Problemas na ovulação?

Contents
  1. 8 sinais que podem indicar problemas de fertilidade nas mulheres
  2. Menstruação sempre irregular
  3. Idade acima de 35 anos
  4. Equipe Médica Revisora do Texto
  5. Ovulação: sintomas, causas e testes diagnósticos
  6. Como surge a ovulação?
  7. Quando vou ovular?
  8. Calculadora do dia da ovulação
  9. Sinais e sintomas
  10. Como saber se estou ovulando?
  11. Dosagem do LH na urina
  12. Ultrassonografia dos ovários
  13. Medição da temperatura axilar
  14. Medição da temperatura vaginal
  15. Teste da saliva
  16. Sinais de que você pode não estar ovulando regularmente
  17. Referências
  18. O que é anovulação? | Dra. Adriana de Góes | Reprodução Humana SP
  19. O que é ovulação/anovulação?
  20. Causas da anovulação e exames
  21. Quais os exames indicados para detectar e diagnosticar a anovulação?
  22. Doenças
  23. Sintomas
  24. Tratamento
  25. Reprodução assistida
  26. Não estou ovulando, o que fazer? Possíveis causas e soluções
  27. Entendendo todo o processo da ovulação
  28. Acho que não estou ovulando, o que fazer?
  29. Ainda assim, não estou ovulando, o que fazer?
  30. Comentários:
  31. Problemas de fertilidad
  32. Comprende las razones y analiza cuáles son tus opciones
  33. ¿Qué factores pueden afectar a la fertilidad de la mujer?
  34. Anovulación
  35. Síndrome de ovario poliquístico (SOP)
  36. Fase luteínica corta
  37. Menopausia precoz
  38. 2. Problemas en las trompas de Falopio y el útero
  39. Infección por clamidia no tratada
  40. Miomas
  41. Endometriosis
  42. ¿Cuáles son las causas habituales de problemas de fertilidad en los hombres?
  43. Baja cantidad o calidad espermática
  44. Disfunción eréctil
  45. Otras causas
  46. Otros factores que pueden reducir la fertilidad
  47. Consumo de alcohol
  48. Tabaquismo
  49. Drogas
  50. Peso
  51. Medicamentos
  52. Lubricantes
  53. Edad
  54. Infertilidad de causa desconocida
  55. ¿Qué leer a continuación?

8 sinais que podem indicar problemas de fertilidade nas mulheres

Problemas na ovulação?

Para as mulheres que sonham em ser mães, nenhum problema de saúde assusta mais do que a infertilidade. O medo de descobrir que é infértil deixa muitas mulheres inseguras para visitar o médico e receber esse diagnóstico.

Apesar disso, o nosso organismo é muito sábio e, por isso, é capaz de nos enviar sinais biológicos que podem indicar que algo está errado.

Se você quer descobrir quais sinais podem apontar possíveis problemas de infertilidade nas mulheres, que tal conferir o nosso artigo sobre o assunto? Use essas informações a seu favor!

Condição ginecológica mais grave
As mulheres que apresentaram diagnóstico de endometriose ou de miomas ovarianos têm mais chances de apresentar quadro de infertilidade do que aquelas que não tiveram problemas ginecológicos.

A endometriose e o mioma, dependendo da sua localização e tamanho, podem afetar diretamente a produção do ciclo menstrual feminino, interferindo na sua capacidade de ovular e até mesmo de ter seu óvulo fecundado por um espermatozoide.

Menstruação sempre irregular

Você sempre apresentou menstruação irregular? Esse também pode ser um indício de que você tem problemas de fertilidade. A menstruação irregular pode ser uma consequência de vários fatores — que podem ser emocionais, hormonais e até mesmo nutricionais —, mas também sinalizam problemas como cistos ovarianos, que interferem na fertilidade.

Menstruação sempre irregular

Você sempre apresentou menstruação irregular? Esse também pode ser um indício de que você tem problemas de fertilidade. O ciclo menstrual da mulher tem cerca de 28 dias, podendo variar para um pouco menos ou mais, mas mantendo o ritmo do organismo de cada mulher.

Porém, algumas mulheres podem menstruar antes do previsto ou muito depois da data, e a menstruação pode falhar. Esses fatores caracterizam o ciclo menstrual irregular.

A menstruação irregular pode ser uma consequência de vários fatores — emocionais, hormonais e até mesmo nutricionais —, mas também sinalizam problemas como cistos ovarianos, que interferem na fertilidade.

Cólicas extremamente fortes

As cólicas menstruais são sintomas naturais do ciclo ovariano da mulher; entretanto, quando elas sempre se apresentam exageradas e lhe deixando pouco funcional durante esse período, elas podem indicar algum problema. Cólicas exageradas geralmente são associadas à endometriose, condição clínica que afeta a fertilidade.

Hábitos de vida completamente irregulares

Mulheres que fumam e/ou bebem muito, e se alimentam de maneira completamente desequilibrada, podem apresentar problemas significativos na hora de tentar engravidar. Esses fatores externos, como o tabagismo e a ingestão elevada de compostos danosos ao organismo, podem influenciar no metabolismo correto do corpo, resultando em baixa fertilidade na mulher.

Peso corporal diferente do ideal

Mulheres abaixo ou acima do seu peso corporal ideal podem ter dificuldades para engravidar, pois essa característica está diretamente ligada à produção hormonal. Quando os hormônios do corpo estão desregulados, a mulher pode ovular de maneira irregular e apresentar problemas de fertilidade.

Além disso, quando o peso corporal está muito abaixo do ideal, a mulher também pode apresentar uma queda nutricional no organismo. E não possuindo os nutrientes necessários para uma gestação, conseguir engravidar pode se tornar mais difícil.
Diagnóstico de doenças crônicas

Mulheres que apresentam diagnóstico de doenças como a diabetes, a hipertensão, a obesidade e até mesmo o colesterol alto, são classificadas no grupo de risco para ter baixa fertilidade. Isso acontece porque as doenças crônicas interferem de maneira significativa no metabolismo corporal, que pode ter, como uma de suas consequências, alterações na fertilidade feminina.

Tratamentos com radiação ou quimioterapia

Qualquer tipo de tratamento médico realizado com compostos invasivos e que apresentam efeitos colaterais, como a radiação ou a quimioterapia, podem influenciar na capacidade da mulher em se apresentar fértil.

Isso acontece porque a radiação ou quimioterapia, ao agirem nas células doentes, tentando eliminá-las, também agem em células boas como os gametas, podendo eliminar toda a reserva de óvulos que a mulher possui.

Mesmo conhecendo todos os possíveis sinais que indicam problemas de fertilidade nas mulheres, nenhum diagnóstico clínico pode ser fechado sem a avaliação e acompanhamento de um médico especialista em problemas de fertilidade.

Muitas vezes a dificuldade de engravidar pode ser uma consequência de uma soma de fatores encontrados na mulher e no homem, que não permitem que o casal seja considerado fértil.

Por isso, se você desconfia que apresenta um dos sinais acima, não hesite em procurar a orientação de um especialista.

Idade acima de 35 anos

Embora esse fator não seja necessariamente um problema e trate-se de um processo natural do organismo, mulheres acima de 35 anos podem ter mais dificuldade para engravidar.

Isso acontece por vários fatores, sendo um deles a queda na produção hormonal. Também há o fato de a quantidade de óvulos da mulher já estar bastante reduzida, podendo dificultar a fertilização.

Ao contrário dos homens, a mulher não produz suas células reprodutivas ao longo de vida. Assim que nasce, a mulher já traz consigo os óvulos para toda a sua vida. Eles são amadurecidos e liberados aos poucos, durante seu período fértil. Ao chegar aos 35 anos, ela já possui poucos óvulos e eles podem estar velhos, o que dificulta a gravidez.

Mesmo conhecendo todos os possíveis sinais que indicam problemas de fertilidade nas mulheres, nenhum diagnóstico clínico pode ser fechado sem a avaliação e o acompanhamento de um médico especialista em problemas de fertilidade.

Muitas vezes, a dificuldade de engravidar pode ser consequência de uma soma de fatores encontrados na mulher e no homem, que não permitem que o casal seja considerado fértil.

Por isso, se você desconfia que apresenta um dos sinais acima, não hesite em procurar a orientação de um especialista.

Qual é a sua opinião sobre esse assunto? Tem dúvidas sobre a manifestação da infertilidade na mulher? Comente e compartilhe suas ideias com a gente!

Equipe Médica Revisora do Texto

Dr. Ricardo Marinho, Dra. Hérica Mendonça, Dra. Leci Amorim, Dr. Fábio Peixoto, Dra. Luciana Calazans e Dr. Leonardo.

Источник: https://www.procriar.com.br/blogprocriar/6-sinais-que-podem-indicar-problemas-de-fertilidade-nas-mulheres/

Ovulação: sintomas, causas e testes diagnósticos

Problemas na ovulação?

Podemos descrever a ovulação da seguinte forma: evento que ocorre de forma cíclica no organismo feminino, no qual um óvulo é liberado de um dos ovários em direção à tuba uterina, tornando-se disponível para ser fecundado em caso de relação sexual desprotegida.

De forma simples, podemos dizer que a ovulação é simplesmente a liberação de um óvulo pelo ovário, evento que ocorre, em média, uma vez por mês.

Como surge a ovulação?

Ao contrário dos homens, que estão sempre produzindo novos espermatozoides, as mulheres já nascem com um número contado de óvulos imaturos, chamados ovócitos I ou ovócitos primários.

Ao nascer, a menina tem cerca de 2 milhões de ovócitos primários no seu ovário. Ao longo da vida, esse número vai progressivamente se reduzindo, de forma que, ao chegar à adolescência, apenas 25% (cerca de 500 mil) ainda estão disponíveis.

Os ovócitos ficam circundado por uma camada de células epiteliais formando o que chamamos de folículo primordial.

Todo mês, o organismo da mulher passa por variações hormonais induzidas pela hipófise, glândula localizada no cérebro. A hipófise produz dois hormônios: LH e FSH.

Todo início de ciclo menstrual começa com o FSH estimulando o amadurecimento de um grupo selecionado de folículos primordiais, que tornam-se folículos primários. Sete dias após o início do ciclo, é possível detectar na ultrassonografia do ovário vários folículos em crescimento, medindo entre 9 e 10 milímetros.

Processo de evolução

Estes folículos primários começam a produzir o hormônio estrogênio. Conforme os níveis de estrogênio vão crescendo, um dos folículos torna-se dominante, continuando o seu desenvolvendo, enquanto os outros param de crescer e começam a atrofiar.

O folículo dominante produz níveis cada vez maiores de estrogênio, atingindo seu pico na véspera da ovulação.

Também logo antes da ovulação, a hipófise passa a produzir o hormônio LH em grandes quantidades, o que estimula o amadurecimento final do ovócito primário para ovócito secundário.

24 a 36 horas após o pico de LH, o folículo maduro rompe-se e libera para a tuba uterina o óvulo.

Se a mulher tiver relações nessa fase, o espermatozoide irá encontrar o óvulo maduro em uma das trompas, iniciando o processo de fertilização do mesmo.

Explicamos o ciclo menstrual com mais detalhes no artigo: Ciclo menstrual – Como ocorre a menstruação

Quando vou ovular?

Nas mulheres com ciclo menstrual regular, é possível prever o dia da ovulação com uma margem pequena de erro, pois em 95% dos casos, a liberação do óvulo ocorre nos quatro dias anteriores ou posteriores à metade do ciclo menstrual. Em 30% das mulheres, o dia da ovulação cai exatamente no meio ciclo.

Para ficar mais fácil a compreensão, vamos usar como exemplo uma mulher que tenha um ciclo regular de 28 dias.

Como a metade do ciclo ocorre no 14ª dia, isso significa que ela tem 95% de chance de ovular entre o 10º e o 18º dias do ciclo e 30% de chance de ovular exatamente no dia 14.

Se você quiser estimar o dia da sua próxima ovulação, ou saber em que dia caiu a ovulação no ciclo passado, utilize a calculadora de ovulação disponível a seguir.

Calculadora do dia da ovulação

A calculadora acima só é confiável para mulheres com ciclo regular entre 21 e 35 dias. Nos ciclos fora desse intervalo, a ovulação pode não ocorrer na metade do ciclo.

Para mais informações sobre o dia da ovulação e o período fértil, leia o seguinte artigo: Período fértil para engravidar.

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da ovulação variam de mulher para mulher. Na maioria dos casos, eles são bem sutis, sendo perfeitamente normal o fato de muitas mulheres referirem não apresentar qualquer sintoma na época da ovulação.

Além disso, o tempo da ovulação difere entre as mulheres. Algumas ovulam como um relógio suíço, sempre no mesmo dia do ciclo em todos os meses; já outras, ovulam de forma completamente imprevisível, em dias diferentes do ciclo a cada mês.

Quando a mulher tem o ciclo bem regular, é mais fácil não só estimar o dia da ovulação, como também aprender a reconhecer os seus sintomas. Na verdade, muitas mulheres que dizem não ter sintomas da ovulação, na verdade os tem, elas só ainda não aprenderam a reconhecê-los.

Abaixo listamos os principais sinais de ovulação aos quais você deve estar atenta:

  • Aumento da temperatura corporal basal em cerca de 0,3ºC.
  • Corrimento vaginal, leve, claro e fino, com uma consistência mais escorregadia, semelhante ao da clara do ovo.
  • Dor na parte inferior do abdome, no lado onde a ovulação está ocorrendo. Esse tipo de dor chama-se Mittelschmerz, pode aparecer de forma súbita e normalmente melhora após algumas horas.
  • Aumento do desejo sexual.
  • Discreta perda de sangue vaginal.
  • A vulva ou a vagina podem parecer inchadas.
  • Aumento da sensibilidade nas mamas.
  • Olfato fica mais sensível (às vezes, o paladar também).
  • Sensação de gases na barriga.

Para conseguir reconhecer boa parte dos sinais acima, é importante que você conheça os sinais basais do seu corpo.

Por exemplo, não há como reconhecer um aumento de apenas 0,3ªC na temperatura corporal se você não estiver medido a temperatura diariamente, sempre na mesma hora, para saber qual é a sua temperatura basal. O mesmo raciocínio vale para a aparência do corrimento vaginal e da vulva.

Como saber se estou ovulando?

Existem no mercado vários tipos de teste que ajudam a mulher a prever o dia da ovulação ou a detectar se a ovulação já ocorreu.

Vamos falar resumidamente dos testes de ovulação mais confiáveis. São eles:

  • Dosagem do hormônio LH na urina.
  • Ultrassonografia dos ovários.
  • Medição da temperatura axilar.
  • Medição da temperatura vaginal.
  • Teste da saliva.

Dosagem do LH na urina

Como já explicado, o aumento rápido e repentino do LH é um sinal que antecede a ovulação em cerca de 36 horas. Portanto, a dosagem frequente dos níveis desse hormônio é uma forma bastante eficaz para identificar a chegada do período fértil.

A concentração de LH na urina começa a subir cerca de 12 horas depois do aumento dos níveis sanguíneos. Sendo assim, testes que medem a presença do LH na urina conseguem detectar a ovulação com cerca de 24 horas de antecedência.

Já existem no mercado várias marcas diferentes de testes que medem a concentração de LH urinário. Alguns exemplos facilmente encontrados nas farmácias são:

  • Teste de Ovulação Clearblue Digital®.
  • Teste de Ovulação Confirme Fertilidade®.
  • Fast Test Fertilidade Feminina®.
  • Teste de Fertilidade Needs Tira®.

Esses testes são feitos de forma semelhante aos testes de gravidez. As embalagens vêm com várias tiras e o teste deve ser feito diariamente na época em que se estima ser o período fértil.

Se realizados de forma correta, esses testes têm uma acurácia de 95 a 97% para prever a ovulação.

Ultrassonografia dos ovários

A ultrassonografia dos ovários é um método capaz de identificar a existência de folículos dominantes e que estão prestes a romper.

A ultrassonografia feita pela via transvaginal é mais confiável que a ultrassonografia pélvica.

Apesar de ser um bom método para detecção da ovulação, a ultrassonografia é um método pouco prático, pois não pode ser feito em casa e é difícil realizá-la quase que diariamente, principalmente se o consultório médico não for perto da sua casa.

Medição da temperatura axilar

O aumento da temperatura corporal é um método que serve para identificar a ocorrência da ovulação, mas não para prevê-la. A temperatura só sobe após a ovulação já ter ocorrido.

Antigamente, a aferição da temperatura axilar era feita manualmente, todas as manhãs, assim que a paciente acordasse.

Hoje em dia já existem adesivos com sensores, que são colocados próximo às axilas e medem a temperatura corporal várias vezes por dia, sincronizando os resultados para um aplicativo no telefone celular. Uma das marcas mais utilizadas é a DuoFertility®.

Medição da temperatura vaginal

Esse método é semelhante ao da temperatura axilar. A diferença é que a temperatura é medida no canal vaginal. Também já existem sensores e aplicativos de celular que servem para avaliar a temperatura várias vezes por dia.

A marca mais conhecida é a OvuSense®, que possui um termômetro intravaginal que deve colocado na vagina como se fosse um absorvente interno.

Teste da saliva

O teste de ovulação menos conhecido é o teste da saliva. Ele pode ser feito por qualquer pessoa que tenha uma lente ou microscópio com aumento de pelo menos 100 vezes.

O aumento na produção de estrogênio e outros hormônios no período pré-ovulatório faz com que a concentração de sais na saliva aumente, principalmente de cloreto de sódio (NaCl).

Quando a saliva começa a evaporar, os sais presentes nela precipitam e formam cristais, conforme podemos ver na imagem abaixo.

Cristalização da saliva

Para quem não tem microscópio em casa, já existe um kit chamado Ovatel® que custa cerca de 40 reais e traz um pequeno microscópio de bolso.

O teste da saliva, apesar de ser simples, apresenta uma taxa de sucesso de apenas 50%, pois muitas mulheres têm dificuldade de reconhecer a cristalização da saliva, e o teste pode sofrer alterações por medicamentos, alimentos, cigarro, etc.

Sinais de que você pode não estar ovulando regularmente

A menstruação é o resultado de uma ovulação não fecundada. Se você não usa anticoncepcionais hormonais e menstrua normalmente todos os meses, isso é sinal de ovulação regular.

Por outro lado, se sua menstruação costuma ficar meses sem vir, e quando vem ela é completamente caótica e imprevisível, você provavelmente está tendo ciclos sem ovulação, chamados ciclos anovulatórios.

Ciclos menstruais muito curtos (menores que 21 dias) ou muito longos (maiores que 35 dias) também são um sinal de problema na ovulação.

As mulheres que não estão ovulando também não apresentam elevação da temperatura corporal basal. A ausência de menstruação associada à temperatura basal que não se altera é um forte indício de ciclos anovulatórios.

Falamos especificamente das causas de menstruação atrasada no artigo: 15 causas comuns de menstruação atrasada.

Referências

Источник: https://www.mdsaude.com/ginecologia/ovulacao/

O que é anovulação? | Dra. Adriana de Góes | Reprodução Humana SP

Problemas na ovulação?

A fertilidade feminina é um assunto complexo. Existem diversos processos no corpo feminino que garantem a fertilidade ou provocam a infertilidade.

A infertilidade pode acometer a mulher por diversos fatores, como o desequilíbrio hormonal, que causa uma disfunção no crescimento ou liberação do óvulo.

Algumas doenças femininas até comuns, como a síndrome dos ovários policísticos (SOP), podem desencadear a infertilidade.

Outras doenças são a endometriose, que também acomete uma parcela da população feminina dificultando a gravidez, infecções no útero, anovulação, entre outras. A idade da mulher também é um dos fatores que pode provocar infertilidade.

A fertilidade feminina envolve diversos aspectos do corpo, como o bom funcionamento do sistema reprodutor. Isso inclui a ovulação, o equilíbrio hormonal e o estado de saúde da mulher.

Continue lendo este texto e descubra o que é anovulação, suas causas, quais exames fazer, sintomas e outros assuntos pertinentes ao tema.

O que é ovulação/anovulação?

Para compreender a fertilidade feminina, primeiro é preciso entender o que é ovulação e por que ela é fundamental para a gravidez.

A ovulação é uma das etapas do ciclo menstrual feminino. Nessa fase, o ovário libera o óvulo, que chega até as tubas uterinas (também chamadas de trompas de Falópio) seguindo em direção ao útero com o objetivo de ser fecundado.

Quando não ocorre a fecundação do óvulo, a mulher menstrua. Esse é, de forma resumida, o processo de ovulação feminina.

A anovulação é a ausência da ovulação. Ela ocorre quando o óvulo não é liberado pelo ovário, indicando algum tipo de distúrbio, principalmente hormonal.

Quando a anovulação acontece, os hormônios por algum motivo falharam e não estiveram em níveis adequados para desencadear a ovulação. Sem ovulação, a mulher não consegue engravidar.

Causas da anovulação e exames

A anovulação é causada por um desequilíbrio hormonal, e o fator desencadeante deste desequilíbrio nos hormônios pode ter diferentes etiologias.

As causas mais comuns para o desequilíbrio hormonal são:

  • Síndrome dos ovários policísticos (SOP);
  • Alteração no funcionamento da glândula tireoide (Hipo ou Hipertireoidismo);
  • Pessoa abaixo do peso ou acima do peso;
  • Tumores, especialmente os localizados na hipófise, que levam ao aumento do hormônio prolactina.

Quais os exames indicados para detectar e diagnosticar a anovulação?

O médico solicita alguns exames para verificar a ovulação:

  • Exame de sangue (para observar o nível hormonal);
  • FSH, LH e estradiol;
  • Progesterona;
  • Ultrassonografia transvaginal.

Esses são alguns exames que podem ser solicitados, mas existem outros, de acordo com a necessidade da paciente.

Doenças

Anovulação ou ausência de ovulação é uma condição feminina provocada, principalmente, pela SOP, mas essa não é sua única causa.

A anovulação leva a mulher à infertilidade, pois o óvulo não chega a ser liberado pelo ovário para ser fecundado.

Com esse quadro, a mulher precisa de tratamento para engravidar. No entanto, há outras doenças que provocam a anovulação na mulher:

  • Hipotireoidismo;
  • Endometriose;
  • Hipertireoidismo;
  • Adenomas.

As alterações hormonais podem ser causadas por:

  • Peso muito baixo ou muito elevado;
  • Exercícios físicos extremos;
  • Estresse;
  • Desnutrição.

Sintomas

Há alguns sintomas da anovulação que podem ser percebidos pela mulher:

  • Menstruação leve e irregular;
  • Descarga de secreção similar ao leite nos mamilos;
  • Amenorreia (ausência da menstruação);
  • Ausência de dor ou sensibilidade nos seios;
  • Aumento de pelos no corpo e rosto.

Reconhecer o ciclo anovulatório é relativamente fácil quando a mulher conhece os sintomas e está atenta ao seu corpo.

Tratamento

O tratamento da anovulação é fundamental para a mulher engravidar. Depois de realizados todos os exames necessários, o médico indica o melhor tratamento, de acordo com as causas da condição.

Para as mulheres com anovulação desencadeada pela SOP, o médico pode indicar a estimulação ovariana. Se a causa for excesso de peso, indica-se uma dieta para redução da gordura corporal.

Independentemente da doença e/ou da causa que desencadeia a anovulação, o médico sabe qual o melhor tratamento.

Reprodução assistida

As técnicas de reprodução assistida podem ser utilizadas pelas pacientes com anovulação. As taxas de sucesso de gravidez podem chegar a 80%.

Se a paciente deseja engravidar, as técnicas de reprodução assistida, como a fertilização in vitro (FIV), podem ser o tratamento mais indicado.

Uma das etapas da FIV, a primeira, denominada estimulação ovariana, possibilita que os ovários produzam um número maior de folículos e, consequentemente, de óvulos.

Com isso, é possível retirar esses óvulos e fecundá-los com espermatozoides em laboratório.

Esse conteúdo esclareceu suas dúvidas? Compartilhe nas redes sociais para que mais pessoas conheçam sobre o assunto.

Источник: https://adrianadegoes.med.br/o-que-e-anovulacao/

Não estou ovulando, o que fazer? Possíveis causas e soluções

Problemas na ovulação?

Essa é uma pergunta que muitas mulheres se fazem: não estou ovulando, o que fazer?

Primeiramente, devemos procurar um médico de confiança, de preferência seu ginecologista, que é o especialista da área. Ele irá solicitar os exames necessários, que irão ajudar no diagnóstico para verificar o motivo pelo qual você não está ovulando.

Entendendo todo o processo da ovulação

Nosso corpo passa por diversos processos e alterações hormonais para que a menstruação aconteça.

Normalmente, ocorre uma vez a cada ciclo menstrual, quando um dos ovários é estimulado a liberar um óvulo, geralmente de 12 a 16 dias antes da próxima menstruação.

É preciso observar que a duração do ciclo menstrual varia de mulher para mulher e de ciclo para ciclo, mas geralmente é de 23 a 35 dias.

Quando o período da ovulação se aproxima, o hormônio estrogênio aumenta sua produção, causando um espessamento no revestimento do útero para o recebimento do espermatozoide, para que haja a fecundação.

Com o alto nível de estrogênio, ocorre também o aumento do nível do hormônio luteinizante (LH), que acarreta a liberação do óvulo do ovário. Então seu corpo começa a produzir progesterona, outro hormônio, fazendo com que a temperatura do seu corpo suba levemente (conhecida como temperatura corporal basal).

O processo da fertilização dura até 24 horas após a liberação do óvulo do ovário. Caso a fertilização não aconteça, o óvulo será descartado juntamente com o revestimento do útero que havia sido preparado, ocorrendo então a menstruação.

E se ocorrer alguma falha durante todo esse processo? 

Será que não estou ovulando? O que fazer?

Seu corpo dá alguns sinais quando você está ovulando. Como ocorrem diversas alterações hormonais nesse período, você poderá sentir que uma mudança em seu organismo ocorrerá:

  • você sentirá um líquido viscoso (muco cervical e vaginal) com consistência clara e escorregadia (como clara de ovos crus), que sai do colo do útero. Este é um claro sinal de que você deve estar em seu período fértil;
  • uma leve inchaço e dor na região da barriga, na metade do seu ciclo menstrual;
  • um pequeno aumento na temperatura corporal;
  • sensibilidade mamária;
  • aumento da libido em consequência do aumento na produção de hormônios;
  • alterações no humor;
  • mudanças nos hábitos intestinais.

Acho que não estou ovulando, o que fazer?

Se você não está ovulando, provavelmente vai querer saber o porquê. Existem três partes distintas do corpo que contribuem para os problemas de ovulação:

  • o hipotálamo;
  • a hipófise;
  • os ovários.

Portanto, há uma lista de possibilidades que podem estar mexendo com seu organismo. Entre elas:

  • se está tomando pílula;
  • se ainda está amamentando;
  • uma alimentação não saudável;
  • uma quantidade excessiva de exercícios;
  • estar muito acima ou muito abaixo do peso;
  • estar com um ritmo de vida muito estressado;
  • estar com irregularidades hormonais;
  • alguma disfunção tireoidiana (hipotireoidismo, hipertireoidismo);
  • ter síndrome do ovário policístico (SOP), em que os ovos não amadurecem para que ocorra a ovulação;
  • perimenopausa: é a aproximação da última menstruação, marcando o fim da vida reprodutiva da mulher;
  • insuficiência ovariana: os ovários não liberam regularmente óvulos e não produzem estrogênio suficiente
  • menopausa precoce – quando a produção de óvulos é interrompida precocemente.
  • doenças crônicas ou graves (diabetes, por exemplo)
  • certos medicamentos (como estrogênios, progestinas e antidepressivos)

Mas afinal, se não estou ovulando, o que fazer? 

Para responder essa pergunta, em primeiro lugar é preciso cuidar da sua saúde.

Verifique se você está fazendo uso de uma boa alimentação, se seu índice de massa corporal está dentre os padrões normais, se não está sobrecarregando seu corpo com um excesso de exercícios físicos e se seu estilo de vida não está fazendo com que você fique excessivamente estressada.

Lembre-se que o estresse faz com que a pressão arterial se eleve e aumente a produção de uma enzima chamada alfa-amilase, que afeta a fertilidade. Essas são as medidas iniciais que dependem única e exclusivamente de você.

Ainda assim, não estou ovulando, o que fazer?

O segundo passo é procurar orientação e ajuda médica para saber o motivo pelo qual não está ovulando.

  • O médico solicitará tipos de exames de sangue para determinar seus níveis hormonais. Medição da concentração de progesterona e testosterona no sangue;
  • É possível que o médico peça que você anote sua temperatura em repouso (temperatura corporal basal) todos os dias. O melhor momento é imediatamente ao despertar;
  • Use um kit caseiro de previsão da ovulação, através da urina;
  • Também poderá ser solicitado um ultrassom transvaginal,que é a maneira mais adequada para verificar a ovulação, para que o médico possa verificar a condição física de seu útero e ovários – forma, tamanho e se há cistos ou outras anormalidades presentes.

Leia também: [Guia] Como é feito o exame transvaginal e como se preparar

Outros fatores também serão analisados na tentativa de responder à sua pergunta: Não estou ovulando, o que fazer?

Após o resultado desses exames, juntos, você e seu médico, poderão criar um plano de ação para que se normalize a sua ovulação, seja por meio de intervenções cirúrgicas ou por uma forma mais natural.

Identificar o motivo pelo qual uma mulher não está ovulando pode permitir que ela tome,  juntamente com seu médico especialista, a melhor ação clínica, dependendo do seu caso.

Siga este passo-a-passo que as respostas para a sua pergunta “não estou ovulando, o que fazer” aparecerão!

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  • Densitometria Óssea
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Comentários:

Источник: https://eigierdiagnosticos.com.br/blog/nao-estou-ovulando-o-que-fazer/

Problemas de fertilidad

Problemas na ovulação?

La infertilidad afecta a una proporción considerable de la población: alrededor del 16 % de las parejas no pueden concebir tras un año de relaciones sexuales sin protección.1 En este artículo, analizamos una serie de aspectos que pueden producir problemas de fertilidad tanto en hombres como en mujeres:

  • · Aproximadamente un tercio de los casos de infertilidad están relacionados con la mujer, un 20 % con el hombre y casi la mitad implica a ambas partes o es por una causa desconocida.2
  • · En el caso de las mujeres, la infertilidad suele asociarse a trastornos hormonales o problemas en las trompas de Falopio o el útero.
  • · Si una mujer no ovula, la identificación temprana de este trastorno puede permitirle llevar a cabo las acciones clínicas adecuadas.
  • · En el caso de los hombres, la infertilidad suele asociarse a una baja cantidad espermática y a disfunción eréctil.
  • · Algunos aspectos del estilo de vida como el peso, el tabaquismo y el consumo de alcohol pueden reducir la fertilidad tanto en hombres como en mujeres.
  • · Si llevas más de un año intentando quedarte embarazada sin éxito y tienes menos de 35 años, deberías hablar con un médico para recibir un mayor asesoramiento. Si tienes más de 35 años, debes solicitar ayuda si llevas más de 6 meses intentándolo y, si tienes más de 40, debes hacerlo de inmediato.

Comprende las razones y analiza cuáles son tus opciones

Si deseas obtener más información sobre los factores que pueden causar problemas de fertilidad en la mujer, el hombre y la pareja en conjunto, te ofrecemos a continuación algunas de las afecciones o causas más habituales de la infertilidad. Esta lista no es exhaustiva y puede que debas consultar a tu médico para obtener una mayor asistencia en relación con tu caso concreto.

¿Qué factores pueden afectar a la fertilidad de la mujer?

Hay dos áreas comunes en las que pueden surgir complicaciones y dificultades para quedarse embarazada: problemas hormonales y problemas en las trompas de Falopio y el útero.

Anovulación

La ovulación la determinan las hormonas de la fertilidad. Por tanto, si por cualquier razón se alteran los niveles hormonales, la ovulación puede verse afectada. La anovulación se produce cuando el ovario de una mujer no logra producir, madurar o liberar un óvulo.

La mayoría de las mujeres experimentarán ciclos menstruales anovulatorios en algún momento durante su ciclo reproductivo. Esto ocurre con mayor frecuencia en mujeres que acaban de empezar sus periodos o en mujeres de edad avanzada que se aproximan a la menopausia; no obstante, los ciclos anovulatorios también pueden darse en mujeres sanas y con menstruaciones regulares.

Algunas mujeres sufren anovulación crónica, lo que puede ser un indicativo de un trastorno hormonal subyacente, como el síndrome de ovario poliquístico (SOP), que puede dificultar la concepción natural.3

Una señal que indica la presencia de posibles problemas de ovulación es tener periodos muy irregulares o no tenerlos.

La alteración hormonal que afecta a la ovulación puede deberse a numerosos factores. Entre ellos se incluyen los cambios drásticos de peso, el estrés, el ejercicio intenso y las enfermedades.

Si una mujer sana y con menstruaciones regulares está utilizando tests de ovulación, y detecta un ciclo anovulatorio ocasional, puedes tener la tranquilidad de que es normal y que no afectará a tu fertilidad.

Sin embargo, si no se logra detectar el aumento de la LH con los tests de ovulación («máxima fertilidad» en el test de ovulación Clearblue Digital) durante tres ciclos consecutivos, sería conveniente consultar a un médico.

Síndrome de ovario poliquístico (SOP)

El término «ovarios poliquísticos» se refiere a los ovarios que contienen numerosos quistes pequeños o folículos que contienen óvulos que no se han desarrollado de manera adecuada, normalmente debido a un desequilibrio hormonal.

Entre los síntomas pueden encontrarse periodos irregulares o inexistentes, el aumento de peso, el crecimiento excesivo de vello y problemas al intentar concebir.

Se estima que aproximadamente una de cada cinco mujeres del Reino Unido tiene ovarios poliquísticos.4

Fase luteínica corta

Si el número de días transcurrido entre la ovulación y el inicio del siguiente periodo es muy reducido (menos de 10), es posible que, aunque puedas quedarte embarazada, el óvulo fecundado se expulse antes de anidarse en el útero.

La duración de esta fase la puedes detectar si utilizas un test de ovulación o un monitor de fertilidad. Para conocer la duración de tu fase luteínica, cuenta el número de días entre el segundo día de máxima fertilidad y el día de inicio de tu periodo.

Si crees que es muy corta, habla con tu médico, ya que este trastorno puede tratarse.

Profesor Michael Thomas

El intervalo normal entre ciclos suele ser de 23 a 35 días. Los ciclos por encima o por debajo de este intervalo pueden asociarse a problemas de fertilidad.

A lo largo de la vida reproductiva de una mujer, la duración habitual del ciclo se incluye dentro de este espacio de tiempo. Si tus ciclos son generalmente inferiores a 23 días, debes consultar a tu médico.

El uso de un test de ovulación o de un monitor de fertilidad de uso doméstico te ayudará a predecir el momento de la ovulación.

Menopausia precoz

Al entrar en la menopausia, ya no es posible quedarse embarazada. Además, en la antesala de la menopausia (conocida como «perimenopausia»), puede ser muy difícil quedarse embarazada.

Si tu madre tuvo menopausia precoz, tendrás muchas más probabilidades de tenerla también. Trata de averiguar a qué edad tuvo tu madre la menopausia.

Si fue precoz, sería conveniente que hablases con un médico sobre tus futuros planes de embarazo.

2. Problemas en las trompas de Falopio y el útero

Las trompas de Falopio transportan el óvulo desde el ovario hasta el útero. Si las trompas de Falopio están bloqueadas, el esperma no puede alcanzar el óvulo. También puede ocurrir que un crecimiento en el interior del útero impida el anidamiento de un óvulo fecundado.

Infección por clamidia no tratada

La causa más común de la obstrucción de las trompas de Falopio es una infección por clamidia que no ha recibido tratamiento. La clamidia es una infección común que se transmite fácilmente al tener relaciones sexuales sin protección.

Algunas mujeres pueden ignorar por completo que hayan padecido alguna vez una infección por clamidia debido a la ausencia de síntomas. Si existe la posibilidad de que hayas contraído la clamidia, acude a tu médico para hacerte un test.

Miomas

Se trata de crecimientos anómalos del tejido muscular uterino que pueden obstruir las trompas de Falopio o impedir el anidamiento de un óvulo fecundado. Visita a tu médico para recibir un mayor asesoramiento.

Endometriosis

Afección provocada por el crecimiento del tejido endometrial fuera del útero. Puede obstruir las trompas de Falopio e impedir la fecundación. La endometriosis puede provocar periodos abundantes o muy dolorosos. Puede tratarse con medicamentos o extirpando el tejido sobrante. Tu médico podrá informarte con más detalle.

Profesor Bill Ledger, especialista en fertilidad

Muchas mujeres con endometriosis leve pueden quedarse embarazadas con normalidad, aunque las probabilidades de padecer problemas de fertilidad son mayores.

La endometriosis grave puede dañar las trompas de Falopio y los ovarios, y las adherencias características de la endometriosis también pueden bloquear las trompas de Falopio. Tu ginecólogo puede aconsejarte sobre cómo proceder en este caso.

No intentes quedarte embarazada durante varios meses sin recibir asesoramiento si padeces endometriosis.

¿Cuáles son las causas habituales de problemas de fertilidad en los hombres?

Hay tres principales problemas que pueden afectar a la fertilidad de un hombre: baja cantidad o calidad espermática, disfunción eréctil y otras causas menos frecuentes.

Baja cantidad o calidad espermática

Si la eyaculación del hombre no contiene la cantidad habitual de espermatozoides, las probabilidades de que un espermatozoide fecunde el óvulo son bajas. Si la calidad del esperma es baja, es posible que los espermatozoides no alcancen el óvulo y penetren en la membrana para fecundarlo.

La producción de esperma puede disminuir si la temperatura de los testículos no es baja. Tu pareja puede asegurarse de que la temperatura de sus testículos no suba demasiado llevando ropa interior holgada. La cantidad y la calidad del esperma se pueden medir mediante un test sencillo que puedes solicitar a tu médico.

Disfunción eréctil

Si el hombre tiene dificultades para conseguir o mantener una erección, por razones físicas o psicológicas, le resultará difícil tener relaciones sexuales. Le pueden ayudar con el problema. Visita a tu médico para obtener más información.

Otras causas

Otras causas mucho menos frecuentes de los problemas de fertilidad masculinos son la obstrucción de los conductos seminíferos que transportan el semen desde los testículos, causas genéticas, problemas hormonales u otras afecciones menos frecuentes. Tu médico puede determinar cuáles son estos problemas realizando tests.

Otros factores que pueden reducir la fertilidad

Existen otros problemas que pueden afectar tanto a la fertilidad del hombre como de la mujer.

Consumo de alcohol

La fertilidad de los hombres y las mujeres puede verse afectada por un consumo excesivo de alcohol. Reducir su consumo de alcohol puede ayudarte a quedarte embarazada.

Además, ingerir alcohol durante el embarazo puede afectar a la salud del feto, por lo que, si estás intentando quedarte embarazada, te recomendamos que interrumpas su consumo, ya que nunca puedes saber si se ha producido la concepción con éxito.

Tabaquismo

En comparación con los no fumadores, los hombres que fuman pueden tener menos espermatozoides y la cantidad de espermatozoides con anomalías puede ser mayor.

En las mujeres, fumar puede afectar a la fertilidad y provocar una menopausia precoz. También puede aumentar el riesgo de aborto natural y de parto prematuro.

Fumar perjudica gravemente la salud del feto, por lo que es mejor dejar de fumar antes de quedarse embarazada.

Tanto tú como tu pareja deberíais dejar de fumar si estáis intentando concebir.

Drogas

Actualmente se consumen numerosos tipos de drogas y no se ha estudiado muy a fondo cómo afectan a la fertilidad. Dado que muchas pueden tener efectos perjudiciales para el feto, deberías dejar de consumir drogas de cualquier tipo cuando intentes concebir.

Peso

Estar demasiado delgada o tener sobrepeso puede alterar el ciclo menstrual y reducir las probabilidades de concebir. Los hombres con sobrepeso pueden tener menos espermatozoides y de peor calidad. Visita a tu médico o profesional sanitario para conocer tu peso ideal y recibir consejos prácticos sobre cómo ganar o perder peso si es necesario.

Medicamentos

Si tú o tu pareja tomáis cualquier medicamento, deberéis consultar a vuestro médico para que os informe sobre si este puede reducir la fertilidad. Si reduce la fertilidad, puede que haya alternativas disponibles.

Lubricantes

La sequedad vaginal es más común de lo que podamos pensar. Un estudio realizado en 11 países con cerca de 6500 mujeres reveló que el 18 % de las mujeres de entre 18 y 34 años había señalado que sufría sequedad vaginal siempre o con frecuencia.

5 Este problema puede empeorar al intentar concebir, ya que se tiende a tener un mayor número de relaciones sexuales. Algunos de los lubricantes más comunes del mercado pueden ser perjudiciales para el esperma; por ello, el uso de estos productos puede reducir las probabilidades de quedarse embarazada.

Hay disponibles en el mercado lubricantes inocuos para el esperma.

Edad

Las mujeres nacen con un número determinado de óvulos para toda la vida, que se reduce gradualmente con la edad. Después de los 38 o los 40 años, la pérdida se acelera considerablemente y también disminuye la calidad de los óvulos.

Si tienes más de 35 años, sería conveniente que visitaras a tu médico después de llevar unos seis meses intentando quedarte embarazada. Si tienes más de 40, pide consejo a tu médico cuando empieces a intentarlo.

Se conoce menos sobre la fertilidad en hombres maduros, pero se cree que también desciende alrededor de los 40 años.

Infertilidad de causa desconocida

A veces, es posible que los resultados de todos los tests médicos sean normales y que, aun así, tras años de intentos, no consigas quedarte embarazada.

Esto puede resultar muy frustrante y estresante, ya que no hay nada que se pueda rectificar o tratar.

Se calcula que alrededor de un tercio de las parejas con infertilidad de causa desconocida consiguen concebir de manera natural en un plazo de tres años sin ninguna intervención.3

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Источник: https://es.clearblue.com/como-quedarse-embarazada/problemas-de-fertilidad

Embarazo y niños
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