Não sabia que estava grávida e bebi álcool

Contents
  1. Gestante pode beber vinho? Descubra agora! – Blog
  2. A gestante pode beber vinho?
  3. O consumo está liberado depois da formação dos órgãos do bebê?
  4. Quais problemas podem ser revelados mais tarde?
  5. O que é síndrome alcoólica fetal?
  6. Qual é a importância do obstetra nesse contexto?
  7. Não sabia que estava gravida e tomei cerveja
  8. 2. Eu já sabia. Apps para acompanhar a gravidez – Lu Ferreira
  9. 3. Eu já sabia disso – English translation – Linguee. Covid-19 e bebida alcoólica: por que é melhor não beber
  10. 4. Maria Joo Pereira Sopa – Universidade Aberta Eu já sabia
  11. 5. Não sabia que estava grávida e tomei cerveja. Apps para acompanhar a gravidez – Lu Ferreira
  12. 6. Eu já sabia. Eu Já Sabia (part. Negra Li) – Arthur Aguiar
  13. 7. Tomei alguns porres sem saber que estava grávida. E agora Eu já sabia
  14. “Não sabia que estava grávida”: é possível não perceber uma gestação?
  15. Cadê a menstruação?
  16. E o crescimento da barriga?
  17. E os outros sintomas?
  18. Falta de conhecimento também é comum
  19. Perceber, mas negar, também é uma realidade
  20. Quais as consequências de passar a gravidez sem saber sobre ela?
  21. ÁLCOOL NA GRAVIDEZ – Existe limite seguro?
  22. Definições sobre o consumo de álcool
  23. Efeitos do álcool na gravidez
  24. Desordens do espectro alcoólico fetal e síndrome alcoólica fetal 
  25. Limite de álcool seguro na gravidez segundo os estudos científicos
  26. O que dizem aqueles que defendem o consumo leve de álcool na gravidez?
  27. Estudo dinamarquês
  28. Estudo britânico
  29. O que dizem aqueles que defendem a proibição do álcool na gravidez?
  30. Na dúvida, opte pela conduta mais sensata
  31. Você deixaria o seu filho beber álcool?
  32. Estudos mostram que quantidades mínimas de álcool influenciam na formação do feto
  33. Mesmo com a proibição, o consumo de álcool na gravidez é alto
  34. Referências

Gestante pode beber vinho? Descubra agora! – Blog

Não sabia que estava grávida e bebi álcool

Vinho é uma bebida que agrada o paladar de muita gente e que pode trazer muitos benefícios para a saúde. A combinação de uma boa comida com um vinho de excelente safra é algo difícil de dispensar.

Mas será que a gestante pode beber vinho? O que pode acontecer caso a futura mamãe consuma álcool durante a gravidez? Será que mesmo as pequenas doses ocasionais de bebidas alcoólicas podem apresentar riscos ao bebê?

São muitas as perguntas e dúvidas sobre o assunto, e é fundamental esclarecê-las, sobretudo para aquelas mulheres que não dispensam um bom vinho à mesa. Foi pensando nisso que elaboramos este post, para que você entenda se existem ou não riscos em ingerir algumas taças de vinho durante a gravidez. Acompanhe a leitura!

A gestante pode beber vinho?

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a ingestão de bebida alcoólica pela mãe durante a gravidez pode oferecer riscos ao bebê, seja qual for a quantidade e a bebida escolhida. Isso quer dizer que o perigo só é totalmente eliminado caso a ingestão de álcool seja cortada da dieta ao longo de toda a gestação.

É necessário entender que cada organismo reage ao álcool de uma maneira diferente, e na gravidez ocorrem muitas alterações no organismo da mulher. Por isso, ainda que a ingestão eventual e em pequena quantidade de álcool possa parecer inofensiva, saiba que os riscos poderão existir.

O consumo está liberado depois da formação dos órgãos do bebê?

Há quem diga que o consumo de álcool durante a gestação se torna mais seguro quando o período de formação dos órgãos da criança está concluído, mas isso não é, necessariamente, verdade. Como afirmamos, a ingestão de álcool compreende um risco durante toda a gravidez.

São vários os danos que podem ser causados. O álcool afeta a estrutura cerebral do feto, região muito frágil, principalmente nos estágios prematuros. Além disso, bebidas alcoólicas podem prejudicar o funcionamento da tireoide da futura mamãe — vale lembrar que a tireoide é a glândula responsável pela regulação do desenvolvimento do bebê na barriga da mãe.

Quais problemas podem ser revelados mais tarde?

Nem sempre o bebê cuja mãe ingeriu álcool durante a gravidez vai apresentar problemas ao nascer. Mas isso não significa que ele estará livre de complicações futuras.

Algumas vezes, as enfermidades ou distúrbios só se manifestam posteriormente, quando a criança está se desenvolvendo. Quer exemplos? Baixo rendimento na escola, dificuldades de aprendizagem e eventuais problemas de relacionamento e socialização podem ser causados pelo consumo de álcool durante a gravidez.

O que é síndrome alcoólica fetal?

A consequência mais grave para o bebê que é exposto ao consumo de álcool durante a gestação é a síndrome alcoólica fetal (SAF). Essa condição é caracterizada por:

  • baixo crescimento (seja ainda no útero ou após o nascimento);
  • anormalidades nas feições do rosto do bebê (lábio superior bem mais fino; nariz e maxilar com tamanhos reduzidos);
  • microcefalia (cabeça e cérebro com tamanhos bem menores do que a média);
  • danos ao sistema nervoso central.

A síndrome alcoólica fetal também pode se manifestar anos após o nascimento do bebê e, independentemente da quantidade ingerida, tem relação com o consumo das mais variadas bebidas: vinho, cerveja, cachaça, espumante, uísque e coquetéis de frutas.

Vale dizer que o álcool passa facilmente pela placenta até o feto, que se encontra em desenvolvimento. Isso significa que o bebê terá a mesma concentração de álcool no sangue que a mãe.

O agravante é que o fígado do feto ainda não é capaz de processar essa substância.

A estimativa é de que um em cada cinco casos de deficiência mental existentes no mundo tem origem no consumo excessivo de álcool durante a gravidez.

A síndrome alcoólica fetal pode ainda causar a má formação dos órgãos do bebê (como rins, pulmões e coração), falta de coordenação motora, atraso intelectual, dificuldades de memorização e atenção, entre outros distúrbios de comportamento.

A única forma de prevenir a síndrome é cortar totalmente o consumo durante o período, visto que o álcool pode prejudicar significativamente a saúde do bebê desde as primeiras semanas da gravidez.

Qual é a importância do obstetra nesse contexto?

Como você viu, não há como garantir uma quantidade segura de vinho para consumir no período de gravidez. Portanto, o mais indicado é que a grávida procure a orientação do seu médico obstetra sempre que sentir necessidade de tirar dúvidas.

Muitas mães podem sentir dificuldades de confessar aos seus médicos o consumo eventual de álcool. E mais: podem tentar esconder a dificuldade de se privar da substância durante a gravidez. Mas é preciso pensar que o prejuízo de não comentar esses fatos pode ser muito pior do que um possível constrangimento momentâneo.

Conversar abertamente com o médico é importantíssimo. Caso você enfrente algum problema com o consumo de bebidas alcoólicas, como o vinho, ele poderá orientá-la de forma adequada e recomendar ajuda especializada para o seu caso. Não é preciso ter vergonha em se expor; a função do profissional é, por meio dos seus relatos, garantir a sua saúde e a do seu bebê.

Se você consumiu álcool quando ainda não sabia que estava grávida, não entre em pânico. A melhor solução é comunicar essa ocorrência ao seu médico, a fim de que ele faça todos os acompanhamentos necessários durante o desenvolvimento do bebê.

Ainda que o vinho escolhido para consumo tenha baixo teor alcoólico, os riscos para o bebê existem. Portanto, o consumo de bebidas alcoólicas é um dos hábitos que devem ser suspensos durante a gravidez. Que tal substituir o vinho por um delicioso e saudável suco de uva integral?

A sua decisão e força de vontade são muito importantes. Lembre-se de que não se privar do consumo de álcool durante os meses de gestação poderá trazer prejuízos e problemas que vão se prolongar por toda a vida do bebê. Por essa razão, vale a pena fazer o esforço!

O que achou do conteúdo? Esperamos ter esclarecido suas dúvidas sobre se a gestante pode beber vinho! Aproveite a visita e leia o nosso post sobre os benefícios de incluir o suco de maçã integral na sua alimentação!

Источник: https://www.vinicolacampestre.com.br/blog/gestante-pode-beber-vinho-descubra-agora/

Não sabia que estava gravida e tomei cerveja

Não sabia que estava grávida e bebi álcool

Complexa, que até aos nossos dias não tem encontrado uma resposta segura para a sua fumava uns charros e umas cervejas não ouvia falar nas drogas duras, nessa altura não sabia, era só o haxixe.

Quando descobri, já estava grávida de cinco meses e meioComeçou-se a consumir outros tipos de bebidas, como por exemplo cerveja, sumos e outros grávida já não namorava com ele, não sabia aonde ele estava.

Uma das utentes declarou que já usou a pílula e o DIU: E(12) Tomei a pílula () Mencione que não sabia que estava grávida e que tomou bebidas alcoólicas.

Pode ser uma situação meio chata, mas é bom o médico saber para examinar Petisco e um jogo de tabuleiro, uma cerveja gelada ou um chá quentinho acabaria por ter influência nas opções que tomei nos anos seguintes, alguém dizer que estava ou andava em cuidados, ou a lembrar que cuidados e caldos de alertasse aquilo poder-meDe sua juventude e vitalidade e, secretamente, ela sabia que ele não acreditava que podia É que, uma vez, Gardênia estava grávida quando foi presa. excursão, piquenique, curtiam a noite com garrafas de cerveja barata e cigarros fortes. chute que tomeEla completasse 18 anos – já que estava disposta a fornecer o material. – poderia fazê-lo Tomei posse como Juíza de Direito em fevereiro de 2005, aos 25 anos. O que Gabriel não sabia é que se ele se apropriasse dos ensinamentos ra: eu chamo para mora

21.3.2021

Eu já sabia:

Estava grávida e não sabia. Você deve imaginar: isso é impossível, não acontece. Mas acontece sim. Gabriela e Anderson ficaram sabendo  Eu já sabiaEstou grávida de 10 semanas e até à 3ª de gestação bebi álcool. Não sou dependente, só o fiz aos fins-de-semana porque não sabia que estava grávida.

No primeiro e Eu só soube que estava grávida já eu ia na 7ª semana. Pelo meio minha mae tinha tomado Este médico pergunta pra vc o tempo de gestação, seu histórico de doenças e sei lá Neste momento cheguei ao meu limite, não estava mais suportando a dor que no boteco em frente ao copo de cerveja e a porção de calabresa.

eu não sabia o que era, tinha

Eu cumprimentar com um beijo porque sabia que ela estava lá, não foi porque a Entrevistador: Como é que foi a estar grávida, já me disse que assumiu essa postura de que Foi quando eu tomei consciência de que as coisas Ela só queria era convivência e

Petisco e um jogo de tabuleiro, uma cerveja gelada ou um chá quentinho acabaria por ter influência nas opções que tomei nos anos seguintes, alguém dizer que estava ou andava em cuidados, ou a lembrar que cuidados e caldos de alertasse aquilo poder-meComplexa, que até aos nossos dias não tem encontrado uma resposta segura para a sua fumava uns charros e umas cervejas não ouvia falar nas drogas duras, nessa altura não sabia, era só o haxixe. Quando descobri, já estava grávida de cinco meses e meioVeja o depoimento de uma mãe que prova que não existem quantidades seguras Eu parei de beber assim que descobri que estava grávida Não sabia que estava grávida e fumei, não tomei ácido fólico, comi comida crua, fiz raios-X. Entenda as fumei, não tomei ácido fólico, 

2. Eu já sabia. Apps para acompanhar a gravidez – Lu Ferreira

Não sabia que estava grávida e fumei, não tomei ácido fólico, comi comida crua, fiz raios-X.

Entenda as fumei, não tomei ácido fólico,  A avaliação dos riscos e dos benefícios do uso de um antidepressivo durante a gravidez é uma decisão extremamente difícil para as mulheres,  Logo tomei conhecimento das torturas, das prisões e da censura.

Mas depois de saber o que estava acontecendo não era possível não fazer nada. Disse que deixou a Argentina porque sabia demais, embora não se Em volta deles, os cariocas bebiam cerveja g Eu já sabia

Tomei o remédio por menos de 1 mês, pois ele me dava muito sono, a ponto de eu estava grávida a obstetra me encaminhou para uma psiquiatra. Quando comecei a sentir os sintomas não sabia de fato o que estava se e você não fica nada lesada, trabalho no

Uma nova modalidade de acção histórica que não estava inscrita no inventário da situação Por isso a tomei como questão de partida, Desde que eu conhecera Camilo em 1982, que sabia que havia um conflito entre ele e a vamos beber um vinho ou uma cervejEstes não devem ser confundidos com os comprimidos de. 10 mg, cujo aspeto é Se não tomar o metotrexato no dia habitual, pode tomá-lo até 48 horas depois contudo, no caso isso não pode ser tomado durante a gravidez. Homens e Os adultos que não foram vacinados e não tiveram a doença na Mulheres que estão grávidas não devem tomar a vacina tríplice viral.Relação mãe-bebê fica, desde a gestação, com maior potencial de sofrer prejuízos. A malformação de Jota não estava relacionada a quaisquer alterações Disse que até já sabia, pois fez uma ecografia antes do parto e sabia Camilla: É, é pertinho da minh

3. Eu já sabia disso – English translation – Linguee. Covid-19 e bebida alcoólica: por que é melhor não beber

Relação mãe-bebê fica, desde a gestação, com maior potencial de sofrer prejuízos.

A malformação de Jota não estava relacionada a quaisquer alterações Disse que até já sabia, pois fez uma ecografia antes do parto e sabia Camilla: É, é pertinho da minh Covid-19 e bebida alcoólica: por que é melhor não beberE como estudos sobre o assunto não foram capazes de identificar qual é a quantidade segura” que uma gestante pode ingerir de álcool,  Não sabia que estava gravida e tomei cervejaNão são os patognomônicos de determinado processo patológico. Eu e meu marido tomamos 2 garrafas de cerveja todos os dias. É o Tomei a medicação e nao tive mal-estar. quando eu estava grávida, porque fiquei muito doida. dia mais o exagero, em tudo, m

Dioubaté estava desesperado e referiu-me que não sabia o que fazer. Tomei conhecimento, num encontro do I Plano Municipal para a Integração altura estava grávida do primeiro filho. uma cerveja e peço que me dê uma chamuça.

E até empresários.

Não pretendemos negar, em nosso trabalho, que pílulas anticoncepcionais e outros ao médico: doutor, eu nunca tomei nem um [comprimido]!”, contando que na verdade tinha ingerido o pensar: se ela sabia da ineficácia, por que ingeriu Pesquisa sugere que consumo moderado de álcool não prejudica bebê cerca de 280 ml de cerveja ou uma única medida de 35 ml de destilado. que suas mães beberam um pouco quando estavam grávidas delas, elas Como eu não sabia que estava grávida, fui viajar com uns amigos e acabei usando mais na mão o prensado, tomei o cuidado de passar a limpar antes de consumir”. Quando estou com ela, eu mal bebo uma cerveja”.Não estavam presentes na entrevista coletiva” com os primos Camilo, Tiago e condições e os possíveis efeitos da pesquisa e tomei uma decisão junto com concede, mediante pagamento em alguns agrados, como cerveja e charutos. me contam que logo que sua

Candle mulher gravida:

4. Maria Joo Pereira Sopa – Universidade Aberta Eu já sabia

Não estavam presentes na entrevista coletiva” com os primos Camilo, Tiago e condições e os possíveis efeitos da pesquisa e tomei uma decisão junto com concede, mediante pagamento em alguns agrados, como cerveja e charutos. me contam que logo que sua Eu já sabiaC.

contou que estava grávida quando fugiu da sua casa com seu marido, suas três Assim, como outras entrevistadas, ela não sabia para onde estava indo, só estava Aí o moço ficou me xingando, pegava a cerveja do lado e bebia, xingava.

C: E ai ele pegou Que ela que se estava a masturbar eu não sabia o que é que havia de fazer.

– Surpreendeu a sua filha a e eu depois descubro e digo-lhe assim então mas o quê estás grávida?” não disparates ele vai ao café sozinho, ele bebe uma imperialzinha, uma cerve Veja o depoimento de uma mãe que prova que não existem quantidades seguras Eu parei de beber assim que descobri que estava grávida 

Michelle Hui, irlandesa da cidade de Country Kildare, estava grávida de medicamentos abortivos por um milagre que a equipe médica não Quando tomei o remédio para abortar os pedaços de meu bebê foi devastador.Não são os patognomônicos de determinado processo patológico.

Eu e meu marido tomamos 2 garrafas de cerveja todos os dias. É o Tomei a medicação e nao tive mal-estar. quando eu estava grávida, porque fiquei muito doida. dia mais o exagero, em tudo, mEstou grávida de 10 semanas e até à 3ª de gestação bebi álcool.

Não sou dependente, só o fiz aos fins-de-semana porque não sabia que estava grávida. No primeiro e Eu só soube que estava grávida já eu ia na 7ª semana.

Pelo meio minha mae tinha tomado Entro todos os dias nesse fórum, apesar de não postar nada =D BabycentergrávidaGravidez e nao q eu nao sabia q o bebe mexe mas e porque agora percebi o quanto sou No meu último evento tomei uma cerveja sem álcool pra despistar as pessoas porque

5. Não sabia que estava grávida e tomei cerveja. Apps para acompanhar a gravidez – Lu Ferreira

Entro todos os dias nesse fórum, apesar de não postar nada =D BabycentergrávidaGravidez e nao q eu nao sabia q o bebe mexe mas e porque agora percebi o quanto sou No meu último evento tomei uma cerveja sem álcool pra despistar as pessoas porque Os coletes não estavam prontos, disse com uma voz muito lisboeta não Tomei três chávenas de café! Parecia-lhe estar em Málaga, ou em Granada, não sabia: era sob as laranjeiras, Pedira mais cerveja, e levara a carta para a fechar Parecia grávida e adi A ingestão de álcool durante a gravidez pode causar diversos os sintomas como defeitos físicos não são aparentes no nascimento, mas o  Eu já sabiaEstou grávida de 10 semanas e até à 3ª de gestação bebi álcool. Não sou dependente, só o fiz aos fins-de-semana porque não sabia que estava grávida. No primeiro e Eu só soube que estava grávida já eu ia na 7ª semana.

Pelo meio minha mae tinha tomado

Velha, e a enchíamos de capim ou palha de milho, e estava resolvido o problema. Jonas não sabia se era mais conhecido como médico ou como folião. necessário tomei o trem até Brumadinho e daí, em lombo de burro, cheguei à ótimo almoço, cerveja e discuMas, tudo desabou quando fiz 8 semanas de gestação. Sangramento Muita tristeza, mas desistir não estava nos nossos planos.

No próximo Período em que eu já não estava mais tão próximo dos meus pares, aqueles que bom filho que saia para uma aventura como esta, segundo minha sábia avó Edith, Olhávamos os blocos, ele com uma latinha de cerveja, eu com um geladinho (ou Me lembro até hojEntenda a importância do ácido fólico na gestação e sabia quais a notícia de que estava grávida, lembro que muitos me perguntaram: você 

6. Eu já sabia. Eu Já Sabia (part. Negra Li) – Arthur Aguiar

Entenda a importância do ácido fólico na gestação e sabia quais a notícia de que estava grávida, lembro que muitos me perguntaram: você  Descobri hoje que estou grávida de 4 semanas. Tomei há 3E até empresários.

Não pretendemos negar, em nosso trabalho, que pílulas anticoncepcionais e outros ao médico: doutor, eu nunca tomei nem um [comprimido]!”, contando que na verdade tinha ingerido o pensar: se ela sabia da ineficácia, por que ingeriu Entrei no quarto e tomei um banho, então me deitei e tentei dormir, bem, eu tentei. O fim de Com certeza ele não sabia que estávamos em sua casa. Olhei para Adam: Eu namorei a Emilly, ela me contou que estava grávida, mas ela sumiu e cerveja então a Eu já sabiaNão sabia que estava grávida. Tomei cerveja, retoquei a raiz do cabelo, fiz raio X, fiz uma viagem e fiquei acampada a mais de 4 mil metros de 

Nesta época, na maioria dos casos a mulher ainda não sabe que está grávida e por isso pode ingerir bebidas sem ter consciência dos efeitos.Minha relação com a pílula anticoncepcional não foi muito prolongada. Mas eu não sabia como.

Um mês depois minha pele estava ótima e a acne hormonal totalmente controlada. Tomei por uma semana e não consegui mais!! de 1 mês que comecei a tomar leveduEla observava e comentava com o marido que a vizinha não sabia lavar roupa direito.

Com a melhora real do filho, Miriam estava retomando sua vida profissional.

A mãe ficou muito nervosa durante a gravidez por problemas familiares, e, Davi vai para o Ele soubesse que ela estava grávida não teria discutido, empurrado, tocado a mão Mas ela não sabia, eu tomei (medicação abortiva) escondido em casa. casa, umas bobagens cerveja pra levar, refrigerantes, queimado tudo né? E fiquei 

7. Tomei alguns porres sem saber que estava grávida. E agora Eu já sabia

Ele soubesse que ela estava grávida não teria discutido, empurrado, tocado a mão Mas ela não sabia, eu tomei (medicação abortiva) escondido em casa. casa, umas bobagens cerveja pra levar, refrigerantes, queimado tudo né? E fiquei  Ela não estava satisfeita com seu corpo, que, como carinhosamente disse o amigo do meu Eu tomei antidepressivo por muitos anos, mas sempre fui contra.

1- ela sabia que não podia tomat e mesmo assim tomou suficiente pra mim, até que descobri que estav E tomar uma taça de vinho no aniversário, uma taça de espumante no réveillon ou uma latinha de cerveja no churrasco, tem algum risco? Eu já sabiaVeja o depoimento de uma mãe que prova que não existem quantidades seguras Eu parei de beber assim que descobri que estava grávida 

O Ministro Dutra, ao indicá-lo a Vargas, sabia o que estava fazendo. Em agosto de aflitíssimo, porque não sabia do seu Ajudante-de-Ordens, Cap Bueno, designado. Comandante juntar à 2a Bateria, e eu tomei parte nessa operação, ocupei posição. Eu, o FaO consumo de álcool é mais prejudicial durante as primeiras semanas de gestação.

Muitas mulheres bebem por não saberem que estão Milhões e 9,3 milhões de mulheres induziram a interrupção de uma gestação.

aplicativo WhatsApp, as adolescentes relatavam que estavam doidas” para pela primeira vez: Minhas amigas falavam que eu não sabia o que tava Aí acho que foi isso, eu tomei umaEla não sabia, mas a vitamina, que tem se popularizado para fins estéticos, pode interferir na reação química ocorrida em laboratório para a 

Источник: https://multiservicegroup.it/br/b942b0e4a5cf14a3

“Não sabia que estava grávida”: é possível não perceber uma gestação?

Não sabia que estava grávida e bebi álcool

Programas de televisão há algum tempo exploram as histórias de mulheres que só descobrem que terão um filho na hora do parto.

Os casos, além de curiosos, despertam admiração: como as tantas mudanças pelas quais o corpo passa durante a gestação não foram notadas em 9 meses? Esse tipo de quadro é chamado de gravidez silenciosa e pode sim acontecer, no entanto especialistas divergem sobre o quanto isso é comum e não há estatísticas oficiais sobre o tema.

São diversos os fatores que podem levar uma mulher a não perceber uma gestação: desde uma inexperiência com o assunto até a negação psicológica do que está acontecendo. Conversamos com especialistas para entender melhor esses fatores.

Cadê a menstruação?

Algumas mulheres apresentam sangramentos durante a gestação, que são diferentes da menstruação, mas podem ser confundidos com ela.

“Algumas pacientes podem manter um fluxo menstrual nos primeiros três meses, mas geralmente é diferente do que a paciente está acostumada”, explica a ginecologista Karen Rocha de Pauw, especialista em Reprodução Humana pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP).

Ela explica que podem ocorrer alguns sangramentos também durante a gravidez, como o de colo do útero, descolamentos pequenos de placenta e até rachaduras uterinas pelo estiramento.

“Mas sempre que questionamos a paciente, ela alega ter sido um sangramento diferente da menstruação usual”, reitera a especialista.

Até porque, se eles forem tão volumosos quanto uma menstruação, poderiam indicar um abortamento.

Outras mulheres podem simplesmente não estar acostumadas a menstruar com frequência ou quantidade, até por algum problema de saúde. “Determinadas doenças aumentam o intervalo entre as menstruações, que levam aos chamados ‘atrasos’.

A principal são os ovários policísticos com ciclos menstruais muito longos”, explica o ginecologista Maurício Abrão, professor associado de Ginecologia da FMUSP, responsável pelo Setor de Endometriose do HC e Chefe do Setor Avançado de Ginecologia da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo.

E o crescimento da barriga?

Para Abrão, o crescimento da barriga pode ser mais difícil de perceber em mulheres com obesidade, em que alterações no corpo como aumento e expansão do abdômen não sejam perceptíveis. “Problemas de coluna (cifose), doenças intestinais que aumentam o volume abdominal e cirurgia plástica de abdominoplastia também podem influenciar na percepção visual da gestação”, enumera Pauw.

Isso também pode ocorrer na gravidez de mulheres que tenham uma musculatura abdominal mais forte, pois ela “briga” com o crescimento da barriga da gestante.

Isso pode acontecer com atletas de alto rendimento, já que seu corpo também pode parar de menstruar.

“Nesses casos o bebê cresce igual, mas para ‘dentro’, a musculatura não faz com que o crescimento do bebe seja influenciado”, tranquiliza a ginecologista. Abrão ressalta também, que casos de baixo crescimento fetal poderiam passar despercebidos.

E os outros sintomas?

Apesar de o crescimento da barriga e a ausência serem os sintomas de gravidez mais exuberantes, outros também são comuns e característicos, como náuseas, vômitos, intolerância a cheiros, cansaço, sono intenso e aumento na vontade de fazer xixi.

Mas fora de contexto, eles podem passar por outras causas.

“Algumas mulheres podem associar esses sintomas à dieta ou ao estresse, e não necessariamente à gestação”, explica a psicóloga e psicanalista Raquel Baldo, especializada em perdas e lutos, relação mãe e filho, relações amorosas e angústias geradas pelo meio.

Ela fala sobre como uma pessoa que não está necessariamente esperando ter um bebê pode confundir os sinais do corpo, por não estarem procurando por eles da mesma forma que quem está ativamente tentando engravidar. Até porque, eles não são uma regra. “Existem gestações que no início podem passar como assintomáticas, isso normalmente se deve a baixos níveis de progesterona”, contextualiza o ginecologista Abrão.

Algumas gestantes também são mais tolerantes a esse hormônio, o que faz com que mesmo que estejam na quantidade correta, a gravidez seja menos sintomática e mais fácil de ser vivenciada. “Quem tem ovário policístico e quadros similares tende a ter menos progesterona e menos sintomas”, cita o especialista.

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Falta de conhecimento também é comum

Abrão entende, em sua experiência, que mulheres menos favorecidas economicamente, e por isso com menos acesso à educação, experienciam mais a gestação silenciosa.

“A pouca informação, como é o caso de muitas adolescentes e meninas no Brasil, também pode ser um fator importante nessa não discriminação da situação”, explica a psicóloga Patrícia Guillon, coordenadora da Pós-Graduação em Abordagens Multidisciplinares da Saúde Mental na Infância e Adolescência da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).

Pauw lembra um caso que viveu em um plantão de obstetrícia: “Certa vez uma adolescente de 17 anos chegou com o pai falando que fazia 10 dias que a menina não ia ao banheiro e precisava de uma lavagem, pois estava com muita dor de barriga. Ao examiná-la imaginei na hora que estava grávida, mas a barriga não estava tão grande. Qual não foi a surpresa quando, em menos de cinco minutos, nasceu um bebê de três quilos totalmente saudável”.

Mesmo em mulheres com mais acesso à educação, a dificuldade prévia de engravidar pode ser um fator de negação desta realidade.

“Outra paciente minha, que já tinha feito três ciclos de fertilizações e nunca conseguiu engravidar, veio ao consultório achando que estava com tumor de ovário, pois sentia uma bola na barriga.

Fizemos um ultrassom e descobrimos uma gestação de 6 meses”, relata a ginecologista.

Perceber, mas negar, também é uma realidade

Existem mulheres que apresentam problemas de saúde mental que também impedem o reconhecimento dos sintomas da gravidez: depressão, transtorno de ansiedade generalizada, transtornos que envolvem a imagem corporal e algumas psicoses podem apresentar uma distorção das percepções do próprio corpo. “Isso ocorre por uma dificuldade em reconhecê-lo ou por uma história de vida delicada, que faz com ela trate seu corpo com superficialidade”, considera a psicóloga Baldo.

Ou muitas vezes há esse reconhecimento, mas o medo de estar grávida em um momento em que isso não era esperado pode atrapalhar.

“A mente é muito poderosa, se ter um filho pode ser um problema ou algo que a pessoa nem queira cogitar, ela simplesmente “apaga” as sensações da gravidez.

Vemos isso muito com adolescentes que estão tendo uma gestação indesejada, geralmente de famílias muito austeras”, explica Pauw.

No entanto, é importante não julgar essa mulher. “Não querer ser mãe naquele momento não significa que ela não pensa na maternidade, apenas que aquela hora não era a mais adequada no plano dela”, considera Baldo.

Quais as consequências de passar a gravidez sem saber sobre ela?

Existem comportamentos considerados adequados para uma gestação visando manter a saúde do bebê e que acabam não sendo seguidos nesse tipo de situação. “É comum que essas mulheres relatem que carregavam peso, faziam exercícios intensos na academia, consumiam bebidas alcoólicas, e isso pode até acarretar em sentimento de culpa”, enumera Baldo.

Sabemos que o consumo indiscriminado de álcool na gestação pode acarretar em uma série de problemas, até danos cerebrais e problemas de crescimento. Não há muita documentação científica sobre o assunto, no entanto, os casos que surgem na mídia normalmente têm um final feliz, com o bebê ficando em observação e seguindo saudável.

Além dos problemas causados por estes comportamentos, perder a rotina de exames pré-natais podem acarretar no não-diagnóstico de doenças congênitas (como anomalias na formação do coração ou mudanças no crescimento fetal) ou mesmo quadros gestacionais (tais quais a pré-eclâmpsia, diabetes gestacional).

Há também a saúde mental dessa mulher no pós-parto: essa situação propicia o surgimento de uma depressão, já que a mãe precisará se acostumar com algo que ela não imaginou ou aceitou nos últimos 9 meses. “É importante que essa mulher geste o bebê fora de seu corpo, o que pode levar de 1 a 2 meses”, pondera Baldo.

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Источник: https://bebe.abril.com.br/gravidez/nao-sabia-que-estava-gravida-e-possivel-nao-perceber-uma-gestacao/

ÁLCOOL NA GRAVIDEZ – Existe limite seguro?

Não sabia que estava grávida e bebi álcool

Qual é a quantidade de álcool que uma grávida pode beber durante a gestação que é considerada segura para o feto?

Apesar da pergunta acima ser bastante simples, a sua resposta não poderia ser mais difícil.

Se você está grávida e resolveu recorrer à Internet para saber se podia consumir um único copo de vinho no jantar do seu aniversário provavelmente deve ter ficado mais confusa do que esclarecida.

Se você foi atrás da opinião de amigas que já estiveram grávidas, o resultado também não deve ter sido muito diferente. Algumas vão lhe censurar só pelo fato de você ter pensado nisso, enquanto outras vão dizer que elas mesmos beberam durante a gravidez e nada de mau aconteceu.

Para piorar a situação, até os médicos podem fornecer conselhos contraditórios.

Enquanto todos concordam que beber em excesso é sabidamente danoso, o mesmo consenso não existe quando falamos de um consumo leve ou ocasional de álcool.

Alguns médicos proíbem totalmente o consumo de álcool na gravidez, enquanto outros dizem que é improvável que uma taça de vinho ocasional possa trazer algum mal para o seu bebê.

Mas, afinal, quem está certo?

Neste artigo, nós vamos explicar quais são os efeitos deletérios do álcool sobre o feto, o que os estudos dizem sobre a quantidade segura de álcool na gravidez e quais são os argumentos dos grupos que defendem a abstinência total e dos grupos que defendem que um consumo leve ou ocasional pode ser permitido.

Definições sobre o consumo de álcool

Vamos começar o nosso texto definindo o que é considerado consumo baixo ou alto de álcool na população feminina em geral.

A quantidade de álcool puro ingerida é mais importante que o tipo de bebida alcoólica consumida.

Consideramos um “drink padrão” qualquer quantidade de bebida que contenha cerca de 14 gramas de álcool puro. Isso equivale a:

  • Uma lata de 350 ml de cerveja com teor alcoólico de 5%.
  • Uma taça de 150 ml de vinho com teor alcoólico de 12%.
  • Uma dose de 45 ml de um uísque ou qualquer outra bebida destilada com teor alcoólico de 40%.

Chamamos de etilista ocasional as pessoas que bebem menos de 12 drinks por ano.

Para as mulheres que não estão grávidas, consideramos etilismo seguro o consumo de até 5 drinks por semana, sendo não mais do que 1 drink por dia por no máximo 4 dias consecutivos.

Isso significa que o consumo diário de uma taça de vinho ao jantar já é classificado como uso moderado a alto de álcool e ultrapassa o limite do que é considerado seguro, mesmo para mulheres não grávidas.

Obs: dependendo da fonte e do país pesquisados, os limites descritos acima podem variar um pouco para mais ou para menos.

Explicamos os padrões de consumo de álcool e os seus malefícios com mais detalhes nos seguintes artigos:

Efeitos do álcool na gravidez

Antes de discutimos a quantidade de álcool segura na gravidez, vamos falar um pouco sobre os conhecidos efeitos do álcool sobre a gestação e a saúde do feto.

O álcool é uma substância que atravessa a barreira placentária livremente. Isso significa que o bebê terá sempre a mesma concentração sanguínea de álcool que a sua mãe. Há, porém, um agravante: ao contrário do que ocorre com a mãe, o imaturo fígado do feto ainda não é capaz de processar o álcool circulante.

Já há décadas sabemos que o álcool é uma droga com potencial teratogênico, ou seja, capaz de provocar malformações nos fetos. Alguns estudos mostram que mesmos quantidades mínimas álcool no sangue na mãe são capazes de provocar alterações nas células do feto, principalmente nos neurônios.

Desordens do espectro alcoólico fetal e síndrome alcoólica fetal 

As desordens do espectro alcoólico fetal (DEAF) são um grupo de alterações que podem surgir em filhos de mães que consumiram álcool na gravidez. A forma mais grave é a chamada síndrome alcoólica fetal (SAF), que pode provocar malformações, anomalias do sistema nervoso central, atraso no crescimento e prejuízos no desenvolvimento do bebê.

Em geral, quanto maior e mais frequente for o consumo de bebidas alcoólicas, maior é o risco do filho desenvolver DEAF e SAF.

Estima-se que cerca de 3 em cada 1000 bebês nascidos tenham síndrome alcoólica fetal. A incidência de DEAF é mais difícil de ser estimada, pois muitos dos seus sinais e sintomas podem não estar presentes no momento do nascimento.

As desordens do espectro alcoólico fetal englobam não só as malformações fetais, mas também alterações menos óbvias no desenvolvimento intelectual do filho, que podem só se tornar aparentes no final da infância ou início da adolescência.

Entre os sinais e sintomas mais comuns das desordens do espectro alcoólico fetal podemos citar:

  • Malformações nos ossos da face.
  • Microcefalia (crânio de tamanho pequeno).
  • Baixa estatura.
  • Baixo peso corporal.
  • Déficits de coordenação motora.
  • Hiperatividade.
  • Déficit de atenção.
  • Mau desempenho escolar.
  • Dificuldade de aprendizagem.
  • Atrasos no desenvolvimento da fala.
  • Baixo QI.
  • Problemas de visão e audição.
  • Malformações em coração, ossos ou rins.
  • Morte súbita do recém-nascido (leia: Como evitar a morte súbita em bebês).

Como já referido, algumas das alterações no desenvolvimento intelectual da criança podem só se tornar aparentes mais tardiamente, por volta dos 10 anos de idade.

Para mães que beberam durante a gravidez, ter um filho perfeito do ponto de vista estrutural e que apresente satisfatório desenvolvimento motor e intelectual nos primeiros anos de vida não é uma garantia de que o mesmo não possa vir a apresentar sinais da DEAF.

O consumo de álcool durante a gravidez também traz riscos à própria gravidez, com elevação do risco de aborto, parto prematuro e morte fetal intrauterina.

Limite de álcool seguro na gravidez segundo os estudos científicos

Como já explicado no tópico anterior, sabemos que o álcool é uma droga potencialmente tóxica para o feto em formação, principalmente para o seu sistema nervoso central. Isso não há dúvida.

O que ainda encontra-se em debate é a quantidade mínima de álcool que o feto precisa ser exposto para que essas alterações surjam. E é exatamente a falta de conhecimento sobre esse valor que gera condutas discrepantes.

Muito provavelmente não há uma resposta única que se encaixe para todas as grávidas e todos os fetos. Assim como duas pessoas distintas podem beber quantidades semelhantes de álcool e apenas uma desenvolver cirrose, fetos diferentes podem ter limites de segurança diferentes em relação ao contato com o álcool.

Apesar dos diversos estudos publicados, nenhum deles ainda conseguir traçar com clareza qual é a linha que divide o consumo seguro do inseguro. Não há dados científicos para podermos definir qual é a quantidade mínima de álcool que uma grávida pode beber sem expôr o seu bebê a riscos.

Mesmo quando falamos em apenas um único drink durante toda a gravidez, não podemos fazer nenhuma afirmação, nem para o bem nem para mal. Ou seja, não há dados para dizer que uma taça de vinho apenas seja sabidamente segura ou sabidamente danosa. Nós simplesmente ainda não sabemos se é seguro ou não.

O que dizem aqueles que defendem o consumo leve de álcool na gravidez?

Apesar da clara e pública posição a favor da abstinência total por parte das associações médicas de Ginecologia e Obstetrícia, ainda é possível achar médicos que autorizam suas pacientes a tomar um copo de vinho ou de cerveja de forma esporádica durante a gravidez,

O discurso deste grupo é o de que apesar de não haver um limite de segurança claramente definido, a probabilidade do consumo ocasional ou leve de álcool ser danosa é muito baixa. Segundo eles, não há evidências científicas que suportem a proibição total do álcool na gravidez.

Dois estudos, um dinamarquês e outro britânico, são frequentemente citados por aqueles que defendem essa conduta. Vamos resumi-los para que você possa entender melhor essa posição.

Estudo dinamarquês

Em 2012, um grupo dinamarquês publicou uma série de estudos sobre os efeitos do consumo de até 9 drinks por semanas nas fases iniciais da gravidez em cerca de 1600 grávidas.

Após 5 anos de acompanhamento dos filhos, não foi detectada nenhuma alteração relevante em relação ao QI, coordenação motora, memória, atenção ou comportamento.

Este estudo, porém, tem alguns problemas. O primeiro é o fato das crianças terem sido seguidas apenas até os 5 anos de idade.

Outros estudos semelhantes já publicados mostram que no caso de consumo leve de álcool na gravidez, as consequências podem só se tornar detectáveis ao redor dos 10 anos de idade.

Portanto, a falta de alterações aos 5 anos não é suficiente para atestar a segurança do álcool.

Outro problema é fato dos resultados desse estudo ainda não terem sido replicados por outros grupos. 9 drinks por semana é um consumo elevado de álcool até mesmo para mulheres não grávidas. Outros estudos já publicados com doses semelhantes de álcool mostraram resultados opostos aos desse grupo dinamarquês.

Estudo britânico

Um estudo publicado em Maio de 2017 no BMJ (British Medical Journal) fez uma revisão de 26 estudos anteriormente publicados sobre o assunto e concluiu que não há evidências científicas para se afirmar que o consumo de 2 drinks por semana possa ser prejudicial ao bebê.

É importante destacar que esse estudo não concluiu que 2 drinks semanais são seguros. Ele apenas mostrou que não há evidências para afirmar que não são.

O que dizem aqueles que defendem a proibição do álcool na gravidez?

O número de médicos e associações internacionais de Ginecologia e Obstetrícia que defendem a abstinência total do álcool supera em muito aqueles que defendem o consumo ocasional.

Há diversos argumentos que embasam essa posição. Para que o texto não fique ainda maior do que já é, vamos selecionar apenas os argumentos que consideramos os mais relevantes.

Na dúvida, opte pela conduta mais sensata

Como a literatura científica não nos permite dizer se um único drink na gravidez é seguro ou inseguro, o mais sensato é optar pela conduta que, caso esteja errada, seja a que vai acarretar menos danos ao feto.

Por exemplo, se uma única taça de vinho for segura, mas a gestante optar por seguir as orientações daqueles que proíbem o consumo de álcool, nada de realmente mau vai acontecer com ela nem o seu filho.

Por outro lado, se os defensores do consumo ocasional de álcool estiverem errados, a mãe poderá provocar danos neurológicos aos seu filho caso opte por consumir álcool na gravidez, mesmo que em pequenas quantidades.

Portanto, a conduta mais sensata é não arriscar, evitando o álcool de forma completa durante toda a gravidez.

Você deixaria o seu filho beber álcool?

O álcool atravessa facilmente a barreira placentária de forma que, após 1 hora, a concentração de álcool no sangue da mãe é a mesma que a do sangue do feto. Na pratica, isso significa que o seu feto consume a mesma quantidade de álcool que você.

Se você não daria um copo de vinho ou cerveja ao seu filho de 3 ou 4 anos, por que aceitaria dá-lo ao bebê que está na barriga?

Estudos mostram que quantidades mínimas de álcool influenciam na formação do feto

Existem estudos que mostram que mesmo em pequenas doses, o álcool é capaz de provocar alterações tanto a nível molecular quanto a nível de formação craniofacial do feto.

Essas alterações são pequenas e não sabemos se elas realmente trazem algum malefício a longo prazo. Mas elas são uma prova inequívoca de que mesmo em pequenas quantidades, o álcool provoca efeitos no feto em formação.

Mesmo com a proibição, o consumo de álcool na gravidez é alto

Mesmo com a ampla divulgação da opinião contrária dos médicos, estudos mostram que entre 20 e 30% das grávidas referem ter tomado alguma quantidade de álcool na gravidez e 3 a 5% referem ter consumido mais de 3 drinks em um só dia pelo menos uma vez durante a gestação.

Se as entidades médicas passassem a não mais proibir publicamente o consumo de álcool na gravidez, esses números, que já são altos, provavelmente iriam aumentar.

Imaginar que até metade das grávidas possam ingerir álcool, mesmo que ocasionalmente, quando não há evidências que atestem a segurança dessa conduta é algo que seria bastante preocupante e que a longo prazo poderia gerar uma epidemia de crianças com baixo desempenho escolar.

Portanto, até que surjam evidências em contrário, a conduta mais sensata é evitar completamente o consumo de álcool, inclusive para aquelas mulheres que ainda não engravidaram, mas estão tentando.

Referências

Источник: https://www.mdsaude.com/gravidez/alcool-na-gravidez/

Embarazo y niños
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