Frutas proibidas durante a gravidez

O que comer durante a gravidez (e o que evitar)

Frutas proibidas durante a gravidez

O chavão mais usado pelas mulheres grávidas (sobretudo quando têm muito apetite) é que têm de “comer por dois”.

Pois bem, até podem comer por dois ou três, mas isso não deve implicar um desleixo na alimentação nem a rutura do stock de chocolates do supermercado mais perto de casa.

A comida ingerida pelas mães não só afeta o bebé, como ajuda a moldar a sua alimentação futura e, consequentemente, o seu peso. Não é caso para as futuras mães encararem a gravidez como nove meses de privações, mas sim como nove meses de cuidados.

No início deste ano, o The New York Times publicou um estudo que acompanhou, ao longo de dez anos, 21.693 gravidezes e detetou 854 casos de diabetes gestacional. A causa? O consumo de batatas.

Os investigadores associam o elevado índice glicémico das batatas, que aumenta rapidamente os níveis de glicose no sangue, ao aparecimento da doença, aconselhando as mulheres a trocarem-nas por outros vegetais.

Para esclarecer sobre o eventual perigo das batatas e de outros alimentos, recorremos à Dra. Isabel Lavinha, dietista na Maternidade Dr. Alfredo da Costa, em Lisboa.

E não vamos fazer suspense – até porque não é bom para as grávidas — , esclarecendo desde já: podem comer batatas à vontade, mas não à vontadinha.

A dietista explica que, ao evitar as batatas, as mulheres teriam de evitar também o arroz ou o pão e que os alimentos devem ser consumidos com “conta, peso e medida”. Tudo vai depender do historial da grávida, se é diabética ou se tem peso a mais, por exemplo.

Afinal, o que é importante as grávidas comerem?

Em janeiro deste ano, a revista online Mother também dedicou um artigo à alimentação durante a gravidez, destacando o consumo de frutos secos por serem uma fonte de ómega 3, consumo esse que Isabel Lavinha encara como “uma moda”, visto que uma grávida com excesso de peso não deve comer frutos secos em demasia, mas sim um ou dois por dia, devido à gordura e ao açúcar que esses frutos contêm.

Frutos secos sim, mas não mais do que um ou dois por dia caso haja excesso de peso. Foto: VisualHunt

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR

Outro conselho da revista é a aposta nos alimentos ricos em ferro, como carnes magras e porco. E sim, a ingestão de ferro é necessária, mas também ela depende de vários fatores.

Ao Observador, Isabel Lavinha diz que “todas as mulheres durante uma fase da gravidez – por volta da 18ª e da 20ª semana — devem ingerir mais ferro”, mas no caso de a mulher apresentar um quadro de anemia ferropénica, provocada por um défice de ferro, essa toma deverá ser iniciada antes.

Além disso, a dietista salienta que é preciso ter em conta que vivemos num país multicultural em que há mulheres que não comem carne, assim como há cada vez mais mulheres vegetarianas ou vegan e, nestes casos, “é preciso estar muito mais atenta à vitamina B12”.

Mas os cuidados com a ingestão de ferro não se ficam por aqui: as mulheres grávidas têm de ter em conta a biodisponibilidade, ou seja, a capacidade de uma substância entrar na célula e realizar a sua função.

Assim sendo, as gestantes “não podem juntar ferro com cálcio”, já que ambos vão disputar a absorção no organismo e o cálcio vai acabar por ganhar.

É necessário saber quando tomar ferro para não acabar a perdê-lo e uma boa dica é consumi-lo juntamente com vitamina C, já que esta ajuda na absorção.

O ácido fólico presente em legumes ou no feijão também não pode ser esquecido, mas ao contrário do ferro pode ser consumido quando quiser. As fibras são outro nutriente a ter em conta, principalmente porque ajudam naquela que é uma das maiores queixas das grávidas: a obstipação.

Esta acontece como consequência das alterações hormonais (progesterona e estrogénio), sendo que a principal função da progesterona é relaxar os músculos, quer sejam do estômago ou do intestino, e um intestino relaxado evita as contrações inesperadas, as quais não devem ocorrer nos primeiros trimestres da gravidez.

Outras apostas de uma alimentação saudável passam pelos iogurtes, já que os lactobacilos ajudam o intestino a funcionar, e pela ingestão de muita água.

Neste ponto, Isabel Lavinha ressalva que o que faz bem é mesmo água e não outros líquidos — muitas mulheres bebem pouca ou nenhuma água e, no entanto, ingerem sumos às refeições ou chás açucarados e defendem a sua escolha alegando que “é chá”.

De facto é chá, mas um chá cheio de açúcar.

Os alimentos que terão de esperar nove meses

Embora as restrições alimentares se destinem a mulheres diabéticas, hipertensas ou insuficientes renais, por exemplo, há que ter certos cuidados no que diz respeito à segurança alimentar durante a gravidez.

Nem todas as mulheres são imunes à toxoplasmose, uma doença infecciosa, congénita ou adquirida provocada por um parasita chamado Toxoplasma gondii que, não sendo uma infeção grave para a saúde dos adultos, pode ter consequências graves para o bebé, afetando o seu desenvolvimento ou provocando um aborto espontâneo. Por isso, há que ter cuidado com enchidos, carnes cruas ou mal passadas e frutas ou legumes crus.

As ostras e o sushi são perigosos porque não são cozinhados, correndo o risco de apanhar uma intoxicação alimentar por Salmonella – a não ser que opte por menus próprios para mamãs, como o do restaurante Suchic.

O combinado incluído no Menu Mamã do Sushic. Foto: Jorge Simão

Mas não só de alimentos crus vivem as preocupações das grávidas. E aqui entra outra palavra a ter em atenção: a listéria, uma bactéria capaz de provocar doenças como a meningite e que pode estar em alguns tipos de queijos.

Como se isto tudo não fosse suficiente, ainda há a brucelose — hoje em dia considerada uma doença rara –, uma infeção bacteriana que surge quando a mulher grávida entra em contacto com animais, carne animal ou leite animal que estejam contaminados com a bactéria.

Novamente cuidado com os queijos e os fiambres.

A fast food também deve ser evitada porque além de não ser nutritiva, tem um excesso de gorduras hidrogenadas, muito processadas, aditivos e imenso sal.

A gravidez como reeducação da mulher

De volta ao estudo citado pelo The New York Times, ao longo da gravidez algumas mulheres sofrem de diabetes gestacional, fruto da alimentação que levam, do peso ou da vida sedentária que têm.

No entanto, Isabel salienta que “durante uma PTGO (Prova de Tolerância à Glicose Oral), é apanhada a diabetes gestacional e, às vezes, não é nas pacientes que têm mais peso”.

Ou seja, não é nas mulheres que tinham mais peso antes de engravidarem mas naquelas que o ganharam depois de engravidar.

Uma mulher deve ganhar cerca de 12/14 quilos durante a gravidez, mas tudo depende do índice de massa corporal pré-concecional. Uma mulher com um índice de massa corporal de 30, ou seja, que sofra de obesidade, não poderá ganhar tantos quilos.

Voltando à diabetes gestacional, Isabel Lavinha descansa as mulheres em relação a essa preocupação garantindo que “não significa que tenham diabetes no fim da gravidez.

Cerca de seis a sete semanas depois a mulher repete a análise e a maioria não fica com a diabetes”.

Contudo, as mulheres que a têm durante uma primeira gravidez têm maior probabilidade de voltar a tê-la numa segunda, bem como de virem a ser diabéticas anos mais tarde, daí a necessidade dessas mulheres fazerem um controlo glicémico de dois em dois anos.

A dietista da Maternidade Alfredo da Costa olha para os cuidados alimentares durante a gravidez como uma aprendizagem para a mãe:

“A gravidez é uma altura ótima para a mãe se reeducar, para que os seus maus hábitos não venham a prevalecer na criança. Se a mãe não come sopa, o filho não vai comer sopa. Se a mãe não come saladas nem legumes e encomenda pizzas, a criança vai habituar-se a isso.”

Num inquérito realizado entre dezembro de 2002 e Janeiro de 2003 por finalistas da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa a 320 puérperas (mulheres no período pós-parto) concluiu-se que cerca de 70 por cento das inquiridas não se alimentou corretamente durante a gravidez e metade delas ultrapassou o limite máximo de peso recomendado.

O aumento de peso desmesurado pode ter tanto de desinformação como de cultural e é importante que as mulheres tenham noção de que o excesso de peso pode ter consequências durante o parto, como o recurso a cesariana ou a necessidade de indução do trabalho de parto, além de levar ao nascimento de bebés macrossómicos, ou seja, demasiado grandes. A ideia de que engordar é bom para o bebé está errada. Aliás, não é bom para ninguém: nem para o bebé, nem para a mãe.

Источник: https://observador.pt/2016/02/12/comer-gravidez-evitar/

15 alimentos que a grávida não deve comer (ou pelo menos evitar) – Pais&Filhos

Frutas proibidas durante a gravidez

  • Depois do positivo, o cuidado com a alimentação da mulher deve ser redobrado
  • Existem alguns alimentos que a gestante não deve comer para preservar a saúde dela e do bebê que está sendo gerado
  • Açúcar, café e canela estão na lista, além de alimentos crus e não-pasteurizados. Confira 15 que devem ficar de fora do prato da grávida

Na descoberta da gravidez, são só alegrias. Mas os noves meses que te esperam envolvem cautela e cuidados do que você pode ou não comer. Na hora que o estômago roncar, é importante ficar de olho nos rótulos e, principalmente, nos ingredientes de cada produto para se ver livre das bactérias e infecções presentes em alguns alimentos. Afinal, elas podem ser muito prejudiciais para a sua saúde e, principalmente, para a do bebê.

A atenção da gestante com a alimentação deve ser redobrada

Para manter uma gravidez saudável, opte por um cardápio variado com ingredientes frescos e selecionados, sem esquecer das proteínas, carboidrato e vitaminas.

Além de substâncias tóxicas como o álcool e o excesso de açúcar, alimentos como peixes crus e frutas e legumes mal lavados devem ser evitados.

 Apresentamos um guia completo com os alimentos para evitar ou tirar de vez do seu cardápio durante a gestação:

Ovo

Uma rica fonte de proteína. Esse alimento é ótimo e versátil para as mães que não consomem diariamente carne. Diferente dos outros alimentos, o ovo pode ser consumido com moderação.

Mas com bastante atenção ao preparo, pois o risco de salmonela é enorme quando o ovo é consumido cru ou mal cozido.

Por isso, pegue a panela e a frigideira e esteja preparada para cozinhar ou fritar bem os ovos quando for comê-los.

Frutos do mar

É melhor abolir do cardápio peixes, lagostas, camarões, lulas e todos os outros frutos do mar. Isso porque o mau preparo desses alimentos pode causar infecções. Fora esse problema, alguns peixes de rio estão contaminados com altor teor de mercúrio.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o valor permitido é de 0,5mg/kg, para adultos com 60 kgs. A ingestão dessa substância química, em excesso, causa danos cerebrais, tremores, aborto espontâneo e problemas no desenvolvimento do feto.

Lave tudo antes de consumir, mesmo as frutas com cascas. Corte as partes danificadas ou machucadas quando possível, já que as bactérias podem proliferar nessas áreas. O risco de toxoplasmose também é maior ao consumir produtos agrícolas não lavados.

Peixe cru

Pode causar intoxicação alimentar pelos riscos de parasitas e bactérias.

Carne crua

Se você gosta do churrasco pingando ou pelo menos vermelhinho, pode abrir mão durante 9 meses: as carnes mal passadas podem causar toxoplasmose, doença que traz riscos sérios ao bebê. Para prevenir qualquer risco, peça seus filés, bifes e hambúrgueres muito bem-passados.

Frango cru

Deve ser evitado em todo momento, ainda mais durante a gravidez. Comer ou entrar em contato com superfícies que tiveram frango cru pode transmitir salmonela, até mesmo o frango da noite anterior deve ser aquecido ou cozido novamente para destruir qualquer vestígio.

Queijo não-pasteurizado

Todos os especialistas concordam que cálcio é ótimo tanto para você quanto para o seu bebê, mas os queijos mofados (como o brie e o queijo azul) podem conter listeria, se forem feitos com queijo não-pasteurizado. Pergunte ao produtor para confirmar.

Sucos não-pasteurizados

Eles podem conter bactérias. Consulte o rótulo e tenha certeza de que as bebidas que você ingere são pasteurizadas.

O que a grávida não deve comer (Foto: iStock)

Patês

Contém muita vitamina A e não são bons para o desenvolvimento do bebê. Patês de fígado são um alto risco.

Sal

Alimentos conservados no sal ou com altor teor de sódio devem ser abolidos do cardápio das gestantes. Além de causar inchaço ou retenção de líquidos, esses produtos agravam o quadro de hipertensão, nas mulheres que já têm tendência.

Açúcar

Não tem problema em substituir o açúcar por adoçantes, mas antes de fazer a troca, a gestante deve ler atentamente o rótulo desse produto. Os adoçantes que estão liberados são sucralose e stévia. O uso dos adoçantes de sacarina e aspartame provoca má formação fetal, pois eles são teratogênicos, uma substância que altera a célula fetal.

Cafeína

Toda grávida sabe (ou deveria), mas não custa nada enfatizar que produtos a base de cafeína (café, chás, refrigerantes a base de cola, energéticos) são altamente estimulantes, além de poderem provocar taquicardia no bebê. Não se engane: os cafés descafeinados contêm 30% de cafeína.

Chocolate

Não tem muita cafeína em chocolates se comparado a quantidade que tem no café. Então, um pedaço de chocolate não é problema. Mas mantenha os olhos nos hábitos de café ou chá.

Canela

Algumas versões dizem que a canela pode gerar aborto, mas não há estudos que comprovem isso. Na dúvida, os especialistas aconselham que não consuma a especiaria durante a gravidez.

Bebidas alcoólicas

Existem muitos estudos que afirmam ser proibido para mulheres grávidas, até mesmo para aquelas que pensam em ter filhos.

De qualquer forma, as bebidas alcoólicas devem ser evitadas porque o álcool se acumula no organismo do feto, que não tem a capacidade de eliminar essa substância do corpo, podendo causar parto prematuro, atraso no crescimento e malformações cardíacas. Consulte o seu médico para saber o que ele acha melhor.

Se for comer fora, fique esperta nessas dicas:

  • Sempre peça a comida bem cozida, especialmente se contiver carne, peixe ou ovos.
  • Siga a regra das duas horas: se você estiver comendo marmita de casa, certifique-se de colocá-la em uma geladeira dentro de cerca de duas horas de ser servido. Isso impede o crescimento de bactérias.
  • Nunca deixe a sua comida no carro quente e abafado durante muito tempo. As bactérias podem crescer muito rápido em ambientes quentes.
  • Fique longe das comidas não tão saudáveis, como frituras, qualquer coisa com muito açúcar, gordura ou sódio, ou comidas que podem te deixar desconfortável.

Источник: https://paisefilhos.uol.com.br/gravidez/15-alimentos-que-a-gravida-nao-deve-comer/

O que grávida não pode comer? Veja o que evitar | MS

Frutas proibidas durante a gravidez

Início » Gravidez » O que grávida não pode comer? Veja o que evitar

Durante a gravidez, a mulher precisa seguir algumas restrições, inclusive na alimentação, que deve ser rica em frutas, verduras, legumes e cereais integrais. 

Mas muitas gestantes acabam ficando em dúvida do que podem ou não comer nessa fase. 

Antes de tudo, é importante lembrar que para saber corretamente se aquele alimento é seguro, a grávida deve conversar com a(o) obstetra que acompanha a gestação. 

De modo geral, a gestante pode comer quase todos os alimentos que ingeria antes. Legumes, cereais integrais, carnes magras, verduras, frutas e folhosas são indicados para as grávidas em todos os meses de gestação. Além disso, o consumo de água em abundância (2 litros diários) também é fundamental. 

Vale ressaltar que, durante os meses de gestação, é comum que a mulher sinta os famosos “desejos de grávida”. 

Para saber se esses desejos devem ser atendidos ou não, o mais recomendado é conversar com o médico obstetra que acompanha a gestação.  

Primeiro trimestre de gravidez: sintomas e cuidados iniciais

O que grávida não pode comer e beber? 

As gestantes devem evitar alimentos fortes (como pimenta, gengibre, chás escuros, cafés). Os alimentos que não devem ser consumidos são os que envolvem álcool (como cerveja), que estejam crus ou mal lavados e que contenham mercúrio (tubarão e atum, por exemplo). 

Leia mais: Chá de gengibre: para que serve, benefícios e como fazer

Alguns alimentos podem ser consumidos durante a gestação, desde que os cuidados necessários sejam tomados como higienizá-los corretamente e fazer um consumo moderado: 

Os temperos fortes como pimenta, gengibre ou curry não fazem mal se forem consumidos com moderação. 

Entretanto, a ingestão pode causar enjoos, azia, diarreia e desconfortos na gestante, principalmente se ela não estiver acostumada. Nesses casos, tais iguarias devem ser evitadas. 

Quando se fala sobre temperos, vale a máxima: quanto mais natural for o tempero, melhor. Por isso, dê preferência para alimentos como alho, cebola, salsinha e cebolinha que também ajudam a temperar os pratos. 

Leia mais: Grávidas podem comer gengibre?

Peixes ricos em mercúrio

Peixes são bastante indicados às grávidas, devidos às propriedades nutricionais. O ideal é que a mulher ingira pelo menos 1 porção de peixe por semana durante a gestação, já que essa carne pode trazer benefícios como bom desenvolvimento do sistema imunológico da criança e prevenção do colesterol alto na mulher.   

No entanto, alguns podem ser ricos em mercúrio e, por isso, devem ser evitados. É o caso dos tubarões, peixe-espada e atum.

Outro quesito que deve ser observado é o modo de preparo do peixe. O recomendado é que as gestantes só consuma os que foram congelados antes do preparo. 

Ler mais: Camarão na gravidez faz mal?

Frutas mal lavadas 

Em geral, todas as frutas devem fazer parte da dieta da gestante. O que se deve cuidar em relação às frutas é a higiene

Lavar bem (com água corrente) as frutas, verduras e legumes, principalmente aqueles que você vai comer com casca, é importante para evitar que algumas bactérias sejam transmitidas para o neném por meio da alimentação.  

Leites e derivados não pasteurizados, ou seja, recém-ordenhados não são indicados para as gestantes. Isso porque são uma fonte rica de bactérias, vírus e fungos que podem fazer mal ao bebê.  

Embora esses casos sejam raros, há a possibilidade desses organismos lácteos provocarem malformação, deficiências ou falência dos órgãos do neném e em caso mais extremos, induzir o parto prematuramente.  

Amendoim e castanhas industrializados

As castanhas e o amendoim podem ser consumidos durante a gestação, desde que moderadamente e de preferência, da forma mais natural possível. 

A adição de sal, conservante e corantes é uma das complicações que tornam esses ingredientes complexos para as gestantes. 

Vale lembrar que esse alimentos podem ser bastante calóricos e contribuir para o aumento do colesterol ruim (LDL). 

Por isso, a palavra que define essas iguarias durante a gravidez é moderação. 

Leia mais: Amendoim na gravidez faz mal?

Cafeína 

A cafeína está presente em várias bebidas como café, chás escuros, energéticos, refrigerantes e chocolates. 

Essas bebidas devem ser evitadas em excesso. Isso porque a cafeína pode provocar complicações como má formação do bebê que poderá nascer com sequelas ou abaixo do peso ideal. 

Se o consumo for diário e demasiado, ela pode provocar até abortos, sobretudo nos 3 primeiros meses. 

Mas vale o bom-senso. Uma xícara de vez em quando não tende a trazer prejuízos. A cafeína é um problema se for consumida em excesso e desregradamente. 

Álcool 

O álcool, depois de ingerido pela mãe, vai para a placenta do neném, ou seja, ele também acaba afetado por essa substância. 

O grande problema é que os órgãos do pequeno que são responsáveis por filtrarem as impurezas (como os rins e o fígado) ainda estão em fase de desenvolvimento ou crescimento. 

Essa substância pode provocar complicações como má formação dos órgãos do neném, atraso mental, problemas cardiovasculares, além de aumentar as chances de parto prematuro, aborto ou que o bebê nasça morto.     

Ovos e carnes crus 

Os ovos crus não devem ser consumidos pelas gestantes pois podem conter bactérias e fungos que, se entrarem em contato com o bebê, podem provocar infecções, malformação ou até mesmo o aborto espontâneo.

Assim, como os ovos, o consumo de carnes cruas também deve ser evitado para impedir que haja riscos de infecções e contaminações. 

O que comer na gravidez para não engordar? 

Antes de mais nada, toda gestante saudável deve engordar entre 10kg e 20kg, podendo variar conforme o estilo de vida, o metabolismo e o histórico médico da mulher. Assim, não adianta lutar contra isso: durante a gestação, você vai ganhar mais peso. Mas o fundamental é saber como engordar com saúde. 

Aqui tem uma lista do que pode ajudar:   

  • Gorduras boas: evite as gorduras industrializadas que geralmente aumentam o colesterol e a gordura corporal;
  • Escolha o saudável e o natural: quando puder escolher, troque as massas brancas por massas integrais, por exemplo;
  • Coma a cada 2 horas: frutas, castanhas e iogurtes são ótimos para complementar as refeições grandes (café, almoço e jantar), ou seja, eles podem fazer parte da programação durante a manhã ou a tarde; 
  • Faça exercícios: a prática de atividades físicas é indicada durante a gestação, ao menos que haja recomendação médica que determine o contrário. Assim como em outras fases da vida, movimentar-se também queima calorias e evita o ganho de peso durante a gestação. 

Quais alimentos são importantes para a grávida?

Comumente, as grávidas precisam incluir na dieta, os carboidratos bons e algumas substâncias como cálcio, ferro, magnésio, potássio e vitaminas (A, B, C, D, E  e K). A boa notícia é que esses elementos podem ser facilmente encontrados em alimentos do cotidiano (tais como frutas, folhosas e legumes).

Proteínas 

Os ovos e as carnes magras são fontes de proteínas, que ajudam na formação das células e dos órgãos do neném. 

Massas e cereais integrais (pão, arroz, macarrão) e raízes (batata e mandioca) são exemplos de carboidratos, que geram energia para o organismo. 

Se a gestante não consumir uma quantidade adequada de carboidratos, o corpo vai precisar usar as proteínas para criar energia e se manter, o que pode acabar gerando uma deficiência.  

Minerais 

O ferro também é uma substância importante para que o bebê adquira o tamanho e o peso ideal durante a estadia dentro da barriga da mamãe. Eles ainda ajudam a mulher a prevenir anemia e outras complicações no momento do parto (como reposição de sangue). 

Os principais alimentos que contêm ferro são:  

  • Carnes magras: peixes e carnes brancas; 
  • Ovos (preferencialmente cozidos ou assados);
  • Folhosas verdes: brócolis e espinafre; 
  • Leguminosas: feijão, lentilha e ervilha. 

Alimentos ricos em cálcio (como leites e derivados) também são fundamentais para o bom desenvolvimento dos ossos do neném, além de auxiliarem a mamãe a evitar doenças como a osteoporose. 

Além do ferro e do cálcio, outros minerais como fósforo, sódio e magnésio são indispensáveis para que a gestação transcorra sem complicações. Todos podem ser adquiridos com uma alimentação de qualidade.

Alimentos ricos em ferro: dieta para gestantes e para anemia

Vitaminas

Por fim, as vitaminas são importantes em todas as fases da vida, mas durante a gestação, a ingestão é indispensável para o desenvolvimento correto do bebê. Frutas, verduras, folhosas e legumes costumam ser ricos em variados tipos de vitamina.

A alimentação da gestante é um dos fatores fundamentais que contribuem para o bom desenvolvimento e crescimento do bebê. A dieta da mulher deve ser rica em frutas, verduras, legumes, cereais e carnes magras. 

Em casos de maiores dúvidas, converse com o(a) obstetra que acompanha a gestação ou procure auxílio nutricional. O Minuto Saudável traz muitas outras informações sobre cuidados na gravidez. Confira nossas postagens!!

Источник: https://minutosaudavel.com.br/o-que-gravida-nao-pode-comer/

11 Alimentos para Evitar na Gravidez

Frutas proibidas durante a gravidez

Revisado pelo: Ginecologista e Obstetra Dr. Rodrigo da Rosa Filho (CRM 119789)

Ao planejar uma gestação ou mesmo confirmá-la, muitas mulheres passam a se questionar sobre quais alimentos para evitar na gravidez e quais devem ser priorizados na dieta para garantir a saúde materna e o bom desenvolvimento fetal.

Conhecer quais alimentos para evitar na gravidez é fundamental para ter uma dieta balanceada e saudável, o que vai ajudar diretamente no controle de peso, na adequada reserva nutricional e no aleitamento.

11 alimentos para evitar na gravidez

Existem diversos alimentos para evitar na gravidez devido aos riscos elevados de contaminação, mas também por serem opções altamente gordurosas, açucaradas ou com sódio — o que pode aumentar as chances de desenvolver problemas como diabetes e hipertensão, que colocam a mãe e o bebê em risco.

Pensando na importância de uma dieta balanceada e equilibrada, que favoreçam o bom desenvolvimento fetal, manutenção do peso e saúde materna, conheça a seguir os 11 alimentos para evitar na gravidez:

  • Peixes crus e moluscos, devido aos riscos elevados de presença do parasita Toxoplasma — que pode resultar em cegueira e dano cerebral ao feto;
  • Peixes grandes, que podem apresentar altas concentrações de mercúrio;
  • Carnes, frango e frutos do mar crus ou mal passados;
  • Leite não pasteurizado e queijos pastosos, a não ser quando indicado que é produzido com leite pasteurizado. Esses itens podem apresentar contaminação pela bactéria Listeria, que eleva as chances de aborto;
  • Salsichas e frios, também por conta da presença da bactéria Listeria;
  • Patês, pastas de carne e frutos do mar defumados. As versões enlatadas são seguras, mas deve-se verificar a quantidade de sódio;
  • Ovos moles ou receitas que utilizam ovos crus, devido aos riscos aumentados de contaminação por Salmonella;
  • Brotos crus, inclusive alfafa, trevo, rabanete e feijão-mungo;
  • Chás de ervas e suplementos, devido à falta de indícios científicos que comprovem sua segurança;
  • Consumo de bebidas alcoólicas em geral, pois podem causar problemas de formação fetal;
  • O consumo de café deve ser limitado a 2 xícaras ao dia.

Além desses 11 alimentos, destaca-se que as gestantes e lactantes devem sempre evitar alimentos ultraprocessados devido às quantidades de açúcar, sódio e conservantes em sua composição. Esses alimentos podem resolver a fome, mas são pouco nutritivos, não dispondo das vitaminas e minerais necessários à dieta gestacional.

Além disso, o excesso de gordura também deve ser evitado, como em frituras, chocolates, carnes gordas, queijos e outros.

Quais alimentos devem ser priorizados na gestação?

Apesar de haver muitas dúvidas quanto aos alimentos para evitar na gravidez, a dieta da gestante é semelhante à dieta de um adulto saudável. Na gestação as mulheres precisam de cerca de 300 calorias diárias a mais para nutrir o bebê, desde que se alimente de opções nutritivas e saudáveis.

Uma das formas de estruturar a dieta durante a gravidez é dividi-la em porções de acordo com grupos nutricionais:

  • Grãos integrais como arroz integral, pão integral, macarrão integral, granola e aveia são fontes de ácido fólico, ferro e vitaminas do complexo B podendo ser ingeridas de 6 a 11 porções por dia;
  • Vegetais vem a seguir na pirâmide alimentar e podem incluir brócolis, cenoura, vagem, tomate, couve-flor e beterraba — que também são fonte de ácido fólico, ferro e vitamina do complexo B podendo ser ingeridas de 3 a 5 porções por dia;
  • As frutas são fontes de ácido fólico e podem ser consumidas de 2 a 4 porções por dia. Laranja, banana, pera, mamão, melão, melancia, uva, manga e maçã estão entre as indicadas;
  • Derivados do leite têm vitaminas do complexo B e incluem leite desnatado, iogurte e queijo que devem se restringir a 2 a 3 porções por dia;
  • As proteínas são ricas em ferro e complexo B podendo ser consumidas carnes vermelhas, frango, peixe, feijão, soja, nozes e ovos com limite de 2 a 3 porções por dia;
  • As gorduras, óleos e açúcares também podem entrar na dieta, mas com consumo moderado.

Com uma alimentação balanceada, a gestante poderá retornar ao peso normal em menos tempo após o parto e com menores riscos de complicações antes e após a gestação. Outro aspecto importante é o consumo de água, que deve ser maior na gestação e principalmente durante a amamentação, garantindo que a mãe não fique desidratada.

O auxílio de um profissional especializado, seja o obstetra ou um nutricionista, é fundamental para entender as necessidades nutricionais da gestante e organizar uma dieta que atenda as demandas específicas dela, ajudando no controle de peso e de doenças, principalmente no caso de condições pré-existentes.

Portanto, conhecendo quais alimentos para evitar na gravidez e o que incluir é possível ter uma alimentação saudável e balanceada que vai se refletir em mais saúde à gestante e ao bebê.

Fontes:

Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira;

Clínica de Reprodução Humana Mater Prime.

Источник: https://materprime.com.br/alimentos-para-evitar-na-gravidez/

Qué no puede comer una embarazada: alimentos

Frutas proibidas durante a gravidez

La dieta que debemos seguir durante el embarazo debe ser saludable, equilibrada y contener productos de todos los grupos de alimentos: leche y derivados; hortalizas y verduras; legumbres secas y patatas; frutas; carnes; pescados y huevos; cereales, pastas y azúcar.

No obstante, hay algunos alimentos que deberían no formar parte de ella, por lo menos, en grandes cantidades, por el bien del pequeño y el tuyo propio.

(Te interesa: La alimentación saludable en el embarazo: 7 pautas importantes)

¿Cuáles son estos alimentos que están prohibidos en el embarazo y que pueden causar daños al feto? Antes de nada, debemos aclarar que no hay alimentos prohibidos en el embarazo, salvo que la mujer embarazada tenga alguna enfermedad.

No obstante, sí que hay una lista de alimentos que no se deberían tomar crudos, y otros que tan solo deberían tomarse en pequeñas cantidades o evitarse por precaución.

Pescado y marisco crudo y fresco

Uno de los alimentos prohibidos en el embarazo son el pescado o el marisco crudo y fresco. Por tanto, desafortunadamente, el sushi no es compatible con el embarazo. ¿Por qué?

Anisakis

Si el pescado no ha sido congelado previamente, puede contener anisakis. Se trata de un gusano nematodo que pasa su ciclo vital en el sistema digestivo de peces y mamíferos marinos que causa intoxicaciones alimentarias.

Toxoplasmosis

Asimismo, comer pescado o marisco crudos puede causar otro peligro, que esla toxoplasmosis. Se trata de una enfermedad infecciosa que, pese a que es inofensiva, puede ser potencialmente peligrosa para el feto.

Salmonelosis

La salmonelosis es otro de los principales peligros de comer marisco en el embarazo. Es una enfermedad producida por la ingesta de alimentos con una bacteria llamada salmonela, causante de intoxicaciones alimentarias, especialmente por carnes o pescados crudos.

Si se decide comer en algún momento pescado o marisco, hay que controlar que la cocción sea muy cuidadosa y altas temperaturas. Esto es así, especialmente en el caso de los mejillones, sepias,  pulpo, almejas o langostinos. Y es que, aunque estén deliciosos, pueden contener microorganismos o patógenos peligrosos.

Carne poco hecha o curada

Al igual que el pescado y marisco, comer carne cruda o poco hecha en el embarazo aumenta el riesgo de sufrir toxoplasmosis, con el consecuente peligro para la salud del feto. ¿Cuáles son las razones?

Toxoplasma gondii

El toxoplasma gondii es un parásito que se puede transmitir al ser humano a través de la ingesta de carne contaminada, ya sea carne de vacuno, ovino o cerdo.

No sucede lo mismo con la carne de pollo, que, al ser un ave, no transmite la enfermedad.

– Sin embargo, la carne es un alimento importante para la mujer gestante, ya que, entre otros, tiene un alto contenido en hierro muy fácil de digerir y aporta proteínas de gran valor biológico.

– Para evitar contraer toxoplasmosis a través de la carne, hay que ser también muy cuidadosos a la hora de cocinarla.

El toxoplasma gondii muere a partir de los 70 ºC, por lo que hay que procurar cocinarla bien hecha.

Si se quiere consumir carne poco hecha, se debe congelar de forma industrial, a una temperatura de entre 40-60 grados bajo cero. Es la única forma de acabar con el parásito, pues éste es capaz de resistir a la congelación en el frigorífico de casa.

Qué pasa con los patés

– Los patés que se comercializan a partir de hígado de oca o de pato, al ser aves, no tienen riesgo de transmitir la toxoplasmosis.

– Lo mismo se puede decir del hígado de cerdo que, al estar previamente, cocinado, tampoco transmitiría la enfermedad.

El caso de los embutidos

En cuanto al consumo de embutidos en el embarazo, hay que diferenciar entre las mujeres que han contraído el toxoplasma gondii y las que no lo han contraído antes del embarazo.

– Las embarazadas que han dado negativo al toxo-test y que, por tanto, corren el riesgo de contraer una toxoplasmosis, deben evitar completamente el consumo de embutidos crudos, o curados, como jamón serrano, el chorizo, etc.

– Sin embargo, sí que pueden tomar embutidos cocidos, como jamón de York, pechuga de pavo o mortadela.

Por su parte, las mujeres que han dado positivo al toxo-test pueden comer cualquier tipo de embutido, puesto que ya no corren riesgo de contagiarse de la enfermedad, teniendo en cuenta que su consumo debe ser moderado, debido a su elevado contenido en sal y grasa de origen animal.

Quesos no pasteurizados

Precisamente, para evitar contagiarse de listeriosis, la mayoría de médicos aconsejan evitar el consumo de quesos no pasteurizados.

Especialmente, los quesos blandos, porque son los que tienen más posibilidades de estar elaborados con leche sin pasteurizar (leche cruda).

– Además, tienen más cantidad de agua, que es un medio más proclive a la proliferación de bacterias.

– Actualmente, los productos lácteos que podemos encontrar en cualquier supermercado suelen indicar si la leche utilizada en su elaboración está pasteurizada o no.

– En el caso de no indicarlo, suele haber, en su lugar, un número de teléfono de atención al cliente, donde los consumidores pueden consultar este tipo de dudas.

Queso parmesano

Si hablamos del queso parmesano, lo cierto es que existe cierta polémica acerca de si su consumo es saludable durante el embarazo.

– El parmesano es un queso elaborado con leche sin pasteurizar (es decir, leche cruda). Pero, al mismo tiempo, es un queso curado, es decir, prácticamente sin agua o humedad, por lo que la presencia de bacterias es bastante remota. Aún así, hay que vigilar la posible presencia de moho en el queso, muy perjudicial para una mujer en estado de gestación.

– Entonces, ¿por qué no prohiben comer parmesano durante el embarazo? El queso parmesano es muy nutritivo y saludable, de ahí que la mayoría de médicos no prohíban su consumo y recomienden simplemente un consumo moderado.

– El parmesano es también muy rico en calcio, un elemento muy importante en el embarazo.

Queso mozzarella

Como hemos dicho, los quesos de pasta blanda, normalmente, los frescos o de gran untuosidad, suelen estar elaborados con leche cruda, en su fabricación tradicional. 

– Sin embargo, la popularización de estos quesos y su consumo masivo, que ha promovido la elaboración industrial de estos productos, ha hecho que la mayoría de estos quesos se elaboren ya con leche pasteurizada.

– El queso tipo mozzarella es un muy buen ejemplo. Si bien su elaboración tradicional empleaba la leche cruda de búfala, la industria y la internacionalización de este alimento tan popular han promovido el uso de leche pasteurizada en los productos comercializados en supermercados habitualmente.

(Te interesa: Filetes de pollo con mozzarella)

Queso fresco tipo «Burgos»

El caso del queso fresco tipo «Burgos» es otro claro ejemplo de elaboración artesanal con leche cruda, e industrial, con leche pasteurizada.

Durante el embarazo, debes optar por los quesos frescos fabricados con leche pasteurizada, independientemente de que la leche sea de vaca o de cabra, las versiones más comercializadas.

Queso tipo camembert

El queso tipo camembert, brie, azul… también conllevan riesgos si se consumen durante el embarazo.

Además de que la leche usada para su elaboración puede ser cruda (lo que se indicará debidamente en la etiqueta), su corteza de moho (levaduras naturales) constituye un foco de riesgo durante la gestación, por lo que es preferible evitar este tipo de quesos extragrasos.

Algunas verduras

Durante el embarazo, es conveniente prestar atención a la elección de algunas verduras. Por ejemplo, es mejor no exagerar con los nabos. Los nabos contienen un ácido que influye negativamente en la síntesis de algunos ácidos grasos, fundamentales para la formación del tejido nervioso y de la retina del pequeño. ¿Qué más tener en cuenta?

Tomates

Asimismo, hay que descartar el consumo de tomates verdes, que son ricos en una sustancia tóxica que desaparece con la maduración y que puede producir trastornos gastrointestinales. En consecuencia, hay que dar preferencia a los tomates maduros, recordando que el tomate puede provocar urticaria y que se debe consumir en una cantidad limitada.

Patatas verdes

Tampoco se deben consumir patatas verdes. Y es que este alimento contiene una sustancia responsable de intoxicaciones, con síntomas como gastroenteritis y cefalea.

Espinacas y acelgas

Las espinacas y las acelgas contienen muchos nitratos. Se trata de sustancias potencialmente nocivas, tanto para los adultos como para los niños. Su consumo también debe ser moderado.

Con las verduras sucede lo mismo que con el pescado y la carne. Si no se lavan cuidadosamente, corren el riesgo de contagiar la toxoplasmosis, con el consecuente peligro para la futura madre y el feto.

Por ello, es fundamental lavar escrupulosamente la fruta y la verdura, incluso con productos desinfectantes específicos para este fin.

Cafeína, teína y alcohol

Aunque no sea un alimento propiamente dicho, las embarazadas deben moderar el consumo de cafeína y teína.

– Estas sustancias están contenidas en el café, el té y las bebidas a base de cola. Y es que la cafeína afecta al sueño y al ritmo cardíaco. En cambio, si embarazo es de riesgo, los médicos aconsejan evitar por completo el consumo de café.

En cuanto al café descafeinado, su consumo sí que está autorizado por los expertos, siempre que se haga con moderación, no más de una taza al día.

– El café descafeinado contiene un pequeño porcentaje de cafeína, ya que ningún método utilizado hasta el momento para extraer la cafeína de los granos ha conseguido eliminarla por completo. Así pues, mientras el café normal contiene unos 100 mg de cafeína, el descafeinado contiene 2 mg.

Las bebidas con alcohol también están prohibidas en el embarazo, ya que el alcohol aumenta el riesgo de aborto, parto prematuro y otras complicaciones en el parto.

– Además, el alcohol dificulta la absorción de ácido fólico y de otras vitaminas del grupo B, tan imprescindibles para el buen desarrollo de la gestación.

(Te interesa: Cócteles sin alcohol para embarazadas)

Источник: https://mibebeyyo.elmundo.es/embarazo/alimentacion-embarazadas/alimentos-prohibidos-embarazo

Embarazo y niños
Deja una respuesta

;-) :| :x :twisted: :smile: :shock: :sad: :roll: :razz: :oops: :o :mrgreen: :lol: :idea: :grin: :evil: :cry: :cool: :arrow: :???: :?: :!: