Duas em cada dez crianças têm mais de três cáries

Duas em cada dez crianças têm mais de três cáries

Duas em cada dez crianças têm mais de três cáries

De acordo com um estudo realizado pela Colgate em parceria com a Fundação Dental Espanhola, 218.000 de crianças com menos de seis anos têm três ou mais cáries. O número de crianças com mais de seis cáries atinge os 15% nos rapazes (73.000) e 5,6% nas raparigas (25.800).

Índice

As cáries continuam sendo a doença crônica mais frequente na infância. Segundo o Instituto Nacional de Estatistica na Espanha (INE).

Como afirma o Dr. Juan Antonio López Clavo, vice-presidente do Conselho Geral das escolas Oficiais de Estomatologia e Odontologia de Espanha, ‘‘ a falta de cuidado com os dentes é a doença crónica mais extensível’’.

O que é uma cárie?

A cárie dentária é a destruição dos tecidos duros do dente (esmalte e dentina) que se manifesta com perfurações na estrutura do dente causando uma enorme sensibilidade ao frio.

Embora seja mais comum em crianças e jovens adultos pode afectar qualquer faixa etária. Esta é a maior causa de perda de dentes nas pessoas mais novas.

Já a falta de uma higiene dentária correcta é a principal razão do surgimento de cáries.

A cáre aparece depois da erupção dentaria e se não se soluciona com rapidez pode afetar a saúde geral da criança e também do adulto.

Por que aparecem as cáries?

Uma das razões principais da aparição das cáries é a higiene bucal. Desde que são crianças é muito importante costumar eles escovar os dentes.

Quanto menos tempo o dente esteja exposto aos alimentos menos chance de cárie existe.

Por isso, é bom escovar os dentes após cada comida, o recomendável é escovar três vezes durante o dia (depois do pequeno almoço, depois do almoço e depois da janta).

A dieta e o tipo de alimentação também é um fator que influi na aparição de cáries. Com o consumo de alimentos açucarados é mais fácil a doença por cáries. Evita o consumo abusivo de refrigerantes, doces, bolos, balas …

A prevenção é cada vez menor

Em termos gerais um estudo destaca que 66,7% das pessoas apenas escovam os dentes ocasionalmente e só quando têm um problema é que recorrem ao dentista. De acordo com o que assegura o Dr.

Corral, Assessor Médico da Colgate, este tipo de comportamentos têm um impacto negativo na saúde oral e podem mesmo levar a doenças graves, tais como as cáries, as gengivites, a doença periodontal e até mesmo a perda de dentes.

Logicamente que a doença periodontal está mais propensa a desenvolver-se neste tipo de pacientes (83%) do que naqueles que têm uma higiene oral correcta (58%).

Uma higiene oral adequada ajuda a controlar as inúmeras bactérias que existem na nossa boca e, dessa forma, quando há uma ausência de práticas saudáveis diminui a protecção e aumenta a probabilidade de doenças. Cerca de 81% dos dentistas acreditam que uma higiene oral correcta contribui de forma positiva para a prevenção de doenças.

Para além disso, 93% dos profissionais de odontologia recomendam quatro regras básicas de uma higiene oral:

– O uso correcto da escova de dentes. Esta deve ser substituída a cada três meses.

– O uso de uma pasta dentífrica adequada às necessidades de cada um (flúor, dentes sensíveis …)

– O uso de elixir e fio dental.

– Consultas regulares no dentista.

Como sei se a criança tem uma cárie?

As vezes é um problema porque as cáries não se manifestam, por isso é bom levares teu filho cada ano fazer uma revisão no dentista.

Em outras ocasiões as cáries doem. Nesses casos a criança sentirá uma dor nos dentes sem causa aparente. Essa dor será mais pronunciada quando consuma alimentos ou bebidas dices, quentes ou frias.

A dor se sentirá mais na zona na cárie.

A infeção por baterias na boca também pode aparecem nos recém nascidos, por isso é importante tomar as medidas adequadas.Os dentes de leite costumam sair a partir dos seis meses e os bebés também podem apresentar cáries, conhecidas como «cáries biberão». É bom passar habitualmente pelo dentista.

Doença periodontal

Definição:

A doença periodontal é uma doença que afecta as gengivas e a estrutura de suporte dos dentes. A bactéria presente na placa causa a doença periodontal. Se não se retira, cuidadosamente, todos os dias com a escova e o fio dental, a placa endurece converte-se numa substância dura e porosa. As toxinas, que se produzem pela bactéria na placa, irritam as gengivas.

Ao permanecer no seu lugar, as toxinas fazem com as gengivas se desprendam dos dentes e se formem bolsas periodontais, as quais se enchem de más toxinas e de bactérias. Conforme a doença avança, as bolsas extendem-se e a placa penetra mais e mais até que o osso que sustem o dente se destrua. Eventualmente, o dente cairá ou necessitará de ser extraído.

Pode dar lugar a uma gingivite ou a uma periodontite.

Sintomas:

Gengivas fracas, inflamadas ou vermelhas. Sangramento ao escovar os dentes ou ao passar o fio dental. Gengivas que se desprendem dos dentes. Dentes falsos ou separados. Pus entre a gengiva e o dente. Mau estar contínuo. Alteração na forma como os dentes se encaixam. Alteração no ajuste das dentaduras parciais. 

Tratamento:

Recomposição dos tecidos, limpeza da zona e, se for necessário, extracção do dente.

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Источник: https://www.todopapas.com.pt/criancas/saude-infantil/duas-em-cada-dez-criancas-tem-mais-de-tres-caries-1762

Saúde oral na criança

Duas em cada dez crianças têm mais de três cáries

A primeira consulta deve ser realizada quando os primeiros dentes temporários (ou «de leite») erupcionam ou, no máximo, até à criança completar o primeiro ano de vida, de modo a estabelecer um programa preventivo de saúde oral e interceptar hábitos que possam ser prejudiciais. Idealmente, quando existe uma boa saúde oral, a criança deve ser observada cada seis meses. Em situações de elevado risco de cárie, esta periodicidade deve ser reduzida para intervalos de três meses.

EM QUE IDADE APARECEM OS PRIMEIROS DENTES E QUANDO SE COMPLETAM AS DENTIÇÕES?

Em média, a erupção da primeira dentição tem início entre os 6 e os 8 meses de idade, sendo as meninas geralmente mais precoces; entre os 2 anos e meio e os 3 anos de idade os 20 dentes temporários já estarão presentes na cavidade oral A dentição permanente ou definitiva inicia-se entre os 5 e os 7 anos e poderá constituir-se de 32 dentes, caso erupcionem os terceiros molares (sisos), o que nem sempre ocorre. A erupção mais precoce ou tardia não está necessariamente relacionada com patologia; no entanto, caso a criança não apresente qualquer dente após completar 1 ano de vida, deverá ser observada na consulta de Medicina Dentária.

QUAIS AS QUEIXAS QUE PODEM ESTAR RELACIONADAS COM A ERUPÇÃO DOS DENTES E COMO PODE SER AJUDADA A CRIANÇA?

Os sintomas mais comuns são: gengivas avermelhadas, aumento da salivação, perda de apetite e alteração dos hábitos nutricionais, ansiedade, dificuldade em dormir.

Se a criança apresentar febre, vómitos ou diarreia, deverá ser consultada pelo seu médico assistente pois poderá existir outra causa subjacente.

O desconforto da criança pode ser aliviado limpando a boca 2- 3 vezes por dia com uma gaze molhada ou recorrendo a mordedores e geles disponíveis no mercado.

QUANDO DEVE CESSAR O USO DA CHUPETA, BIBERÃO OU SUCÇÃO DIGITAL?

Os hábitos de sucção não nutritiva (chupeta, por ex.) devem ser abandonados até cerca dos 3 anos de idade, atendendo à possibilidade de auto-correcção de desarmonias no desenvolvimento das arcadas dentárias. Relativamente ao biberão, o hábito deve ser abandonado, idealmente, quando a criança completar 1 ano.

Alguns métodos podem constituir uma
mais-valia, nomeadamente diluir gradualmente em água o conteúdo do biberão, para que após 2 semanas se ofereça à criança apenas água; outra forma será reduzir gradualmente a quantidade de fluido até que o hábito cesse, sendo o biberão substituído, por exemplo, pelo copo com palhinha ou colher.

COMO SE PODE PREVENIR O APARECIMENTO DE CÁRIES PRECOCES DE INFÂNCIA?

Várias medidas são importantes na prevenção de lesões de cárie na primeira infância: promover a amamentação materna pelo menos até aos 4-6 meses de idade, colocar apenas leite ou água no biberão e oferecer à criança sobretudo durante o dia e nunca quando esteja a dormir; não colocar líquidos açucarados no biberão nem na chupeta; logo que os primeiros dentem erupcionem, promover a sua higiene com uma gaze, dedeira ou escova macia, idealmente após as refeições.

QUAIS AS CAUSAS MAIS FREQUENTES PARA A OCORRÊNCIA DE ALTERAÇÕES DE COR DENTÁRIA NUMA CRIANÇA?

A alteração da cor poderá ter várias causas. Assim, para além das lesões de cárie, também situações traumáticas, perturbações na formação do esmalte e dentina, higiene oral deficiente ou pigmentação extrínseca de origem bacteriana ou alimentar, por exemplo, podem conduzir a este tipo de transtornos. Ao Médico
Dentista caberá o correcto diagnóstico e eventual intervenção.

DEVE ADMINISTRAR-SE FLÚOR ÀS CRIANÇAS?

A administração de flúor às crianças tem sido alvo de controvérsia. Face à evidência disponível, e de acordo com as recomendações da Direcção Geral da Saúde, é dada prioridade às aplicações tópicas sob a forma de dentífricos administrados na escovagem dos dentes desde a sua erupção.

Os comprimidos e gotas anteriormente recomendados só serão administrados após os 3 anos a crianças de alto risco à cárie dentária. Nesta situação, os comprimidos devem ser dissolvidos na boca, lentamente, preferencialmente antes de deitar.

As acções de educação para a saúde devem, prioritariamente, promover a escovagem dos dentes com dentífrico fluoretado.

COMO DEVE SER EFECTUADA A ESCOVAGEM DENTÁRIA NAS CRIANÇAS?

As características da escovagem numa criança estão dependentes de vários factores, mas essencialmente da idade da mesma.

Assim, de acordo com as normas da Direcção Geral da Saúde:–    0-3 Anos: escovagem realizada pelos pais a partir da erupção     do primeiro dente, 2x/dia (uma obrigatoriamente ao deitar),     utilizando uma gaze, dedeira ou escova macia de tamanho     adequado.

–     3-6 Anos: escovagem realizada progressivamente pela criança,     devidamente supervisionada e auxiliada, 2x/dia (uma das quais     obrigatoriamente ao deitar), utilizando escova macia de tamanho     adequado.A quantidade de dentífrico fluoretado (1000-1500 ppm) deverá ser semelhante ao tamanho da unha do 5º dedo da criança.

–    >6 Anos: escovagem realizada pela criança, devidamente  supervisionada e auxiliada caso não possua destreza manual  suficiente, 2x/dia (uma das quais obrigatoriamente ao deitar), utilizando escova macia (ou em alternativa média). A quantidade de dentífrico fluoretado (1000-1500 ppm) deverá ser do tamanho de uma pequena ervilha ou até 1cm de dentífrico.

AS CRIANÇAS PODEM USAR FIO DENTÁRIO?

A utilização do fio/ fita dentária coadjuva a higienização dos espaços interdentários e deve ser iniciada logo que possível,  acreditando-se que por volta dos 8-10 anos a criança começa a ter a destreza manual e autonomia necessárias.

O QUE É UM SELANTE DE FISSURAS E PARA QUE SERVE?

Um selante de fissuras é uma espécie de «verniz» que se aplica na superfície fissurada de dentes sãos com o objectivo de prevenir o aparecimento de lesões de cárie dentária.

Constitui um recurso eficaz em termos preventivos, no entanto a sua aplicação deve basear-se na avaliação do risco de cárie, não devendo constituir uma medida isolada mas antes integrada num programa mais alargado de prevenção.

Está, por norma, indicada a aplicação de selante de fissuras nos primeiros e segundos molares definitivos, bem como nos pré-molares, cujo período de erupção varia entre os 5-8 anos e os 11-14 anos, respectivamente. A reaplicação está indicada caso se verifique perda parcial ou total do selante, maximizando a sua eficácia.

Источник: https://www.omd.pt/publico/saude-oral-crianca/

Cárie: tem muita coisa que você (ainda) não sabe

Duas em cada dez crianças têm mais de três cáries

Na boca, a cárie se forma a partir das bactérias Streptococcus mutans, que formam grupinhos chamados de placas (ou biofilme) para abocanhar a sacarose, o açúcar dos restos de comida. Elas produzem um ácido que corrói os minerais do dente até quebrá-lo.

Mas, tirando esses aspectos biológicos, ainda há muita coisa que as pessoas não sabem sobre esse problema. E que, até por isso, podem contribuir para a piora da saúde bucal. É aí que entra a SAÚDE com um especial sobre fatos importantes (e ainda pouco conhecidos) sobre as cáries. Confira:

Ter cárie não é normal

Embora mais da metade dos brasileiros já tenha tido cárie alguma vez na vida, ela não deve ser encarada como um problema trivial. É importante agir para evitar que manchas e pontinhos apareçam e levem à quebra ou à perda do dente.

O bacana é que, segundo o Ministério da Saúde, a incidência da chateação na população brasileira caiu de 69% em 2003 para 56% em 2010. Parte desse resultado se deve à Política Nacional de Saúde Bucal, chamada Brasil Sorridente.

Criado em 2003, o programa, entre outras ações, fomentou a incorporação de flúor à água. No entanto, a cárie ainda é o maior problema em consultórios odontológicos. “Se houver mudanças na alimentação e na higiene, é possível paralisar a doença”, diz Fausto Mendes, odontopediatra da Universidade de São Paulo (USP).

É mais que uma questão estética

Sim, a cárie é capaz de afetar a autoestima. “Uma criança pode desenvolver problemas de socialização”, nota Mendes. Prevenir-se da encrenca, porém, é muito mais do que garantir um sorriso bonito.

Se não for tratada, a cárie lesiona a camada da dentina, provocando dor e sensibilidade. Mais: o indivíduo mastiga menos e sabota a digestão.

Em estágio avançado, ataca a polpa dentária, tecido mole com nervos e vasos sanguíneos, causando infecção.

“Se os micro-organismos atingirem a corrente sanguínea, é um perigo”, alerta a dentista Amélia Mamede, diretora da Associação Brasileira de Odontologia (ABO).

“Já atendi um paciente que precisou ir para a UTI por causa de uma infecção em um dente de leite”, lembra. Pois é: as bactérias e a inflamação gerada por elas semeiam a discórdiaem outros cantos do corpo.

A culpa não é toda da bactéria

Anos atrás, a ciência atribuía a cárie exclusivamente aos micro-organismos. Mas tem outro vilão nessa história, o açúcar dos alimentos. “As bactérias estão na boca de todo mundo.

Mas o açúcar, além de ser transformado em ácido por elas, seleciona aqueles exemplares com maior habilidade para esse processo”, explica o dentista Jaime Cury, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

A saliva ajuda a equilibrar a acidez da região e devolver os minerais ao dente, mas, quando há doce demais, não dá conta do recado. Por isso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda reduzir o açúcar a no máximo 10% das calorias ingeridas por dia, algo em torno de dez colheres de chá. E não vá dormir sem escovação – afinal, é quando você ficará mais tempo à mercê das bactérias.

Bochecho com muita água após escovar os dentes pode ser problema

As pesquisas, a bem da verdade, ainda divergem sobre esse ponto. Um estudo escocês publicado no periódico Caries Research acompanhou mais de 3 mil crianças por três anos e concluiu que fazer bochecho com água depois da escovação prejudicaria os dentes.

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Outro levantamento, na mesma edição, apontou o contrário. Nele, os pesquisadores avaliaram 276 adolescentes de 12 anos. A turma que recebeu orientação de realizar o enxágue não apresentou mais cárie do que quem apenas cuspia a espuma. E os dois grupos desenvolveram menos a doença em comparação aos jovens que não foram orientados sobre o jeito certo de usar a escova.

Jaime Cury, da Unicamp, explica que de fato o líquido reduz um pouco a concentração de flúor deixada na boca pela pasta. “Mas só quem tem mais propensão à cárie precisa diminuir a quantidade de água na hora do bochecho”, pondera. A dentista Amélia Mamede dá uma dica para poupar o mineral da diluição: “Não passe a escova embaixo da torneira depois de colocar o creme dental”.

Cárie não é transmissível

Há quem acredite que é possível espalhar a doença com um beijo ou ao dividir um copo. A crença é baseada naquela ideia de que as bactérias são as únicas responsáveis pela chateação – e, portanto, passariam de uma boca a outra. Mas, como já vimos, a ciência deu seu veredicto.

“Cárie não é infecciosa nem transmissível. Ela depende da dieta e da higiene do indivíduo”, reforça a odontopediatra Helenice Biancalana, vice-presidente da Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas (APCD).

Não custa relembrar: o principal agente da redução de cárie no mundo é o flúor, presente na água e na pasta ou aplicado em consultório.

Escovar mais vezes não significa maior proteção

O flúor da pasta ajuda a impedir o desenvolvimento da cárie. Fora que a ação mecânica decorrente da escovação dificulta a instalação da doença. Porém, isso não é motivo para viver escovando os dentes.

Uma pesquisa até chegou a observar os efeitos da higienização antes das refeições. “As análises não verificaram ganhos entre aqueles que fazem isso. O ritual após as refeições, sim, é essencial porque remove os restos de alimentos”, afirma Fausto Mendes.

Sem contar que, ao limpar a boca depois de comer, você garante pelo menos três escovações por dia, o número ideal aconselhado por dentistas. Escovar os dentes duas vezes por dia reduz em 70% o risco de ter cárie.

Dente de leite com cárie também é encrenca

Ele nasce a partir dos 4 meses de vida e pode permanecer até 12 anos na boca – por isso é tão importante quanto o permanente. Hoje, sabe-se que quem tem pontos pretos e manchas nos dentes ainda criança corre maior risco de reincidência mais tarde.

Por sua vez, os pequenos acostumados a escovar os dentes tendem a manter o hábito pela vida toda. “Se o indivíduo atravessou a primeira e a segunda infância sem cárie, significa que tem uma dieta saudável”, avalia Cury.

Vale lembrar que o dente de leite abre caminho para o definitivo. “Se for retirado porque a cárie atingiu a polpa, o permanente pode sair no lugar errado ou torto”, avisa Amélia. Além disso, há o risco de as bactérias caírem na corrente sanguínea, um perigo ainda maior para crianças.

Fluorose, o outro lado da moeda

Herói no combate à cárie, o flúor em excesso pode causar manchas brancas ou amareladas e deixar os dentes quebradiços. Apesar disso, dentistas rechaçam a ideia de abdicar do mineral. “A fluorose só se tornaria grave se a pessoa comesse creme dental no pão”, afirma Cury.

E abrir mão do flúor prejudica a batalha contra a cárie, esta sim uma questão de saúde pública. Para prevenir o problema, a palavra de ordem é conter o ímpeto ao apertar o tubo de pasta. Bebês menores de 3 anos devem usar o equivalente a um grão de arroz cru. Acima dessa idade, incluindo adultos, a medida passa a ser igual a uma ervilha.

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Источник: https://saude.abril.com.br/medicina/carie-tem-muita-coisa-que-voce-ainda-nao-sabe/

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