Enjoos, naúseas, stress … aprenda a combater alguns desconfortos da gravidez com remédios naturais

Contents
  1. Dor de cabeça na gravidez: o que pode ser e como aliviar
  2. Desidratação
  3. Estresse e ansiedade
  4. Privação de sono e cansaço
  5. Abstinência de cafeína
  6. Nutrição pobre
  7. Hipoglicemia
  8. Postura
  9. Pressão alta (pré-eclâmpsia)
  10. Causas menos comuns
  11. Enxaqueca piora na gravidez?
  12. Dor de cabeça oferece risco ao bebê?
  13. Anti-hipertensivos
  14. Acupuntura
  15. Medidas caseiras
  16. Refluxo: Saiba como Tratar e Prevenir
  17. O que é o refluxo?
  18. Como o refluxo se desenvolve?
  19. Sintomas do Refluxo
  20. Tratamento do Refluxo
  21. Alimentos a serem Evitados
  22. Mudanças no Estilo de Vida
  23. Cirurgia Antirrefluxo (Fundoplicatura de Nissen e outras)
  24. Prevenção do Refluxo
  25. Remédio caseiro para enjoo na gravidez
  26. 1. Gengibre
  27. 2. Acupuntura ou acupressão
  28. 3. Fatie um limão ou inale seu óleo essencial
  29. 4. Tome um suplemento de vitamina B6
  30. 5. Evite grandes refeições
  31. 6. Evite suplementos de ferro
  32. 7. Busque suporte emocional
  33. 8. Controle sua respiração
  34. Veja também:
  35. Como evitar enjoo na gravidez? | Blog Leiturinha
  36. Por que o enjoo acontece?
  37. Mas como evitar enjoo na gravidez?
  38. 1. Evite cheiros e comidas fortes ou que causem náusea
  39. 2. Prefira o consumo de alimentos mais frios e menos temperados
  40. 3. Deixe uma bolacha, lanchinho ou água com sal sempre a mão para ingerir ao acordar
  41. 4. Faça refeições pequenas de 3 em 3 horas
  42. 5. Inclua gengibre na alimentação
  43. 6. Se mantenha hidratada
  44. 7. Pratique exercícios de acordo com a indicação médica
  45. 8. Cheire limão ou chupe um picolé de limão
  46. Como a literatura pode ajudar na preparação para a maternidade
  47. Mulher & Mãe: 100 Perguntas Para Reconectar-se e Buscar Novas Perspectivas

Dor de cabeça na gravidez: o que pode ser e como aliviar

Enjoos, naúseas, stress ... aprenda a combater alguns desconfortos da gravidez com remédios naturais

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Dores de cabeça são comuns na vida e na gestação. Embora a maioria delas seja benigna e se trate de, por exemplo, tensão, a grávida também tem chance de sofrer com cefaleias secundárias, ou seja, aquelas causadas por condições que oferecem risco de vida a ela ou ao bebê, como eclâmpsia e trombose venosa cerebral. Portanto, ignorar a dor de cabeça na gravidez é potencialmente devastador.

A maior parte das dores de cabeça em gestantes é descrita como um desconforto intenso ao redor da crânio e, às vezes, na parte de trás do pescoço, porém a sensação varia de pessoa para pessoa. Ainda há as enxaquecas, que despertam dores debilitantes e geralmente associadas à náusea ou sensibilidade à luz, ou ao ruído.

Normalmente, cefaleias são combatidas com analgésicos de venda livre, porém grávidas têm diversas restrições quanto ao tipo de medicamento que pode ser tomado. É uma ironia, visto que algumas características e sintomas comuns da gravidez – como fadiga e alterações hormonais – podem resultar em dores de cabeça.

Portanto, o ideal é obter orientações médicas sobre qual remédio tomar nessa fase, além de tentar adotar métodos caseiros para diminuir o incômodo e passar o resto da gravidez de bem com seu corpo.

A seguir, saiba o que pode ser dor de cabeça na gravidez e como tratá-la de forma segura e eficaz.

As dores funcionam como um sinal de alerta que algo prejudicial ao organismo está acontecendo, de maneira que espera-se uma solução. A dor de cabeça se encaixa neste mesmo contexto.

Embora o cérebro tenha papel fundamental na percepção dos estímulos, ele não sente dor. Na verdade, o que dói são as estruturas que ficam próximas ao encéfalo, como as meninges – revestimento do cérebro –, os ossos, os vasos sanguíneos, a pele e os músculos.

O desconforto pode ser causado por diversas condições, como traumas, tensão, enxaqueca, fome, sensibilidade a alimentos, problemas de visão, cansaço, alterações hormonais e doenças.

A maioria das dores de cabeça na gravidez é primária, ou seja, não tem ligação com distúrbios ou complicações da gestação.

Elas podem ser tensionais, enxaquecosas ou em salvas.

Já as cefaleias secundárias são causadas por complicações relacionadas à gravidez, como pressão alta e diabetes.

Dores de cabeça são comuns no primeiro trimestre e costumam ser fruto das diversas transformações que o corpo passa para gerar uma nova vida, como mudanças hormonais, aumento do volume de sangue e mudança de peso.

Desidratação

Ocorre quando a quantidade de água no corpo é inferior à necessária para as funções fisiológicas.

A gestante precisa de mais líquido do que uma pessoa comum, visto que ele é essencial para a formação do saco amniótico e da placenta, que é o órgão que protege e passa nutrientes para o feto. Portanto, desidratação nessa fase é grave e pode gerar complicações como parto prematuro, defeitos congênitos e baixa produção de leite. 

Além da dor de cabeça, a desidratação gera aumento de temperatura e baixa micção.

Estresse e ansiedade

Mulheres que lidam com estresse e ansiedade na gravidez também estão mais predispostas a sofrerem dor de cabeça, visto que os desconfortos emocionais podem ser interpretados pelo cérebro como físicos.

Privação de sono e cansaço

Falta de sono e cansaço são outras causas comuns de dor de cabeça na gravidez, explicadas pelo fato de esse período ser permeado por mudanças físicas que podem atrapalhar o repouso.

Algumas gestantes podem ter hipersensibilidade a determinados alimentos, de modo que sentem dor de cabeça após ingeri-los. Essa relação varia de pessoa para pessoa, ou seja, algumas mulheres podem ter enxaqueca após comer chocolate, enquanto outras não.

Além do cacau, os alimentos que costuma causar dor de cabeça incluem:

  • Leite e laticínios
  • Fermento
  • Tomates
  • Farinha de trigo
  • Pimenta
  • Café
  • Carnes processadas, como salame e presunto
  • Frutas cítricas, como limão e laranja
  • Temperos prontos
  • Bebidas alcoólicas

Abstinência de cafeína

Algumas gestantes podem optar por não tomar café ou outros derivados de cafeína, como chá-mate e refrigerante de cola, já que a substância eleva a frequência cardíaca e o metabolismo corporal, podendo prejudicar o desenvolvimento da placenta e do feto.

Todavia, quem já estava acostumada com a cafeína pode ter sintomas pela interrupção do consumo, como fraqueza, tontura e dor de cabeça.

Para evitar as consequências da abstinência, vale diminuir aos poucos a ingestão de cafeína e não repentinamente.

Nutrição pobre

A deficiência de nutrientes, como as vitaminas D, B12 e B6, pode gerar dor de cabeça na gestação. Nesse caso, vale consultar um nutrólogo ou nutricionista para receber orientações sobre dieta e suplementação. 

Hipoglicemia

Apesar de a hipoglicemia, que é o baixo nível de açúcar no sangue, não prejudicar o desenvolvimento do bebê, pode haver prejuízos à mãe. Frequentemente relacionada à diabetes gestacional, esse quadro causa dor de cabeça, tremor, suor e sensação de desmaio.

Em geral, recomenda-se ingerir alimentos ricos em carboidratos para interromper o quadro rapidamente, porém essa medida não exclui a necessidade de investigar as causas da baixa glicêmica.

Postura

A dor de cabeça de origem cervical pode ser causada por má postura, comum em gestantes devido ao peso do feto na barriga. Pode ocorrer desgaste cervical postural. Além da cefaleia, há outros sintomas como náuseas e sensibilidade à luz.

Pressão alta (pré-eclâmpsia)

Dores de cabeça durante o segundo ou terceiro trimestre de gravidez podem ser indícios de pressão alta, condição grave também chamada de pré-eclâmpsia.

A doença tratável pode causar sérias complicações tanto para a mãe quanto para o bebê, como acidente vascular encefálico (AVC), pouco suprimento de oxigênio para o bebê, parto prematuro, descolamento da placenta e baixo peso ao nascer.

Causas menos comuns

Outras causas menos frequentes de dor de cabeça na gravidez englobam infecções comuns e doenças graves, como:

  • Sinusite
  • Coágulo sanguíneo
  • Anemia falciforme
  • Tumor 
  • Problemas de coração
  • Meningite
  • Encefalite

Em geral, a dor pode ser latejante, pulsante ou contínua, além de poder afetar tanto um lado do crânio como os dois.

O incômodo pode ocorrer nas partes frontal ou lateral da cabeça, assim como acometer a região atrás dos olhos.

Os sintomas de dor de cabeça durante a gravidez podem se manifestar de diversas maneiras e variar de uma pessoa para outra.

A dor de cabeça na gravidez é um quadro comum e que pode surgir em todos os trimestres.

A tensional é mais comum no primeiro trimestre de gestação, visto que nessa fase há diversas mudanças corporais – como alterações hormonais e aumento no volume de sangue – e de rotina em pouco tempo, além de ser comum a existência de preocupações sobre o futuro da família.

Já a cefaleia no segundo e no terceiro trimestres de gravidez costuma ocorrer por motivos mais preocupantes, como pressão alta e diabetes. Portanto, ao senti-la vale comunicar imediatamente seu médico para que o quadro seja investigado.

O desconforto durante o terceiro trimestre ainda pode estar relacionado à má postura e ao aumento de peso pela barriga.

Enxaqueca piora na gravidez?

Mulheres que sofrem de enxaqueca regularmente tendem a experimentar menos crises durante a gravidez. No entanto, há casos com a mesma regularidade e que até mesmo apresentam piora dos episódios de dor.

A enxaqueca também tem sido associada a episódios intensos de cefaleia no pós-parto.

Portanto, o ideal é conversar com seu médico sobre histórico de enxaqueca e quais medicamentos podem ser tomados na gestação.

Dor de cabeça oferece risco ao bebê?

A dor de cabeça por si só não oferece risco ao feto, mas sabe-se que mulheres com enxaqueca têm risco ligeiramente maior de desenvolver pré-eclâmpsia. Apesar disso, a probabilidade é baixa e a maioria das pacientes com enxaqueca não tem pressão alta.

Mulheres que sentem dor de cabeça na gravidez frequente e que não melhora com o uso de medicamentos devem buscar um médico o quanto antes, visto que esse é um indício de pré-eclâmpsia, quadro que oferece riscos sérios para a mãe e o bebê. 

Também vale consultar imediatamente um médico se tiver febre, dificuldade de enxergar, sudorese, cefaleia intensa ou comum, dor abaixo das costelas e desmaio. 

No consultório, podem ser recomendados testes e exames para descobrir a causa da dor de cabeça na gravidez, como:

  • Exame de pressão
  • Hemograma
  • Teste de açúcar no sangue
  • Teste de visão
  • Ultrassom da cabeça e/ou pescoço
  • Ecocardiograma e eletrocardiograma

Independente de o atendimento ser emergencial ou de rotina, é recomendado informar ao médico a presença de antecedentes pessoais ou familiares de enxaqueca, pressão alta, convulsões ou diabetes.

A maioria das causas de dor de cabeça na gravidez é tratável ou evitável com os cuidados certos.

Sim, a maioria das causas de dor de cabeça na gravidez é tratável ou evitável com os cuidados certos.

Para isso, é importante que a gestante tome os medicamentos e faça todos os tratamento exatamente como orientados pelo médico, além de seguir as recomendações de dieta e exercício.

A maioria das gestantes pode tomar com segurança paracetamol para tratar dores de cabeça ocasionais, porém é importante conversar com o profissional da saúde responsável antes de recorrer a remédios sem prescrição médica.

Vale lembrar que aspirina e ibuprofeno não são recomendados na maioria dos casos.

Anti-hipertensivos

Pressão alta é uma causa séria de dor de cabeça na gravidez. Por nem sempre gerar sintomas, é recomendado medir a pressão arterial pelo menos uma vez ao dia em casa.

Medicamentos para hipertensão arterial devem ser receitados pelo médico, assim como uma dieta com pouco sal e mais fibras. Praticar atividades físicas também pode fazer a diferença.

Acupuntura

A acupuntura trata a dor de cabeça do tipo tensional na gravidez, já que estimula neurotransmissores essenciais para promoção do bem-estar e o alívio da dor. 

Embora o tratamento seja conhecido pela aplicação de agulhas finas em pontos específicos do corpo, engloba também outras técnicas da Medicina Chinesa, recomendações alimentares, exercícios e terapias complementares.

Apesar de ter abordagem integrativa, a acupuntura não exclui tratamento médico e muito menos descarta a necessidade de pré-natal, sendo indicado associar as técnicas da Medicina tradicional com a chinesa, a fim de gerenciar os sintomas com segurança e eficácia. 

Medidas caseiras

Ainda é possível tentar aliviar a dor de cabeça na gravidez com algumas medidas naturais e caseiras.

Por exemplo, se o incômodo for fruto de sinusite, pode-se aplicar uma compressa quente ao redor dos olhos e nariz. Já a cefaleia por tensão é aliviada por compressa fria ou bolsa de gelo no pescoço.

Receber uma massagem nos ombros e pescoço também ajuda a aliviar a dor, assim como descansar em um quarto escuro e silencioso. Vale ainda tomar um banho quente e relaxante no chuveiro ou na banheira.

A maneira mais eficaz de evitar o surgimento de dor de cabeça na gestação é adotar bons hábitos, como:

  • Manter boa postura (principalmente no terceiro trimestre);
  • Praticar exercícios leves, como caminhada e pilates;
  • Evitar gatilhos de dor de cabeça, como certos alimentos ou odores ;
  • Gerenciar o estresse;
  • Praticar técnicas de relaxamento, como mindfulness, ioga e massagem.;
  • Coma regularmente de modo equilibrado.;
  • Beber bastante líquido.;
  • Ter um horário regular de sono.

Источник: https://www.hong.com.br/dor-de-cabeca-cefaleia-gravidez/

Refluxo: Saiba como Tratar e Prevenir

Enjoos, naúseas, stress ... aprenda a combater alguns desconfortos da gravidez com remédios naturais

O refluxo está cada vez mais comum nos dias de hoje. Se você tem refluxo, conheça as melhores formas de tratar e aliviar o problema. Se não tem, conheça e aprenda a se prevenir!

O que é o refluxo?

É um conjunto de desconfortos que acompanha alterações no esôfago resultantes do retorno anormal do conteúdo estomacal, naturalmente ácido, para o esôfago (refluxo gastroesofágico).

Como o refluxo se desenvolve?

Tecnicamente, o esôfago de um adulto é um canal de 35 a 40 cm que liga a boca ao estômago.

Ele é elástico, e na espessura de sua parede contém camadas musculares recobertas internamente por uma delicada mucosa, parecida com o revestimento da boca.

O início do esôfago fixa-se na parte inferior da garganta, desce pelo mediastino e cruza o diafragma através de um orifício chamado hiato, poucos centímetros antes de se abrir no estômago.

Quando o esôfago desliza para cima mais que 2 a 3 cm, traciona o estômago e ambas as estruturas se deslocam para o tórax. Decorre dessa alteração anatômica a hérnia hiatal que, por sua vez, prejudica a válvula anti-refluxo. Quando o conteúdo do estômago, em geral muito ácido, atinge a mucosa esofágica, este tecido reage — inflama — originando a Esofagite de Refluxo.

Sintomas do Refluxo

As características mais comuns do refluxo são:

  • Sensação de que o alimento pode ter ficado “preso” na garganta ou no peito
  • Náusea após comer
  • Sintomas aumentados ao se curvar, inclinar para a frente, ficar deitado ou ao comer
  • Sintomas mais prováveis de acontecer (ou piores) à noite
  • Sintomas aliviados pelo uso de antiácidos

Outras características, menos comuns, são:

  • Tosse ou respiração ofegante
  • Dificuldade para deglutir
  • Soluços
  • Rouquidão ou alteração na voz
  • Regurgitação de alimento
  • Dor de garganta

Tratamento do Refluxo

É importante evitar muita quantidade de alimento antes de se deitar. Algumas pessoas beneficiam-se de dormir em uma cama elevada na cabeceira, em 20 a 25 cm.

Algumas medidas ajudam no controle dos sintomas: evitar a bebida alcoólica, não deglutir líquidos muito quentes, ingerir um mínimo de líquidos durante ou logo após as refeições, evitar a ingestão de chá preto e café puro com estômago vazio.

Os medicamentos mais usados são os que diminuem o grau da acidez no estômago (os populares antiácidos) e aqueles que inibem a produção de ácido pelas células do estômago («antiácidos sistêmicos»).

Outros remédios de um grupo chamado de pró-cinéticos destinam-se a facilitar o esvaziamento do conteúdo estomacal para o intestino, minimizando a quantidade capaz de refluir para o esôfago.

Alimentos a serem Evitados

Para prevenir azia, evite alimentos e bebidas que possam desencadear seus sintomas. Para muitas pessoas, eles incluem:

  • Álcool
  • Cafeína
  • Bebidas gasosas
  • Chocolate
  • Frutas e sucos cítricos
  • Tomates
  • Molhos de tomate
  • Alimentos picantes ou gordurosos
  • Produtos derivados de leite integral
  • Menta
  • Hortelã

Se outros alimentos causarem azia com regularidade, evite esses alimentos também.

Mudanças no Estilo de Vida

Além de evitar os alimentos descritos acima, tente fazer as seguintes mudanças em seus hábitos alimentares e estilo de vida:

  • Evite se curvar ou exercitar-se logo após comer
  • Evite roupas ou cintos que ficam apertados ao redor da cintura
  • Não se deite com estômago cheio. Evite comer 2 a 3 horas antes de dormir.
  • Não fume.
  • Faça refeições menores.
  • Perca peso se você estiver com excesso.
  • Reduza o estresse.
  • Durma com sua cabeça elevada em torno de 15 centímetros. Faça isso inclinando toda a sua cama ou usando uma cunha sob o seu corpo, não apenas travesseiros normais.

Cirurgia Antirrefluxo (Fundoplicatura de Nissen e outras)

Elas podem ser uma opção para pacientes cujos sintomas não passam com mudanças de estilo de vida e drogas. Azia e outros sintomas devem melhorar após a cirurgia, mas você ainda pode precisar tomar medicamentos para sua azia. Também há novas terapias para refluxo que podem ser realizadas por meio de uma endoscopia (um tubo flexível passado através da boca até o estômago).

Prevenção do Refluxo

Cerca de 10% dos adultos sofrem de azia quase todos os dias, e 40% a 50% apresentam ocasionalmente esse sintoma. A tendência moderna é considerar o refluxo como doença crônica. Seus sintomas podem desaparecer com o tratamento, mas retornam rapidamente com sua interrupção.

Mudanças do estilo de vida podem aliviar significativamente os sintomas.  Confira algumas dicas para prevenir o refluxo.

  • Procure comer pouco, mais vezes ao dia. O ideal é se alimentar de quatro a cinco vezes por dia, a cada três horas, e em pequenas porções. Refeições grandes podem piorar o refluxo.
  • Não durma após as refeições. Com o corpo deitado, a ausência de gravidade facilita o encaminhamento do conteúdo gástrico para o esôfago.
  • Evite bebidas gasosas. Refrigerantes e águas com gás devem ser evitados. Os gases ficam concentrados no tubo digestivo, ocasionando a distensão do estômago, o que facilita o refluxo.
  • Diminua a quantidade de café, chocolate e cigarro. Substâncias presentes no cigarro e nessas bebidas relaxam o esfíncter esofágico inferior, possibilitando a volta dos alimentos.
  • Fuja das roupas apertadas. As peças mais justas na região do abdômen, como calças, cintas e cintos, aumentam a pressão desta área do corpo, facilitando o refluxo do ácido para o esôfago.
  • Reduza os condimentos. A pimenta e outros temperos podem aumentar a secreção de ácido pelo estômago, aumentando a chance de refluxo. Podem ser substituídas por ervas aromáticas que não apresentam esse inconveniente.
  • Reduza a quantidade de frituras. O alto teor de gordura de alguns alimentos sobrecarrega o estômago e também relaxa o esfíncter, podendo resultar no caminho contrário do alimento.

E você, tem problema de refluxo? Tem alguma dica para aliviar os sintomas?

Источник: https://belezaesaude.com/refluxo/

Remédio caseiro para enjoo na gravidez

Enjoos, naúseas, stress ... aprenda a combater alguns desconfortos da gravidez com remédios naturais

Enjoo é algo com que a maioria das pessoas está familiarizada. O enjoo na gravidez, especificamente, afeta de 70% a 80% das mulheres. Embora para a maioria delas essa sensação se encerre no final do terceiro mês de gestação, algumas apresentam enjoo e vômito até o dia do parto.

  • O que você precisa saber sobre parto natural

Se você está grávida e apresenta enjoo, confira algumas dicas de como aliviar esse desconforto com remédio caseiro.

Mas, antes de ingerir qualquer substância que você não conhece a segurança, converse com a sua médica, pois alguns casos de enjoo na gravidez podem ser causados por hiperêmese gravídica, uma doença que, se não tratada, pode ser fatal.

Além disso, mesmo que sejam naturais, alguns tipos de remédio caseiro podem não ser adequados para o seu caso, por isso, sempre procure ajuda médica.

1. Gengibre

O gengibre é um remédio natural comumente usado para tratar enjoo. O modo como funciona ainda não é totalmente compreendido. No entanto, especialistas do tema acreditam que os compostos do gengibre podem funcionar de maneira semelhante aos remédios para enjoo convencionais.

Um estudo publicado pela plataforma PubMed mostrou que o gengibre pode ser efetivo para tratar enjoo na gravidez. Outro estudo publicado pela mesma plataforma mostrou que o gengibre pode ser um remédio caseiro para enjoo em pessoas que passam por processo de quimioterapia.

Um estudo que analisou um compilado de estudos sobre a efetividade e segurança do uso de gengibre como remédio caseiro para enjoo na gravidez concluiu que o consumo de gengibre pode ser uma maneira eficaz de reduzir o enjoo durante os primeiros meses de gravidez. No entanto, permanece a incerteza quanto à dose máxima segura de gengibre, a duração apropriada do tratamento, as conseqüências da super dosagem e possíveis interações medicamentosas e herbáceas; todas elas são áreas importantes para pesquisas futuras.

Além dessas evidências, o gengibre é a única intervenção não farmacológica recomendada pelo Colégio Americano de Obstetrícia e Ginecologia. Acredita-se que ele estimula a motilidade do trato gastrointestinal e o fluxo de saliva, bile e secreções gástricas.

Em um estudo, 70% das mulheres tratadas com 250 mg de gengibre, quatro vezes ao dia, apresentaram melhora no sensação de enjoo.

De modo semelhante, um outro teste com 70 mulheres grávidas com 17 semanas de gestação que tomaram a mesma quantidade de gengibre durante o mesmo período do primeiro estudo, apresentaram melhora significativa no enjoo, em comparação com as mulheres que tomaram placebo.

Com relação ao uso do gengibre para tratar enjoo na gravidez, um estudo com 187 mulheres grávidas, não encontrou aumento na taxa de malformações com o uso no primeiro trimestre. Um risco de sangramento, no entanto, existe, pois o gengibre inibe a função plaquetária. Assim, o uso concomitante de anticoagulantes com gengibre não é recomendado (confira aqui o estudo a respeito: 1).

2. Acupuntura ou acupressão

A acupuntura e a acupressão são duas técnicas comumente usadas na medicina tradicional chinesa para tratar enjoo e vômito. Durante a acupuntura, agulhas finas são inseridas em pontos específicos do corpo. A acupressão visa estimular os mesmos pontos do corpo, mas usa pressão em vez de agulhas.

Ambas as técnicas estimulam as fibras nervosas, que transmitem sinais ao cérebro e à medula espinhal. Acredita-se que esses sinais tenham a capacidade de diminuir o enjoo.

Duas revisões concluíram que a acupuntura e a acupressão reduzem o risco de desenvolver enjoo após uma operação em 28 a 75%. Além disso, estudos mostram que ambas as formas são tão eficazes quanto o remédio para enjoo convencional, praticamente sem efeitos colaterais negativos.

Da mesma forma, duas outras revisões concluíram que a acupressão diminui a gravidade do enjoo e o risco de desenvolvê-lo após a quimioterapia.

Há também algumas evidências de que a acupuntura pode reduzir o enjoo na gravidez. A maioria dos estudos que relataram benefícios da acupressão estimulou o ponto de acupuntura de Neiguan, também conhecido como P6.

Você pode estimular esse nervo por conta própria simplesmente colocando o polegar a uma distância de dois a três dedos do pulso interno, entre os dois tendões proeminentes.

Depois de localizá-lo, pressione com o polegar por cerca de um minuto antes de repetir o mesmo procedimento no outro braço. Repita se necessário.

De acordo com um outro estudo, pressionar o ponto de Neiguan diminui o enjoo em pacientes com enjoo induzido por quimioterapia e pós-operatório.

A acupuntura não é muito estudada, mas um estudo controlado, randomizado, duplo cego com 593 mulheres com menos de 14 semanas de gestação mostrou que houve menos enjoo e ânsia de vômito em mulheres tratadas semanalmente com acupuntura durante quatro semanas.

3. Fatie um limão ou inale seu óleo essencial

Os cheiros cítricos, como os de limão recém cortado, podem ajudar a reduzir o enjoo na gravidez.

Em um estudo, um grupo de 100 mulheres grávidas foram instruídas a inalar óleos essenciais de limão ou amêndoas assim que sentissem enjoo.

No final do estudo de quatro dias, aquelas do grupo do limão sentiram que o enjoo havia reduzido em até 9% do que aquelas que receberam o placebo de óleo de amêndoa.

Cortar um limão ou simplesmente a casca pode funcionar de maneira semelhante, pois ajuda a liberar seus óleos essenciais no ar. Um frasco de óleo essencial de limão pode ser uma alternativa prática para usar quando você estiver longe de casa.

4. Tome um suplemento de vitamina B6

A vitamina B6 é cada vez mais recomendada como um tratamento alternativo para mulheres grávidas que preferem evitar o convencional remédio para enjoo.

Vários estudos relatam que suplementos de vitamina B6, também conhecidos como piridoxina, reduzem com sucesso o enjoo na gravidez (confira os estudos aqui: 1, 2, 3, 4).

Por essa razão, vários especialistas sugerem a ingestão de suplementos de vitamina B6 durante a gravidez como remédio para enjoo.

Doses de vitamina B6 até 200 mg por dia são geralmente consideradas seguras durante a gravidez e praticamente não produzem efeitos colaterais. Portanto, esse remédio alternativo pode valer a pena.

No entanto, não houve muitos estudos sobre esse assunto, e alguns relataram nenhum efeito sobre o enjoo.

Para mulheres grávidas que estão tendo enjoo, a vitamina B6 é uma alternativa segura e potencialmente eficaz como remédio para enjoo.

5. Evite grandes refeições

As mulheres que apresentam enjoo na gravidez devem evitar grandes refeições e, em vez disso, comer várias pequenas porções ao longo do dia pobres em gordura, pois os alimentos gordurosos podem retardar a digestão.

Comer mais proteínas que carboidratos e ingerir mais líquidos do que sólidos também pode reduzir o enjoo, de acordo com estudo.

Outro estudo concluiu que pequenas doses de líquidos com sais, como bebidas esportivas com reposição de eletrólitos, são aconselháveis, e se o cheiro de alimentos quentes for nocivo, prefira as refeições frias.

O cheiro forte de perfume, tintas, entre outros, além de ser, em muitos casos, nocivo para a saúde, pode agravar o enjoo, principalmente na gravidez.

6. Evite suplementos de ferro

De acordo com um estudo publicado pela plataforma PubMed, mulheres grávidas com níveis normais de ferro devem evitar tomar suplementos de ferro durante o primeiro trimestre porque pode haver piora na sensação de enjoo.

7. Busque suporte emocional

De acordo com estudo, psicoterapia, terapia comportamental e hipnoterapia podem ser benéficas para mulheres com sintomas graves e/ou para aquelas nas quais as características de personalidade, conflitos conjugais ou familiares têm relevância. O objetivo da psicoterapia não é mergulhar na causa psicológica que pode estar contribuindo para o enjoo, mas sim encorajar, explicar, tranquilizar e permitir que a paciente expresse o estresse, segundo estudo.

8. Controle sua respiração

Respirar lenta e profundamente pode funcionar como um remédio para enjoo.

  • Conheça o pranayama, técnica de respiração da ioga

Em um estudo, os pesquisadores tentaram determinar qual óleo essencial foi mais eficaz na redução de enjoo após cirurgia. Eles instruíram os participantes a inspirarem lentamente pelo nariz e expirar pela boca três vezes, enquanto expostos a vários odores.

Todos os participantes, incluindo aqueles no grupo placebo, relataram uma diminuição no enjoo. Isso fez com que os pesquisadores suspeitassem que a respiração controlada pudesse ter sido a responsável por melhorar o enjoo.

Em um segundo estudo, os pesquisadores confirmaram que a aromaterapia e a respiração controlada funcionam como remédio para enjoo de forma independente.

Nesse estudo, a respiração controlada reduziu em 62% dos casos.

O padrão de respiração do estudo exigiu que os participantes inalassem pelo nariz até uma contagem de três, prendessem a respiração até uma contagem de três e expirassem até uma contagem de três.

Adaptado de US National Library of Medicine e Healthline

Veja também:

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Источник: https://www.ecycle.com.br/7001-enjoo-na-gravidez.html

Como evitar enjoo na gravidez? | Blog Leiturinha

Enjoos, naúseas, stress ... aprenda a combater alguns desconfortos da gravidez com remédios naturais

Responsáveis, muitas vezes, por alertar e até anunciar a gravidez, os enjoos são muito comuns durante a gestação. Começando, geralmente, na 4ª semana e podendo persistir até o final da gravidez, este é um sintoma clássico.

E, por isso, bastante normal na vida da maioria das futuras mães, em diferentes intensidades.

Mas você sabe por que isso acontece? E sabe como evitar o enjoo na gravidez? Pensando nisso, preparamos uma lista com 8 dicas preciosas para te ajudar. Acompanhe!

Por que o enjoo acontece?

Primeiro, é importante entender que, durante a gestação, o corpo da mulher sofre muitas mudanças.

As alterações hormonais aumentam a concentração de ácido no estômago e tornam a digestão mais lenta, por exemplo. Além disso, o crescimento do útero empurra o estômago para cima, provocando queimação na garganta.

Por fim, o estresse e o medo também podem contribuir para que o enjoo aconteça durante a gravidez.

No entanto, apesar de perfeitamente normal, o enjoo pode incomodar e causar muitos desconfortos. Por isso, o que fazer diante desse sintoma?

Mas como evitar enjoo na gravidez?

Ainda que não exista nenhuma receita milagrosa ou fórmula mágica que acabe de uma vez por todas com o mal-estar das grávidas, nós trouxemos aqui 8 dicas que podem te ajudar se você está passando por este momento! Contudo, caso o sintoma persista em alta intensidade, lembre-se que é importante consultar seu médico ou médica. Confira!

1. Evite cheiros e comidas fortes ou que causem náusea

Durante a gestação, as mulheres tendem a ficar mais sensíveis a sabores e odores. Por isso, evite, na medida do possível, cheiros e comidas com odores muito fortes, que possam ou que já causaram náusea em você.

2. Prefira o consumo de alimentos mais frios e menos temperados

Opte por alimentos leves, não muito temperados e em temperatura ambiente ou frios. Assim, eles exalam menos cheiro e causam menos mal-estar!

3. Deixe uma bolacha, lanchinho ou água com sal sempre a mão para ingerir ao acordar

Ao acordar pela manhã, pode ser interessante ingerir algum alimento leve e aguardar por cerca de 20 ou 30 minutos. Para, então, se levantar da cama.

4. Faça refeições pequenas de 3 em 3 horas

O estômago vazio piora a náusea. Por isso, evite ficar muitas horas sem comer. Coma com intervalos curtos e regulares, nem que seja uma fruta ou uma barrinha de cereal, por exemplo.

5. Inclua gengibre na alimentação

Comer um pedacinho de gengibre ou chupar balas de gengibre ajuda na hora da digestão, diminuindo a irritação da parede do estômago. 

6. Se mantenha hidratada

Água é sempre o melhor remédio! Beba água de tempo em tempo, mas evite beber líquidos durante as refeições.

7. Pratique exercícios de acordo com a indicação médica

Se movimentar é sempre bom, já que colabora com a qualidade de vida e o bem-estar. E isso não seria diferente durante a gestação! Mas vale lembrar que é importante consultar o seu médico antes de praticar exercícios físicos intensos, por exemplo.

8. Cheire limão ou chupe um picolé de limão

O limão pode ajudar a amenizar a náusea. Por isso, uma dica é tomar chá gelado com limão, colocar rodelas de limão na água com gás, chupar um picolé ou, até, cheirar o limão!

Como a literatura pode ajudar na preparação para a maternidade

Que tal preparar-se para a maternidade com livros? A literatura pode ajudar e muito nesse momento! Então, agora que você já sabe como evitar enjoo na gravidez, confira também as sugestões da Loja Leiturinha para as futuras mães!

Mulher & Mãe: 100 Perguntas Para Reconectar-se e Buscar Novas Perspectivas

Muitas mulheres, ao se tornarem mães, sentem que estão, de certa, forma perdendo suas próprias identidades.

Pensando nisso, o livro Mulher & Mãe: 100 Perguntas Para Reconectar-se e Buscar Novas Perspectivas traz 100 perguntas para que cada mulher reveja seus valores e sua situação de vida, a partir de temas como autoestima, finanças, gratidão, espiritualidade, sexualidade, autocuidado e autovalor.

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Jornalista e editora do Blog da Leiturinha, é fascinada por tudo que envolve o mundo da leitura, da educação e da infância. Acredita que as palavras aproximam pessoas, libertam a imaginação e modificam realidades. Gosta de escrever, viajar e aprender sempre.

Источник: https://leiturinha.com.br/blog/como-evitar-enjoo-na-gravidez/

Embarazo y niños
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