Minhocas e parasitas, o que deves saber

Minhoca: importância ambiental na natureza e em casa

Minhocas e parasitas, o que deves saber

As minhocas fazem um trabalho de fragmentação da matéria orgânica que permite que todo o ciclo de vida se renove.

Facilitando a decomposição pelos micro-organismos, elas contribuem para a geração de húmus, enriquecimento do solo e diminuição do lixo destinado a aterros e lixões.

As minhocas são seres higiênicos e você pode cultivá-las em casa (até mesmo em apartamentos) como animais domésticos, por meio da compostagem, ou vermicompostagem.

Entenda a importância das minhocas para o meio ambiente e porque é importante e benéfico tê-las em casa.

Tipos de minhocas

As minhocas são animais anelídeos da classe Oligoqueta, ordem Haplotaxida. Com exceção de ambientes de climas extremos como desertos e de temperaturas muito baixas, as minhocas estão presentes no mundo inteiro, principalmente em florestas e pastagens naturais.

Entretanto, algumas espécies também habitam ambientes aquáticos.

As diversas espécies de minhocas possuem distintos tamanhos. Em média, uma minhoca pode variar de alguns milímetros a alguns metros de comprimento. Há registros de minhocas pertencentes à espécie Microchaetus sp.

medindo sete metros de comprimento e 75 milímetros de diâmetro.

As populações de minhocas variam de apenas alguns indivíduos por metro quadrado a mais de mil, dependendo das condições do solo como pH, capacidade de retenção de umidade, chuvas e temperatura ambiente.

Mas, o mais importante para a manutenção da vida de uma minhoca é a disponibilidade de matéria orgânica.

Isso porque as interações entre a matéria orgânica e os micro-organismos fornecem alimento para as minhocas.

Alguns tipos de minhocas podem se reproduzir por partogênese, ou seja, sem necessidade de acasalamento, o que aumenta o seu potencial para se espalhar para novos locais. Enquanto algumas minhocas não resistem a climas abaixo de 0°C, outras não suportam temperaturas acima de 30 e 35ºC.

Embora todas as espécies de minhocas contribuam para a fragmentação da matéria orgânica, elas diferem muito nas maneiras pelas quais fazem essa decomposição.

Algumas espécies de minhocas limitam suas atividades a decomposição da camada de serrapilheira na superfície do solo e raramente penetram no solo mais do que superficialmente.

O principal papel dessas espécies é a fragmentação de matéria orgânica em partículas finas, o que facilita a atividade microbiana.

Outras espécies vivem logo abaixo da superfície do solo a maior parte do ano, exceto quando o clima é muito frio ou muito seco; não tem tocas permanentes; e ingerem matéria orgânica e materiais inorgânicos.

Há também as espécies que habitam o solo com tocas permanentes e profundas. Estas espécies vivem principalmente a base de matéria orgânica, mas também ingerem quantidades consideráveis ​​de materiais inorgânicos e os misturam completamente no solo como um todo.

Estas últimas espécies são de importância primordial na pedagogênese (formação do solo).

Tempo de vida da minhoca

O ciclo de vida de muitas espécies de minhocas ainda não foi bem estudado. Há informação de qualidade e disponível apenas sobre cerca de 39 espécies de minhocas, sendo 12 pertencentes a ambientes de clima temperado, sete africanas e 20 espécies de ecossistemas tropicais como os do Brasil.

O tempo de vida de uma minhoca varia entre dez e 12 anos. Entretanto, no ambiente selvagem, as minhocas costumam viver no máximo até uma ou duas estações do ano devido à sua suscetibilidade a uma ampla gama de predadores.

Minhocas e a fertilidade do solo

As minhocas são extremamente importantes para a formação do solo. Por meio da ingestão, elas proporcionam a fragmentação da matéria orgânica e sua mistura com os minerais presentes no solo.

Por meio da alimentação da matéria orgânica, as minhocas melhoram a atividade microbiana, que, por sua vez, também acelera as taxas de biodegradação e estabilização do húmus – matéria orgânica presente em vários tipos de solos, que é essencial para a vida na Terra. Para entender melhor o que é húmus e sua importância, dê uma olhada na matéria: «Húmus: o que é e quais são suas funções para o solo».

Minhocas e a movimentação do solo

Como Darwin bem observou, uma minhoca é capaz de movimentar grandes quantidades de solo de camadas mais profundas para a superfície. Em algumas espécies, uma única minhoca chega a movimentar de duas a 250 toneladas de hectares de solo. Essa movimentação é muito importante para manter o solo homogêneo e fértil.

Aeração e drenagem do solo

A atividade das minhocas aumenta tanto a porosidade quanto a disponibilidade de ar (oxigênio) no solo. Os buracos feitos por elas também são importantes para melhorar a drenagem e aumentar a taxa de infiltração de água.

Minhocas disponibilizam nutrientes para o solo

Durante a alimentação das minhocas, a proporção carbono/nitrogênio na matéria orgânica cai progressivamente, mas a maior parte do nitrogênio é convertida na forma de amônio ou nitrato. Ao mesmo tempo, outros nutrientes como fósforo e potássio, são convertidos em uma forma disponível para as plantas.

Sem o trabalho de decomposição das minhocas e, principalmente, de micro-organismos, os nutrientes ficariam eternamente presos na matéria orgânica morta e não retornariam ao ciclo da vida, se tornando escassos e inviabilizando a vida na Terra como a conhecemos.

A importância das minhocas na composteira de casa

A maior parte do lixo produzido em casa (cerca de 60%) é de origem orgânica; ou seja, restos vegetais e, em parte, animais. Esse tipo de lixo, se destinado para aterros e lixões, acaba aumentando a demanda por espaços subutilizados e contribui para a emissão de gases do efeito estufa.

Uma composteira caseira contendo micro-organismos decompositores e minhocas especializadas em compostagem doméstica evita a emissão de gases do efeito estufa, a demanda por espaços em aterros e lixões e ainda produz um rico húmus que pode ser utilizado como substrato para plantas, entre outros benefícios. Para isso basta cultivar minhocas (e micro-organismos benignos e invisíveis a olho nu presentes no húmus) por meio do lixo de origem vegetal.

Qual é a melhor minhoca para a composteira?

Como vimos, há muitas espécies de minhoca. Somente as terrestres compõem cerca de 4 mil espécies de minhocas, divididas em três grupos ecológicos: anécicas, endogeicas e epigeicas.

As minhocas mais adequadas para a composteira fazem parte do grupo das epigeicas, que são aquelas que vivem próximas à superfície, sendo as espécies mais utilizadas de nome científico E. andrei e E. fetida, pois não abrem galerias no solo e alimentam-se basicamente de resíduos orgânicos, vantagens para a criação em cativeiro.

O grupo das minhocas anécicas é formado pelas espécies que vivem em galerias verticais. E o grupo das minhocas endogeicas é formado por espécies que vivem em perfis de solo mais profundos ainda – grupos pouco vantajosos para a criação em cativeiro.

Veja também:

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Источник: https://www.ecycle.com.br/6418-minhoca.html

Veja 8 parasitas que vivem dentro de humanos e o que eles provocam

Minhocas e parasitas, o que deves saber

Há algum tempo, aqui no Mega Curioso, publicamos um relato que mostra que uma infecção por parasita pode ser bem desagradável. seres podem causar danos e consequências bem complicadas para nós, humanos, e aqui já falamos sobre eles diversas vezes, como você pode ver clicando aqui e aqui.

E agora trazemos aqui 8 parasitas que habitam os seres humanos. Eles são compridos, com formatos que lembram minhocas, e alguns deles podem durar bastante tempo até serem identificados, enquanto outros podem causar um estrago antes mesmo que você perceba a presença em seu corpo. A lista foi publicada pelo site Scientific American. Confira:

1. Oxiúro

Esse verme é responsável por uma das infecções parasitárias mais comuns do mundo.

Mais incidente em crianças, a doença causada pelo oxiúro está presente em vários países do mundo, incluindo nações desenvolvidas na Europa e os Estados Unidos.

A principal consequência da infecção por oxiúro é que a larva fêmea dessa espécie, durante a noite, sai do corpo pelo orifício anal e coloca os ovos na região próxima à entrada do reto, causando fortes coceiras no local.

O contato das crianças com os ovos ao coçar deixa as suas mãos contaminadas, e estas se tornam uma grande fonte de transmissão para outras crianças. Sim, se você estiver pensando, provavelmente você já esteve com esse parasita no seu interior, pois a infecção é extremamente comum em quase todas as crianças até completarem 12 anos de idade.

2. Tênia

Com certeza você deve se lembrar da tênia da época que teve aulas sobre doenças e parasitas na matéria de Ciências ainda no Ensino Fundamental. Esse parasita é marcante porque pode chegar a incríveis 6 metros de comprimento dentro do corpo humano sem a pessoa nem perceber. A identificação só acontece quando é possível ver partes do verme nos excrementos.

A infecção ocorre pela ingestão de carnes vermelhas malcozidas, contaminadas com ovos do parasita. Há dois tipos de tênia: a saginata e a solium, que causam a teníase ou a cisticercose.

Esta é a doença mais grave entre as duas e é causada somente pela Taenia solium, podendo atacar músculos, olhos e o cérebro, gerando convulsões, dores ou até morte.

Ela ocorre quando as larvas do parasita se infiltram na corrente sanguínea a partir do intestino, migrando para as outras partes do corpo.

3. Triquinela

Esse parasita causa uma infecção severa que pode culminar em sintomas como febre, diarreia, dores abdominais, vômito e até problemas cardiorrespiratórios fatais.

O tamanho do problema varia conforme o número de larvas de triquinela que a pessoa ingere por meio da carne de porco malcozida.

Para matar os corpos desse verme que possivelmente estão presentes nas carnes suínas, recomenda-se que se cozinhe esse alimento a pelo menos 77 graus Celsius.

Caso o cozimento não seja feito de maneira correta, as larvas, que estão enclausuradas em capas protetoras, são soltas ao chegar no estômago, quando os ácidos do órgão dissolvem essa camada de proteção. Após isso, o parasita pode atingir até 3 milímetros de comprimento, e as fêmeas se deslocam pelas correntes sanguíneas até se instalarem nos músculos, onde vão causar os sintomas descritos.

4. Esquistossomo

A esquistossomose, doença causada por esse parasita, pode ocasionar lesões, inflamação e inchaço de órgãos como fígado, bexiga, pulmões ou intestinos, locais do organismo por onde os ovos das larvas passam ao se deslocar pelo sangue.

As larvas adultas podem se alojar nas correntes sanguíneas durante anos, e, com o tempo, se os sintomas não forem tratados, podem ocorrer sangramentos fatais no intestino ou originar câncer na bexiga.

A contaminação por essas larvas ocorre por meio da pele, quando as pessoas têm contato com o caramujo infectado ou ao se banhar em águas em que haja presença desses hospedeiros.

5. Filária

Esse é o parasita causador da filariose, ou elefantíase, que resulta no inchaço desproporcional de braços, pernas, seios ou áreas genitais.

Isso ocorre porque a larva, contraída pela picada de algumas espécies de mosquito e de mosca, se instala nos vasos linfáticos causando sérias inflamações.

No estágio em que geram a infecção, esses parasitas podem atingir até 10 centímetros de comprimento.

Infelizmente, ainda não há cura conhecida para essa enfermidade, porém ela precisa ser tratada. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 120 milhões de pessoas no mundo estão infectadas com a filária, dentre as quais, 40 milhões sofrem com as deformidades físicas originadas pela doença.

6. Trichuris tricuria

Esse parasita habita o intestino grosso dos infectados e pode causar a doença chamada tricuríase. O verme pode chegar a 5 centímetros de comprimento, e os sintomas são perda de peso, diarreia e anemia. Em casos mais severos, pode ocorrer prolapso retal, a condição em que as paredes do ânus ficam sobressalientes.

A principal forma de contrair esse parasita é pelo contato com fezes humanas contaminadas com ovos. As crianças estão mais sujeitas a este tipo de doença por, às vezes, não tomarem os devidos cuidados ao brincar em algum lugar sujo. 

7. Lombriga

As cerca de 1,5 bilhão de pessoas infectadas com lombriga fazem da infecção causada por este parasita a mais comum do mundo.

O maior problema que agrava a disseminação desse verme é a falta de saneamento básico, o que faz com que ele afete principalmente as regiões tropicais e subtropicais menos desenvolvidas.

Entretanto, ninguém está livre de contrair a ascaridíase, o nome da doença causada pela lombriga, tendo em vista que a contaminação acontece por alimentos vegetais que crescem em solos fertilizados com fezes humanas carregadas de ovos.

A maioria das contaminações é assintomática, mas em alguns casos extremos pode ocasionar morte do hospedeiro em função de bloqueio intestinal, já que as larvas chegam a alcançar 30 centímetros de comprimento.

Além dos casos fatais, a lombriga pode gerar dificuldade de respiração, febre, catarro, entre outros, dependendo de qual órgão for atingido. O início da contaminação acontece no intestino, quando os ovos se tornam larvas e, a partir daí, se alastram por outros órgãos por meio da corrente sanguínea.

Segundo a OMS, aproximadamente 60 mil mortes por ano, na maioria crianças, são causadas pela infecção por lombriga.

 08. Ancylostoma Duodenale

Esta larva também está presente nas fezes humanas, e o contato direto é a principal causa de contaminação.

Ao contrário de grande parte dos parasitas, que se alojam nos indivíduos pela ingestão via oral, este invade o corpo das pessoas por meio dos folículos capilares ou pelas glândulas sudoríparas, responsáveis pelo suor.

Os sintomas variam entre dificuldades respiratórias e tosse, quando a larva atinge o pulmão, e dores abdominais e anemia, quando o órgão atingido é o intestino.

O parasita pode atingir até 1 centímetro de comprimento na fase adulta, quando habita o sistema digestivo. Regiões de clima quente e países menos desenvolvidos são os principais atingidos, segundo dados da OMS, que também apontam que aproximadamente 740 milhões de pessoas no mundo são infectadas com a ancilostomose, a doença causada por esse verme.

*Publicado originalmente em 08/10/2015

Источник: https://www.megacurioso.com.br/nojento/85332-veja-8-parasitas-que-vivem-dentro-de-humanos-e-o-que-eles-provocam.htm

Parasitas internos em gatos

Minhocas e parasitas, o que deves saber
Gatinhos são especialmente propensos a sofrer com parasitas internos, devido ao seu sistema imunológico ainda em desenvolvimento.

Existem dois tipos específicos de parasitas internos que o seu gatinho pode ser suscetível: protozoários e vermes.

Gatinhos são especialmente propensos a sofrer com parasitas internos, devido ao seu sistema imunológico ainda em desenvolvimento.

Existem dois tipos específicos de parasitas internos que o seu gatinho pode ser suscetível, especificamente:

O que são protozoários?

Os protozoários são organismos unicelulares que podem causar diarreia.

Os gatinhos sofrem principalmente de dois tipos específicos de microrganismos, sendo ambos responsáveis por diarreia grave e digestão incompleta, o que pode potencialmente levar à desidratação e perda de peso. Eles são:

  • Giardia – protozoários microscópicos que se fixam na membrana mucosa do intestino delgado
  • Coccidia – ingerido através de cistos presentes no solo e em suas presas, especialmente camundongos

Alguns desses parasitas prosperam em ambientes específicos e são até resistentes à umidade.

Como um gato pode ser infectado por protozoários?

Um gato ou gatinho pode ser infectado de uma das seguintes maneiras:

  • Ao comer a forma infecciosa do parasita – na forma de um cisto
  • Ao lamber o pelo contaminado com fezes
  • Compartilhar liteiras contaminadas
  • Comer algo contaminado com fezes

Sintomas de infecção por protozoários em gatos

Somente seu veterinário pode identificar esses parasitas e prescrever o tratamento adequado. Dito isto, os gatos infectados apresentam uma série de sintomas, incluindo:

  • Diarreia
  • Fezes com sangue
  • Inchaço e vermelhidão ao redor do ânus
  • Muco ou oocistos presentes nas fezes

Se você está preocupado que seu gato está mostrando algum dos sintomas acima, certifique-se sempre de levá-lo ao veterinário.

Como tratar infecção por protozoários em gatos

O veterinário vai prescrever medicação oral para combater os parasitas.

Existe uma vacina para a giárdia felina; no entanto, raramente é prescrita devido à eficácia dos tratamentos orais.

Vermes

Os vermes são parasitas que infestam os intestinos de um gato ou gatinho.

Existem dois tipos de vermes comumente encontrados em gatos:

  • Vermes redondos: Esses vermes estão no intestino delgado do gatinho, onde formam bolas e podem causar obstruções intestinais. Eles podem ser detectados pela presença de ovos nas fezes dos gatos ou nas áreas anais.
  • Vermes de fita: Os vermes de fita fixam-se nas paredes do intestino e causam inchaço, diarreia e por vezes danificam o pelo. Sua presença pode ser detectada nas fezes. Eles se parecem com grãos de arroz.

Como um gato pode ser infectado por vermes?

A infestação pode variar de acordo com o tipo de verme; no entanto, a maneira mais comum de um gato ou gatinho ficar com vermes é por entrar em contato com ovos ou fezes de outro gato infectado.

Alguns gatos ao ar livre podem caçar roedores e infectar-se por larvas de vermes que vivem no tecido do animal.

Ninhadas de gatinhos podem desenvolver vermes se a mãe estiver infectada. Isso ocorre através da amamentação, quando as larvas de vermes passam para os gatinhos através do leite materno.

Sintomas de infestação por vermes em gatos

É impossível dizer se um gato ou gatinho tem vermes apenas olhando para eles; no entanto, há uma série de sintomas observáveis que podem acompanhar uma infestação de vermes:

  • Diarreia
  • Perda de peso
  • Pelo seco ou áspero
  • Vômito
  • Sangue nas fezes
  • Um abdome inchado
  • Letargia
  • Vermes visíveis nas fezes ou ao redor do ânus

Tratamento e prevenção de infestação por vermes em gatos

Seu gato ou gatinho deve receber tratamentos regulares de desverminação durante o programa inicial de vacinação.

Seu veterinário vai fazer recomendações específicas para a vermifugação de rotina com base no estilo de vida do seu gato, focando especificamente se ele fica ao ar livre e se ele fica em contato com outros gatos.

Para assegurar que seu gatinho permaneça saudável enquanto o sistema imunológico se desenvolve, é importante conversar com seu veterinário sobre o cronograma de vacinação e sobre os planos de tratamento para parasitas internos.

Источник: https://www.royalcanin.com/br/cats/kitten/internal-parasites-in-cats

Embarazo y niños
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