Doação de sangue da placenta

Contents
  1. Doação de células | SNS24
  2. Só se pode doar medula óssea uma vez?
  3. Quem paga o processo de doação de medula óssea?
  4. Pode um dador desistir do processo após saber que é compatível com um doente?
  5. Qual a probabilidade de encontrar um dador compatível?
  6. O que é o sangue do cordão umbilical?
  7. Para que serve o sangue do cordão umbilical?
  8. O sangue do cordão umbilical pode ser usado caso a doença se manifeste em idade adulta?
  9. Quem pode doar sangue do cordão umbilical para o Banco Público de Células do Cordão Umbilical?
  10. Onde posso doar sangue do cordão umbilical?
  11. A dádiva de sangue do cordão umbilical afeta os normais procedimentos do parto?
  12. Tenho de pagar para doar sangue do cordão umbilical?
  13. Ao doar sangue do cordão umbilical para o Banco Público de Células do Cordão Umbilical, a unidade é sempre armazenada, ficando disponível para transplante?
  14. Se a gravidez for de gémeos pode-se doar sangue do cordão para o Banco Público de Células do Cordão Umbilical?
  15. É possível colher sangue em simultâneo para o banco público e para o privado?
  16. Os profissionais de saúde podem doar sangue do cordão umbilical?
  17. Como é afetada a privacidade da mãe e a do bebé após a dádiva de sangue do cordão umbilical?
  18. A grávida é informada se a unidade foi preservada ou não?
  19. Doação de sangue da placenta
  20. Porquê doar sangue da placenta ou do cordão umbilical?
  21. Como tornar-se uma dadora?
  22. O que acontece ao sangue do cordão umbilical após a doação?
  23. Existem bancos de sangue deste tipo em Portugal?
  24. Doação de cordão umbilical e placentário: entenda melhor
  25. Diferenças entre doação de cordão umbilical e de medula óssea
  26. Quem pode doar sangue do cordão?
  27. Como é feita a doação de cordão umbilical e placenta?
  28. Sobre a Rede BrasilCord

Doação de células | SNS24

Doação de sangue da placenta

O transplante de medula óssea consiste na transfusão no doente de células progenitoras retiradas da medula óssea do dador, com o intuito de substituir as células doentes do recetor. Desta forma, desenvolvem-se novas células saudáveis no doente.

Estes transplantes estão indicados em doenças congénitas ou desenvolvidas depois do nascimento, como leucemias agudas ou crónicas, aplasias medulares e imunodeficiências.

Só se pode doar medula óssea uma vez?

Não. A medula é um tecido que se regenera rapidamente, pelo que é possível fazer mais do que uma dádiva.

Quem paga o processo de doação de medula óssea?

Todos os procedimentos médicos que envolvem a doação são suportados pelo subsistema de saúde do doente, bem como as viagens e outros custos não médicos. Os únicos custos que podem vir a ser imputados ao dador são os referentes ao tempo necessário do processo de doação.

Pode um dador desistir do processo após saber que é compatível com um doente?

Sim. Como voluntário, o dador não tem qualquer tipo de obrigação legal, podendo desistir a qualquer momento por diversas razões. Contudo, deve ter em conta que uma mudança de atitude no final do processo pode ser fatal para uma pessoa que está em preparação para o transplante.

Qual a probabilidade de encontrar um dador compatível?

Considerando todas estas abordagens, aproximadamente 80% de todos os doentes têm, pelo menos, um potencial dador compatível.

No entanto, nem todos os doentes para os quais foi identificado um dador idêntico chegam à fase do transplante.

O que é o sangue do cordão umbilical?

O sangue do cordão umbilical é o sangue existente nos vasos da placenta e no cordão umbilical, habitualmente rejeitado mas que pode ser colhido após o nascimento.

O sangue do cordão umbilical é rico em células que, por se apresentarem num estado muito imaturo, têm uma elevada capacidade de divisão, de autorrenovação (células progenitoras hematopoiéticas) e com o potencial para darem origem a todas as células constituintes do sangue.

Para que serve o sangue do cordão umbilical?

A dádiva de sangue do cordão umbilical tem como principal objetivo a realização de um transplante de qualquer doente do mundo que dele precise e que seja compatível.

Este tipo de células é atualmente utilizado no tratamento de doentes com diferentes tipos de cancro, como leucemias, linfomas e outras doenças associadas ao sangue ou ao sistema imunitário.

Caso a colheita não seja usada para transplante, poderá ser utilizada para outras alternativas terapêuticas ou para investigação, sendo possível inutilizá-la se não cumprir os requisitos técnicos mínimos.

O sangue do cordão umbilical pode ser usado caso a doença se manifeste em idade adulta?

A quantidade de células que se consegue colher numa unidade de sangue do cordão é relativamente pequena. No caso das crianças mais velhas e com mais peso, as unidades armazenadas não possuem um número suficiente de células, tornando-se necessário recorrer a outros dadores compatíveis.

A busca por um dador compatível é possível através da pesquisa em bases de dados partilhadas pelos bancos internacionais (que armazenam unidades para utilização alogénica), de modo semelhante ao que acontece com as bases de potenciais dadores de medula óssea (CEDACE).

Quem pode doar sangue do cordão umbilical para o Banco Público de Células do Cordão Umbilical?

Qualquer grávida sem antecedentes de comportamentos ou fatores de risco ou de doenças congénitas pode ser candidata a dadora de sangue de cordão umbilical. O processo de dádiva e colheita para o BPCCU é realizado entre a 28.ª e a 35.ª semana de gravidez.

Onde posso doar sangue do cordão umbilical?

A colheita de sangue de cordão umbilical para o Banco Público de Células do Cordão Umbilical (BPCCU) é realizada nos hospitais ou maternidades autorizados e com os quais o BPCCU celebrou protocolos de colaboração. A colheita é realizada desde que seja tecnicamente possível e não represente qualquer risco para o recém-nascido ou para a mãe.

Atualmente a dádiva de sangue do cordão umbilical para o BPCCU ocorre nas seguintes maternidades (unidades de colheita):

  • Centro Hospitalar de São João – Porto
  • Maternidade Júlio Dinis – Centro Hospitalar do Porto
  • Hospital Pedro Hispano – Unidade Local de Saúde de Matosinhos
  • Hospital Prof. Doutor Fernando Fonseca

A dádiva de sangue do cordão umbilical afeta os normais procedimentos do parto?

Não. A dádiva de sangue do cordão umbilical é completamente segura para a mãe e para o recém-nascido, não alterando quaisquer procedimentos associados ao parto.

A dádiva ocorre apenas após o nascimento e não requer a colheita de amostras de sangue ao bebé (será solicitada uma amostra de sangue materno após o parto).

Tenho de pagar para doar sangue do cordão umbilical?

Não. A doação para o Banco Público de Células do Cordão Umbilical (BPCCU) não se traduz em quaisquer encargos para a dadora, sendo assim, totalmente gratuita.

O BPCCU é responsável pelos encargos associados à colheita, processamento, análise, criopreservação, e armazenamento das unidades doadas.

Ao doar sangue do cordão umbilical para o Banco Público de Células do Cordão Umbilical, a unidade é sempre armazenada, ficando disponível para transplante?

Sim, se a unidade colhida preencher todos os requisitos de qualidade e segurança, nacionais e internacionais.

A unidade de sangue de cordão umbilical destinada a transplante deve conter um número de células suficiente para que o transplante resulte, assim como deve preservar a sua capacidade de enxerto.

Se a unidade não apresentar as características exigidas por estes padrões poderá vir a ser utilizada em investigação ou ser rejeitada.

Se a gravidez for de gémeos pode-se doar sangue do cordão para o Banco Público de Células do Cordão Umbilical?

Não, uma vez que o volume de sangue obtido de cada placenta é inferior ao habitualmente colhido em nascimentos individuais e insuficiente para realizar transplantes aos doentes que requerem desta terapêutica.

É possível colher sangue em simultâneo para o banco público e para o privado?

Não é possível doar simultaneamente para o público e para o privado. Para além do volume de sangue colhido em cada parto ser limitado e não permitir obter uma unidade com células suficientes para utilizar em transplante de progenitores hematopoiéticos, o Banco Público de Células do Cordão Umbilical (BPCCU) não aceita dádivas partilhadas com outros bancos.

Os critérios para doar aos bancos privados são diferentes dos critérios para doar ao BPCCU.

Os profissionais de saúde podem doar sangue do cordão umbilical?

Nem todos os profissionais de saúde estão excluídos como dadores. No entanto, algumas funções desempenhadas por estes profissionais são consideradas de risco por terem contacto com doentes ou produtos biológicos potencialmente infetados com agentes não detetáveis pelos testes laboratoriais atualmente disponíveis.

Como é afetada a privacidade da mãe e a do bebé após a dádiva de sangue do cordão umbilical?

O Banco Público de Células do Cordão Umbilical (BPCCU) mantém confidenciais todos os registos de dados associados.

A grávida é informada se a unidade foi preservada ou não?

O dador não é informado a quem os componentes sanguíneos foram transfundidos, ou a dádiva de órgãos, onde a família do dador não sabe quem foram os recetores dos órgãos.

Não obstante, a dadora será contactada caso sejam detetadas alterações nas análises realizadas à unidade e nas amostras doadas, ou no caso de virem a ser necessários testes adicionais.

Fonte: Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST)

Источник: https://www.sns24.gov.pt/tema/dadiva-e-transplante/doacao-de-celulas/

Doação de sangue da placenta

Doação de sangue da placenta

Após o parto, a placenta que alojou o feto durante a gestação é descartada, juntamente com o sangue que contém. No entanto, a sua doação pode ajudar a curar muitas doenças relacionadas com a medula óssea, especialmente a leucemia infantil, e não representa qualquer risco para a criança ou para a mãe.

Índice

Porquê doar sangue da placenta ou do cordão umbilical?

Apenas o 30% dos pacientes com algum tipo de cancro hematológico conseguem encontrar um dador compatível para um transplante de medula óssea. No entanto, desde que o interesse terapêutico no transplante de sangue placentário foi descoberto em 1993, centenas de crianças com leucemia superaram a sua doença e estão novamente a sorrir.

O sangue do cordão umbilical e placentário, dada a sua imaturidade imunológica e o seu grande número de células especializadas na renovação do sangue, fazem com que o seu transplante, especialmente em crianças, obtenha uma taxa de sucesso de 90%.

As células-tronco do sangue do cordão umbilical podem ser benéficas se transplantadas para outros pacientes cuja medula óssea esteja doente. A transplantação para outros permite a produção de novas células sanguíneas saudáveis, essenciais para a vida.

Se decidir doar o seu sangue do cordão umbilical na altura de dar à luz, as células-tronco desse cordão podem «iluminar» a outra vida que precise dele.

Como tornar-se uma dadora?

Doar este sangue após o parto é um acto simples que pode salvar muitas vidas e não tem cualquer risco para a mãe ou para a criança. Os passos a seguir são os seguintes:

  • Para se tornar dador, a primeira coisa a fazer é assinar um «Consentimento Informado».
  • Depois, no momento do parto, a mãe é submetida a um teste de sangue para excluir processos infecciosos que possam ser transmitidos pelo sangue da placenta, tais como a hepatite B e C, VIH, etc.
  • Um exame clínico do seu bebé é também realizado à nascença.

O procedimento é muito simples: consiste numa punção do cordão umbilical enquanto a placenta ainda está no útero após o nascimento da criança e após o corte do cordão. Cerca de 80 mililitros são normalmente recolhidos de cada doação, uma quantidade que é utilizada para tratar pessoas com peso inferior a 40 quilos, na sua maioria crianças.

A principal vantagem deste sangue é que pode ser armazenado num banco para ser utilizado quando necessário.

A operação tem também uma elevada taxa de sucesso graças à imaturidade imunológica do sangue, o que torna possível a realização de transplantes mesmo no caso de uma compatibilidade menor entre o doador e o paciente.

Doar sangue da placenta é um acto voluntário e generoso, a maior recompensa é saber que está a ajudar a salvar vidas. O transplante será realizado em qualquer paciente do mundo que precise dele, sem outra preferência que não seja a melhor combinação possível. Além disso, qualquer mãe saudável com uma gravidez normal pode ser dadora de sangue do cordão umbilical.

Todos os anos milhares de crianças nascem com alterações genéticas na sua medula óssea, para elas uma doação é a sua única esperança. Para você e para o seu bebé este acto de generosidade não representa problema nenhum.

Só nos Estados Unidos em 2016, cerca de 14.000 pessoas (desde crianças muito pequenas a adultos) precisavam de encontrar um dador para um transplante de medula óssea fora do seu círculo familiar.

Não deixe que o seu sangue do cordão umbilical vai para o lixo.

O que acontece ao sangue do cordão umbilical após a doação?

O sangue placentário é recolhido após o nascimento da criança e o cordão umbilical é cortado. É quando se faz uma simples punção no cordão umbilical, enquanto a placenta ainda está no útero. Tenha em mente que isto não representa qualquer risco, nem para si, como mãe, nem para o bebé. Em Portugal, o sangue é recolhido pelo Banco Público de Células do Cordão Umbilical.

  • O laboratório realizará um teste para descobrir os tipos de antigénios leucocitários humanos (HLA). A combinação especial de proteínas HLA faz que o sangue de cada pessoa seja único. Uma medula compatível com HLA é menos susceptível de causar um efeito secundário do transplante.
  • O banco de sangue do cordão umbilical regista então o tipo HLA do sangue do cordão umbilical no registo de dadores e armazena então o sangue do cordão umbilical num congelador até ser encontrado um paciente.
  • Os médicos procuram no registo de dadores os doentes que necessitam de um transplante. O objectivo é encontrar uma correspondência HLA para os pacientes cujos familiares imediatos não têm uma correspondência.

Existem bancos de sangue deste tipo em Portugal?

A colheita de sangue de cordão umbilical é feito por o Banco Público de Células do Cordão Umbilical, conhecido pelo seu acrónimo BPCCU. A doação e colheita é realizada nos hospitais autorizados com os quais o BPCCU colabora. Estes hospitais são:

  • Centro Hospitalar de São João (Porto)
  • Maternidade Júlio Dinis – Centro Hospitalar do Porto
  • Hospital Pedro Hispano – Unidade Local de Saúde de Matosinhos (Porto)
  • Hospital Prof. Doutor Fernando Fonseca (Amadora, Lisboa)

Para mais informações visite o Centro de Contacto do Serviço Nacional de Saúde: https://www.sns24.gov.pt/ 

Hepatite B

Definição:

Consiste numa inflamação do fígado. Cerca de metade dos casos de Hepatite são causados pelo vírus tipo B (HBV).

Sintomas:

•Fadiga, mal-estar geral, dor articular e febre baixa •Náuseas, vómitos, perda do apetite e dor abdominal •Icterícia e urina escura devido ao aumento da bilirrubina.

Tratamento:

Esta doença tem uma incidência muito baixa no nossp país já que os bebés levam vacinas contra este problema. Se a doença se desenvolveu, o tratamento consiste na redução da inflamação sintomas e infecção mediante injecções e diversos antibióticos.

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Источник: https://www.todopapas.com.pt/gravidez/parto/doacao-de-sangue-da-placenta-1790

Doação de cordão umbilical e placentário: entenda melhor

Doação de sangue da placenta
Shutterstock ricos em células jovens, podem originar todas as células do sangue.

Com o avanço da Medicina, surgiu uma esperança para pacientes que enfrentam doenças relacionadas ao sangue, aquelas chamadas de hematológicas. A doação de cordão umbilical e placentário pode ajudar no tratamento dessas pessoas.

Mas por quê?

Bem, o cordão umbilical é extremamente rico em células jovens, que podem originar todas as células do sangue.

Sendo assim capaz de originar células para todos os 216 tecidos do organismo humano.

E por se tratarem de células imaturas, elas não precisam ser totalmente compatíveis com quem as recebe.

Então, um material que seria descartado após o parto é a chance de cura para muitas pessoas.

Aliás, a doação de cordão umbilical pode servir tanto para transplantes de células-tronco sanguíneas quanto para pesquisas científicas.

Diferenças entre doação de cordão umbilical e de medula óssea

Fazendo uma comparação com o transplante de medula óssea, por exemplo, a exigência para a compatibilidade é menor.

Outra vantagem, conforme esclarece o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), é que essas células estão imediatamente disponíveis.

Quando se trata do transplante de medula óssea, é necessário submeter o doador a um procedimento cirúrgico.

Entretanto, ambas as doações são gestos de grande nobreza.

Somando o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), a Rede BrasilCord (bancos públicos de doação de cordão umbilical e placentário) e doações internacionais, mais de mil pacientes brasileiros foram transplantados nos últimos cinco anos. Os dados são da Fundação do Câncer.

Quem pode doar sangue do cordão?

Ao contrário da doação de sangue, a doação de cordão umbilical e placentário não é uma doação universal, ou seja, que pode ser feita em qualquer hospital e por qualquer pessoa.

Somente hospitais credenciados podem realizar todo o procedimento.

Isso porque o programa atende a normas internacionais. É necessário trabalhar a doação com antecedência, planejamento e eficiência.

E são as unidades (logo abaixo no texto) que possuem equipes treinadas e com critérios para coletar.

A princípio, para fazer a doação de cordão umbilical, a gestante deve atender a critérios específicos:

  • Ser maior de 18 anos;
  • Ter realizado pelo menos duas consultas pré-natal documentadas;
  • Estar com idade gestacional acima de 35 semanas na coleta;
  • Não possuir câncer e doenças hematológicas no histórico médico.

Como é feita a doação de cordão umbilical e placenta?

Se você tem vontade de fazer a doação de cordão umbilical e placenta, o ideal é que expresse seu desejo no pré-natal.

Afinal, para a doação de cordão umbilical, muitos bancos necessitam saber a respeito de doenças na família e histórico clínico da gestante.

São feitos exames para verificar se há a presença de doenças infecto-contagiosas.

A qualquer momento, até no parto, a mãe pode desistir de doar o cordão umbilical. Porém, nesse caso, o material vai para o lixo, sem salvar vidas.

O procedimento deve ser realizado em uma maternidade credenciada, para um bom aproveitamento do material.

Cerca de 70 a 100 ml de sangue são coletados do cordão umbilical e da placenta após o nascimento, e são drenados em uma bolsa.

Em seguida, as células-tronco são separadas e congeladas.

Todo o procedimento é custeado pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Graças a acordos internacionais, o Brasil consulta redes de bancos de cordão umbilical e placentário de todo o mundo.

Esse intercâmbio permite encontrar doadores compatíveis também nos cadastros do exterior.

Sobre a Rede BrasilCord

No Brasil, a Rede BrasilCord gerencia os bancos públicos de sangue de cordão umbilical e plancentário.

São, até o momento, treze unidades ligadas à rede:

  • Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Hospital Albert Einstein, em São Paulo/SP
  • Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário do Hemoce, em Fortaleza/CE
  • Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Planetário do Hemocentro da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto/SP da Universidade de São Paulo (USP)
  • Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário do Hemocentro da Universidade Estadual de Campinas/SP (Unicamp)
  • Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário do Hemominas, em Belo Horizonte/MG
  • Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário do Hemopa, em Belém/PA
  • Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário do Hemope, no Recife/PE
  • Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário do Hemosc, em Florianópolis/SC
  • Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário do Hospital de Clínicas de Porto Alegre/RS
  • Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo/SP
  • Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário do Inca, no Rio de Janeiro/RJ
  • Biobanco do Hospital de Clínicas do Paraná, em Curitiba/PR
  • Fundação Hemocentro de Brasília/DF

Atualmente, o nosso país possui mais de 19 mil bolsas de cordão armazenadas.

Com uma ampliação do número de unidades de coleta de doação de cordão umbilical pelo Brasil (a ideia é chegar a 17), a Rede BrasilCord terá capacidade para armazenar 75 mil bolsas.

Источник: https://www.lbv.org/doacao/doacao-de-cordao-umbilical

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