É normal ter anémia na gravidez?

Deficiência de ferro durante a gravidez

É normal ter anémia na gravidez?

Deficiência de ferro durante a gravidez

Os sintomas são fadiga, falta de ar e uma maior tendência a sofrer infeções: falta de ferro durante a gravidez.

 
O ferro é responsável pela produção de hemoglobina, a sua deficiência prolongada pode levar à anemia. A quantidade diária necessária pode ser suprida com alimentos, alternativamente deve ser suprida com um suplemento contendo ferro.

No entanto, a automedicação não é recomendada, pois um excesso de ferro pode causar problemas de saúde.

Os sintomas típicos de falta de ferro, especialmente na gravidez, são fadiga, falta de ar e maior tendência a sofrer infeções. Outros sintomas incluem enfraquecimento do cabelo e unhas, arranhões nos cantos da boca e dores de cabeça, palpitações e zumbido nos ouvidos. O ferro é responsável pela produção de hemoglobina e pela fixação do oxigénio nos glóbulos vermelhos.

A falta de ferro durante a gravidez também afeta a criança, uma vez que é alimentada pelo sangue da mãe. Por isso, afeta o desenvolvimento da placenta, que limita o fornecimento de nutrientes e oxigénio.

Dessa forma, o bebé geralmente nasce com pouco peso, existindo também a possibilidade de o parto ser prematuro. No final, o parto acaba por se tornar um risco para a mãe se ela não tiver reservas de sangue suficientes.

O coração está sobrecarregado e pode ser necessária uma transfusão de sangue.

Tratamento

Durante a gravidez, vão sendo feitos exames de sangue para verificar os níveis de hemoglobina.

Na gravidez, é comum que os valores sejam um pouco inferiores ao normal, uma vez que o sangue é necessário para alimentar o bebé e a sua necessidade ferro é prioritária.

As reservas de ferro também se esgotam mais facilmente quando se trata de gravidezes múltiplas ou gravidezes muito seguidas.

Se o nível de hemoglobina for inferior a dez gramas por decilitro de sangue, a gravidez é considerada de risco.

Se lhe for diagnosticada uma deficiência de ferro, o seu médico pode dar-lhe conselhos sobre nutrição e prescrever um suplemento que contenha ferro.

No último caso, os suplementos podem ter efeitos colaterais como prisão de ventre, náuseas ou diarreia, mas que podem ser mitigados com a ajuda de outros medicamentos. Se sofrer uma anemia mais severa, será necessário fornecer ferro por via intravenosa.

Quantidade diária necessária

Durante a gravidez, é geralmente recomendado um consumo de 30 mg de ferro por dia através de um suplemento. Em caso de deficiência, a quantidade é temporariamente aumentada até que se recupere o nível de hemoglobina.

Alimentos ricos em ferro

O ferro é encontrado na carne, especialmente carne vermelha magra. Também está presente no pão integral, batatas, legumes, vegetais verde-escuros, passas e ameixas. O ferro da carne é mais bem absorvido que o ferro vegetal.

Pode-se supor que o sangue absorve entre 10 e 15% do ferro ingerido através dos alimentos. Para o absorver bem, o corpo precisa combiná-lo com vitamina C encontrada em frutas, vegetais e sumos naturais. Como o café e chá dificultam essa absorção, não devem ser tomadas durante as refeições.

Função do corpo

O ferro é transportado através da proteína transferrina produzida no fígado. Desta forma, atinge a medula óssea, onde se formam os glóbulos vermelhos.

O ferro também é importante para a oxigenação dos músculos, para o fornecimento de energia e o funcionamento das células.

O cérebro precisa desse mineral para a produção de mensageiros químicos que são usados para a transmissão de estímulos.

O próprio corpo previne parcialmente a falta de ferro: Os glóbulos vermelhos ficam ativos durante cerca de 120 dias e depois decompõem-se, através principalmente dos macrófagos no fígado e no baço. No entanto, o conteúdo de ferro não é excretado, mas reciclado, caso contrário, aproximadamente perderíamos cerca de 25 miligramas de ferro por dia.

Assim, a perda de uma pessoa saudável está limitada a 1 – 2 miligramas por dia, por exemplo, através de hemorragias e células mortas. Durante a menstruação de uma mulher, a perda é naturalmente um pouco maior.

Excesso de ferro

Tal como o déficit, também um excesso de ferro é prejudicial para a saúde. Pode elevar a pressão arterial e, à medida que o ferro se acumula nos órgãos, pode danificá-los. Portanto, é aconselhável evitar a automedicação e, se suspeitar que tem um déficit, consulte um médico que fará uma análise de sangue e, se considerar necessário, prescreverá um suplemento com a dose apropriada.

Riscos e prevenção: deficiência de ferro durante a gravidez … causa fadiga, falta de ar, maior tendência para fazer infeções e anemia. … suprimento insuficiente de oxigênio para o bebé.
… baixo peso ao nascer, risco de parto prematuro.
Prevenção: Suprir a quantidade necessária com alimentos ricos em ferro.
Se lhe for diagnosticado um déficit, deverá tomar suplementos de ferro.

Este artigo foi revisado por nossa equipe de especialistas.

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Источник: https://www.bebitus.pt/guia/gravidez/a-alimentacao-durante-a-gravidez/deficiencia-de-ferro-durante-a-gravidez.html

Anemia na gravidez: causas e tratamento

É normal ter anémia na gravidez?

Carne, ovos, peixe, cereais e vegetais são componentes essenciais da dieta da grávida. São ricos em ferro, um mineral necessário para a hemoglobina, a proteína responsável pelo transporte de oxigénio através dos glóbulos vermelhos.

Durante a gravidez, especialmente no segundo e terceiro trimestres da gravidez, a necessidade de ferro nas grávidas aumenta para compensar o que é consumido pelo feto.

Se a alimentação não aporta em quantidades adequadas ou as reservas deste mineral no corpo já eram baixas desde o princípio, a futura mãe corre o risco de ter anemia na gravidez por falta de ferro.

Além de debilitar o corpo, a anemia pode interferir com a oxigenação do feto. É importante preveni-la e, se se produz, tratá-la eficazmente antes do agravamento da situação.

Durante a gravidez, o volume sanguíneo da mãe aumenta progressivamente para satisfazer as necessidades metabólicas da mulher e do bebé. É um processo fisiológico chamado hemodiluição: ao longo da gravidez, existe uma tendência de redução da concentração de glóbulos vermelhos no sangue e da hemoglobina que contêm.

Em condições normais, considera-se anémica uma mulher que tenha uma concentração de hemoglobina inferior a 12g/dl. Durante a gravidez, reduz-se o valor limite e a anemia produz-se quando a concentração de hemoglobina é inferior a 10g/dl.   

Existem muitas razões pelas quais a mulher grávida pode ter uma deficiência de ferro:

– O processo de hemodiluição, somado à maior necessidade de ferro e má alimentação

– A gravidez de gémeos aumentam a probabilidade de que a mulher sofra de anemia, porque não um, senão dois ou três filhos recorrem às reservas de ferro

– A presencia de fibromas uterinos que causam sangramentos frequentes

– Uma placenta prévia responsável também pelo sangramento

É importante conhecer  a condição da mulher durante a gravidez de forma atempada para vigiar com mais atenção possíveis situações de risco.

É bom que todas as mulheres grávidas se submetam o antes possível, tão cedo quanto saibam que esperam um bebé, a análises de sangue em que comprovem os valores de hematócrito, ferro sérico, ferritina e transferritina, para comprovar a disponibilidade de ferro no corpo.

Durante a gravidez, na ausência de fatores de risco específicos, recomenda-se que a mulher se submeta a um hematócrito durante as 28 e 32 semanas de gravidez e novamente entre as 33 e 37 semanas de gravidez. Deverá ser o ginecologista, se considera pertinente, a prescrever outros exames ou repetição dos mesmos.

(Também lhe interessa: Placenta prévia ou normoinserida)

Riscos da anemia para a grávida e feto

Fadiga, enjoos, dor de cabeça, irritabilidade e dificuldade em respirar são os sintomas característicos da anemia durante a gravidez. Tenha cuidado ao subestimar estes sintomas, porque a deficiência de ferro não é só um transtorno incómodo para a grávida. Se se descuida e se agrava, pode ter consequência graves para o feto.

A escassez deste mineral e, portanto, da hemoglobina, podem produzir dificuldades de oxigenação do feto e um impacto negativo no seu bem-estar e desenvolvimento. Além disso, durante o parto, a mãe irá sofrer inevitavelmente perdas de sangue (no melhor dos casos, uns 200-300 cc de sangue).

Se chega ao final da gravidez com deficiências de ferro, deverá necessáriamente recorrer a uma transfusão de sangue.

Quando tomar suplementos para a anemia

Em condições normais, uma dieta variada e equilibrada é suficiente para assegurar à futura mamã o ferro que necessita. Muitos alimentos, tanto de origem animal como de origem vegetal são ricos em ferro:

– Carnes, especialmente vermelhas

– Ovos

– Peixe (sobretudo atum, sardinhas e bacalhau)

– Cereais

– Leguminosas

– Vegetais de folhas verdes

Na carne, ovos e peixe, o ferro está presente numa forma química mais fácil de processar pelo corpo e absorve-se aproximadamente 25% do que se consumiu. A percentagem de absorção de ferro de origem vegetal é mais baixa e variável mas aumenta quando acompanhada por alimentos ricos em vitamina C.

Se a anemia é importante e não consequência de uma alimentação inadequada, por exemplo, no caso de gravidez de gémeos, ou de uma anemia anterior à gravidez, é necessário fazer uso de suplementos de ferro para complementar a dieta.

Comercialmente existe uma ampla seleção de produtos que contêm o mineral em várias formas químicas. O mais adequando, devido à assimilação mais fácil, é a forma trivalente. Alguns complementos também contêm vitamina C para facilitar a absorção de ferro.

Os complementos devem ser tomados de estômago vazio, nos intervalos das refeições. Por vezes, podem causar efeitos secundários desagradáveis: azia, enfartamento e obstipação ou, pelo contrário, movimentos intestinais frequentes.

Nestes casos é conveniente tomá-los de estômago cheio para atenuar as perturbações, ainda que tal reduza a sua absorção.

O ácido fólico é muito útil

Em conjunto com o ferro, elemento químico essencial para a hemoglobina e produção de glóbulos vermelhos no sangue, outro micronutriente involucrado no processo de produção de sangue novo é o ácido fólico ou vitamina B9.

A todas as mulheres que tentam ou ficam grávidas se recomenda uma dose diária de 0,4mg de ácido fólico pelo menos desde um mês da gravidez até ao primeiro trimestre, já que uma deficiência desta vitamina durante as primeiras semanas de gravidez aumenta o risco de desenvolvimento de defeitos do tubo neural gravez como a espinha bífida.

Como benefício adicional, o suplemento de ácido fólico antes da concepção e durante os três primeiros meses de gravidez neutraliza o aparecimento de anemia durante a gravidez. Existe uma forma de anemia especificamente causada pela deficiência de ácido fólico, anemia megaloblástica.

Caracteriza-se pela presença de alguns glóbulos vermelhos superiores ao normal e é bastante raro: representa apenas 0,5% dos casos de anemia durante a gravidez. É diagnosticado num exame de sangue específico, o teste de volume globular.

As mulheres grávidas que sofrem de anemia megaloblástica não são apenas aconselhadas a tomar um suplemento de vitamina B9 durante o primeiro trimestre, mas também durante a gravidez.

(Também lhe interessa: Ácido fólico na gravidez e alimentos que o contêm)

Источник: https://www.omeubebe.com/doencas/doencas-gravidez/anemia-gravidez

Anemia na gestação: sinais e como tratar

É normal ter anémia na gravidez?

Junho é o mês de prevenção à anemia, por isso iniciaremos este mês com um texto para conscientizar atuais e futuras mamães sobre essa condição.

Muito recorrente em gestantes, “anemia” é o nome dado a um conjunto de doenças que possuem em comum a redução dos níveis de ferro no organismo.

No entanto, apesar de demandar grande atenção, esta complicação pode ser facilmente contornada se diagnosticada e tratada de forma correta.

O ferro é um nutriente essencial para a vida, sendo fundamental para a produção de hemoglobina e para o transporte de oxigênio para todas as células do corpo.

Sendo assim, ingerir diariamente alimentos ricos em ferro é de grande importância para todos nós.

No entanto, quando se trata do período gestacional, a falta deste nutriente no organismo da gestante é muito mais comum, por conta de mudanças fisiológicas que ocorrem durante a gravidez.

Não são raros, por exemplo, os casos em que mulheres grávidas relatam o desejo de comer terra ou tijolo.

O que poucos sabem é que essa vontade pode estar relacionada à falta de alguns nutrientes no organismo, como o ferro, indicando um possível caso de anemia.

E mesmo que não possua nenhum desejo do tipo, é imprescindível que qualquer gestante seja acompanhada por seu ginecologista e obstetra regularmente para monitorar os níveis de ferro e iniciar o tratamento o mais rápido possível caso haja necessidade.

Segundo o Consenso de Anemia Ferropriva da Sociedade Brasileira de Pediatria (2 de junho de 2018), calcula-se que quase 2 bilhões de pessoas em todo o mundo são afetadas pela anemia. Segundo o Ministério da Saúde, crianças, gestantes, lactantes (mulheres que estão amamentando), meninas adolescentes e mulheres adultas em fase de reprodução são os grupos mais afetados pela doença.

Quais são os sintomas causados pela anemia?

Os sintomas da anemia variam de acordo com a gravidade da doença, porém, o diagnóstico é realizado por exame laboratorial para dosagem de ferro no sangue.

Em um quadro anêmico leve, a gestante pode sentir apenas um ligeiro cansaço.

Já em anemias médias e graves, o cansaço costuma ser mais generalizado, e outros sintomas aparecem, como: falta de ar e de apetite, palidez de pele e mucosas, menor disposição para o trabalho, entre outros.

O que pode causar anemia?

A causa mais comum é a deficiência de ferro na alimentação, que causa a anemia ferropriva, representativa de 95% dos casos.

É comum também que mulheres percam ferro durante a menstruação, o que prejudica a manutenção dos níveis desse nutriente.

Já durante a gravidez, as gestantes precisam de uma quantidade ainda maior de ferro do que aquela que normalmente possuem em seu organismo, para o desenvolvimento adequado do feto, da placenta e do cordão umbilical, e para suprir as perdas sanguíneas na ocasião do parto¹. Como resultado, gestação e anemia costumam andar em conjunto.

Outro tipo de anemia que pode ocorrer é a anemia megaloblástica, que é uma doença caracterizada por geração de glóbulos vermelhos imaturos e disfuncionais, a qual ocorre quando há deficiência de ácido fólico e/ou vitamina B12 – nutrientes essenciais para o metabolismo humano.

Não é incomum que ela aconteça com a ferropriva – vale lembrar que ambas se relacionam com alimentação inadequada – fazendo com que seu diagnóstico seja muitas vezes deixado de lado.

Por fim, a anemia perniciosa, geralmente causada pela deficiência de vitamina B12, tem menor prevalência e acompanha manifestações neurológicas.

Quais são os riscos para a mãe e para o bebê?

A anemia durante a gravidez traz riscos principalmente para a mulher, que sofre baixa na imunidade e tem maior chance de desenvolver complicações pós-parto. Porém, nos casos de anemias muito graves e que não foram identificadas ou tratadas corretamente, o desenvolvimento do bebê também pode ser comprometido.

Especialmente a anemia ferropriva pode trazer riscos para a mãe e para o bebê, como fraqueza, atraso no crescimento e até parto prematuro. Já no caso de anemia megaloblástica, há um aumento do risco de defeitos congênitos do cérebro ou da medula vertebral (defeito do tubo neural), como a espinha bífida.

Lembrando que essas complicações podem ser facilmente evitadas quando o tratamento é feito de acordo com as orientações médicas.

Alimentos ricos em ferro incluem, além de carnes vermelhas e fígado, vegetais como brócolis, espinafre, abacate e lentilha. Fonte: brightpathkids.com

Como evitar e quais os tratamentos

O tratamento padrão para a anemia é a suplementação de ferro via alimentação e suplementos alimentares. No entanto, dependendo da gravidade do caso, o médico pode receitar também medicação intravenosa.

Na alimentação, é recomendado o consumo de verduras de folhas escuras, cereais enriquecidos com ferro, carne vermelha magra, frutos do mar, feijão e beterraba. Embora atualmente o leite enriquecido com ferro também já esteja disponível nos mercados, o leite do tipo não enriquecido e os ovos não são fontes importantes de ferro, ao contrário do que muitas pessoas pensam.

Vale lembrar também que o acompanhamento por profissional da área de nutrição é de grande importância durante o período gestacional. Cada organismo possui necessidades nutricionais específicas, que devem ser avaliadas e manejadas por um profissional capacitado, de modo a garantir uma gestação saudável tanto para a mãe, quanto para o bebê.

Referências

1 – Ariani I. Malaquias B. Luiz O. “Alterações hematológicas e gravidez” . Mar. 2002, disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-84842002000100006

2 – Fujimori. E, “Anemia e deficiência de ferro em gestantes adolescentes”.Maio de 2014. Disponível em: https://www.researchgate.net/profile/Elizabeth_Fujimori/publication/237564208_ANEMIA_E_DEFICIENCIA_DE_FERRO_EM_GESTANTES_ADOLESCENTES1/links/02e7e5295c50e15316000000/ANEMIA-E-DEFICIENCIA-DE-FERRO-EM-GESTANTES-ADOLESCENTES1.pd

3 – Imperi A. “Diagnóstico e tratamento das anemias. Carências na gestação: consensos e controvérsias”. Dezembro de 2003. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbsmi/v3n4/18892.pdf

4- Ministério da Saúde. Biblioteca virtual da saúde: anemia”. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/dicas-em-saude/431-anemia

5- Manual MSD. “Anemia durante a gestação”. Disponível em:https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/problemas-de-sa%C3%BAde-feminina/gravidez-complicada-por-doen%C3%A7a/anemia-durante-a-gesta%C3%A7%C3%A3o

6- Montenegro C. A. “Anemia e gravidez”. Artigo de revisão. 2014. Disponível em: http://revista.hupe.uerj.br/detalhe_artigo.asp?id=551

Источник: https://www.genera.com.br/blog/anemia-na-gestacao-sinais-e-como-tratar/

Embarazo y niños
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