Mudanças na mulher no primeiro mês de gravidez

Contents
  1. Primeiro mês de gravidez: quais são os cuidados e mudanças? | MS
  2. Quais os sintomas de gravidez no primeiro mês?
  3. No primeiro mês de gravidez a barriga cresce?
  4. Qual o tamanho do feto no primeiro mês de gestação?
  5. Como é o feto no primeiro mês?
  6. Quando o embrião se torna feto?
  7. Inchaço no primeiro mês de gravidez
  8. Menstruação no primeiro mês de gestação
  9. Corrimento no primeiro mês de gravidez
  10. Cuidados no primeiro mês
  11. Exames no primeiro mês de gestação
  12. Gravidez 1º mês
  13. O primeiro mês de gravidez: Fecundação e migração do óvulo para o útero
  14. Com a implantação do óvulo, a fase mais arriscada da gravidez na sua fase inicial termina
  15. No primeiro mês: Diferenciação de sistemas celulares para todos os sistemas orgânicos
  16. A mãe grávida apresenta os primeiros sinais e sintomas da gravidez
  17. Primeiro trimestre de gravidez: cuidados no início da gestação
  18. O que é normal sentir no primeiro trimestre da gravidez?
  19. O que as grávidas devem evitar no primeiro trimestre?
  20. Cuidados na gestação: Como se manter saudável durante a gravidez?
  21. Alguns sinais diferentes podem ocorrer durante a gravidez
  22. Quais são as dores mais comuns na gravidez?
  23. Quais os principais exames de gravidez no primeiro trimestre?
  24. Grávida pode? Os primeiros meses de gravidez
  25. Dicas:
  26. Pode:
  27. Não pode:
  28. Dicas
  29. Pode
  30. Não Pode
  31. Tudo sobre o primeiro trimestre da gravidez: cuidados, exames e mudanças no corpo – Pais&Filhos
  32. Mudanças no corpo
  33. Pode ou não pode?
  34. Exames em dia
  35. Consultoria: Wagner Hernandez, ginecologista e obstetra, mestre em obstetrícia pela Universidade de São Paulo (USP), pai de Gustavo. Maria Elisa Noriler, ginecologista e obstetra, mãe de Luiza e Beatriz. Antonio Carlos Durante, pai de Fernanda e Lea, ginecologista e obstetra

Primeiro mês de gravidez: quais são os cuidados e mudanças? | MS

Mudanças na mulher no primeiro mês de gravidez

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Muitas vezes, a gestação é uma surpresa para os pais, em outros casos, é planejada e muito esperada. De qualquer forma, podemos dizer que a gestação é um momento especial na vida da mulher e que o 1º mês é só o início dessa jornada.

E nesse comecinho, em que muitas mulheres ainda não têm conhecimento da gestação, é que acontecem as mudanças importantes no desenvolvimento do embrião.

Esse período embrionário se inicia desde o momento da fecundação até a 8ª semana de gravidez, sendo somente na passagem do 2º para o 3º mês em que ele é chamado de feto.

Continue a leitura e entenda melhor sobre o que acontece com o corpo da mulher nesse começo!

Quais os sintomas de gravidez no primeiro mês?

Neste primeiro mês, o corpo passa por uma série de transformações devido às mudanças hormonais provocadas pela gravidez. Assim, a mulher passa a manifestar alguns sintomas.

Esses sinais ou sintomas não se relacionam ainda com as mudanças físicas na mulher, como alteração no tamanho da barriga ou nos seios, por exemplo.

Leia mais: Sintomas de gravidez podem surgir antes do atraso menstrual

Mas algumas coisas são bem observáveis, como o atraso menstrual, que geralmente é o primeiro sinal percebido pela gestante. Outros sintomas característicos desse início são os seguintes:

  • Cólica;
  • Inchaço;
  • Mudanças no humor;
  • Dores na região lombar;
  • Necessidade de urinar com maior frequência;
  • Sensibilidade nos seios;
  • Sonolência.
  • Fadiga;
  • Enjoos;
  • Pequenos sangramentos;
  • Desejos alimentares.

No entanto, é importante ressaltar que nem todas as mulheres apresentam todos esses sintomas no primeiro mês de gestação ou ao decorrer da gravidez. E mesmo quando ocorrem, podem apresentar-se em intensidades e frequências diferentes.

No primeiro mês de gravidez a barriga cresce?

Não, no 1º mês de gestação a barriga não aumenta. Mas, apesar de não ocorrer o crescimento abdominal, outros sintomas podem ser indícios da gravidez, como enjoos, sensibilidade nos seios e alterações no humor.

Por isso, as mães ansiosas para ver a barriga crescendo precisam ser pacientes, especialmente na 1ª gestação, quando as fibras musculares são mais resistentes e demoram mais para se expandirem.

Lembrando também que o momento em que a barriga cresce pode variar entre as mulheres, pois cada organismo é diferente.

Por isso, perceber as mudanças na barriga pode demorar.

Qual o tamanho do feto no primeiro mês de gestação?

O feto neste primeiro mês de gestação mede, em média, entre 2,5 milímetros de comprimento e pesa cerca de 2 gramas (como um grão de arroz ou uma semente de papoula).

Como é o feto no primeiro mês?

No 1º mês, o feto ainda pode ser chamado de embrião, por estar em desenvolvimento. Apesar de ser o começo da gestação, essa é uma fase bastante importante para o desenvolvimento do bebê, sendo que as transformações são constantes e aceleradas.

Todos os dias as células se multiplicam para a formação dos tecidos e órgãos vitais do bebê. Essa primeira fase é chamada de fase mórula.

Após ela, forma-se uma espécie de ovo, composto pelo embrião, saco amniótico e placenta.

É nesse período também que o embrião começa a desenvolver o cordão umbilical, por onde receberá os nutrientes e oxigênio que precisa para o crescimento saudável.

Ao fim do 1º mês, é possível identificar a formação de um coração, ainda minúsculo e em desenvolvimento.

Apesar de ser mais difícil no início da gestação, existe a possibilidade do embrião ser visualizado no ultrassom transvaginal, em alguns casos sendo possível ouvir os batimentos cardíacos.

Quando o embrião se torna feto?

O embrião passa a ser  chamado de feto somente após a 9ª semana de gestação, quando começa a desenvolver células ósseas nas cartilagens já formadas, começando a tomar uma aparência mais humana, digamos assim. Nesse momento, o embrião apresenta um tamanho aproximado de 2,5 centímetros.

Inchaço no primeiro mês de gravidez

O inchaço é um sintoma bastante característico ao longo da gestação e, apesar de ser mais presente a partir do 5º mês, pode estar presente já no início da gravidez.

Esse inchaço acontece por conta de uma maior retenção de líquidos que acontece, devido ao aumento de 25% a 30% de líquidos circulando pelo organismo da mulher.

Por ser um volume muito maior, acabam extravasando pelos vasos e se espalhando para os tecidos. Como consequência, a mulher fica mais inchada.

Por isso, durante a gravidez, é normal haver inchaço nas pernas, pés e dedos, podendo deixar a mãe sentindo-se desconfortável com o uso de sapatos e alguns acessórios, como anéis.

Menstruação no primeiro mês de gestação

Um dos primeiros sintomas da gravidez é o atraso menstrual. No entanto, algumas mulheres relatam ter tido um sangramento ainda no 1º mês. Nesses casos, esse corrimento não é exatamente uma menstruação.

Geralmente, é um sangramento mais curto, com fluxo reduzido e de aspecto diferente do que costuma ocorrer na menstruação.

Normalmente, acontece quando ocorre a implantação do embrião no útero (nidação). Ao colar na parede do órgão, pode acabar rompendo algum vaso sanguíneo e causar esse sangramento.

Corrimento no primeiro mês de gravidez

Existem vários tipos de corrimentos vaginais que podem ocorrer, alguns são indicativos de infecções e doenças, mas outros são comuns e não sinalizam nenhum tipo de complicação, como o branco ou rosado.

No entanto, durante um período mais delicado como é a gestação, a preocupação com esses corrimentos é redobrada.

Por isso, é importante saber que há outros sinais que devem ser levados em conta para entender se há motivo para se preocupar:

  • Cor: corrimento marrom, amarelo, esverdeado ou mais acinzentado são indícios de que a mulher pode estar com alguma infecção;
  • Cheiro: o odor desagradável do corrimento também é um alerta;
  • Coceira: o corrimento associado à coceira pode sinalizar problemas mais graves;
  • Ardência: pode ocorrer desconforto ao urinar;
  • Mudanças na pele: presença de bolinhas ou mudança no aspecto da pele da região íntima.

Além de ficar atenta aos sintomas listados, é importante manter uma frequência saudável de idas ao ginecologista e esclarecer todas as dúvidas com o médico obstetra.

Cuidados no primeiro mês

Em uma gravidez de risco ou não, algumas mudanças de hábitos precisam ser feitas. Entre os principais cuidados estão:

  • Ter acompanhamento médico adequado, realizando exames e consultas de acordo com o orientado;
  • Ter cuidado com o uso de medicamentos e nunca automedicar-se;
  • Cuidar com os vícios, evitando fumar, fazer uso de drogas e bebidas alcoólicas;
  • Cuidar da alimentação, evitando alimentos que possam oferecer risco ao feto. O ideal é manter uma dieta nutritiva e balanceada;
  • Manter um ritmo de exercícios físicos mais moderado, sem atividades de grande impacto.

Leia mais: Ômegas 3 e 6 na gestação podem estar relacionados ao TDAH

Exames no primeiro mês de gestação

No 1º mês de gravidez não existem exames específicos para avaliar a saúde do bebê ou da mulher, sendo estes exames mais comuns a partir do fim do 1º trimestre gestacional (3º mês).

Podemos dizer que o primeiro teste que a mulher realiza é para confirmar a gestação, sendo o mais comum a mulher buscar os exames quando começa a desconfiar dos sintomas, como menstruação atrasada e enjoos, por exemplo.

Leia mais: Como fazer teste de gravidez (farmácia e exame de sangue)?

Para confirmar a gravidez, a mulher pode recorrer a testes de farmácias ou exames de sangue (beta HCG).

Com a gravidez confirmada, o médico pode solicitar exames de sangue, urina e fezes, para avaliar o tipo sanguíneo da mãe, presença de infecções, doenças ou anticorpos que podem prejudicar o desenvolvimento do feto.

O 1º mês de gestação é só o começo deste período cheio de transformações e mudanças na vida das mães e pais. Além disso, as dúvidas sobre o período estão apenas começando, especialmente para quem está vivenciando a 1ª maternidade ou paternidade.

Para esclarecê-las, continue acompanhando nossos outros artigos sobre gravidez!

Источник: https://minutosaudavel.com.br/primeiro-mes-de-gravidez/

Gravidez 1º mês

Mudanças na mulher no primeiro mês de gravidez

Quanto à duração da gravidez, é um cálculo puramente aritmético. Como o momento exato da ovulação só pode ser determinado em muito poucas mulheres, a gravidez é calculada a partir do primeiro dia do último período menstrual e dura dez meses ou 40 semanas a partir de então.

O médico irá recalculando a data do parto durante a gravidez, uma vez que pode obter uma grande quantidade de dados sobre o desenvolvimento do bebé através de ecografias.

O primeiro mês de gravidez: Fecundação e migração do óvulo para o útero

É claro que não há gravidez na primeira metade do ciclo menstrual: durante o primeiro mês de gestação, essas duas semanas são uma fase preparatória. Durante esse tempo, os processos hormonais preparam o endométrio e a ovulação.

Em cada ciclo, amadurecem entre dez e vinte folículos, dos quais normalmente apenas um se rompe e expele um óvulo maduro nas proximidades das trompas de Falópio. Com a ajuda de numerosos cílios, o óvulo começa a migrar através das trompas de Falópio até ao útero.

Após a ovulação, o óvulo pode viver apenas 12 a 24 horas. Os espermatozoides masculinos, por outro lado, sobrevivem cerca de 48 horas, de modo que os dias férteis da mulher começam algum tempo antes da ovulação.

Após a ejaculação do homem, cerca de 500 milhões de espermatozoides iniciam uma «corrida» e apenas um ganha no final. Normalmente, o óvulo é fertilizado ainda nas trompas de Falópio.

Embora a membrana externa do óvulo possa ser penetrada por vários espermatozoides, o caminho através da membrana interna do óvulo é apenas atravessado por um espermatozoide: o óvulo seleciona o vencedor através de determinados sinais bioquímicos.

Assim que esses espermatozoides entram no óvulo, este muda a sua estrutura bioquímica: a tensão elétrica ao redor da membrana celular muda de tal forma que os restantes espermatozoides são impedidos de entrar. Neste momento, o primeiro mês de gravidez começa em termos reais e não apenas aritméticos.

O primeiro mês é um período crucial para a continuidade da gravidez. O princípio do «tudo ou nada» é aplicado desde a fecundação do óvulo no meio do ciclo até a implantação do embrião no endométrio.

Se as influências externas ou os processos físicos provocarem sérios transtornos do desenvolvimento do bebé, a gravidez é interrompida naturalmente. Geralmente, a mulher grávida não se apercebe deste acontecimento, vivido como um leve atraso ou um aumento no sangramento menstrual.

Com a implantação do óvulo, a fase mais arriscada da gravidez na sua fase inicial termina

Logo após a fecundação, os núcleos celulares do óvulo e dos espermatozoides fundem-se e cria-se o código genético de um novo ser humano a partir da informação genética da mãe e do pai. A esta célula original chama-se zigoto. A seguir, começa a dividir-se e, assim, torna-se o ponto de partida para bilhões de novas células.

Dois dias após a fecundação, o óvulo fertilizado é formado por duas células, que se transformam em oito no dia a seguir. Na terceira semana de gestação, chega-se à chamada fase da mórula, pois a sua forma lembra uma amora. Um dia depois, forma-se uma cavidade dentro do grupo celular:

A mórula transformou-se um blastocisto (uma estrutura celular complexa) formado por dois tipos diferentes de células: os embrioblastos dão origem ao embrião: do ponto de vista científico, o bebé vai chamar-se assim até o final do primeiro trimestre, isto é, até que todos os órgãos importantes se tenham formado, após o que passará a ser chamado feto pelos médicos.

A placenta desenvolve-se a partir dos trofoblastos, do blastocisto, que está ligado ao cordão umbilical e garante o fornecimento de nutrientes e oxigénio à criança, bem como a eliminação dos seus produtos metabólicos.

No primeiro mês de gravidez, o embrião prematuro tem de fazer um esforço enorme. Durante a terceira semana, migra da trompa de Falópio para o útero e nidifica no endométrio no início da quarta semana.

Esse processo também é conhecido como nidação. Pouco antes, o embrião deixa a membrana que envolve o óvulo e penetra tão profundamente na membrana mucosa que fica totalmente tapado por ela. Se a nidação for bem-sucedida, põe fim a uma das fases mais arriscadas das primeiras semanas de gravidez: é muito provável que a gravidez continue.

O saco gestacional e o saco vitelino, que fornecerão nutrientes ao bebé nas próximas semanas, também se estão a formar. A placenta está-se a formar agora gradualmente à volta do óvulo implantado. No final do primeiro mês, o embrião mede cerca de meio milímetro: no momento do nascimento, o seu bebé terá pouco mais de 50 centímetros de comprimento e pesará cerca de 3.200 gramas, em média.

No primeiro mês: Diferenciação de sistemas celulares para todos os sistemas orgânicos

Anteriormente, as células embrionárias eram multipotentes, o que significa que este tipo de células-tronco poderia teoricamente produzir qualquer tecido celular ou órgão do corpo. A partir deste tipo de células embrionárias, desenvolve-se o disco germinativo, composto por três camadas germinais:

Nas próximas semanas, a partir da camada germinal interna (endoderma) vai formar-se a base da maioria dos órgãos internos. A partir da camada germinal média (mesoderma), desenvolvem-se o coração, o sistema vascular e os órgãos sexuais internos. A camada externa (ectoderma) contém as células da pele, o sistema nervoso e os órgãos sensoriais do bebé.

A mãe grávida apresenta os primeiros sinais e sintomas da gravidez

Os sinais externos da gravidez ainda não são visíveis no primeiro mês. No corpo da mãe, no entanto, a fecundação do óvulo deu início a uma série de alterações hormonais, que são cruciais para a continuação da gravidez, a implantação do óvulo e o desenvolvimento futuro do bebé.

Muitas mulheres sentem os primeiros sinais de gravidez, mesmo antes do atraso no período menstrual: os seios endurecem e repuxam, a pele da aréola começa a escurecer. No momento da implantação do óvulo no útero, muitas vezes há uma leve perda de sangue, chamada de sangramento de implantação.

As hormonas também fornecem alguns outros sinais de gravidez. A progesterona atrasa os processos corporais das mulheres grávidas, a fim de proteger o embrião, pelo que a futura mãe frequentemente se sente muito cansada.

A maioria das mulheres sente os primeiros ataques de enjoos matinais desde o primeiro mês de gravidez. É possível que também tenham as primeiras prisões de ventre relacionadas com a gravidez e aumento do fluxo. Além disso, a mudança hormonal implica altos e baixos emocionais, que muitas vezes marcam todo o primeiro trimestre da gravidez.

Источник: https://www.bebitus.pt/guia/gravidez/meses-de-gravidez/gravidez-1o-mes.html

Primeiro trimestre de gravidez: cuidados no início da gestação

Mudanças na mulher no primeiro mês de gravidez

O primeiro trimestre de gravidez é cheio de descobertas e preocupações para os futuros pais da criança. No texto abaixo vamos listar e explicar alguns cuidados a serem tomados e exames a serem realizados a fim de garantir uma gestação mais segura e saudável para a mãe e para o bebê.
 

O que é normal sentir no primeiro trimestre da gravidez?

O primeiro trimestre da gravidez é repleto de mudanças. O feto está se desenvolvendo rapidamente, formando os principais órgãos do corpo humano como coração, pulmão, fígado, intestino, rins e medula. A gestante também passa por muitas adaptações para manter e nutrir adequadamente essa nova vida.

Os sinais comuns nesse período da gestação são:

  • Aumento da frequência urinária;
  • Cansaço e sonolência;
  • Dor nas costas ou no corpo;
  • Náuseas ou vômitos, principalmente no período matutino;
  • Alterações no humor;
  • Retenção de líquido;
  • Cólica;
  • Sensibilidade nas mamas.  

O que as grávidas devem evitar no primeiro trimestre?

Alguns cuidados simples e a orientação profissional através do pré natal podem evitar riscos para a mãe ou para o bebê. Entenda:

  • Não utilizar qualquer medicamento sem orientação médica;
  • Não consumir bebidas alcoólicas ou cigarro;
  • Evitar o consumo excessivo de chás e cafeína;
  • Atividades físicas devem ser orientadas por um profissional;
  • Evitar comer alimentos crus, como carne, peixe e ovos;  

Cuidados na gestação: Como se manter saudável durante a gravidez?

Durante a gestação é comum que o organismo da mãe necessite de maior aporte de nutrientes e vitaminas. Para evitar carências nutricionais que são ruins para a mãe e o feto, é recomendado que a gestante mantenha a rotina de consultas e exames pré-natais e procure acompanhamento nutricional para manter uma dieta balanceada e rica em nutrientes 

Alguns nutrientes são especialmente essenciais para uma gestação saudável, tais como:

  • Ácido fólico: presente em espinafre, feijão-branco, brócolis, laranja, repolho branco, fígado bovino, abacate, grão-de-bico, lentilha, escarola, pão de centeio.
  • Vitaminas do complexo B: encontrada em carne bovina, peixe, ovos, banana, leite e derivados e cereais integrais.
  • Cálcio: carnes, grãos e vegetais verde-escuros.
  • Ferro e Zinco: presentes em fígado, carnes e leite.
  • Iodo: sal iodado, frutos do mar e peixes de água salgada
  • Fibras: encontradas em verduras, legumes, frutas e cereais integrais, como aveia, trigo, milho e arroz.

Todas essas vitaminas são essenciais para uma gestação forte e saudável. Não deixe de consultar um nutricionista e um obstetra que serão capazes de te auxiliar melhor nesse processo.
 

Alguns sinais diferentes podem ocorrer durante a gravidez

Alguns sintomas incomuns que a gestante pode apresentar, mas que precisam de uma avaliação diferenciada para evitar consequências maiores.

  • Roncos: devido ao inchaço que ocorre nas mucosas, o ronco repentino pode ocorrer durante a gravidez, entretanto, outras causas devem ser avaliadas e excluídas, como distúrbios do sono e doenças alérgicas.
  • Alterações no paladar: a mulher pode alterar o paladar, sentindo gosto metálico na boca durante todo o dia, persistindo até quando ingere algum alimento ou escova os dentes;
  • Alterações na visão: é comum que mulheres que já precisam de lentes corretivas antes da gestação, sinta mudanças no grau necessário, tanto para melhor quanto para pior. As alterações hormonais e inchaço contribuem para essa mudança. Entretanto, a diabetes e a hipertensão arterial também. Então, essas alterações devem ser compartilhadas com o obstetra logo que apareçam para serem melhor investigadas.
  • Prisão de ventre: Muitos fatores podem contribuir para alterações no hábito intestinal da gestante. Por isso, manter uma boa ingesta de líquidos e fibras contribuem imensamente para evitar a prisão de ventre.

Quais são as dores mais comuns na gravidez?

Dor é um sintoma que deve sempre ser valorizado e investigado, especialmente em gestantes. Algumas dores são frequentes durante a gravidez, como:

  • Dor de cabeça;
  • Cólica;
  • Dor nas costas;
  • Dor e sensibilidade nos seios;
  • Dor nas pernas e braços.   

Quais os principais exames de gravidez no primeiro trimestre?

No início da gravidez é recomendado o exame de Beta HCG, que consiste em uma coleta de sangue e valores aumentados estão relacionados ao diagnóstico da gestação.  Assim que a gestação for confirmada, outros exames são necessários e importantes para avaliar a saúde da mãe.

Também é recomendada a realização de um exame de imagem, o ultrassom, preferencialmente entre a 8ª e a 10 ª semana de gestação. Exames de urina e exames ginecológicos também fazem parte dos importantes exames no primeiro trimestre.

Já o exame de NIPT, é recomendado especialmente para mulheres grávidas acima dos 35 anos; gestantes com histórico de gravidez anterior afetada com aneuploidias; gestações em que o pai ou a mãe tenham translocação robertsoniana e pacientes com triagem sérica positiva no primeiro ou segundo trimestre de gestação. Porém todas as gestantes podem realizar o exame de NIPT que identifica o sexo do bebe além de alterações cromossômicas.

Источник: https://laboratorioexame.com.br/saude/primeiro-trimestre-de-gravidez

Grávida pode? Os primeiros meses de gravidez

Mudanças na mulher no primeiro mês de gravidez

Você está grávida? Enquanto uma verdadeira revolução acontece no seu corpo, outra se passa na sua vida pessoal. Planejada ou não, a maternidade é uma experiência transformadora, que merece ser vivenciada em sua plenitude.

Preparamos para você, futura mamãe (!), uma série de dicas e curiosidades sobre os efeitos da gravidez no seu corpo durante primeiro trimestre de gestação (até a 12a. semana) para ajudar nesse momento de tantas dúvidas.

A barriga ainda não aparece, por outro lado, acontecem muitas transformações.

Confirmada a gravidez, o enxoval e a escolha do nome podem esperar. Você terá tempo para isso. O primeiro passo é agendar uma consulta com o ginecologista ou obstetra para que realize o seu pré-natal. Lembre-se: durante a gravidez, se cuidar é cuidar também do seu bebê.

Ao visitar seu médico, tire todas as suas dúvidas e prepare-se para ouvir pela primeira vez o coração do seu bebê e se emocionar. Aliás, você já deve ter notado que as emoções estão à flor da pele, assim como as alterações de humor, não é? Uma hora você está em êxtase por estar grávida. Em seguida, começa a chorar de medo do que vem por aí! A TPM deve estar parecendo moleza perto disso.

Encare como um treino: altos e baixos podem durar toda a gravidez e algum tempo depois que o bebê nascer. Bem-vinda ao clube!

No comecinho da gestação também começam os famosos enjoos. Eles são normais e acontecem por causa hormônio da gravidez beta-hCG, que é produzido pelo desenvolvimento da placenta. Outros fatores, como baixo açúcar no sangue, aumento na acidez estomacal, estresse e cansaço também podem contribuir.

Vontade de tirar uma soneca no meio do expediente? Normal, assim como o inchaço, as dores de cabeça, os seios super sensíveis e a vontade de fazer xixi a todo momento. Conforme o útero vai crescendo, pode ser que você sinta algumas fisgadas e cólicas também.

Mas essa fase vai passar! Agora, se você não sentir nada disso, considere-se sortuda e não se preocupe: cada gravidez é uma!

Os três primeiros meses são os mais delicados. Aproveite cada oportunidade que tiver para descansar e, caso queira realizar alguma atividade física, converse antes com o seu médico.

Nas primeiras semanas, algumas mulheres sentem um certo temor com a perspectiva de se tornar mãe: ficam cheias de questões e até de sentimentos conflitantes em relação ao bebê.

Se é o seu caso, fique tranquila: isso é normal e você terá muito tempo para se acostumar com a ideia e se preparar para receber seu filho.

Separamos algumas dicas para te ajudar nos três primeiros meses:

Dicas:

Peça a seu médico uma orientação detalhada sobre alimentação, exercícios e outras atividades logo na primeira consulta

Tire sonecas sempre que puder e vá para a cama cedo

Evite produtos com amônia

Tome bastante água

Pode:

Exercícios moderados como alongamento, caminhada, pilates, hidroginástica e ioga.

Ter relações sexuais

Não pode:

Fumar. Pare já!

Ingerir alcoólicos.

Cafeína em excesso

Chás como canela, hortelã e boldo devem ser evitados.

Dicas

Não existe mágica para acabar com os enjoos, mas para minimizá-los, experimente:

comer ao acordar, antes de escovar os dentes, duas bolachas de água e sal

fazer refeições leves e pequenas, em intervalos menores

Cheirar limão

Incluir gengibre na alimentação

Usar uma pulseira anti-enjoo

Pode

Viajar de avião

Ceder aos desejos – mas não vá comer por dois! Coma alimentos saudáveis de 3 em 3 horas. Se possível, procure um nutricionista para orientá-la.

Não Pode

Ingerir muito sal e sódio

Comer alimentos crus ou mal passados

Tudo sobre o primeiro trimestre da gravidez: cuidados, exames e mudanças no corpo – Pais&Filhos

Mudanças na mulher no primeiro mês de gravidez
(Foto: Getty Images)

O teste deu positivo, você descobriu que está grávida e contou a notícia pra família toda. Mas junto com todas as emoções, chegam também as dúvidas: “Será que o meu bebê está bem? E agora? O que devo fazer?”.

Além de toda a comemoração e do momento de montar o enxoval e preparar o ninho, é hora de se cuidar também. E o primeiro trimestre de gestação costuma ser o que mais preocupa as mães e pais de primeira viagem, afinal é um período fundamental para todo desenvolvimento do bebê.

Nesse momento, podem surgir várias alterações até a formação completa, que acontece na 14ª semana. As transformações são muito grandes, tanto para o filho, quanto para mãe.

O risco de sangramentos e abortos também costuma ser maior no primeiro trimestre da gravidez, atingindo cerca de 15% a 20% dos casos. Mas esta fase não deve ser sinônimo somente de preocupações.

Procurar um obstetra para acompanhar a sua gestação de perto é o primeiro passo. Ele será o responsável por identificar possíveis complicações e te ajudar com tudo o que vai acontecer dentro da sua barriga até o momento do parto.

Essa ação preventiva é a melhor maneira de evitar o desenvolvimento de doenças que possam prejudicar a gravidez. Se a mulher apresentar algum sangramento deve ser bem avaliada, pois o repouso e as medicações específicas podem contribuir para que a gestação evolua bem.

Por isso, os exames pré-natais devem ser feitos por todas as gestantes, independente de gravidez de risco ou não.

É importante também o uso de ácido fólico, para evitar malformações no feto. Verifique com seu médico a dosagem de suplemento recomendada. Não deixe de realizar os exames de sangue para detectar doenças como toxoplasmose, sífilis e HIV, pois quanto mais precoce a detecção, mais eficaz será o tratamento – e com menor risco de transmissão ao feto.

Mudanças no corpo

As emoções ficam à flor da pele, não tem jeito! Tudo isso por causa dos hormônios que sofrem fortes alterações. Com isso, vem a sonolência, o desânimo, aumento de apetite e por aí vai. Mas não se preocupe, é uma reação natural do seu corpo ao turbilhão de mudanças em que você está vivendo.

Ainda que as principais mudanças do período ocorram por causa dos hormônios – possibilidade de gases, intestino preso e enjoos, devido à progesterona; com o passar das semanas já é possível perceber algumas alterações no corpo feminino, como o aumento das mamas, o escurecimento das aréolas e, a partir das 12 semanas, o útero sai da pelve e já começa a se transformar em uma barriguinha, ficando mais perceptível para as outras pessoas. Outras mudanças notáveis são o aumento do volume das mamas e o escurecimento da aréola.

Pode ou não pode?

Conforme a gestação evolui, alguns cuidados são necessários para que o período seja tranquilo tanto para a mãe quanto para o bebê. Em cada etapa são várias mudanças no corpo e no comportamento da gestante. Por isso, existem algumas dicas do que você pode fazer ou não no primeiro trimestre.

Para diminuir as chances de qualquer problema no início da gravidez, é importante limitar a ingestão de cafeína, evitar saunas e termas.  Também deve-se evitar qualquer quantidade de ingestão de álcool e nicotina. De resto, vida normal! Você também pode realizar atividades físicas até três vezes por semana, com duração de 40 minutos a uma hora.

Exames em dia

No primeiro ultrassom, realizado com cerca de 4 semanas de atraso, só é possível ver o saco gestacional.

Na semana seguinte, já dá para observar  a vesícula vitelínica, que é essencial para a formação do embrião. Com seis semanas, vai aparecer o embrião e já teremos batimentos cardíacos.

Três semanas depois, o embrião vira feto e já começa a se formar os bracinhos.  Na 11ª semana há a definição do sexo.

Logo na primeira bateria de exames, é preciso fazer a tipagem de sangue ABO e Rh, hemograma, detecção de doenças como diabetes, sífilis, toxoplasmose, rubéola, hepatite, HIV 1 e 2, cultura de urina e exame de fezes.

Pouco tempo depois, será feita a avaliação obstétrica inicial transvaginal, que verifica se o embrião está bem implantado no útero, o número de fetos e placentas (vai que chega mais de um bebê por aí!) e o tamanho do embrião, que é a melhor forma de constatar a idade dele. É neste exame que você verá pela primeira vez o coraçãozinho do feto.

A partir da 8ª semana, pode ser feita a sexagem fetal, que permite descobrir o sexo do bebê bem antes do nascimento.

A partir da 9ª semana:

– NIPT (DNA Fetal no Sangue Materno): funciona como a forma mais sensível de rastreamento de síndromes cromossômicas. É um dos exames mais recentes e inovadores que não traz risco para o feto e por meio do sangue consegue detectar 99% dos casos de síndrome de Down.

Entre a 10ª e a 14ª semana:

– Fração livre BHCG : se realizado junto com o morfológico, esse exame é o mais comum para detectar a síndrome de down, tendo taxa de detecção de 96%.

– PAPP-A e PLGF: a pré-eclâmpsia é uma das principais responsáveis por morte materna, prematuridade e baixo peso ao nascer. Para evitar possíveis complicações, o morfológico do primeiro trimestre é associado o doppler de artérias uterinas, a medida da pressão arterial materna e os marcadores bioquímicos sanguíneos (PAPP-A e PLGF).

 Entre a 11ª e a 14ª semana:

– Morfológico do primeiro trimestre: rastreia síndromes genéticas com taxas de detecção de 90% dos casos de síndrome de Down, além de outras malformações. Nessa fase, você já poderá ver algumas partes do corpo do bebê, como mãos, pés e boca.

– Avaliação do colo uterino via transvaginal: esse exame avalia os riscos de parto prematuro pela medida do colo uterino.

– Biópsia de vilo corial: é um procedimento ambulatorial feito por meio de agulha guiada por ultrassom, onde são retirados fragmentos placentários para avaliação da composição genética do bebê. Indicado em caso de alto risco para síndromes genéticas ou malformações estruturais.

Quer saber mais sobre o assunto? Assista ao vídeo com o Dr. Antonio Carlos Durante sobre o primeiro trimestre da gestação:

Consultoria: Wagner Hernandez, ginecologista e obstetra, mestre em obstetrícia pela Universidade de São Paulo (USP), pai de Gustavo. Maria Elisa Noriler, ginecologista e obstetra, mãe de Luiza e Beatriz. Antonio Carlos Durante, pai de Fernanda e Lea, ginecologista e obstetra

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Источник: https://paisefilhos.uol.com.br/gravidez/tudo-sobre-o-primeiro-trimestre-da-gravidez-cuidados-exames-e-mudancas-no-corpo/

Embarazo y niños
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