Os animais de estimação e as crianças!

8 benefícios do convívio com animais de estimação para as crianças

Os animais de estimação e as crianças!

Pais e mães que tiveram animais de estimação na infância sabem como esses companheiros são marcantes. Além de criar memórias inesquecíveis, o contato com os pets pode fazer com que a criança tenha uma vida mais longa, saudável e feliz.

Confira a seguir alguns dos benefícios já demonstrados por estudos e os cuidados para ter em mente com a chegada do cão, gato ou outro bichinho em casa.

Fortalecimento do sistema imune

Antigamente, se pensava que cães e gatos poderiam desencadear alergias em crianças. Mas hoje se sabe que a história é outra: o convívio pode proteger as crianças de infecções e até diminuir o risco de asma e dermatite atópica, duas doenças que dão trabalho na infância.

Ainda não se sabe porque o animal estimula o sistema imune, mas se acredita em uma espécie de “treino” para que as defesas aprendam a lidar com agentes externos como poeira, pelos e por aí vai. Algumas pesquisas indicam ainda que pode haver influência na composição da microbiota intestinal, o conjunto de micro-organismos que vive no intestino e que é importante para as defesas.

A influência é tamanha que alguns trabalhos ligam a exposição aos animais ainda na gestação a um menor risco dessas encrencas, que estão relacionadas a um desequilíbrio do sistema imune.

Estímulos ao cérebro

Os dois primeiros anos de vida são fundamentais para o desenvolvimento cerebral. Quanto mais estímulos, mais conexões se formam entre os neurônios. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a relação com os animais faz com que as crianças tentem várias vezes a realização da mesma atividade, o que aperfeiçoa habilidades motoras.

Desenvolvimento emocional

Aqui são tantos benefícios estudados que fica até difícil selecionar um só. Habilidades como autocontrole, socialização e capacidade afetiva são alguns dos aspectos positivos mais conhecidos. Ora, ter um companheiro ensina a interpretar os sentimentos e necessidades de outro ser, o que ajuda a trabalhar empatia, além do estímulo à comunicação não verbal e do carinho com o próximo.

São terapêuticos

Crianças com transtornos físicos e neurológicos se beneficiam muito do convívio com animais de estimação. Não é à toa que ele é parte do acompanhamento terapêutico de diversas condições, como o autismo, e a terapia assistida por animais (TAA) é uma metodologia específica com esse foco.

Se não atuam diretamente na melhora dos sintomas, podem ser ao menos uma ferramenta para ajudar no tratamento, principalmente das crianças mais velhas. Por exemplo, um estudo de 2016 mostrou que crianças e adolescentes portadores do diabetes tipo 1 controlavam melhor a glicemia se tivessem um pet em casa.

Isso por conta do senso de responsabilidade atribuído ao cuidado com o bichano, que pode estimular a tomar remédios do jeito certo — neste caso, a insulina.

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Ensina valores de vida

Ter um relacionamento com um animal é uma maneira de transmitir lições importantes para a criança sobre nascimento, reprodução, acidentes e outros acontecimentos marcantes. Quando um bichinho morre ou se perde, elas têm contato com o luto, o que será útil em futuros eventos tristes da vida.

Fora que, conforme o pequeno cresce e ganha tarefas condizentes com a sua idade no cuidado com o bicho, aprende também noções de responsabilidade.

Controle do estresse

Sim, ele também pode afetar os pequenos, especialmente no dia a dia corrido que vivemos. E os cães, gatos e companhia podem ajudar a relaxar e acalmar a criança. Uma das teorias para explicar isso é a de que, ao afagar o animal de estimação, o corpo libera hormônios como a ocitocina, ligada ao estabelecimento de vínculos e a uma melhor resposta psicológica e fisiológica ao estresse.

O Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC) já publicou um estudo mostrando que ter um animal em casa pode diminuir o risco de ansiedade infantil.

Mais atividade física

Essa vale mais para os cachorros. Levar o mascote para passear ou brincar com ele é uma ótima maneira de se mexer, em um mundo que se preocupa com os níveis de sedentarismo em jovens e o aumento na incidência de obesidade infantil. Quanto mais envolvida com o animal a criança for, maiores as chances de ela ser ativa, diz uma pesquisa.

Menos risco de obesidade

Além de espantarem o sedentarismo, a ciência estuda se os animais de estimação poderiam ter mais influência na prevenção da obesidade infantil. Um achado nesse sentido foi feito em 2017 pela Universidade de Alberta, no Canadá.

Ao investigar a microbiota intestinal de 700 bebês, os pesquisadores descobriram que os que conviveram com pelo menos um pet durante a gestação tinham duas vezes mais Oscillospira no intestino. Essa bactéria está ligada ao risco de ganhar muito peso.

Cuidados necessários

Em seu site, a SBP destaca que até os sete anos os pais devem supervisionar a interação entre filhos e bichos. Cuidar da higiene, de pulgas e carrapatos, realizar visitas regulares ao veterinário e lavar as mão depois do contato são outras recomendações da entidade.

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Источник: https://bebe.abril.com.br/saude/8-beneficios-do-convivio-com-animais-de-estimacao-para-as-criancas/

Quais os riscos e benefícios de ter animal de estimação para a criança?

Os animais de estimação e as crianças!

Se o risco de desenvolver alergia é o quevocê mais teme quando pensa no convívio entre bebês, crianças e animais deestimação, pode relaxar. Pesquisas mais recentes demonstram exatamente ocontrário: quem convive com pets desde pequeno tem menos chance de apresentaralergias respiratórias.

E não é só isso. Os benefícios dessa relação trazemganhos físicos, psicológicos e emocionais.

O que se costuma dizer, aocontrário, é desejar boa sorte aos bichinhos em tom de brincadeira, pois aamizade vai passar certamente por puxões no pelo, beliscões e a falta de jeito(e de compreender a própria força) do bebê.

Segundo estudo publicado pela American Medical Association, bebêsque convivem com pets em casa têm risco 13% menor de desenvolver asma – e osque vivem em fazendas ou em contato com muitos bichos, até 50% menos.

Diversosestudos recentes ao redor do mundo revelam que a convivência fortalece osistema imunológico, diminuindo a sensibilidade a pelos, pólen e poeira e,assim, reduzindo a quantidade de antibiótico receitado para as crianças.

E queo convívio é benéfico para a diminuição de dores de cabeça, problemas deestômago e resfriados, bem como da obesidade – além de as crianças apresentaremmais bactérias ligadas a um ganho menos acelerado de peso, os pets são umincentivo e tanto a não ficar parado, não?

Vantagens emocionais e sociais para a criança

Não bastassem as vantagens para a saúdefísica, os animais fortalecem o desenvolvimento sensorial, social e afetivo: ascrianças ficam mais sociáveis, aprendem noções de responsabilidade,companheirismo e cuidado mais cedo, demonstram melhor sua afetividade e ficammenos ansiosas. Os benefícios da amizade entre cães e crianças também foramnotados em casos de crianças autistas.

Quando se preocupar?

Obviamente, pais de crianças que já têmhistórico de alergia a pelos de animais precisam conversar com o pediatra sobrea possibilidade de adotar um cão ou gato. Estima-se que 10% da população tenhaalguma alergia associada, como rinite.

Se o pet for muito ciumento ou não muitosocial, é bom ficar bem atento aos momentos juntos – nunca deixe bebês eanimais sozinhos brincando. Mesmo os mais dóceis podem machucar a criança emuma brincadeira ou reagir a um beliscão ou puxão de rabo.

O que fazer para evitar riscos?

O animal deve estar com vacinação evermífugo em dia, bem como protegido contra pulgas e carrapatos. Evite que elese deite na cama ou berço do seu filho e mantenha ração e água fora de alcancedo bebê.

Mas se um dia você pegar seu filho comendo ração, não entre emdesespero: acontece nas melhores famílias. Explique  que é proibido e retire do local.

A mesmacoisa com lambidas: evite que o pet o lamba rosto e mãos, principalmente, elave toda vez que acontecer – sim, acontece mais do que você consegue evitar.

A área em que o pet faz suas necessidadesnão deve ser acessada por seu filho. E os pelos no chão precisam ser aspiradosdiariamente, de preferência.

Qual a melhor idade para ter um pet?

Depende. Crescer com um pet desde quando seestá na barriga já se comprovou benéfico para o sistema imunológico. Éimportante, no entanto, contar que o animal exige atenção, cuidados e tempopara brincadeiras e passeios (se for um cão). Quando a criança tem 1 ano deidade, ela interage melhor com o bicho e a família também já conseguiuestabelecer uma rotina.

Mas, se a sua rotina ainda está bagunçadapor causa do bebê, talvez não seja uma boa ideia acrescentar outro elementonovo à sua vida neste momento. Vocês terão tempo para passear com o cachorro,por exemplo? Nas primeiras semanas do puerpério, por exemplo, quando quaseninguém consegue sair de casa, isso será uma dificuldade e o melhor é esperarum pouco.

Se a ideia é a socialização e odesenvolvimento de responsabilidades das crianças, a partir de 4 anos elasestão mais aptas a entenderem regras e a assumirem cuidados.

E para quem já tem um animal, o que fazer com a chegada do bebê?

Cães e gatos podem ficar bem protetoresdesde a sua gestação.

Há alguns que ficam mais bravos quando outras pessoas seaproximam da grávida ou do bebê, mas há também aqueles que vão sentir ciúmes eprecisarão entender que não perderam espaço na casa e em seu coração.

Acostumeseu bichinho com os itens do bebê – deixe ele cheirar o enxoval, entrar noquartinho para conhecer, se aproximar da sua barriga, enfim, participar dessemomento de espera.

Quando o bebê nascer, leve para o pet umafraldinha ou roupinha com o cheiro da criança. E, ao chegar em casa, o ideal éque alguém entre primeiro e agrade o animal, para depois quem estiver com orecém-nascido entrar.

Sem neuras: pode deixar ele se aproximar e cheirar àvontade, mas de preferência na parte dos pés (evite a área da cabeça) – é raro,mas pode ser que, querendo brincar ou “cuidar”, o cão machuque seu filho.

Em poucotempo ele vai saciar a curiosidade.

Nos primeiros meses, a atenção e o tempo da mãe vai estar muito voltado aos cuidados com o recém-nascido – o ciclo interminável de troca de fralda, amamentação e sono. O animal certamente sentirá sua falta, portanto, é interessante reservar um momento para ficar a sós com o animal – se for um cão, vai adorar dar uma voltinha no quarteirão e, assim, você também respira um pouco.

E mais:

+ Como deixar a casa segura para o bebê

+ Música, um estímulo pra lá de interessante

+ Que cuidados ter com o bebê na praia?

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Источник: https://babyhome.me/pt-br/news/bebe/quais-os-riscos-e-beneficios-de-ter-animal-de-estimacao-para-as-criancas/

Embarazo y niños
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