Porque é que os bebés arqueiam as suas costas?

Cólica no bebê. O que fazer?

Porque é que os bebés arqueiam as suas costas?

Cólica é um termo geralmente usado para descrever o choro incontrolável em bebês saudáveis.

Embora não se trate de uma doença nem represente algum dano de longo prazo para o bebê, a cólica pode incomodar bastante a criança e ser estressante para a família.

Meu bebê chora demais. Como vou saber se é cólica?

Se o seu filho tem menos de 5 meses, chora mais que três horas seguidas mais que três vezes por semana, e isso já dura ao menos três semanas, há boas chances de ser cólica.

A cólica costuma aparecer por volta de duas a três semanas após o nascimento (no caso de crianças prematuras, de duas a três semanas após a data prevista para o parto).

É normal que bebês chorem quando estão com fome, molhados, assustados ou cansados, mas crianças com cólica choram sem parar e nada consegue lhes dar conforto ou consolo. Além disso, em caso de cólica, o choro costuma ser mais alto que o normal e pode começar e parar repentinamente.

Quais são os principais sintomas da cólica?

  • Num bebê com cólica, você pode notar o seguinte:
  • Ele tem crises de choro intenso, e é difícil acalmá-lo
  • Ele encolhe as perninhas e arqueia as costas para trás, estica-se e se espreme enquanto chora
  • Ele solta puns quando chora

A cólica normalmente ataca no fim da tarde e à noite. Em casos mais difíceis, o bebê chora a qualquer hora do dia. Pode ficar difícil dar de mamar para o bebê quando ele está tão desconfortável.

Quando é que a cólica vai embora?

A cólica pode mesmo ser desesperadora para a família, principalmente porque todos estão se adaptando à nova vida com o bebê. O alento é que a cólica não é grave, não é uma doença e costuma melhorar bastante entre os 3 ou 4 meses. O pico geralmente ocorre por volta de 6 semanas.

Por que o bebê fica com cólica?

Ainda não se sabe exatamente o que provoca a cólica. Cerca de 20 por cento dos bebês apresentam cólica, e ela aparece tanto em meninos quanto em meninas, crianças amamentadas no peito ou com fórmula de leite, e tanto em primeiros filhos como em segundos, terceiros etc.

A realidade é que ainda não se sabe ao certo por que algumas crianças são mais suscetíveis às cólicas que outras. Uma das hipóteses mais fortes é a de que o sistema digestivo do bebê ainda é imaturo, o que faz a barriga doer em reação a algumas substâncias do leite materno ou do leite artificial.

As contrações intestinais do bebê estariam «desorganizadas». Outras possíveis explicações para a cólica são:

  • O sistema nervoso do bebê ainda não amadureceu e fica sensível demais
  • O bebê sente dor porque tem dificuldade de expelir gases

Outra indicação é que o fumo durante a gravidez ou o convívio com alguém que fuma podem predispor a criança a ter cólica.

Alergia alimentar pode causar cólica no bebê?

O pediatra também pode avaliar se o bebê tem alguma intolerância ou alergia alimentar, como à proteína do leite de vaca (APLV). Embora isso não seja a causa direta da cólica, é uma das razões para o desconforto abdominal que se assemelha à cólica.

No caso de bebês alimentados com fórmula de leite, o médico pode recomendar uma especial. Se a criança mama no peito, a mãe pode seguir uma dieta restritiva, deixando de ingerir leite, queijo e iogurte por algumas semanas para ver se faz alguma diferença.

Também pode acontecer de o bebê ser sensível a algum outro alimento consumido pela mãe. Há certa controvérsia entre os especialistas, mas os principais suspeitos de alergia são trigo, ovos, nozes e castanhas, cafeína e chocolate.

Para verificar se algum desses alimentos está causando desconforto no bebê, o ideal é evitá-los por alguns dias e reintroduzir um de cada vez, deixando um intervalo no meio.

Converse com o médico se você notar que determinados alimentos deixam o bebê mais irritado.

Há algum risco para o bebê com cólica?

Não, o bebê não corre nenhum risco por apresentar cólica. Mas é preciso sempre consultar o médico para ter certeza de que se trata de cólica mesmo e não de algum outro problema que esteja causando dor ou desconforto, como uma hérnia ou infecção.

(Atenção: se a criança apresentar outros sintomas, como febre ou vômito, procure atendimento médico imediatamente. Essas ocorrências não estão ligadas à cólica.) O ruim é que, conforme o bebê chora, ele pode engolir mais ar, o que só provoca mais gases e cólica.

E é muito difícil conviver com um bebê que chora tanto. Ainda mais quando a mãe está sensível por causa de tantas mudanças hormonais, que já são motivo suficiente para ela chorar por horas e horas também.

Quanto mais tenso ficar quem está cuidando do bebê, mais difícil será acalmá-lo.

O que posso fazer para tentar consolar o bebê com cólica?

As estratégias para tranquilizar o bebê dependem da possível causa da cólica. Veja as possibilidades:

Reação ao leite materno ou fórmula

  • Pode ser que o sistema digestivo do bebê ainda seja imaturo, e que algumas substâncias provoquem dor e desconforto. O que fazer:
  • Se você está amamentando, pode experimentar fazer algumas mudanças na sua alimentação para ver se o bebê chora menos. Uma regra simples é a seguinte: procure eliminar os alimentos que causam gases em você. Entre os alimentos que se imagina que possam causar cólica estão: leite, chocolate, brócolis, couve-flor, repolho, feijão, cebola e comidas apimentadas. Mas lembre-se de que uma mãe que amamenta precisa se alimentar bem, e que o leite materno é o melhor para o bebê (bebês que tomam fórmula também têm cólica!).
  • Se seu bebê toma fórmula, pode ser que ele tenha alguma alergia ou intolerância a um componente do leite artificial. O pediatra pode prescrever uma fórmula especial.

Sistema nervoso imaturo ou sensível demais

Pode ser que o bebê ainda não esteja pronto para tantos estímulos que o mundo joga sobre ele. Se o choro do bebê não parecer estar relacionado com dor de barriga, experimente as seguintes táticas:

    • Segure o bebê no colo bem apertadinho, use um sling ou experimente enrolá-lo numa manta.
    • Experimente mantê-lo num ambiente sem muitos estímulos, com pouca luz e pouco barulho. Se você achar que segurá-lo no colo não está adiantando, tente colocá-lo por alguns minutos no berço.
    • Como você já deve ter descoberto, o bebê chora menos quando está em movimento. Carregue-o com você num canguru ou sling, deite na rede com ele, passeie bastante ou balance o carrinho. No caso do choro desesperador da cólica, não adianta ficar se preocupando em acostumar mal o bebê.
    • Barulhos constantes ou rítmicos, como o do ventilador, acalmam alguns bebês.
    • Chupar o dedo ou a chupeta pode acalmar o bebê. Você também pode fazer uma massagem leve.
    • Um banho morno tende a relaxar o bebê e distrai-lo no meio de uma crise de cólica. Alguns se acalmam com um jato leve de água nas costas.

Dor causada por gases

Você vai notar que o bebê se «espreme» e se contorce, e parece ter alívio quando solta um pum ou quando consegue fazer cocô. Ele também pode começar a chorar no meio de uma mamada. Algumas sugestões:

    • Ponha o bebê para arrotar depois de cada mamada. Veja mais detalhes sobre como colocar o bebê para arrotar.
    • Procure manter o bebê com a cabeça levantada na hora de dar de mamar. Se você amamenta o bebê, confira se ele está pegando o peito direitinho e experimente variar as posições de amamentar.
    • Se você dá mamadeira para o bebê, tenha certeza de que ele não está engolindo ar. Veja se o furo do bico não está muito grande, e mantenha a mamadeira sempre bem levantada, com o bico totalmente preenchido de leite. Procure os bicos anatômicos e elaborados exatamente para diminuir a entrada de ar enquanto a criança mama.
    • O pediatra pode receitar uma medicação (gotas de dimeticona ou simeticona) para ajudar o bebê a aliviar o acúmulo de gás na barriguinha. Fale sempre com o médico antes de usar qualquer truque que envolva dar alguma substância para a criança, mesmo que seja só molhar a chupeta (e mesmo que seja um fitoterápico).
    • Tente colocar uma bolsa de água quente na barriga do bebê (sempre envolta numa toalha e com muito cuidado para não queimar o bebê, que tem a pele muito sensível).
    • Procure fazer movimentos de bicicleta com as pernas dele ou massagear a barriga com delicadeza para estimular a evacuação, o que também pode ajudar.

Não aguento mais tanto choro! O que fazer?

As primeiras semanas com o bebê em casa podem ser muito estressantes, tanto para a mãe, que tende a ter uma vontade de chorar permanente, quanto para o pai, que também pode ficar abalado. Quando você achar que não aguenta mais, peça ajuda.

Reveze-se nos cuidados com o bebê e, se precisar, dê uma saída de casa para arejar a cabeça e parar de ouvir o choro, enquanto outra pessoa fica com o bebê. Procure se lembrar de que o choro do bebê não é culpa sua, e que a cólica vai passar com o tempo.

fonte: babycenter.com

Источник: http://semprekids.med.br/blog/colica-no-bebe-o-que-fazer

Qual a posição correta do bebê em um carregador?

Porque é que os bebés arqueiam as suas costas?

No mundo corrido de hoje onde as mulheres têm multifunções, com a chegada da maternidade, um acessório tem ganhado uma atenção especial no mundo materno – o Carregador de bebê.

A facilidade que seu uso oferece tem feito muitas mamães optarem por esse tipo de acessório para não só passearem com o bebê, mas irem as compras, cozinhar, limpar a casa e até trabalhar.

Existem diversos tipos de carregadores, mas os mais indicados pelos profissionais da área são o sling e o mei tai evolutivo.

Benefícios e Vantagens e vantagens no uso do Sling

São muitas as vantagens que o uso do sling ou mei tai evolutivo oferecem entre elas:

  • aproximar e incentivar o vínculo maternal,
  • ajudar a manter a temperatura certa do bebê,
  • deixar o bebê calmo,
  • ajudar na hora de realizar suas atividades diárias como compras e passeios,
  • oferecer mais segurança para mãe e bebê, pois proporciona proteção, além de conforto para ambos.

Como você pode ver os benefícios são vários sendo muito útil e prático. Sem dúvida agrega a praticidade que a mamãe busca. Sabendo usar torna tudo muito mais fácil para ela e o bebê.

Forma certa de carregar o bebê – Como usar o sling

Porém, na prática muitas vezes o uso do carregador não garante o conforto e segurança da criança se for feito de forma incorreta. Por isso, não basta apenas encaixar a criança no sling e sair com ela para passear.

É necessário entender o jeito certo de usar para não prejudicar a postura do bebê. Entre as contraindicações a mais importante é a de não carregar o bebê de costas para a mãe e de frente para o mundo.

Segundo Deborah Santana (especialista em carregadores ergonômicos) há detalhes que as mamães devem observar e fazer na hora de prepararem a criança no sling ou mei tai.

A falta desse entendimento tem prejudicado muitas crianças. A forma errada afeta todo o corpinho do bebê incluindo a coluna e quadris.

“A parte superior das pernas do seu bebê deve ser puxado até pelo menos o nível do quadril, e não superior.

Isto só é possível se o tecido em um porta-bebê cobre toda a parte de trás da coxa até parte de trás do joelho, ou se o transportador tem apoio para os pés.

Quando o bebê está virado para a frente com as pernas sem suporte, não é que suas pernas estão simplesmente balançando – a sua coluna e quadris são suportados também, e não há simplesmente nenhum lugar para o bebê “sentar”, explica.

A mamãe também deve pensar no próprio conforto na hora de carregar o bebê. Quando ele fica virado para ela com as perninhas e bracinhos de frente com ela, a postura do bebê fica ereta e da mamãe também. O que não acontece quando o bebê está virado para frente, pois o peso acaba fazendo com que a mamãe se encurve de acordo com Deborah.

Por isso, agir de forma correta na hora de colocar a criança no sling é tão fundamental quanto necessário para a boa saúde da mamãe e do bebê que também é prejudicado se não é ajustado nesse suporte corretamente. “Estendendo a parte de trás (como espreguiçar-se depois de acordar), não é prejudicial ou “ruim” por si só.

O problema surge quando você comprimir a cavidade lombar sob uma carga. Colocar uma criança em um portador de frente estica a curva naturalmente arredondada de sua coluna.

Com nada para se agarrar, músculos abdominais fracos e ombros retraídos, a pélvis da criança se inclina para trás e é forçada a não apenas carregar o peso de seu próprio corpo, mas também absorver a força de cada passo que o usuário dá, comprometendo sua pequena coluna”, esclarece.

Além disso, não é certo colocar pressão sobre a virilha, pois o resultado pode causar irritação nas coxas, principalmente nos meninos. Por isso, a dica é nunca optar por esse jeito de transporte. A criança é apta a desfrutar do passeio mesmo sendo carregado de frente para a mamãe.

 

Deborah Santana carregando sua filha caçula Chloe no Mei Tai Evolutivo em passeio com o mais velho Lorenzo.

Para a criança a posição correta no sling não interfere na sua atenção, na vista durante o trajeto e o melhor aproveito disso durante o passeio. Além, dela ter o contato direto da mamãe por estar de frente com ela e a mamãe a atenção devida por estar o tempo todo com o olhar na criança.

Outro detalhe está na cabeça e no pescoço do bebê ao ser transportado de forma incorreta no sling. Deborah explica mais sobre esse cuidado. “Asfixia posicional é possível quando os bebês não têm controle do pescoço e seu queixo cai em direção a seu peito. Bebezinhos nunca devem ser colocados em uma posição que pode comprometer as suas vias respiratórias.

A Comissão responsável pela segurança dos produtos consumidos dos Estados Unidos, aprovou recentemente uma lei em que os rótulos de advertência de transportadores para a frente, devem indicar que os bebês não devem ficar para fora até que o controle adequado da cabeça / pescoço for alcançado.

A lei não se aplica a crianças dormindo, mesmo que eles não tenham controle de seus pescoços e cabeças enquanto cochilando”, esclarece.

A posição flexionada que um bebê assume no peito de sua mãe, quando de frente para ela, é mais eficiente na conservação de calor do que quando o peito está exposto. O bebê também tem mais células de gordura (isolamento) do lado de trás do que na frente. Também ao carregá-lo virado para frente torna mais difícil responder os estímulos do bebê. Sem contato visual é mais difícil de se interagir com ele, verificar suas vias aéreas e perceber suas necessidades. De acordo com estudos até mesmo quando a criança está no carrinho virada de frente interfere na capacidade interativa. De acordo com Deborah essa posição tira o centro de gravidade do bebê e pode não ser tão maravilhoso em sua volta também. “Na maioria das vezes os dedos indicadores do usuário ficarão fora para o bebê agarrar e estabilizar-se, ou o usuário vai tentar apoiar as pernas do bebê levantando-as na frente. Sem banco e nada para agarrar a sua frente é difícil para o bebê não arquear as costas sob o peso de seu próprio corpo. E para o usuário, carregar uma carga com uma espinha arqueada vai lhe dar dor nas costas. Transportar o bebê virado para a frente não é a melhor opção. Abraçando seu bebê, ou tê-lo abraçado a você, é o que bebê está adaptado a fazer naturalmente”, finaliza. Deixe seu comentário nesse artigo e não se esqueça de compartilhar em suas redes sociais.

Artigo escrito por Eliane Honorato – Jornalista, formada na PUC-Campinas, possui experiência como correspondente internacional, repórter em mídias impressas e digitais. É assessora de imprensa no e-commerce Petit Papillon Bebê & Criança.

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Источник: https://portogente.com.br/noticias-corporativas/113608-Qual%20a%20posi%C3%A7%C3%A3o%20correta%20do%20beb%C3%AA%20em%20um%20carregador?

Reflujo gastroesofágico en bebés – Que es, sintomas y causas

Porque é que os bebés arqueiam as suas costas?

Hoy les contaré todo lo referente al reflujo en los bebés, motivo muy frecuente de consulta al pediatra, aunque de resolución espontánea en la gran mayoría de bebés.

El reflujo gastroesofágico (RGE) en los bebés puede ser fisiológico(o sea normal) o patológico, caso en el cual se deben realizar pruebas, recetar medicación y en algunos casos incluso realizar cirugía, aunque es poco frecuente en los bebés.

¿Qué es el reflujo?

Es cuando el contenido gástrico (leche o alimentos) retorna del estómago hacia el esófago y es expulsado ya sea por vómitos (expulsión vigorosa del contenido gástrico)  o regurgitación (cuando la leche es expulsada suavemente por la comisura labial), llamada también agrieras o agruras en algunos países.

¿Porqué se produce el reflujo en bebés?

Se produce cuando el esfínter esofágico inferior (que es el músculo entre el esófago y el estómago) no se cierra adecuadamente, generalmente por inmadurez propia de la corta edad del bebé, y al no «cerrar bien » permite que la leche retorne al esófago y sea expulsada.

¿Cuáles son los principales síntomas de reflujo en bebés?

  • Vómitos o regurgitaciones frecuentes.
  • Irritabilidad, sobre todo después de comer.
  • Dificultad para dormir bien.
  • Cólicos más intensos y prolongados en tiempo (hasta 3 horas).
  • Tos, sensación de ahogo, problemas respiratorios frecuentes junto con sibilancias.
  • Rechazo a la comida.
  • Pérdida de peso o problemas para ganarlo.
  • Arquear pronunciadamente la espalda tirando la cabeza hacia atrás cuando está comiendo o justo después.

¿Qué tan común es el reflujo en los bebés?

El RGE es muy común en los bebés. Tiene su pico máximo entre el primer y el cuarto mes de edad, pero tiende a resolverse aproximadamente a los seis meses, cuando el bebé inicia sus primeras papillas, su postura se vuelve más erguida y domina mejor su tronco. Pero en algunos niños, el reflujo puede perdurar hasta los 18 a 24 meses de edad.

¿Cuál es el tratamiento del reflujo?

Normalmente las mamás y papás acuden con preocupación porque sus bebes botan la leche.

Como pediatra lo primero que hago es calmarlos y explicarles que si sus hijos vomitan o regurgitan pero suben de peso y talla de manera normal, si son bebés felices e incluso después de vomitar quieren seguir tomando leche, pueden estar tranquilos, a un bebé así lo denominamos como » el vomitador feliz» donde lo único que debemos hacer es esperar a que el esfínter madure con la edad y los vomitos se detengan. Pero si por el contrario, un bebé con reflujo no gana peso o incluso lo pierde, si es muy irritable, si presenta arqueamiento de la espalda durante o después de comer, si rechaza la leche o presenta cuadros de sibilancias (silbido en el pecho) frecuentes, se debe poner en tratamiento terapéutico cuanto antes.

¿Medicamentos para el reflujo en bebés?

Para el reflujo se recomiendan desde fórmulas espesadas (aún en discusión), pasando por adoptar ciertas posturas, – y en este punto quiero recalcar que los bebés antes de los seis meses siempre deben dormir boca arriba para disminuir la posibilidad de muerte súbita- también se emplea medicación como inhibidores de la bomba de protones (IBP) siendo el Omeprazol el más usado en los bebés, que actúa reduciendo la cantidad de ácido del estómago. También están los bloqueadores H2 como la Ranitidina que bloquean la producción de ácido; los procinéticos como la domperidona que ayudan a mejorar la tonicidad del esfínter esofágico para que el contenido estomacal sea vaciado con más rapidez. Y finalmente, si se han agotado todos los tratamientos médicos y el bebé aún no gana peso ni talla, además de otras complicaciones, se opta por un procedimiento quirúrgico llamado fundoplicatura.

Algunas recomendaciones para evitar o disminuir el reflujo:

  • Evitar alimentar al bebé con grandes cantidades y hacerlo en porciones más pequeñas y más frecuentes.
  • Hacer eructar al bebe después de alimentarlo.
  • Mantener al bebé en posición vertical al menos 30 minutos después de alimentarlo.
  • Consultar con el pediatra si es recomendable espesar la leche con algún cereal o cambiar a una fórmula antireflujo.

Tambien te puede interesar: ¿Cómo alimentar a un bebé con reflujo?

Mi recomendación es que siempre que un bebé vomite con cierta frecuencia hay que consultar con el pediatra, ya que aunque en la mayoría de casos el reflujo en bebés será pasajero y mejorará conforme crezca e inicie sus primeras papillas, en algunos bebés será necesario investigar otras enfermedades subyacentes y quizás remitirlo a un gastroenterólogo pediatra.

Dr. Fernando Sumalavia González

Pediatra

Источник: https://www.huggies.bo/mi-recien-nacido/reflujo-en-bebes

Choro do bebê: como identificar e quando se preocupar

Porque é que os bebés arqueiam as suas costas?

Às vezes, tipos de choros se sobrepõem. Recém-nascidos, por exemplo, podem acordar com fome e chorar por comida. Se os pais não respondem rápido, seu desejo por alimentação pode dar lugar a um lamento de raiva.

À medida que o bebê amadurece, seus gritos se tornam mais fortes, altos e insistentes. Eles também começam a variar mais para transmitir diferentes desejos. A melhor maneira de lidar com o choro é responder prontamente nos primeiros meses de vida.

Principais motivos para o choro

Chorar não faz mal e é totalmente comum. Veja quais são os principais motivos para o choro em bebês:

Como identificar os principais tipos de choros

Assim como os adultos, bebês têm personalidade. Quanto melhor conhecem seus filhos, fica mais fácil de os pais entenderem o que eles querem. No entanto, é possível ficar atento a alguns padrões que provocam os principais tipos de choro:

Fome: Se o bebê foi amamentado há três ou quatro horas e acabou de acordar, provavelmente está com fome. Alimentá-lo fará com que pare de chorar.

Cansaço: Quando o bebê está com menos energia, perdendo o interesse nas pessoas e brinquedos, esfregando os olhos e bocejando, são sinais claros de cansaço. Para que deixe de se sentir irritado e pare de chorar, deve tirar um cochilo.

Desconforto: Se um bebê está desconfortável (molhado, com frio ou calor, por exemplo), provavelmente vai se contorcer ou arquear as costas enquanto chora. Para resolver o problema, olhe a fralda e tire ou coloque uma camada de roupa para tentar descobrir o que está causando a angústia.

Dor: Um choro de dor é repentino e estridente, como quando uma criança mais velha ou um adulto se machucam. Pode incluir longos gritos seguidos, com uma pausa para recuperar o fôlego. Quando se recupera, começa a chorar de novo. Para descobrir qual o motivo da dor, verifique sua temperatura, tire sua roupa para procurar por hematomas e, se necessário, leve-o ao médico.

Incômodo por muitos estímulos: Se o ambiente está barulhento, com música alta e há muitas pessoas tentando conseguir a atenção do bebê, ele pode fechar os olhos e começar a chorar. Tudo o que ele precisa é de alguma paz.

Bebê doente: Um choro fraco, manhoso e acompanhado por gemidos pode indicar que o bebê está doente. Esse é o seu jeito de dizer “me sinto muito mal”. Consultar o pediatra é muito importante.

Frustração: Quando o bebê está aprendendo a controlar as mãos, braços e pés, pode tentar colocá-los na boca, alcançar brinquedos e outras peripécias. Ele pode chorar por frustração e tudo o que precisa é de uma ajudinha.

Solidão: Se o bebê cai no sono no seu colo e acorda um tempo depois chorando sozinho no berço, pode estar sentindo falta do aconchego dos seus braços. Pegá-lo no colo novamente pode acalmá-lo.

Preocupação ou medo: Bebês podem se assustar quando vão parar no colo de um parente ou de um desconhecido. Explique à pessoa que a criança precisa de um tempo para se habituar.

Tédio: Conforme se desenvolvem, bebês querem explorar o mundo. Enquanto você conversa com um amigo, ele pode cansar de ficar sentado no carrinho e dar início a um choro reclamão e agitado. Provavelmente, só precisa de algo para se distrair, como um brinquedo. Trocá-lo de posição também pode funcionar.

Cólica: Se o seu bebê chora inconsolavelmente por longos períodos durante o dia, ele pode estar com cólica. Quando é o caso, chora por horas a fio, geralmente durante a noite.

Como acalmar o bebê

Há algumas formas de confortar o bebê que chora muito:

  • Durante a amamentação, mudá-lo de posição pode funcionar
  • Alguns bebês se sentem mais confortáveis quando usam mais roupas ou um cobertor.
  • Pegue o bebê no colo ou coloque-o perto. Fale com ele, dance e cante.
  • Balance o carrinho do bebê para frente e para trás ou saia para dar uma volta.
  • Se estiver calor, tire suas roupas e faça massagens gentis e firmes. Mas evite usar óleos e loções durante o primeiro mês de vida.
  • Um banho morno pode acalmar.
  • Às vezes, muito agito pode deixá-lo desperto. Após a refeição, tente deitá-lo e deixá-lo tranquilo.
  • Peça conselhos ao pediatra.

Quando procurar ajuda

Várias razões podem causar o choro em excesso. Isso pode ser exaustivo e assustador para os pais, mas nem sempre é motivo para preocupações.

Um dos motivos para choro excessivo são as cólicas. Certos médicos acreditam que elas podem ser causadas por dores de estômago ou abdominais. Portanto, consulte o pediatra para entender se há alguma causa específica que deve ser tratada. No entanto, as cólicas geralmente passam naturalmente após o quarto mês.

Se o bebê está chorando constantemente e você não consegue distraí-lo ou consolá-lo, ou se o choro está diferente do normal, ele pode estar doente.

Perceba se o choro vem acompanhado de outros sintomas. Meça sua temperatura e repare se está dormindo mais do que o comum, se está com uma cor diferente, se tem erupções de pele e lesões, se respira com dificuldade ou faz barulhos ao respirar. Ao perceber algo diferente do normal, leve-o ao pediatra.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

UnicefMinistério da Saúde (Caderneta de Saúde da Criança – 8ª Edição)Sociedade Brasileira de Pediatria (A Linguagem da Dor no Recém-Nascido- – Ruth Guinsburg e Maria C. Cuenca A.)American Academy of Pediatrics (“Responding to Your Babies Cries”)WebMD Medical Team (“Soothing Your Crying Baby”)

Site oficial do Sistema de Saúde Nacional da Inglaterra (“Soothing a Crying Baby”)

Источник: https://www.danonenutricia.com.br/infantil/primeiros-meses/comportamento/choro-do-bebe-como-identificar

Porque é que o meu bebé arquiva as suas costas e quando é que devo preocuparme

Porque é que os bebés arqueiam as suas costas?

Por esta altura já deve ter aprendido a reconhecer os vários tipos de choro que o seu bebé tem. Você pode distinguir entre o choro com tanta fome e o choro de “get-me-out-soggy-diaper”. O seu ouvido bem afinado pode também captar a atenção e o choro do “eu preciso de mim agora”.

Às vezes o choro é acompanhado por movimentos expressivos do corpo, incluindo um arco nas costas. O arqueamento das costas ou da coluna – como um arco ou fazer a pose do gato no yoga – é comum em bebés. Os bebés arqueiam as suas costas por muitas razões.

Em alguns casos, uma coluna arqueada juntamente com outros sintomas pode sinalizar um problema de saúde. Mas se o seu bebé arquear as suas costas sem quaisquer outros sintomas, é provável que seja apenas um natural no yoga. Informe o pediatra do seu bebé sobre os arcos nas costas, só para estar do lado seguro.

Aqui está o que procurar e o que o seu bebé pode estar a tentar dizer-lhe.

Possíveis causas de arqueamento das costas em bebés

A gaseificação pode ser comum no novo sistema digestivo de um bebé. Alguns bebés podem ter episódios de agitação que duram vários dias ou semanas. Isto é por vezes rotulado genericamente como cólica.

As cólicas podem começar quando o seu bebé tem apenas 4 a 6 semanas e causar choro durante horas de cada vez. Felizmente, os bebés normalmente ultrapassam as cólicas quando têm 4 meses de idade.

O seu bebé pode arquear as suas costas quando tem gases ou uma dor de estômago. Isto pode ser porque arquear as costas estica um pouco o estômago e pode fazê-los sentir-se um pouco melhor. Poderá reparar que o seu bebé arquiva as costas após a mamada, quando tenta fazer cocó, e mesmo quando está deitado.

O refluxo, ou refluxo gastroesofágico, é comum em bebés desde o nascimento até cerca dos 18 meses de idade.

O refluxo dos bebés acontece porque os músculos redondos que beliscam ambas as extremidades do estômago fechadas ainda não funcionam correctamente nestes novos pequenos humanos. Se o seu bebé for prematuro, eles podem ter mais refluxo.

O seu bebé (muito saudável) pode ter refluxo várias vezes ao dia. Normalmente é completamente normal e nada com que se deva preocupar. Mas, por vezes, se estiverem a cuspir e parecerem ter outros sintomas, podem arquear as costas.

Tal como quando os bebés têm cólicas, podem arquear as costas porque isso ajuda a diminuir a sensação de refluxo. Poderá notar isto durante e após a mamada, enquanto o seu bebé está deitado, e mesmo quando está a dormir profundamente.

Por vezes, o seu bebé pode arquear as costas porque não quer ser abraçado ou alimentado. Este tipo de enrijecimento do corpo pode ser um sinal para o pôr no chão ou mudar de posição.

Alguns bebés têm músculos fortes nas costas e esta pode ser a maneira mais fácil – além de chorar – para o corpo deles lhe dizer o que querem. O seu pequeno independente pode usar o “método do arco dorsal” para sair de abraços indesejados até aos 2 anos de idade! (Não leve isso a peito, mãe e pai).

A maioria dos bebés tem um reflexo assustador (também chamado de reflexo Moro) quando ouvem um ruído repentino ou alto. Pode também acontecer se sentirem que estão a cair ou se forem movidos subitamente.

O assustador pode fazer um bebé endireitar subitamente as pernas para a frente e atirar os braços para trás. A cabeça também pode masturbar-se para trás, fazendo o arco traseiro. O reflexo de assustar normalmente desaparece quando o bebé tem 2 a 4 meses de idade.

À medida que o seu pequeno se habitua ao tempo de barriga, também está a construir músculos mais fortes das costas e do pescoço. Aprenderam a levantar a cabeça e a perceber que quanto mais se conseguem mexer, mais conseguem olhar em volta. Isto é excitante!

Por isso, o seu bebé pode arquear as costas durante o tempo da barriga ou enquanto está deitado de lado ou de costas para ficar numa posição melhor para explorar. Alguns bebés arqueiam as costas quando estão a tentar virar-se ou avançar. Provavelmente verá as suas sobrancelhas subirem enquanto abanam todos os músculos que podem.

O seu anjinho pode ter um avanço sobre os terríveis dois. Alguns bebês arqueiam as costas e jogam a cabeça para trás quando estão chateados ou frustrados. Isto pode acontecer enquanto eles estão deitados, sentados, de pé – ou mesmo de berço nos seus braços. Um bebé no calor de uma birra também pode chorar, choramingar e bater à toa.

Quase tudo pode desencadear uma birra temperamental. O seu pequeno pode estar com fome e não receber imediatamente o que lhe encomendaram – o seu cozinheiro de encomendas curtas. Ou podem estar a acabar de se alimentar e querer ir brincar. Ou o seu bebé pode ficar frustrado porque não consegue expressar as suas necessidades para si.

Não importa qual seja a razão de uma birra, pode ser alarmante quando o seu bebé se levanta para trás e atira a sua cabeça para trás. Eles podem magoar-se a si próprios – e bater-lhe directamente na cara.

Se o seu bebé se habituar a isto, procure primeiro sinais de aviso como chorar ou ficar chateado.

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Embora pareça sério, convulsões em recém-nascidos não são o mesmo que convulsões ou epilepsia em crianças mais velhas e adultos. Seu bebê pode ter convulsões – ou movimentos e comportamentos semelhantes a convulsões que são confundidos com convulsões – que começam na primeira semana de vida.

Uma convulsão pode durar alguns segundos. O seu bebé pode ficar muito calmo de repente e parecer que está muito rígido ou congelado. Ou ainda podem ser capazes de mexer as mãos girando os pulsos.

Alguns bebés podem arquear as suas costas durante o que parece ser um comportamento de convulsão. Isso pode acontecer a qualquer momento, geralmente quando o bebé está acordado ou apenas a dormir à deriva.

As convulsões dos recém-nascidos são incomuns, mas podem acontecer porque o cérebro de um bebé ainda está a crescer e os nervos podem ficar com os fios cruzados. Um tipo raro de convulsões de recém-nascidos pode ocorrer em famílias.

Alguns bebés com este raro tipo genético de convulsões podem tê-las frequentemente, enquanto outros as têm de vez em quando ou não as têm de todo.

Estas convulsões de bebés normalmente param completamente quando o seu filho tem 6 a 9 meses de idade.

O pescoço e as costas delicadas do seu bebé podem ficar torcidos num parto difícil. Por vezes, os nervos entre t

Existe alguma ligação entre o arqueamento posterior e o autismo?

As crianças com perturbação do espectro do autismo (ASD) normalmente apresentam vários sinais. Isto por vezes inclui movimentos repetitivos como o arco traseiro, mas lembre-se que o arco traseiro se deve muito mais frequentemente a outras causas.

As crianças com autismo podem apresentar sintomas por volta do ano de idade (ou antes), mas a maioria das crianças não são diagnosticadas até aos 3 anos de idade.

Um recém-nascido ou um bebé com apenas algumas semanas a alguns meses de idade provavelmente não mostrará sinais desta condição. Se a sua criança estiver no espectro do autismo, é provável que tenha vários outros sinais juntamente com arcos posteriores.

No final do primeiro ano, um bebé autista pode apresentar traços característicos que são mais comuns, por exemplo:

  • não sorrir espontaneamente para os pais ou para as pessoas que cuidam do bebé.

  • não utilizar o contacto visual para comunicar

  • não gesticulando (acenando ou apontando) por si próprios

Mais tarde, o seu filho poderá apresentar outros motivos repetitivos, como por exemplo:

  • endurecimento dos braços

  • a bater as suas mãos

  • a andar sobre os dedos dos pés

Soluções e tratamentos para o arco posterior em bebés

Na maioria dos casos, as costas do seu bebé vão-se embora por si próprias à medida que aprendem a rebolar e a controlar melhor o seu corpo, ultrapassam o reflexo de susto e ficam mais confortáveis com as pessoas à sua volta.

Se existe um problema de saúde que está a tornar o seu pequeno arquear as costas, o tratamento da condição subjacente irá resolver o arquear das costas. Por exemplo, tratar problemas comuns do bebé, como a gaseificação e o refluxo ácido, irá tratar do alongamento das costas.

Para a gaseificação normal e o refluxo do bebé, pode experimentar remédios caseiros simples e de baixo risco, como por exemplo:

  • apoiar o seu bebé na vertical após a mamada

  • evitar a sobrealimentação

  • dar mais frequentemente alimentos mais pequenos

  • utilizar uma garrafa e um mamilo mais pequenos para parar de engolir ar, se isso parecer ser um problema

  • espessar o leite materno ou a fórmula com um pouco de cereal infantil (consulte primeiro o seu pediatra, pois isso pode ter riscos)

Se o seu anjinho está a atirar a cabeça para trás e a arquear as costas num birra mais infantil, o treino de comportamento suave pode ajudar a parar isto. Ensinar o seu filho a expressar-se de uma forma menos dramática pode ajudar. Peça recomendações ao seu pediatra.

Alguns bebés com convulsões irão naturalmente superá-los. Outras causas mais graves de arquear as costas podem precisar de fisioterapia, medicamentos, cirurgia ou outro tratamento médico.

Quando chamar um médico

Por vezes a gaseificação e a agitação podem começar a ser acompanhadas por outros sintomas que não desaparecem, e o refluxo ácido pode ser um sinal de um problema de saúde mais grave. Chame urgentemente o pediatra do seu filho, se o seu bebé:

  • estiver a chorar durante 3 horas ou mais

  • está a arquear as suas costas e a mostrar outros sinais de dor

  • vomita cada vez que os alimenta

  • é irritável durante a alimentação

  • recusa-se a alimentar

  • não está a ganhar peso ou perdeu peso

  • não está a molhar a fralda

Procure por sintomas de problemas cerebrais ou nervosos juntamente com o arco posterior. Contacte o médico do seu filho ou vá imediatamente para cuidados urgentes ou de emergência, se o seu bebé tiver alguma experiência:

  • dificuldade súbita em bloquear ou alimentar

  • chupar fraco

  • dificuldade de engolir

  • grito agudo

  • apreensões

  • pontos moles salientes ou inchados na cabeça

  • rigidez

  • falhanço

  • postura estranha da cabeça ou do pescoço

  • movimentos de sacudidela

  • espasmos musculares

O takeaway

Se o seu bebé voltou (arqueamento), provavelmente não precisa de se preocupar. Os bebés arqueiam as suas costas por muitas razões – ou por nenhuma razão. Num bebé feliz, confortável e saudável, o arqueamento das costas provavelmente não tem qualquer causa e é apenas uma dessas coisas que eles fazem.

Este movimento comum dos bebés pode também ser um sinal de outros problemas de saúde subjacentes – por vezes graves. Se notar que o seu bebé está a arquear as suas costas, procure outros sintomas. Deixe o seu pediatra saber o que você nota. Certifique-se de que leva o seu novo pacote de alegria a todos os check-ups regulares.

Источник: https://healthyflow.net/pt/porque-e-que-o-meu-bebe-arquiva-as-suas-costas-e-quando-e-que-devo-preocupar-me/

Embarazo y niños
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