O que fazer quando o bebé tem indigestão?

Dispepsia (má digestão): o que é, sintomas, tratamentos e tipos

O que fazer quando o bebé tem indigestão?

Dispepsia, popularmente conhecida como indigestão, é o nome dado à sensação de desconforto na parte superior do abdômen durante ou logo após uma refeição.

Os alimentos para serem absorvidos pelo intestino delgado, tem que ser digeridos, isto é, tem que passar pela ação do suco gástrico, suco pancreático, bile e só suco entérico, para transformar o alimento em partículas muito pequenas.

A dispepsia pode estar relacionada a diversas doenças subjacentes, mas inclui uma série de outros sintomas, como dor, arrotos, empachamento, sensação de peso, queimação, náusea e saciedade precoce.

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Os sintomas de dispepsia são comumente confundidos com os de azia e gastrite, mas nem sempre a indigestão é sinal de um problema mais grave.

Embora a indigestão seja comum, cada pessoa pode sentir indigestão de uma maneira ligeiramente diferente. Os sintomas de indigestão podem ser sentidos ocasionalmente ou com a frequência diária. (1,2)

Sinônimos

má digestão e indigestão.

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Causas

A dispepsia está mais relacionada a certos hábitos. Veja:

  • Consumo excessivo de bebidas alcóolicas
  • Ingestão de alimentos
  • Comer em excesso
  • Ingerir grandes quantidades de alimentos ricos em fibras, como alguns vegetais, pão integral e algumas frutas e verduras
  • Consumo excessivo de cafeína
  • Tabagismo.

Diversas causas subjacentes também podem levar à dispepsia. Confira exemplos:

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  • Anti-inflamatórios
  • Teofilina
  • Suplementos de ferro e potássio
  • Antibióticos
  • Niacina
  • Quinidina
  • Cálculos biliares
  • Colecistite aguda
  • Disfunção do esfíncter de Oddi
  • Câncer hepatobiliar
  • Vesícula biliar

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  • Pancreatite aguda
  • Pancreatite crônica
  • Câncer no pâncreas
  • Gravidez
  • Estresse físico e emocional
  • HIV/Aids

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Fatores de risco

Os principais fatores de risco da dispepsia são (3)

  • Consumir bebidas alcoólicas em grande quantidade
  • Beber muito café ou bebidas que contenham cafeína
  • Comer muito rápido ou em grande quantidade durante uma refeição
  • Consumir alimentos condimentados ou gordurosos
  • Comer em quantidades exageradas alimentos que contenham muito ácido, como tomates e laranjas
  • Sofrer de estresse
  • Ter problemas de saúde ou doenças do aparelho digestivo
  • Fumar
  • Tomar certos medicamentos.

Saiba mais: Conheça os alimentos que mais causam má digestão

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Sintomas de Dispepsia

Pessoas com dispepsia podem ter um ou mais dos seguintes sintomas: (4)

  • Plenitude rápida durante uma refeição: Você não comeu muito da sua refeição, mas já se sente satisfeito e pode não conseguir terminar de comer
  • Plenitude desconfortável depois de uma refeição: A plenitude dura mais do que deveria
  • Desconforto no abdômen superior: Você sente uma dor leve a intensa na área entre a parte inferior do esterno e o umbigo
  • Queimação na parte superior do abdômen: Você sente um calor desconfortável ou sensação de queimação entre a parte inferior do seu esterno e seu umbigo
  • Inchaço na parte superior do abdômen: Você sente uma sensação desconfortável de aperto
  • Náusea: Você sente como se quisesse vomitar.

Sintomas menos frequentes incluem vômito e arroto. Às vezes, pessoas com dispepsia também experimentam azia, mas a azia e a indigestão são duas condições distintas. Azia é uma dor ou sensação de queimação no centro do peito que pode irradiar para o pescoço ou para trás durante ou após comer.

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Minha Vida

Buscando ajuda médica

Dispepsia geralmente não é sinal de um problema de saúde mais grave, a menos que outros sintomas também ocorram, como:

Pessoas acima dos 45 anos também estão sob maior risco de contrair essa condição.

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Na consulta médica

Especialistas que podem diagnosticar dispepsia são: (3)

  • Clínico geral
  • Gastroenterologista

Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:

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  • Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
  • Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade
  • Se possível, peça para uma pessoa te acompanhar

O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:

  • Além da indigestão, você apresentou outros sintomas? Quais?
  • Com que frequência você apresentou esses sintomas?
  • Qual a intensidade desses outros sintomas?
  • Você já foi diagnosticado com algum outro problema gastrointestinal antes? Qual? Está fazendo tratamento?
  • Você faz uso de algum tipo de tratamento? Qual? Qual a dosagem?
  • Você consome bebidas alcóolicas? Com que frequência?
  • Você fuma? Com que frequência?
  • Você consome bebidas ricas em cafeína? Com que frequência?
  • Como é sua dieta diária? Você segue algum plano nutricional?
  • Você costuma comer rápido demais?
  • Você costuma comer em excesso?
  • Você costuma ingerir bebidas gaseificadas, como refrigerantes?
  • Quando você costuma sentir mais desconforto? Antes, durante ou após as refeições?

Também é importante levar suas dúvidas para a consulta por escrito, começando pela mais importante. Isso garante que você conseguirá respostas para todas as perguntas relevantes antes da consulta acabar. Para dispepsia, algumas perguntas básicas incluem:

  • Qual é a causa mais provável dos meus sintomas?
  • Você acha que minha condição é temporária ou crônica?
  • Que tipos de testes eu preciso fazer?
  • Quais tratamentos podem ajudar?
  • Há alguma restrição alimentar que eu precise seguir?
  • Algum dos meus medicamentos poderia estar causando os sintomas?

Não hesite em fazer outras perguntas, caso elas ocorram no momento da consulta.

Diagnóstico de Dispepsia

O diagnóstico da dispepsia irá depender do histórico de saúde e um exame físico completo. Essas avaliações podem ser suficientes se a sua indigestão for leve e você não estiver experimentando certos sintomas, como perda de peso e vômitos repetidos. (3,4)

Exames

Alguns exames podem ser realizados para ajudar o diagnóstico da dispepsia:

  • Exames laboratoriais: para verificar se há problemas de tireóide ou outros distúrbios metabólicos
  • Testes de respiração e fezes: para verificar a presença de Helicobacter pylori (H. pylori), a bactéria associada a úlceras pépticas, que podem causar indigestão. O teste de H. pylori é controverso porque os estudos sugerem benefício limitado do tratamento da bactéria
  • Endoscopia: para verificar anormalidades no trato digestivo superior. Uma amostra de tecido (biópsia) pode ser retirada para análise
  • Exames de imagem (raios-X ou tomografia computadorizada): para verificar se há obstrução intestinal.

Tratamento de Dispepsia

Mudanças no estilo de vida podem ajudar a aliviar a dispepsia. Seu médico pode recomendar: (4)

  • Evitar alimentos que provocam indigestão
  • Comer cinco ou seis pequenas refeições por dia, em vez de três grandes refeições
  • Reduzir ou eliminar o uso de álcool e cafeína
  • Evitar certos analgésicos
  • Encontrar alternativas para medicamentos que provocam indigestão
  • Buscar alternativas para evitar o estresse e a ansiedade

Saiba mais: Abandone 10 hábitos que favorecem a má digestão

Medicamentos para Dispepsia

A dispepsia pode ter diversas causas, de modo que o tratamento varia de acordo com o diagnóstico estabelecido pelo médico. Por isso, somente um especialista capacitado pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Os medicamentos mais comuns no tratamento de dispepsia são:

  • Antidin
  • Cimetidina
  • Digedrat
  • Digeplus
  • Domperidona
  • Motilium
  • Omeprazol
  • Pantoprazol
  • Cloridrato de ranitidina.

Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

Dispepsia tem cura?

Quando o paciente segue o tratamento indicado pelo médico gastroenterologista tem uma completa resolução do quadro. Contudo, é possível que a dispepsia volte a acontecer caso não exista uma mudança nos hábitos alimentares e estilo de vida. (1)

Complicações possíveis

Embora a dispepsia geralmente não tenha complicações sérias, ela pode afetar sua qualidade de vida fazendo com que você se sinta desconfortável e fazendo com que você coma menos. Você pode perder o trabalho ou a escola por causa de seus sintomas. Quando a indigestão é causada por uma condição subjacente, essa condição também pode ter suas próprias complicações. (3)

Convivendo/ Prognóstico

A mudança de hábitos alimentares pode aliviar a dispepsia, como:

  • Comer mais devagar
  • Mastigar bem a comida antes de engoli-la
  • Evitar conversar enquanto come
  • Evitar a prática de exercícios físicos logo após comer
  • Seguir uma dieta balanceada, rica em nutrientes e com menores quantidades de fibra e teor de gordura

Você também pode fazer uso de antiácidos e outros medicamentos vendidos sem necessidade de prescrição médica em farmácias para aliviar os sintomas de dispepsia.

Saiba mais: Nove alimentos que ajudam na digestão

Referências

(1) Paulo Olzon Monteiro da Silva, clínico da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), CREMESP 19.035

(3) Federação Brasileira de Gastroenterologia. Conteúdo disponível em: http://www.g.org.br/Publicacoes/Doencas/detalhe/11

(3) Mayo Clinic. Conteúdo disponível em: https://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/indigestion/symptoms-causes/syc-20352211

(4) National Institute of Diabetes and Digestive and Kidney Diseases. Conteúdo disponível em: https://www.niddk.nih.gov/health-information/digestive-diseases/indigestion-dyspepsia

Источник: https://www.minhavida.com.br/saude/temas/dispepsia

Vômitos em crianças – Informações, especialistas e perguntas frequentes

O que fazer quando o bebé tem indigestão?

Quase todos os bebês vomitam de vez em quando. Depois da amamentação, etc.

Quando uma criança fica doente, seu estômago não irá funcionar corretamente, não se esvazia tão rápido como de costume e isso faz com que o alimento seja expelido para o exterior. A criança vomita facilmente.

Vomitar é incômodo para a criança, mas raramente é perigoso.

O que faz vomitar?

Existem muitas razões pelas quais uma criança pode vomitar.

  • Se a quantidade é pequena e o bebê está OK, pode ser simplesmente porque a criança tem comido demais e vomita o que é ingerido em excesso.
  • Vômitos podem ocorrer em casos de indigestão, acompanhada muitas vezes com diarreia. Uma possível causa é uma infecção do estômago por um vírus.
  • Quando uma criança sofre de uma infecção no ouvido (otite), trato da garganta, vias respiratórias ou pulmões, trato urinário ou apêndice (apendicite), enquanto experimenta um aumento na temperatura (febre), também existem vômitos freqüentes.
  • Crianças sob forte estresse na escola ou em casa podem vomitar uma vez. Se isso acontece com mais freqüência, você deve consultar o seu médico.

Como devo tratar vômitos em crianças?

  • Uma vez que a criança tenha vomitado, ajudar a lavar a boca com água, porque o vômito deixa um gosto azedo. Crianças pequenas que não sabem comer usamos um pouco de água de enxágüe.
  • Depois de vomitar, a criança geralmente sente frio, suado e cansado. Limpe o rosto com uma toalha úmida e deixe descansar. A maioria das crianças quer dormir depois de vomitar e isso é normal. Verifique em sua freqüência e estão prontos para ajudar se você se sentir mal novamente.
  • A amamentação deve ser mantida, mas se o vômito persistir, contacte o seu médico.
  • Se a criança é mais velha, pode ser benéfico não dar leite nem produtos lácteos por uns dias.
  • Certifique-se que a criança não está desidratada dando bastante líquidos para ela beber. Especialmente recomendado  diluir suco ou cola sem gás (ou removidos anteriormente com uma colher para removê-lo).
  • Não há necessidade de ingerir uma grande quantidade de líquido imediatamente depois de vomitar, porque o líquido pode irritar o estômago e que você faz errado de novo. Se a criança não tolera qualquer fluido, deixe descansar por algumas horas e tente, em seguida, dar pequenas quantidades, mas freqüentes.
  • Se, entretanto, a criança está com sede, dê-lhes pequenas quantidades de água com uma colher de chá.
  • O estômago tolera melhor se a água está muito fria. Se a criança quer beber demais ou com grande avidez, dê um cubo de gelo para el air chupando.

Como prevenir a desidratação?

  • Quando o vômito enquanto tiver diarréia, pode produzir uma perda excessiva de líquido. Esta condição não é grave se ele dura apenas alguns dias, mas se repetido ou prolongado, deve consultar o seu médico.
  • O seu médico poderá aconselhá-lo a comprar a partir de sua farmácia uma solução de carboidratos e eletrólitos, ou envelopes de pó para se preparar. A estas soluções adicionar uma água potável extras hidratante e sais que fornecem energia.
  • Uma alternativa menos desejável é você preparar a solução de reidratação oral diluído com limonada ou água adicionando um pouco de sal e açúcar. Adicionar a um litro de água 8 colheres de chá (40 gramas) de açúcar e uma colher de chá (5 gramas) de sal. Se a criança não melhorar em um ou dois dias, consulte o seu médico.
  • Se a criança estiver vomitando ou com diarréia persistente, contacte o seu médico.

Como você pode saber se o seu filho precisa de líquidos?

Verificar quantas vezes ele evacua. Se ainda usa em fraldas, você tem que contar a mudança. Outro sinal de desidratação é que a criança chora sem lágrimas. Olhe dentro da boca: a mucosa oral deve ser úmida e rosa, a língua deve ser úmida e ter saliva.

Se a criança se recusa a beber líquidos, você precisa chamar o médico.

Vômitos podem ser graves?

Em raras ocasiões, quando uma criança de três a cinco semanas de idade, de repente começa a vomitar repetidamente e violentamente, pode ocorrerestenose pilórica , que consiste em um fechamento ou estreitamento da saída do estômago (piloro) por um estritamento excessivo do anel muscular que a controla. Nestes casos, obter ajuda médica rapidamente. O transtorno pode requerer cirurgia, mas a recuperação é completa.

Uma imagem de vómitos graves em uma criança com menos de quatro anos pode ser devido à intussuscepção. As crianças podem levantar as pernas, pálidas e remover o sangue com os movimentos intestinais. É necessário consultar imediatamente um médico, mas a cirurgia nem sempre é necessária.

Se a criança está se comportando estranhamente, parece confusa ou com dificuldade de se comunicar, consulte o seu médico.

Escolha a consulta online para iniciar ou continuar o seu tratamento sem sair de casa. Se precisar, você também pode marcar uma consulta no consultório.

Mostrar especialistas Como funciona? Vômitos em crianças na maioria das vezes não são uma doença, mas sim uma defesa da criança para eliminar algo contaminado ou estragado que tenha ingerido, ou fazem parte de doenças benignas e autolimitadas como gripes, resfriados ou gastroenterites agudas. Quando acompanhados de outros sintomas como dores abdominais intensas, ausência de evacuações, febre ou cefaleia, podem fazer parte de uma doença mais grave e a consulta com o médico deve ser mais urgente. O objetivo do tratamento é manter a criança hidratada, aumentando ingestão de líquidos como água, chás, água de coco e suco de frutas. Procure manter dieta normal e nunca o medique sem orientação de seu pediatra. Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.

Источник: https://www.doctoralia.com.br/doencas/vomitos-em-criancas

O que fazer quando o bebé tem indigestão?

O que fazer quando o bebé tem indigestão?

A indigestão é um problema muito comum nos bebés que ainda se alimentam do biberão e nas crianças a partir dos dois anos que adoram comer. Na maioria de ocasiões somos os pais os responsáveis da indigestão.

Índice

Acontece que os adultos temos perdido esse reflexo básico que os mais novos ainda têm. Comemos muito e muito rápido, porém os bebés, quando não estão com fome param.

O que é uma indigestão?

A indigestão nos bebés acontece quando têm acesso livre à comida e a quantidade que se come é superior a sua capacidade. Ou seja, quando o bebé comeu muito ou se mexeu muito rápido enquanto comia.

Quando o estômago encher podem aparecem alguns incômodos, e a dor é intermitente. Quer dizer, as vezes essa dor é intensa ou as vezes aceitável. Porém, quando é intenso pode ser uma dor muito horrível, é aí quando o bebé reage tentando vaziar sua barriga. Normalmente o bebé se encolhe e tenta fazer pressão para o conteúdo sair.

Quais são os sintomas?

É certo que, geralmente, os sintomas podem ser confusos. Quando falamos de um bebé lactante, o sintoma mais habitual é o refluxo, mais ainda nos bebés menores de um ano. O refluxo é uma patologia frequente e benigna que termina desaparecendo.

Os sintomas mais comuns da indigestão são dor na barriga, peso no estômago, náuseas, vômitos, gases, soluço, palidez, perdida da fome, diarréia ou fezes duras (geralmente de cor preta). Durante os primeiros meses de vida a indigestão pode ser habitual por causa do excesso de comida.

Por que aparece a indigestão?

Em ocasiões, a indigestão se produz porque o bebé comeu mais do que ele precisava.

É frequente os pais se obsesionar porque as crianças comam menos do habitual. Simplesmente, o bebé chupa o biberão sem fome para se acalmar. Quando o bebé não quer comer não é precisas te alarmar. Se forçamos ele provocaremos sua indigestão.

Além disso, a indigestão se pode produzir quando se introduz a alimentação complementaria e não ter reduzido a quantidade de leite materna quando se oferecem outros alimentos. Em crianças mais velhas (dois anos) pode ser que a indigestão esteja produzida por alimentos muito açucarados (suco, frutas doces…) e além dos alimentos açucarados, também comer muito rápido provoca indigestão.

O que fazer para evitar a indigestão?

A melhor forma de evitar que o bebé tenha indigestão é confiar nele e não tentar oferecer mais quando ele não quer. Quando oferecemos uma quantidade ilimitada de leite, o bebé para quando ele não quer mais. É fundamental saber parar.

Se não damos comida suficiente por medo a uma indigestão, a próxima vez que ele coma o fará com ansiedade. Dessa forma, ele vai engolir gases que produziram uma situação parecida com a indigestão.

Se o bebé tem indigestão comerá menos. Quando ele se recuperar voltará comer mais. Assim aprenderá controlar.

Nós como pais, não devemos insistir na sua alimentação.

Quando a criança é mais velha para ela não ter indigestão, não devemos:

– Não deixar por casa alimentos que podem chamar sua atenção como chocolate ou bolachas.

– Em festas familiares, seja tú quem servas a comida e a quantidade exata que a criança vai comer. É bom fazer num prato menor porque assim parece mais comida.

– A criança pode comer entre comidas sempre que sejam alimentos saudáveis.

Uma vez que o bebé tem indigestão, que podes fazer?

A melhor solução é fazer uma massagem circular com óleo na barriga ou bem colocar calor local com algum pano quente. Isso fará a dor aliviar.

Não deves perder a calma, não existe nenhum tratamento médico.

É bom manter o bebé hidratado, mais ainda quando tem sintomas de vômitos e diarréias. É importante não obrigar ele com a comida, se ele não quer comer mais que não coma.

Normalmente, até passar umas 12 ou 15 horas a dor não desaparece e 24 horas para que esteja totalmente recuperado.

Se as indigestão acontece com muita frequência, leva teu filho no médico.

Diarreia

Definição:

Aumento do volume, frequência, ou quantidade de líquido nas deposições.Pode ser a manifestação mais frequente de alteração na absorção ou transporte intestinal de substâncias, que geralmente se deve a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.

Sintomas:

Dor abdominal, febre, náuseas, vómito, debilidade ou perda de apetite.

Tratamento:

Não tomar alimentos sólidos durante umas 24 horas, beber apenas água ou soro durante as primeiras horas. Uma vez passado este tempo, e se a quantidade de deposições diárias diminui, introduzir  a pouco e pouco uma dieta suave (caldo de arroz, etc.).

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Источник: https://www.todopapas.com.pt/bebe/saude-do-bebe/o-que-fazer-quando-o-bebe-tem-indigestao--11649

Azia ou má digestão? Entenda a diferença e os cuidados

O que fazer quando o bebé tem indigestão?

Quem nunca reclamou de desconforto abdominal após as refeições? Problemas como azia e má digestão são comuns e afetam a qualidade de vida dos brasileiros. Segundo a Federação Brasileira de Gastroenterologia, cerca de 70% da população já sofreu algum episódio de indigestão.

Embora muita gente ache que azia e má digestão são a mesma coisa, há diferença entre elas. Portanto, também é preciso tomar medidas preventivas e adotar tratamentos de acordo com cada caso. O Sempre Bem te explica mais!

O que é azia?

A azia é a sensação de queimação no estômago e pode causar dores no peito, irradiando desconforto para pescoço e garganta. Ela ocorre quando o suco gástrico rompe o esfíncter, anel muscular que separa o esôfago do estômago. A produção de ácido gástrico é feita pelo próprio organismo e é ele que auxilia o processo de digestão dos alimentos. 

Causas

De acordo com a gastroenterologista Patrícia Rattacaso, a azia é uma condição que normalmente “está associada à doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), quando o conteúdo gástrico sobe para o esôfago, causando a sensação de queimação e regurgitação”. Estima-se que o problema afete cerca de 12% dos brasileiros. 

Já o refluxo geralmente é causado pelo mau funcionamento do esfíncter. Em condições normais, ele atua como uma espécie de válvula que se abre para o alimento passar do esôfago para o estômago e, em seguida, se fecha para reter os sucos gástricos e o alimento ingerido.

Quando há qualquer comprometimento nesse processo, o conteúdo gástrico do estômago passa para o esôfago e, como ele não possui uma camada de proteção contra substâncias ácidas, isso pode provocar esofagite (inflamação do esôfago). 

Além disso, a azia também pode ser consequência de gastrite. Por isso, é importante atentar para a frequência com que os episódios aparecem e se repetem, pois a azia pode ser sintoma de problemas mais sérios. 

Veja também o vídeo (Fica a Dica – Dicas para amenizar a azia)

Sintomas da azia

Os sintomas da azia afetam o bem-estar e diminuem a qualidade de vida. Conheça:

Má digestão e sensação de estômago cheio;Refluxo dos alimentos;Arroto constante e involuntário;Estômago inchado;Gosto ácido ou amargo na boca;Dor e sensação de queimação na garganta.

Cuidados

Para cuidar dos sintomas da azia, é preciso adotar uma mudança de hábitos alimentares, que inclui alterar a forma de consumir os alimentos. Com atitudes simples, como mastigar bem antes de engolir, é possível facilitar a digestão e isso faz muita diferença na hora de tratar a doença. 

Mas isso não basta! Também deve-se evitar a ingestão de alimentos gordurosos, parar de fumar e diminuir as situações de estresse para barrar a azia. Afinal, o tratamento pode até incluir o uso de medicamentos, mas só isso não funciona. 

Confira alguns alimentos e bebidas capazes de provocar azia e repense sua dieta:

Bebidas alcoólicas, refrigerante, café e suco de laranjaPimentas, cebola e vinagreAlimentos gordurosos, frituras e chocolateMolho de tomate, mostarda e ketchup

Tratamento

Para alguns casos, o tratamento da azia requer o uso de medicamentos. Nesse sentido, os antiácidos, inibidores de bomba de prótons e relaxadores do fundo gástrico, entre outros, são os mais recomendados e utilizados. 

Claro que o uso de remédios deve ser feito somente com prescrição médica, afinal, esses  tratamentos possuem indicações e dosagens específicas, e podem ter efeitos colaterais como diarreia, vômitos, aumento no risco de infecção gastrointestinal etc.

O que é má digestão?

Também chamada de indigestão, ou dispepsia, a má digestão é o desconforto no abdômen superior que ocorre logo após as refeições. Ela causa dor abdominal, inchaço, náusea, vômito, empachamento, entre outros incômodos. 

Para serem absorvidos pelo intestino delgado, os alimentos precisam ser digeridos, ou seja, necessitam passar pela ação dos sucos gástricos para transformar a comida em partículas bem pequenas. Quando o estômago está cheio demais ou consumimos alimentos de difícil digestão, é comum que se apresentem os sintomas da indigestão.

Sintomas

As pessoas costumam confundir os sintomas de dispepsia com os de gastrite e azia, mas a indigestão nem sempre é sinal de um problema mais sério. Veja os principais sinais:

Desconforto no abdômen superior;Sensação de estômago cheio;Eructações (arrotos);Sensação de refluxo;Enjoo;Vômito;Dor abdominal;Sonolência após a refeição.

Quando está relacionada a outras doenças, a má digestão pode apresentar vários sintomas, como dor, náusea, sensação de peso, empachamento, queimação e saciedade precoce.

Leia também o artigo (Intolerância à lactose x APLV: saiba a diferença)

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