Gravidez com fibromialgia

Fibromialgia e Gravidez | Myos

Gravidez com fibromialgia
at 11:56 / fredericolopes

As mulheres com Fibromialgia que pretendam engravidar pela primeira vez ou voltar a engravidar devem consultar e conversar com o seu médico assistente para um acompanhamento adequado para a mulher e para o bebé.

Esta necessidade de acompanhamento médico antes e durante a gravidez é muito importante, pois em alguns casos certos sintomas da Fibromialgia como a dor e a fadiga podem ser confundidos com sintomas de gravidez, o que pode levar a um tratamento inadequado.

Por outro lado, o stress adicional em ter um bebé pode agravar os sintomas da Fibromialgia, fazendo com que se sinta pior e que leve a mulher a ter receio em engravidar.

De fato, é possível gerir e controlar a Fibromialgia durante a gravidez, desde que se tenha em conta os efeitos da gravidez nos sintomas da Fibromialgia e que se mantenha em contacto com o seu médico assistente no caso de poder ocorrer um agravamento dos sintomas. Assim, deve ser acompanhada pelo seu médico obstetra nas consultas de rotina pré-natais e durante toda a gravidez, para que esse processo decorra com normalidade.

Para que o processo de gravidez decorra com normalidade sem agravar os sintomas da Fibromialgia, deverão ser tido em consideração alguns aspetos que são descritos de seguida e que abordam temas pertinentes para as mulheres com Fibromialgia que pretendam engravidar.

A Fibromialgia afeta a gravidez?

Não existem muitos estudos sobre a Fibromialgia em grávidas e quais os efeitos das condições entre si, porém em alguns estudos foi descrito que as mulheres podem sentir mais dor durante a gravidez do que mulheres que não sofrem de Fibromialgia e que os sintomas da Fibromialgia podem agravar-se durante a gravidez. Nestes casos a mulher pode experienciar dor acentuada, fadiga e stress psicológico, especialmente nos primeiros três meses.

No entanto, outros estudos mencionam que durante a gravidez algumas mulheres com Fibromialgia apresentam uma melhoria dos seus sintomas, como a diminuição da dor e da fadiga, o que acaba por não perturbar o período de gravidez.

Estas alterações e efeitos da gravidez na mulher com Fibromialgia deve-se ao aumento substancial da quantidade de hormonas no corpo, associado ao aumento de peso, que leva à alteração das suas formas habituais a um certo desequilíbrio do corpo.

Durante a gravidez, muitas mulheres sentem enjoos e fadiga, principalmente nos primeiros três meses de gestação e por isso os sintomas da Fibromialgia podem ser frequentemente confundidos e diagnosticados como sendo parte normal da gravidez.

A Fibromialgia pode ser desencadeada durante a gravidez?

A gravidez é uma potencial fonte de stress quer se viva ou não com Fibromialgia, seja pela vontade em engravidar, seja pelo processo de gravidez e pelo trabalho de parto, sendo todos estas fases de stress.

É de realçar que ao mesmo tempo na gravidez ocorrem mudanças hormonais com alterações dos níveis de estrogénio, progesterona entre outras hormonas, que podem condicionar o aparecimento de alguns sintomas similares aos da Fibromialgia.

O período pós-parto costuma ser um período difícil para as mães e, desse modo, é importante ter em conta que poderá ocorrer um aumento da dor e de outros sintomas que podem ocorrer após o parto e claro está, dos sintomas da Fibromialgia.

Os medicamentos para a Fibromialgia são seguros durante a gravidez?

Segundo muitos estudos, nenhum medicamento para o tratamento da Fibromialgia é completamente seguro para utilização durante a gravidez, tal como acontece com a toma de medicação quando uma mulher, sem Fibromialgia, pretende engravidar.

A recomendação dos médicos é que as mulheres com Fibromialgia parem a toma de analgésicos e antidepressivos antes de engravidar, de modo a eliminar os vestígios de medicação no organismo e permitindo que o corpo se possa preparar para o processo de gravidez.

Não obstante este fato, se pretende engravidar deve conversar com o seu médico antes de cessar a toma de qualquer medicamento, pois cada caso deve ser avaliado de forma personalizada, tendo em conta o estado de saúde da mulher e os medicamentos que possa estar a fazer.

Pode-se tomar medicamentos para a Fibromialgia durante a gravidez?

Poderão existir alguns medicamentos específicos para ajudar a controlar os sintomas da Fibromialgia e que não apresentam riscos para a mulher grávida e para o feto, no entanto não deve ser tomado qualquer medicamento sem o conhecimento e a aprovação do seu médico assistente e do médico obstetra.

É importante saber que os médicos tentarão encontrar o melhor regime medicamentoso para a mulher que pretende engravidar ou que está grávida, pois o principal objetivo é que não haja um maior agravamento dos sintomas da Fibromialgia e que a mulher não queira engravidar com o receio de não ter os sintomas da doença controlados.

Cada caso será avaliado de forma individualizada e personalizada, permitindo um processo de gravidez saudável e harmonioso.

Quais são os tratamentos recomendados para a Fibromialgia durante a gravidez?

Tendo em conta que a gravidez pode afetar os sintomas da Fibromialgia, com o seu possível agravamento é importante encontrar diversas estratégias que são importantes para ajudar a mulher que quer engravidar e que não pode tomar medicação para o controlo dos sintomas da Fibromialgia.

Qualquer estratégia e tratamento não farmacológico devem ser avaliados de doente para doente e de forma individualizada, pois cada mulher irá responder aos mesmos de forma diferente.

Alguns estudos recomendam tratamentos para as grávidas com Fibromialgia as massagens, a prática de exercício físico (de forma lenta e gradual), yoga, meditação e descanso.

Para as grávidas com Fibromialgia, com a fadiga e dor constante, recomenda-se períodos de descanso entre 20 a 30 minutos, pelo menos duas a três vezes por dia.

De modo a atenuar a dor mais localizada, recomenda-se a aplicação de calor húmido duas vezes ao dia e de igual modo, um duche ou banho quente, com a temperatura da água até os 37ºC e limitando o tempo do banho a 15-20 minutos de cada vez.

Uma referência de alguns estudos é que a água com temperaturas muito elevadas aumentam a temperatura corporal do corpo para 38ºC ou para uma temperatura superior, o poderá causar defeitos congénitos no bebé.

O exercício é importante para a Fibromialgia e para a gravidez?

Como se sabe a prática de exercício físico ajuda a manter a forma do corpo, fortalecendo os músculos, mantendo as articulações flexíveis e melhorando o humor através do aumento da serotonina no seu corpo, sendo que a serotonina é um dos neurotransmissores que segundo os cientistas tem uma relação estabelecida com a Fibromialgia e com o processamento da dor.

O exercício atua como um tranquilizador natural, ajudando a aumentar a atividade da serotonina no cérebro. Estudos comprovam que o exercício ativa também a libertação de epinefrina e norepinefrina, conhecidos por aumentar a capacidade de atenção.

A falta de exercício físico pode diminuir os níveis de serotonina e, por isso, a sua prática aumenta os níveis deste neurotransmissor no cérebro estando associados efeitos calmantes, a redução da ansiedade e, em alguns casos, a sonolência.

É importante ter em conta que cada mulher grávida irá responder de forma diferente à prática de exercício, pelo que é preciso conversar com o seu médico para saber qual o exercício adequado para si, de modo a que não aumente a gravidade dos sintomas e que promova bem-estar durante a gravidez.

Quais os exercícios que se pode fazer durante a gravidez?

A nível de exercícios que possam ser realizados por mulheres grávidas com Fibromialgia são recomendados alongamentos e a manutenção das atividades e rotinas diárias.

É recomendado, por exemplo, a prática de exercício físico numa piscina de água quente, pois o calor ajuda a diminuir as dores e os alongamentos e outros exercícios suaves, dentro de água, ajudam a manter os músculos e as articulações flexíveis e fortes.

Para a prática de exercício físico na piscina é muito importante ter em conta que a temperatura da água deve estar agradável, mas não demasiado quente, com temperaturas entre 28º aos 31ºC são normalmente as indicadas para o exercício físico, no caso da gravidez, dados os riscos para o desenvolvimento do feto, ao praticar exercício uma piscina com temperaturas muito elevadas.

Também são recomendados outros exercícios para a mulher grávida com Fibromialgia, tais como o tai-chi e o yoga, tendo em conta que os exercícios terão que ser adaptados caso a caso, dadas as alterações do corpo da mulher grávida.

Autor: Ricardo Fonseca

Este artigo foi escrito pelo autor para utilização pela Myos e não pode ser reproduzido em outros sites, blogues e páginas, sem a expressa autorização do autor e da Myos.

Se gostou deste artigo partilhe através deste link.

Fontes:

https://www.webmd.com/fibromyalgia/guide/fibromyalgia-and-pregnancy#1

Pregnancy and Fibromyalgia

http://www.fibromyalgia-associationuk.org/dmdocuments/Fibromyalgia%20&%20Pregnancy.pdf

http://informahealthcare.com/doi/abs/10.3109/14767058.2010.551152?journalCode=jmf

Parentalidade e Gravidez

Источник: https://myos.pt/viver-com-a-doenca/fibromialgia-e-gravidez/

Maternidade com fibromialgia:

Gravidez com fibromialgia

Aconchegar os filhos é um dos maiores prazeres da maternidade. Um prazer que, para a funcionária pública Gisele dos Santos, 27, de Canoas (RS), vem acompanhado de muita dor.

Levantar seus meninos, Arthur, 6, ou Guillermo, 3, do chão ou abraçá-los no colo, muitas vezes, são atividades impossíveis para ela. Isso porque ela sofre de fibromialgia.

A doença, que não tem cura, provoca dores fortes pelo corpo inteiro e por longos períodos. As causas são indeterminadas e o mal acomete principalmente mulheres.

«O Arthur não pode me apertar, nem se sentar bruscamente no meu colo. Falo que, com a mamãe, tudo tem que ser devagar». Para complicar ainda mais, o garotinho tem transtorno opositor desafiante (TOD), que o caracteriza como uma criança agitada e que desafia a autoridade dos adultos. Gisele também está grávida de seis meses de outro menino.

A dor da fibromialgia é um impeditivo para que os pacientes realizem atividades simples, como lavar louça, porque elas sobrecarregam os músculos. «É dor generalizada no corpo. É como a sensação do corpo quando se fica gripada, só que por 24 horas». Por essa razão, Gisele foi afastada pela junta médica de seu trabalho, em uma secretaria escolar, e deve se aposentar em breve.

Para Universa, ela contou como descobriu a doença, de que forma ela atinge sua autoestima, a forma de criar seus filhos e de se relacionar com eles.

«Na gravidez de Arthur, o mais velho, eu tinha dores no corpo sem saber a causa, porque era considerada uma pessoa saudável. Eu não podia fazer ressonância ou qualquer outro exame de imagem por estar grávida, então só fui investigar depois que ele nasceu. Como para diagnosticar fibromialgia não há só um exame, fui fazendo por eliminação.

Meu corpo já estava muito sobrecarregado. Mas eu só podia usar bolsas de água quente nas partes do corpo que doíam mais para aliviar.

Cuidar dos filhos e lidar com a dor

Apoio da família é fundamental para cuidar de Arthur e Guillermo

Imagem: Reprodução/Instagram

Arthur às vezes olha para mim e pergunta: 'Mãe, você está com dor?'. Ele sabe que não pode me apertar. Às vezes ele me pede colo e eu não consigo dar. Então, a hora que eu estou deitada, ele vem e se aconchega.

Ele tem transtorno opositor desafiante. Isso significa que ele é uma criança agitada, desafia autoridade e nos questiona o tempo inteiro. Ele irrita muito o irmão, Guillermo. Então temos uma dificuldade maior. Mas eles tiveram que se acostumar com a minha condição.

O Guillermo é mais pesadinho, então eu não consigo levantá-lo do chão. Não consigo colocá-lo no trocador, por exemplo. Mas ele me ajuda. Sobe na cama sozinho e lá eu consigo fazer a troca da fralda.

O bom é que sempre tive minha sogra, meu marido e minha mãe, que mora com a gente, para ajudar. Nem sempre posso dar banho nos meus filhos, lavar louça…».

Apesar de toda ajuda que recebo, o mais sacrificante é essa sensação de não conseguir fazer as coisas sozinha. Isso acaba desencadeando depressão porque você começa a se sentir inútil. É um círculo vicioso pois a saúde emocional tem impacto na fibromialgia. Quanto pior eu fico, mais as dores físicas afloram.

Ainda assim, sinto que não cheguei em um nível de depressão elevado justamente porque tenho uma rede de apoio. Mas é difícil pensar que estou me aposentando aos 27 anos. Sinto que estou perdendo oportunidades de fazer algo. Sem contar que quem se aposenta cedo tem o salário menor. Mesmo que meu marido tente me deixar segura, dizendo que vamos conseguir nos adaptar, eu sofro.

Tratamento

Ainda não consegui seguir um tratamento psicológico porque é difícil de sair de casa. E também porque prefiro priorizar a terapia do Arthur, por causa do transtorno.

A doença é bem incapacitante, e em dias de mais dor, é só repouso. Percebo que, desde o diagnóstico até agora, tudo piorou bastante. A cada gravidez, a dor fica mais aflorada. Mas estou trocando de remédio para ver se alguma coisa melhora.

A decisão por fazer cirurgia bariátrica

Depois do meu segundo filho, decidi fazer a bariátrica. Minha mobilidade estava prejudicada demais! Por causa do peso e da fibromialgia, eu nem conseguia me sentar mais no chão para brincar com meus filhos. Fiz a operação em abril de 2018 e perdi 60 quilos.

Senti muita dor durante a recuperação. Certamente muito mais do que alguém que não sofre de fibromialgia. Mas percebi uma melhora na autoestima também, o que acaba impactando positivamente o controle das dores, já que a doença tem esse fundo psicológico.

As dificuldades de cada gestação

Nenhuma das gestações foi uma decisão. Acontece que, na primeira, eu tomava um remédio para controlar a enxaqueca, que inclusive era causada pela fibromialgia embora eu ainda não soubesse na época. Esse medicamento cortava o efeito do anticoncepcional injetável que eu usava. Só fui descobri isso quando engravidei pela segunda vez.

E, aí, no intervalo entre o uso do anticoncepcional injetável e da colocação de outro método, o DIU, eu engravidei novamente. Ou seja, o início dessa terceira gravidez foi ainda mais tenso. Afinal, eu corria o risco de ter um aborto espontâneo por causa do DIU.

A gravidez também me fez parar o tratamento medicamentoso- eu tomava antidepressivo, relaxante muscular e remédio para dor. Na última consulta, o médico só me receitou um antialérgico que dá sono, para eu conseguir dormir.

O bebê que vem por aí

Agora, Gisele espera o terceiro filho: será um menino

Imagem: Reprodução/Instagram

Estou esperando outro menino, mas ainda não decidimos o nome. Eu e meu marido sabemos que vai ser muito difícil com três crianças e com a doença piorando. Vamos precisar de mais ajuda. Por isso, minha mãe mora com a gente e me dá assessoria 24 horas por dia.

Depois que o nosso filho nascer, eu quero tentar o tratamento com a cannabis [há pesquisas que mostram o uso da maconha medicinal como tratamento para a redução de dores em pacientes com fibromialgia. O assunto também é discutido em grupos nas redes sociais de pessoas que têm a doença].

Источник: https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2020/01/18/ser-mae-com-fibromialgia-um-relato-de-dor-nao-posso-dar-colo-para-eles.htm

Fibromialgia e gravidez

Gravidez com fibromialgia

A combinação de fibromialgia e gravidez faz com que a futura mãe duvide de sua capacidade de enfrentar tudo o que o período da gravidez implica, juntamente com este sofrimento.

Em geral, as mulheres sentem uma alegria infinita quando descobrem estar esperando um bebê, mas as complicações na saúde se tornam difíceis em algumas etapas da gravidez.

Os sintomas que vêm junto com a gravidez, como a insônia, a repulsa por certos cheiros e alimentos, o cansaço e os vômitos matinais podem provocar um pouco de irritação na futura mãe.

A estes sintomas se podem juntar os implícitos pela fibromialgia, transformando assim os nove meses de gestação em um verdadeiro desafio.

O que é a fibromialgia?

Esta doença não é tão conhecida, apesar de se estimar que existam entre 4 e 6 milhões de novos afetados a cada ano, apenas na América do Norte.

Esta síndrome é a causa de uma dor crônica pelo corpo todo. Além disso, há ainda outros sintomas que se unem a esta característica, causando ao paciente várias mudanças em seu estilo de vida.

“O gênero feminino encabeça as cifras de acometimento desta doença, chegando a 80% dos casos”

A síndrome fibromiálgica geralmente se manifesta no início da vida adulta, e seus sintomas podem diminuir ou aumentar em determinados períodos.

Sintomas da fibromialgia

A fibromialgia causa muita dor e fraqueza. Ataca aos músculos, causando espasmos involuntários e produzindo dor e sensação de queimação.

Os ombros, a cintura, a área do pescoço e os braços são os que mais sofrem. Nestas áreas a pessoa sente dores intensas. Além disso, nos pés e nas mãos sente uma sensação de formigamento.

Além de tudo o que foi mencionado, surgem também terríveis enxaquecas, insônia e cansaço intenso. Também é provável que a depressão e a ansiedade façam parte desta síndrome.

Como se fosse pouco, ainda não existe cura para a fibromialgia. Existem apenas tratamentos paliativos para a dor e a ansiedade.

Quando uma mulher apresenta a combinação de fibromialgia e gravidez, surge a preocupação com um possível aumento na intensidade dos sintomas.

Porém, não há estudos que confirmem que os sintomas sofram alguma mudança durante a gestação. Assim, pode ser que para algumas das futuras mães eles aumentem, enquanto para outras diminuam notavelmente.

Na verdade, durante a gravidez, graças à presença da placenta, ocorre a liberação da relaxina, um hormônio que contribui para o relaxamento dos ligamentos do corpo. Além dela, também surgem os hormônios do crescimento.

Estes tipos de hormônio costumam ser escassos nas pessoas com fibromialgia, por isso, durante a gravidez, eles ajudam a reparar os danos nos tecidos e nos músculos. Ao que foi mencionado anteriormente é que se podem atribuir as possíveis melhoras da síndrome durante a gravidez.

Conselhos para enfrentar a fibromialgia durante a gravidez

Não será uma tarefa fácil, mas aqui deixamos alguns conselhos para enfrentar a fibromialgia durante a gravidez.

Consulte um terapeuta ocupacional

Este profissional é o mais indicado para oferecer soluções corretas nestes casos.

Suas orientações quanto ao uso adequado da força na hora de levantar o bebê vão te ajudar a evitar que você force os músculos mais do que o necessário.

Selecione cuidadosamente os acessórios do bebê

Substitua os botões por velcro e escolha as melhores opções de móveis (berços que possam ser ajustados em diferentes alturas e carrinhos com pouco peso, entre outros), que te facilitem lidar com as situações.

Esteja um passo à frente

Prepare-se com antecedência para a possibilidade de que os sintomas da fibromialgia piorem.

Planeje ajuda adicional para cuidar do bebê, recorrendo ao apoio da família, e ainda solicite apoio para o serviço de casa.

A combinação de fibromialgia com gravidez costuma gerar medos.

Informe-se sobre esta doença, compartilhe e conheça as experiências de outras mães que também tenham vivido a fibromialgia durante a gravidez.

Pergunte, pesquise e conte sobre a sua experiência. Talvez você também possa ajudar outras pessoas.

Escolha um bom médico obstetra

Este profissional da saúde irá te acompanhar durante toda a gravidez, sendo assim o seu grande apoio. Além disso, é importante que o obstetra esteja disponível para trabalhar junto com o reumatologista que acompanha o seu caso.

Faça exercício

Fazer exercício ajuda a diminuir o estresse e aumenta a qualidade de vida. No caso da fibromialgia na gravidez, os exercícios te ajudarão a fortalecer os músculos, aumentarão sua flexibilidade e melhorarão seu estado de humor.

Além disso, ao fazer se exercícios se elevam os níveis de serotonina, o que vem a ser de grande ajuda para uma mulher na gestação, especialmente se sofre de fibromialgia.

Pode interessar a você…

Источник: https://soumamae.com.br/fibromialgia-e-gravidez/

Embarazo y niños
Deja una respuesta

;-) :| :x :twisted: :smile: :shock: :sad: :roll: :razz: :oops: :o :mrgreen: :lol: :idea: :grin: :evil: :cry: :cool: :arrow: :???: :?: :!: