Frio, como proteger o meu filho?

Crianças e inverno: o que fazer para as proteger?

Frio, como proteger o meu filho?

Não há volta a dar. O frio e a chuva teimam em ocupar os nossos dias, mas a creche, a escola e o trabalho não param. É preciso enfrentar o clima e tudo o que os pais querem é ver os filhos com saúde, prontos para brincar e para aproveitar o que a vida lhes dá.

Agasalhos: o melhor é não exagerar

Gorros, casacos, gabardines, luvas e cachecóis. Tudo isto é muito bom para proteger as crianças, mas a mudança brusca de temperaturas pode fragilizar o organismo e favorecer as gripes e constipações.

Diz a sabedoria popular:

Ao entrar em casa ou na escola, aguarde uns minutos até desagasalhar as crianças. Tire primeiro luvas e cachecóis, depois o casaco e por último o gorro. Mais vale deixar arrefecer um pouco a cabeça, talvez a zona mais suscetível às mudanças de temperatura.

Diz a médica:

Não recomendo o uso de gorros. Prefiro que se proteja a cabeça das crianças com um chapéu mais leve, de algodão, para reduzir as diferenças de temperatura.

O frio faz mal?

Na língua inglesa, a palavra constipação traduz-se por cold – frio. Isto faz-nos compreender o papel do arrefecimento do corpo na saúde.

O que diz a sabedoria popular:

Para anular os efeitos do frio e da chuva — quem sabe de algumas horas com os sapatos e meias húmidos — nada melhor do que um banho quente.

O que diz a medicina:

Um banho quente é sempre reconfortante mas o seu efeito na prevenção de constipações não é um facto médico. Tudo depende da idade da criança, do seu estado de saúde e de quanto tempo ela esteve exposta ao frio e à chuva.

Lar doce lar

Por vezes, quando as crianças estão doentes, os pais não podem faltar ao trabalho e não têm com quem as deixar.

O que diz a sabedoria popular:

Quando estão doentes as crianças devem ficar em casa e ali permanecer até que os sintomas desapareçam e se sintam bem. Para consolidar a recuperação até é conveniente que fiquem resguardadas pelo menos mais um dia.

O que diz a medicina:

Mais uma vez tudo depende da doença em causa e da criança. Neste caso, uma criança pequena pode beneficiar com um dia “a mais” em casa enquanto outra, mais velha, não terá qualquer consequência ao ir para a escola mal os sintomas desapareçam.

Cuidados com o sol

Quem não gosta de apanhar o sol de inverno? Mas é preciso ter atenção, pois este é, muitas vezes, mais quente do que o sentimos e expor-se a ele com a cabeça descoberta pode ser a causa de inflamações na garganta.

O que diz a sabedoria popular:

Não se deve deixar as crianças ao sol sem chapéu.

O que diz a medicina:

Não está provado que o sol na cabeça provoque dores de garganta, logo não temos aqui um facto médico, embora proteger a cabeça do frio ou do calor seja aconselhável sobretudo em crianças pequenas.

Mãos sempre lavadas

Para evitar a propagação de bactérias e germes é muito importante lavar as mãos com frequência, sobretudo antes das refeições.

O que diz a sabedoria popular:

A higiene é amiga da saúde.

O que diz a medicina:

A higienização das mãos pode interromper a transmissão de infecções virais, bacterianas e parasitárias de uma pessoa para a outra. Estejam ou não constipadas, as crianças devem habituar-se a lavar as mãos com frequência: quando vão à casa de banho, antes das refeições, quando chegam a casa e sempre que as mãos estiverem sujas.

Existem outros hábitos que podem ajudar a manter as crianças saudáveis e a não deixar que o estado de saúde se agrave quando surgem os primeiros sinais de constipação, como:

  • Lavar o nariz com soro fisiológico logo que haja muco nasal.Esta lavagem ajuda a desentupir as narinas e evita que o muco, onde podem alojar-se germes e bactérias, desça para a garganta e para os pulmões, provocando inflamações.
  • Ligar ao pediatra sempre que a criança esteja constipada ou com tosse.Face aos primeiros sintomas, alguns pais preferem não ligar ao pediatra mas, regra geral, um simples telefonema pode evitar complicações e idas desnecessárias às urgências.
  • Certificar-se de que o ar do quarto da criança não está demasiado seco. Para manter o ar húmido coloque, perto do aquecedor, uma tigela com água. É o bastante para ajudar a criança a respirar melhor.

É importante saber que as medidas de prevenção e cuidado têm de ser adaptadas à idade da criança, bem como à sua condição física. Um bebé necessita de ser mais protegido do frio e da chuva, tal como uma criança que sofra de alergias, já que estas condicionam o estado geral de saúde. E nunca é demais lembrar que o melhor conselheiro é sempre o pediatra. Consulte-o periodicamente.

Источник: https://advancecare.pt/para-si/blog/artigos/criancas-e-inverno-o-que-fazer-para-as-proteger

Doenças que chegam com o inverno: saiba como proteger o seu filho

Frio, como proteger o meu filho?

Cof, atchiiim, brrrr… Mal despenca a temperatura e a sinfonia de tosses e espirros anuncia a temporada de encrencas para a saúde das crianças – e de noites em claro para os pais.

Apesar do incômodo tremendo, esses episódios não costumam ser grandes motivos de preocupação, desde que detectados e tratados precocemente.

“Controlá-los em estágio inicial é importante para evitar que se compliquem ou minem o sistema de defesa do organismo, abrindo a guarda para infecções secundárias mais graves, como a pneumonia“, exemplifica a pediatra e pneumologista Simone Aguiar, do Hospital Samaritano, em São Paulo.

Os problemas mais comuns

No rol das enfermidades mais prevalentes na estação do frio estão as crises alérgicas, como asma e rinite. O sistema imunológico de pessoas geneticamente propensas reage exageradamente a agentes que não são potencialmente nocivos.

“E nessa época do ano, o confinamento em ambientes fechados; o pó doméstico; a queda na umidade relativa do ar; os ácaros acumulados em cobertores, edredons e agasalhos de lã guardados precipitam esses quadros”, enumera o imunologista pediátrico Antonio Zuliani, professor de alergia e imunologia na Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), em Botucatu, no interior paulista.

As janelas lacradas e a aglomeração de pessoas também favorece a transmissão de micro-organismos, o que se traduz em infecções virais como a bronquiolite e a gripe.

Para que ameaça não pegue de surpresa, conheça os principais males que espreitam os pequenos nos meses frios e suas manifestações mais comuns:

*Bronquiolite: essa doença respiratória acomete os pequenos a partir dos seis meses de vida até 2 ou 3 anos de idade. “Começa com um resfriado e por volta do terceiro ao quinto dia a criança fica com chiado e dor no peito.

É uma enfermidade viral, que pode ser causada por inúmeros vírus, mas o mais comum é o sincicial respiratório“, explica Maria Julia Carvalho, pediatra e plantonista do Hospital Infantil Sabará, de São Paulo. Quando estão com bronquiolite, os baixinhos ficam cansados, com febre baixa e coriza, mas a doença dura cerca de 7 dias.

“Recomendamos que as crianças lavem o nariz com soro fisiológico e pedimos para os pais observarem se a enfermidade não evolui. Mas o pediatra precisa avaliar para ver se o peito está chiando ou não”, orienta a médica.

Resfriado e gripe: embora os sintomas sejam parecidos, a gripe costuma comprometer mais o estado geral dos pequenos. “O resfriado acomete as vias aéreas superiores – causando coriza, obstrução nasal, uma febre que não é tão alta.

Já na gripe a febre aparece acima de 38 graus, com dor no corpo, às vezes dor de garganta e cansaço”, informa Maria Julia. O problema é que a gripe pode complicar, causando infecções bacterianas como otite e pneumonia. Nesse caso, o antibiótico é prescrito.

A pediatra também ressalta que a imunização é fundamental para a saúde dos baixinhos – especialmente os menores de 5 anos ou que apresentam fatores de risco como problemas no rim, asma ou que fazem quimioterapia. “Temos a vacina da gripe trivalente e quadrivalente.

As duas protegem contra o H1N1“, acrescenta a especialista.

Amigdalite: a dor de garganta é temida pelos pais e pelos pequenos por causar grande desconforto e ela pode ser viral ou bacteriana. A pediatra do Hospital Sabará ressalta que geralmente o segundo tipo não apresenta sintomas respiratórios.

Pode ter febre alta, inchaço no pescoço, dor de cabeça e até abdominal, mas o pus não é exclusivo. Para ter certeza que se trata de uma infecção causada por bactéria, os médicos devem coletar uma amostra do material da garganta dos baixinhos.

“Se é viral, mesmo tendo pus, não há indicação de entrar com antibiótico. Tem que esperar passar”, afirma Maria Julia.

Laringite: ela é causada por uma inflamação da laringe, que fica um pouco abaixo das amígdalas, e tem como principal sintoma a tosse. “A região inflama, faz edema e fica machucada.

A laringite pode fazer parte de um resfriado e a criança muito pequena fica cansada”, explica a médica.

Geralmente a doença é causada por vírus e requer avaliação de um pediatra para verificar se há necessidade de prescrever medicações mais fortes para tratá-la.

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Otite: a famosa dor de ouvido acompanhada de febre alta também costuma desesperar os baixinhos. Ela pode ser ocasionada por complicações decorrentes de rinite, resfriado ou mesmo gripe. “A otite acontece quando tem acúmulo de secreção na orelha média.

A tuba auditiva que liga a orelha com a via aérea é muito pequena e horizontal, por isso, é mais fácil acumular secreção nesse local”, informa a pediatra de São Paulo.

Mas nem sempre os baixinhos terão que tomar antibióticos para sarar: em alguns casos, analgésicos e a famosa lavagem nasal resolvem o problema.

Sinusite: a inflamação dos seios da face acontece quando há acúmulo de secreção nessa região.

“O principal sinal é um resfriado que estava melhorando e a criança volta a ter febre, começa a tossir mais porque a secreção pinga na garganta e apresenta dor nos seios da face. A sinusite é um processo crônico”, esclarece Maria Julia.

Secreção nasal esverdeada e congestão são outros sintomas da enfermidade que pode ser tratada com remédios e, claro, lavagem nasal com soro fisiológico.

Pneumonia: entre as doenças que acometem os pequenos, essa é a que mais assusta os pais. Assim como outras enfermidades, ela pode ser viral ou bacteriana, mas exige muita atenção dos cuidadores porque pode evoluir para outras complicações mais graves.

“Os sintomas são tosse, febre alta, peito chiando, respiração acelerada e cansaço. Os pais devem prestar atenção para ver se o filho está muito prostrado, se ele dorme o dia inteiro porque se não estiver fazendo xixi ou tomando água pode desidratar”, adverte a pediatra.

Os métodos mais eficazes de identificar o problema são a ausculta médica e raio-X.

Como evitar

Para que as crianças não se tornem vítimas, a saída é resguardá-las dos fatores de risco. “Coloque edredons, cobertores e roupas de lã ao sol antes de utilizá-los, para eliminar os ácaros.

Umidifique o ar, afaste os pequenos da fumaça de cigarro,  mantenha o ambiente limpo com um pano úmido e evite lugares fechados”, aconselha Zuliani.

Essas recomendações valem em dobro para os pequenos alérgicos.

Outros hábitos positivos ajudam a reforçar as defesas contra o ataque inimigo, segundo o médico.

“Estimule seu filho a ingerir bastante líquido, consumir alimentos ricos em vitamina C, como laranja, limão, acerola e caju, aplicar soro fisiológico no nariz, praticar atividade física ao ar livre e lavar as mãos com água e sabão frequentemente e sempre que entrar em contato com locais por onde circula muita gente”.

Outra precaução que merece destaque são as vacinas. Certifique-se de que a imunização dos pequenos contra gripe e pneumococos – bactérias que mais frequentemente deflagram pneumonia entre 1 a 5 anos de idade – esteja sempre em dia.

Se apesar de tantos cuidados um inconveniente desses atacar seu filhote, a ordem é consultar um especialista, sem perder tempo. “Nunca negligencie sintomas como tosse persistente e chiado no peito, por exemplo.

Eles podem indicar doenças mais sérias, como bronquiolite que, sem uma intervenção adequada, pode evoluir para insuficiência respiratória ou predispor a criança à problemas alérgicos no futuro”, alerta a pediatra e neonatologista Claudia Tanuri, do Hospital e Maternidade Santa Joana, em São Paulo.

*Trecho editado por Luísa Massa

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Источник: https://bebe.abril.com.br/saude/doencas-que-chegam-com-o-inverno/

Como agasalhar o bebê nos dias frios

Frio, como proteger o meu filho?

Saber como vestir o bebê no frio é primordial para a adaptação da criança ao ambiente externo. Esses cuidados são importantes, já que a temperatura ambiente é um pouco mais fria do que a do útero, o que causa um estranhamento, principalmente, nos recém-nascidos.

Tendo isso em vista, vamos explicar a importância de escolher bem as roupas do bebê em dias de temperaturas mais baixas. Veja, então, como proteger seu pequeno, assegurar mais conforto e reduzir o risco de doenças infecciosas e respiratórias, que comumente surgem no inverno. Boa leitura!

Por que é tão importante estar atento às mudanças de estação?

Devido às próprias condições fisiológicas, os bebês perdem calor com mais facilidade do que as pessoas adultas. Isso exige mais cuidados e muita atenção na hora de agasalhar o seu pequeno.

No inverno, o risco de alergias e de doenças respiratórias é mais alto, o que faz com que os cuidados sejam redobrados para proteger a saúde das crianças pequenas. Vale destacar que o clima seco do inverno torna as condições propícias para o desenvolvimento dessas doenças, principalmente nos recém-nascidos.

Especialmente nos primeiros meses de vida, os bebês são mais sensíveis às alterações de temperatura. Afinal, enquanto estavam na barriga da mãe, eles estavam envolvidos pelo líquido amniótico.

Esse, além de ajudar na proteção mecânica do feto, ainda auxilia na manutenção da temperatura adequada para a criança dentro do útero.

Após o nascimento, os bebês estranham as variações térmicas, o que exige mais cuidados dos pais com a mudança de estação.

Como saber a quantidade ideal de roupas e acessórios?

Saiba que a recomendação da Academia Americana de Pediatria é sempre vestir o seu bebê com uma camada de roupa a mais do que você está usando.

“Opte por uma peça a mais pela dificuldade de controle térmico que os bebês têm. E lembre-se: mãe com calor, bebê com calor; mãe com frio, bebê com frio”, conta a pediatra Wylma Hossaka, coordenadora do Pronto Socorro Infantil do Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo.

A profissional destaca, ainda, que o corpo do seu bebê dará os sinais de que está confortável com a roupa ou se está sentindo frio ou calor. Se o pequeno estiver com frio, suas extremidades e o tronco, provavelmente, estarão frias. Logo, a quantidade de roupa ideal será sinalizada pela sensação de frio da mãe e pelo comportamento da criança.

Uma boa dica de como vestir o bebê no frio é utilizar várias camadas de roupas. Se você perceber que a temperatura esquentou, será bem mais fácil retirar algumas peças. É importante que a primeira seja um body com um bom teor de algodão e que fique em contato direto com a pele da criança.

Shutterstock A Academia Americana de Pediatria explica como vestir o bebê no frio: utilize várias camadas de roupas

Afinal, como vestir o bebê no frio?

Listamos algumas sugestões para ajudar na hora de agasalhar o recém-nascido. Esses cuidados são úteis tanto para ficar em casa como para sair com a criança nos dias com temperaturas mais frias. Veja quais são:

Aposte nos gorrinhos

É recomendado proteger a cabeça da criança. “A cabeça é quase 25% da estrutura corpórea do bebê, a superfície é grande e, consequentemente, a perda de calor também é”, explica Hossaka.

Então, procure usar um gorrinho no seu bebê. “Até mesmo quando estão em casa, é importante colocar o gorrinho. Eu recomendo usar um de algodão. Evite os de lã, porque o bebê sua muito na cabeça e as lãs não absorvem isso”, completa a médica. Caso mesmo assim queira usá-lo, o ideal é colocar o de algodão por baixo.

Escolha o tecido ideal

Para todas as roupinhas do bebê, a orientação é preferir os tecidos 100% algodão. Assim como os gorrinhos, que são feitos com esse material, as outras peças de inverno também devem ter a mesma composição. Por isso, a recomendação é evitar tecidos de lã, pois são mais duros, desconfortáveis e têm menos elasticidade.

Proteja bem os pés e as mãos

O bebê pode ficar com as extremidades frias, como as mãos e os pés, com maior facilidade. Por isso, opte por colocar luvas, meias ou bodies que cobrem os pés dele. Ter esse cuidado é essencial, já que os pequenos têm mais tendência a perder muito calor nas extremidades, que costumam ficar mais frias quando há queda de temperatura.

Existem alguns modelos de macacões mais adequados para o inverno: eles têm uma espécie de acabamento no punho, que você pode dobrar sobre a mãozinha do bebê. Essa dobra funciona como se fosse uma luvinha para aquecer as mãos da criança.

Coloque pijamas quentinhos

Mesmo em um clima tropical, como o nosso, em algumas cidades do Brasil, as noites de inverno podem ser bem mais geladas. Isso exige manter o bebê bem aquecido para que ele não fique com o nariz entupido, tenha resfriados, tosse e outras enfermidades que surgem nesse período.

A recomendação para os pais é investir em pijamas bem quentinhos, principalmente aqueles com tecidos de flanelas. O ideal é evitar o uso de mantas, cobertores e edredons. Principalmente, em recém-nascidos ou até os seis meses de idade — já que essas peças aumentam o risco de sufocamento.

Shutterstock Usar luvas, gorros e meias são boas sugestões de como vestir o bebê no frio

Evite banhos demorados

Tão essencial quanto saber como vestir o bebê nos dias frios é ter atenção a alguns detalhes na hora do banho. O primeiro ponto importante é verificar se não há correntes frias de ar entrando no banheiro. Veja, então, se as portas, janelas e basculantes estão bem fechados antes de iniciar o banho do bebê.

Igualmente relevante é evitar banhos muito demorados e encontrar um horário adequado para eles nos dias de inverno. Uma boa opção, principalmente em recém-nascidos, é escolher entre 15 e 16 horas, já que após esse horário a temperatura pode cair mais.

Tenha atenção ao andar de carro

Ao andar de carro com seu bebê, os casacos mais grossos devem ser retirados ao colocar o pequeno na cadeirinha. Isso porque o uso deles faz com que o cinto fique mais largo do que deveria e, em caso de acidentes, a criança não estará devidamente protegida. Por isso, ao colocar seu bebê na cadeirinha, ajuste o cinto e, depois, cubra-o com um casaco.

Como você pôde notar, saber como vestir o bebê no frio é fundamental para proporcionar mais bem-estar e conforto aos pequeninos. Por isso, o ideal é ficar atento aos sinais que podem indicar a necessidade de agasalhar melhor a criança para deixá-la mais confortável e evitar o desenvolvimento de doenças típicas dos dias de inverno.

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Источник: https://bebemamae.com/recem-nascido/higiene-recem-nascido/como-agasalhar-o-seu-bebe-nos-dias-frios

Embarazo y niños
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