempo e paciência para se ver livre deles. Um dos passos importantes nesse sentido passa por identificar esses pensamentos à medida que surgem e tentar substituí-los por pensamentos positivos e realistas. Não adianta dizer a si mesmo “Eu sei que vou ser capaz” se, lá no fundo, não acreditar.

Mas, talvez possa dizer a si mesmo(a) “Vou continuar a tentar até conseguir” por oposição a “Mais vale desistir”.

Se olhar à sua volta é provável que dê por si a ser tolerante em relação aos erros dos outros, a colocar algumas vezes os juízos de valor de lado e a permitir que a compaixão o(a) ajude a perdoá-los. Procure fazer este exercício em relação a si mesmo(a). Permita que o seu amor por si mesmo(a) seja maior do que a crítica.

Mesmo que não se sinta capaz de parar para meditar durante 10 ou 20 minutos, dê a si mesmo(a) a possibilidade de experimentar os benefícios desta prática. Pode fazer o download de uma das muitas aplicações para telemóvel que estão disponíveis e começar por fazer uma ou duas pausas por dia.

Cada pausa pode durar apenas um minuto. O importante é que se habitue a parar para reparar no que está a acontecer no momento presente e, assim, dar-se conta de que é possível travar a voracidade dos seus pensamentos. Muitas vezes chegamos ao fim do dia cansados sem que tenhamos feito qualquer atividade que o justifique.

É o desgaste provocado pela nossa mente.

Permita-se parar para prestar atenção aos seus interesses, às coisas que quer fazer, àquilo que, do seu ponto de vista, possa acrescentar “cor” à sua vida.

Sem juízos de valor, vá anotando aquilo que acha que lhe pode dar prazer, aquilo que o(a) entusiasma, aquilo que o(a) faria sentir mais vivo(a). Olhe para a sua lista e pergunte “O que é que eu posso fazer?” a propósito de cada item.

Se um dos seus sonhos for fazer uma viagem à Austrália e (ainda) não tiver dinheiro para o concretizar, pode, por exemplo, começar a poupar nesse sentido. Alguns objetivos são difíceis de alcançar, mas também costumam ser os mais gratificantes.

Centrar a sua atenção naquilo que você pode fazer hoje, em vez de desperdiçar energia com aquilo que não controla, ajudá-lo(a)-á a sentir-se melhor consigo.

Olhe à sua volta e procure identificar os hábitos e as rotinas que fazem parte do seu dia-a-dia. A propósito de cada um, questione-se:

  • “Para quê (que faço esta escolha)?”
  • “Qual é a minha intenção?”
  • “Como é que esta escolha me faz sentir?”
  • “O que é que eu posso fazer neste momento para ir ao encontro da minha intenção
  • respeitando os meus sentimentos?”

Parar para observar pode dar lugar à constatação de que muitas das suas escolhas têm sido feitas de forma automática. Talvez se dê conta de que não tem dado muita importância aos seus sentimentos.

E, talvez repare no facto de não ser fácil mudar tudo de uma vez. Foque-se naquilo que você pode fazer hoje.

O simples ato de colocar a pergunta “O que é que eu posso fazer?” é um gesto de respeito e compaixão.

Habitue-se a travar todos os exercícios de comparação e a focar a sua atenção naquilo que você pode fazer para ir ao encontro das suas metas.

Esta postura é especialmente adequada numa época em que somos bombardeados com estímulos através das redes sociais que podem baralhar-nos momentaneamente.

Não há vidas perfeitas, mas a sua vida pode ser melhor a cada dia se se centrar naquilo que você pode fazer.

Mudar para melhor é sempre bom, mas é fundamental que nos habituemos a valorizar aquilo que temos e que torna a nossa vida feliz.

Todos os dias somos confrontados com gestos que traduzem afeto, bondade, cuidado, altruísmo, mas nem sempre estamos disponíveis para reparar neles e para os valorizar na medida certa.

Sair de casa com a intenção de prestar mais atenção a estes comportamentos pode ser o suficiente para nos darmos conta de que esta “caça ao tesouro” pode fazer muito pelo nosso bem-estar.

Se se sente especialmente em baixo na sequência de um rompimento, é natural que se questione sobre a sua capacidade para manter uma relação amorosa.

Para impedir que os pensamentos negativos toldem a sua perceção de si mesmo(a), pare para fazer uma lista com as qualidades que você sabe que tem enquanto namorado(a) [como por exemplo: ser leal ou carinhoso(a)].

Faça um pequeno texto sobre uma dessas qualidades (com um ou 2 parágrafos) e repita o exercício ao longo de pelo menos uma semana (a propósito de outras qualidades).

Se esta é a altura em que tem questionado o seu valor profissional, experimente fazer o exercício a propósito das suas características enquanto profissional.

Melhorar a autoestima dá trabalho, sim. Mas, quando nos damos conta de que é possível colher frutos e de como isso afeta, pela positiva, toda a nossa vida, é mais fácil disciplinarmo-nos. Às vezes pode ser preciso falar com um profissional e trabalhar em equipa para que, do compromisso terapêutico, surjam resultados mais sólidos.

Источник: https://www.simplyflow.pt/7-dicas-para-aumentar-a-autoestima/

12 conselhos para melhorar a autoestima das crianças – GreenMe

Dez conselhos para melhorar a auto-estima das crianças

A nossa autoestima é basicamente o nosso combustível para a vida. Por isso é importante que nos atentemos quanto à exposição que as crianças estão sofrendo, principalmente quando se diz respeito às pessoas que convivem com elas e como se comportam.

Se a nossa autoestima é facilmente abalada, imagine então a das crianças ao ouvirem uma ou outra palavra de desmotivação. Veremos aqui 12 dicas e conselhos para ajudar as crianças a fortalecerem e melhorarem a autoestima.

1. É importante ter afeto para corrigir os erros

Acabou-se a era em que os pais usavam recursos físicos como a palmada para educar os filhos. Isso, além de inaceitável, não resolve nada e ainda piora a situação.

A correção dos erros deve ser feita com afeto e respeito, sem nenhum tipo de violência que inclua vozes elevadas ou danos físicos.

Fale firme e olhe bem nos olhos da criança, aplicando respeito será o suficiente.

2. Deixe os limites claros

Os limites devem ser claros, mas também condizentes com a idade de cada criança. Por exemplo, de nada adianta brigar com um bebê que quer pegar tudo que está no chão. Ficar bravo e gritar com ele apenas piorará as coisas. Há fases que são de desenvolvimento natural e outras que são de educação. Os limites devem ser explicados, ou seja, devem ser coerentes com a idade.

3. Valorize as emoções da criança

A criança deve ter suas emoções compreendidas. Dizer “não foi nada!” quando a criança chega chorando apenas faz com que ela se sinta incompreendida. Ouça a queixa da criança e compreenda, explique também que tudo será resolvido e como será resolvido.

4. Repreensões em público são proibidas

A repreensão em público é proibida não somente para as crianças, mas para todos. Leve-a a um ambiente adequado para orientar quanto a algo inapropriado que tenha feito.

5. O esforço deve ser valorizado

É importante valorizar todo esforço que a criança faz, pois ela está tentando. Aqui vale lembrar que não é o resultado que deve ser valorizado (“meu filho é um campeão!”), mas sim o esforço que a criança fez. Há dias em que ela vai “ganhar” e outros em que irá “perder”. Se estiver acostumada a vencer e isso for valorizado excessivamente, será frustrada quando perder.

6. A criança não deve ser comparada

E isso serve para crianças e adultos. Comparar uns com os outros é a coisa mais desagradável que existe “ah, o fulaninho estuda e faz tudo para a mãe, mas o beltraninho não”. Não existe nada mais destrutivo para a autoestima do que as descabidas comparações.

7. Valorize a essência

De nada adianta falar que a criança é inteligente e esperta, pois elas não compreendem estes conceitos e apenas alimentarão o ego. Diga que gostou dos traços do desenho, fale que gostou da forma que ela pintou, e assim por diante.

8. É importante dedicar tempo à criança

As crianças são seres humanos e precisam de afeto. Todos gostamos e precisamos que os outros dediquem certo tempo a nós. Reserve um tempo para conversar com as crianças e saber o que elas sentem ou pensam. Desligue os itens tecnológicos antes, estabeleça esta regra.

9. Deixe a criança desenvolver autonomia

As crianças devem aprender a serem autônomas, caso contrário serão adultos que não sabem tomar nenhum tipo de decisão, dependendo sempre dos outros. Deixe que volta e meia a criança escolha a roupa que vá vestir, o lanche que comerá na escola. Geralmente uma vez por semana, a depender do comportamento da criança, evidentemente, para não se tornar um mimo.

10. Nada de apelidos e adjetivos

Todos nós sabemos que é muito difícil criar as crianças sem um momento ou outro de estresse. O que não pode, no entanto, é ficar chamando a criança o tempo todo de “teimosa” ou de “chata“. Isso apenas fará com que a personalidade dela se forme para esse lado.

11. Evite superproteção

Não é necessário ficar vigiando o tempo todo as crianças. Há pais, mãe e cuidadores que não deixam a criança sair de casa sem que estejam com os mais variados acessórios de proteção, dado o medo inconsciente de que algo aconteça. Deixe a criança conhecer os pequenos desafios da idade e aumentar seus limites normais de vez em quando.

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12. Elogios

Todos gostam de ouvir elogios, inclusive as crianças. No entanto, é importante que não haja nenhum tipo de exagero nesta questão. Não enalteça o que não deve ser enaltecido. Por exemplo, uma mera organização do quarto não pode ser confundida com um “como você arrumou bem o quarto!”. A criança deve compreender quando é um feito normal e quando é um verdadeiro elogio.

Por fim, as crianças são seres humanos como todos nós e merecem o mesmo tipo de tratamento. É óbvio que, enquanto crescem, necessitam das orientações dos pais, mães e cuidadores, mas sempre dentro dos limites do respeito. O afeto e o amor são as duas chaves para a felicidade das crianças e também de quem cuida delas.

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Источник: https://www.greenme.com.br/viver/especial-criancas/64603-12-conselhos-para-melhorar-a-autoestima-das-criancas/

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