Umbigo do bebé: aprenda a tratá-lo!

Umbigo do Bebê: Aprenda como cuidar corretamente

Umbigo do bebé: aprenda a tratá-lo!

O umbigo do bebê precisa ser cuidado direitinho. Eu confesso que morria de aflição só de olhar para ele, pois, eu não sou muita fã de machucados e feridas. Me dá um certo mal estar.

Por isso, contei com a super ajuda da minha mãe e do maridão, para dar conta do recado com os cuidados com o umbigo do bebê aqui em casa.

Claro que quando não tinha opção eu mesma deixava bem limpinho e sequinho, assim como nos ensinaram na maternidade, mas fazia com algum medo.

Você tem dúvidas sobre o parto normal? Entenda tudo sobre ele aqui e tire as suas dúvidas!

No final das contas, o umbiguinho caiu e eu vi que não era todo esse bicho de sete cabeças que eu estava imaginando. O coto do meu bebê caiu e eu notei que o umbigo dele ficou «gordinho».

Aí começa outra história: um tal de «coloca isso, coloca aquilo» para que o umbigo dele fique para dentro. Por favor mamães! Não façam isso! Eu não fiz e não recomendo! Se o bebê está saudável, é isso que importa!

Enfim, pesquisando na internet e conversando com o médico e outras mães, eu vi o quanto é importantíssimo cuidar bem do umbigo do bebê.

Inclusive, foi pensando nisso, e também, nas várias mamães super poderosas que me questionam a respeito, que decidi trazer esse conteúdo para você. Vamos entender melhor por que os cuidados com o umbigo do bebê são tão importantes? Bora!

Por que os bebês ficam com o coto do cordão umbilical?

O cordão umbilical é o verdadeiro elo entre o bebê e mãe. Afinal, é ele que liga o bebê à placenta dentro do útero, e consequentemente, é o responsável por nutrir o bebê e levar oxigênio para que ele sobreviva dentro da barriga e se desenvolva.

Então, o cordão umbilical é cortado quando o bebê nasce, pois, o bebê não precisará mais dele fora da barriga. Porém, um pedacinho dele, de cerca de 3 centímetros ainda fica ligado à barriga do recém-nascido. Por que será?

Após o corte do cordão umbilical, é normal que fique uma pontinha dele presa ao bebê, chamada coto

A principal razão de os médicos deixarem esse pedaço do cordão umbilical ainda ligado ao bebê, é que não é possível retirar o cordão completamente sem causar uma lesão da barriga do bebê.

Essa tentativa pode ocasionar uma hemorragia, inclusive, pois, o umbigo do bebê está aberto (lembre-se que ele recebia os nutrientes da placenta, por lá!).

Portanto, é importante deixar esse pedacinho até que o umbigo em si se cicatrize e feche, e o coto caia naturalmente. Coisas da natureza, que são perfeitas, como têm que ser!

Com quantos dias cai o umbigo do bebê

É bem comum que o umbigo do bebê caia entre 10 e 21 dias depois do seu nascimento. Antes de cair, o coto umbilical vai secar, ficando escuro até cair. No umbigo ficará uma pequena ferida, que dentro de uma semana e meia no máximo, tende a cicatrizar.

No entanto, pode ser sim que o coto demore mais de 21 dias para cair. Desde que o umbiguinho esteja visivelmente bonitinho e seco, não há problema nenhum.

É normal que em alguns bebês demore mais para que o umbigo caia. Isso pode ocorrer devido o umbigo ser um pouco mais grosso e demorar mais para desprender.

Ou ainda, o umbigo pode apresentar consistência gelatinosa, que também é normal (desde que não seja purulenta!). Em ambos os casos pode demorar até 30 dias depois do nascimento, para que caia.

Para ajudar na cicatrização deixe o umbigo bem limpo, seco e AREJADO. Não faça curativos ou tampe a região de alguma forma.

Mas lembre-se: caso haja alguma secreção ou qualquer outro sinal estranho, é bom consultar o pediatra. Da mesma forma, se demorar muito mais do que 21 dias para cair.

Ah, outra coisa: JAMAIS e em hipótese alguma tente arrancar o coto ou forçar que ele se solte! Confesso que diante da aflição que eu tenho com umbigos, eu fico com um nó no estômago, só de pensar nessa possibilidade.

Essa atitude, além de causar algum desconforto no bebê, poderá causar sangramento e até mesmo infecções. Por isso, o coto precisa cair naturalmente, conforme o buraco do umbigo for cicatrizando e fechando. Deixe a natureza agir!

É normal o umbigo do bebê sangrar antes de cair?

Muitas mães ficam aflitas quanto notam que o umbigo do bebê está sangrando. No entanto, isso é comum e normal, pois, trata-se de uma ferida que está cicatrizando.

O importante é redobrar os cuidados com a higienização quando tiver algum sanguinho em vista. Faça mais curativos e fique de olho. O que não pode é sangrar em excesso ou por muito.

Uma coisa importante para ressaltar aqui, é que apesar de sangrar o umbigo do bebê não dói. Toda a região do umbigo não possui tensões nervosas, por isso, é livre de dor.

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Источник: http://mamaesuperpoderosa.com.br/umbigo-do-bebe-aprenda-como-cuidar/

Os 6 erros mais comuns no cuidado do umbigo do bebê

Umbigo do bebé: aprenda a tratá-lo!

Cuidar de um recém-nascido pode converter-se num desafio quando não temos experiência. Diante da delicadeza do bebê podemos cometer erros de muitas maneiras, por exemplo, no cuidado do umbigo. Cuidar do umbigo é uma tarefa que somente se realiza uma vez, depois que já sarou, não temos que voltar a fazê-lo até que tenhamos outro recém-nascido.

A maioria das mães adquire sua experiência neste tipo de cuidados com seu próprio bebê. No entanto, acredita-se que é algo que nunca fazem sozinhas; isto é, sempre se recebe indicações de alguém com mais conhecimento. Apesar disso, a pessoa que nos dá instruções, pode ter cometido erros também.

Uma situação adicional com a qual lidar, é que as vezes nos chegam conselhos obsoletos. Assim é como o fazia a avó e minha mãe o repetiu, mas o pediatra me disse algo diferente. Antes se usavam umas minis faixas de algodão que se deixavam colocadas até que se secasse o umbigo. Também se usavam produtos que agora não são nada recomendados.

O certo é que quando somos mães de primeira viagem nos convertemos em alvo fácil. Todos acreditam ter o conselho correto, mas todos podemos cometer erros.  Nos cabe avaliar a ideia mais conveniente, aprender no processo e ficarmos atentas se algo não sair como esperávamos.

As mães também recebem instruções de como cuidar do umbigo de seus bebês quando saem da maternidade. No entanto, algumas mulheres recebem instruções com o que se deve  fazer, mas nunca o que não devem fazer. É por isso que nesta oportunidade lhes contaremos sobre os erros mais comuns que cometemos no cuidado do umbigo

O que você deve evitar no cuidado do umbigo do bebê

A vida de uma mãe de primeira viagem é caótica durante certo tempo. Nosso corpo está sofrendo, experimentamos emoções novas e temos um grande desafio pela frente.

Quando tudo é novo para nós, pode haver um caos. Desta vez não somente se trata de dar amor e ser feliz, este pequeno nos necessita de muitas maneiras.

Possuímos sua fonte de alimento, somos suas professoras, guardiãs e também enfermeiras.

Se nesta etapa é complicado trocar uma fralda, imagine essa pinça no umbigo de um recém-nascido. O que fazer e o que não fazer com esta tarefa? A seguir lhe mostramos quais erros podemos estar cometendo.

Usar algodão no lugar das gazes

O algodão é um produto muito utilizado na cura de lesões e outros procedimentos médicos. É por isso que comumente pode-se usar ao cuidar do umbigo. No entanto, o algodão não se recomenda nestes casos porque este pode deixar fibras que podem causar infecções. O ideal para realizar este trabalho são as gazes estéreis; são suaves, seguras e não liberam resíduos.

Além de ser um costume antigo para cuidar do umbigo também se mantém seu uso com a intenção de evitar atritos. Devido ao lugar onde se encontra esta acaba coincidindo com a altura da fralda, por isso deve-se ter cuidado. No entanto, não é aconselhável que coloquemos bandagens.

O umbigo vai sarar melhor se estiver descoberto, porque algum tecido pode atrair alérgenos e umidade. Também não se recomendam as faixas porque poderiam ser incomodas para o bebê ou causar pressão que o impeça de respirar bem.

Usar antissépticos não recomendados

Nem todos os produtos antissépticos são adequados para cuidar do umbigo do bebê. Portanto, o principal produto recomendado para este fim é o álcool 70% de volume. Também pode-se usar clorexidina sempre, e quando seja indicada pelo pediatra.

Nunca se deve usar produtos químicos com corante, por exemplo o mercúrio cromo. Esta substância ou o iodo, são contraindicados para este cuidado porque podem ser absorvidos pela pele e causar problemas na tireoide. Da mesma forma, os antissépticos com corante, estão associados ao desenvolvimento de eczemas.

Deixar gaze úmida sobre o umbigo

A principal forma para que o umbigo de bebê sare completamente é que permaneça seco. Portanto, deve-se evitar que a umidade se mantenha nele.

Nesse sentido, não convém encharcar muito a gaze com álcool, e também não deve ser deixada sobre o umbigo.

Comumente deixamos a gaze umedecida sobre o umbigo ao terminar de tratar, mas isto é um erro, porque se recomenda afastar a umidade da área.

Realizar o tratamento somente uma vez ao dia

Para obter melhores resultados é recomendável cuidar do umbigo pelo menos três vezes ao dia. Em geral, realizamos o cuidado depois do banho do bebê e o deixamos assim até o dia seguinte. No entanto, é preciso lembrar que pode contaminar-se com a urina ou as fezes, considerando que a fralda está muito perto.

Tirar o umbigo antes do tempo

Às vezes podemos crer que já está curado porque está seco. No entanto, pode estar fixo o suficiente para provocar uma hemorragia se o puxamos. O umbigo cairá sozinho quando esteja pronto, por nenhum motivo tente retirá-lo antes.

Источник: https://soumamae.com.br/os-6-erros-comuns-no-cuidado-do-umbigo-do-bebe/

¿Tu hijo tiene un granuloma umbilical? ¿Qué hacemos?

Umbigo do bebé: aprenda a tratá-lo!

El otro día una compañera matrona preguntó en por un «tratamiento natural» que le habían comentado del granuloma umbilical. ¿Quieres saber qué es? Y, ¿cómo tratarlo? Vamos a ello.

¿Qué es el cordón umbilical?

El cordón umbilical es una estructura que proporciona flujo sanguíneo al bebé mientras está en la barriga de su madre durante el embarazo. Une al feto con la placenta. Si lo mirásemos por dentro, el cordón tiene dos arterias y una vena, que están recubiertas por una gelatina que se conoce como gelatina de Warthon.

Una vez que el bebé nace, el cordón ya no es necesario, por lo que se corta. Durante las primeras semanas de vida, el muñón de ese cordón umbilical se seca y se separa del abdomen del bebé, dando lugar al ombligo.

¿Cómo curar el cordón correctamente? Se han recomendado muchas soluciones distintas para curarlo a lo largo de los años, pero aquí tienes una entrada maravillosa de mis compañeros Gonzalo y Elena del blog Dos Pediatras en Casa, que te lo explican genial, vídeo incluído. Yo no lo voy a explicar mejor.

¿Qué anomalías podemos encontrar una vez que se cae el cordón?

Pues tenemos diferentes posibilidades:

  1. Hernia umbilical.
  2. Infecciones de la zona.
  3. Anomalías del uraco.
  4. Masas.

En esta entrada quiero hablarte de la masa más frecuente que puede ocurrir una vez que se cae el cordón: el granuloma umbilical.

¿Qué es un granuloma umbilical?

Es un tejido blandito y rosado-rojizo que aparece en la zona del ombligo al caer el cordón. Habitualmente está pedunculado y su tamaño varía entre 3 y 10 mm.

Su formación se debe a un exceso de tejido que persiste en la base del ombligo y se detecta una vez que el cordón se cae.

¿A qué se debe el granuloma umbilical?

La causa exacta se desconoce. Está relacionado con la forma de cicatrización y cómo se separa ese cordón. Aunque sí que es más probable que ocurra si ha habido inflamación del cordón umbilical, normalmente debido a una infección, lo que hace que se retrase su caída.

¿Cómo sabemos que es un granuloma umbilical y no otra cosa?

Pues viéndolo. No necesita ninguna radiografía ni ninguna prueba de comprobación. Si ves que tu hijo tiene una lesión que te sugiere esto, pide cita sin alarmarte con tu pediatra para que te lo confirme. Hay otras lesiones del ombligo que se pueden confundir y que alguien que sepa debe diferenciar.

Lo primero que podrías preguntarte es: ¿es realmente necesario tratar el granuloma umbilical?

Definitivamente sí. Es una zona en la que el ombligo no se está cerrado correctamente, con un tejido que puede ser puerta de entrada de diferentes infecciones.

¿Cómo tratamos el granuloma umbilical?

Tenemos varias formas de hacerlo. Sea cual sea, siempre os la debe indicar un profesional sanitario.

Durante mucho tiempo el tratamiento más usado ha sido el nitrato de plata (que aún se sigue usando). Son unas barritas que se aplican una o dos veces por semana durante varias semanas. Sin embargo, lo normal es que con una o dos aplicaciones esté el problema resuelto. Con el nitrato de plata siempre hay que llevar mucho cuidado, ya que puede hacer quemaduras o teñir la piel de alrededor.

Hay un estudio con 30 bebés sobre el uso de corticoides para solucionar el granuloma umbilical, pero otros autores afirman que no es lo recomendable debido a la posibilidad de efectos secundarios y que los estudios anteriores usan una muestra de tamaño muy pequeño. Sinceramente, creo que tenemos otras posibilidades de tratamiento mucho mejores. Para mí, desechado.

Ahora viene «lo natural», una técnica para solucionar el granuloma que llevamos usando ya una serie de años. La aplicación de sal común en la zona. Sal, sí, sal de la de mesa.

Es indolora, inocua y se puede hacer en casa si te la indican. Mano de santo, casi mágico. Aquí te dejo la explicación de cómo se hace por mis compañeros de El Gipi.

También te dejo unas imágenes de proceso y resultado posterior.

¿Y si nos fallan los tratamientos disponibles?

No es lo normal, pero podría ser. En casos en lo que no mejora con nitrato de plata, se podría ligar el muñón con un hilito en la consulta. No duele nada. Es importante antes de ligar nada, descartar que eso sea una hernia u otro tipo de masa, como un pólipo umbilical. Si la cosa sigue sin resolverse ligando, ahí si que la sospecha de que eso sea un pólipo es mucho más alta.

¿Cuál es tu experiencia con el cordón de tu hijo? Espero tus comentarios. ¿Te parece interesante? Pues comparte, seguro que será de utilidad también para otras familias

Hasta la próxima,

Dra. Matilde Zornoza Moreno (Pediatra2punto0).

PD: Mil gracias a la madre del ombliguillo que sale en las imágenes por prestármelas para ilustraos.

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Источник: https://pediatra2punto0.com/granuloma-umbilical-que-hacemos/

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Umbigo do bebé: aprenda a tratá-lo!

Con la colaboración de la Dra. Dª. María José Martínez y de la Dra. Dª. María García Onieva Artazcoz, de la Sociedad Española de Pediatría Extrahospitalaria y Atención Primaria.

Nada más nacer, al bebé se le corta el cordón umbilical a través del cuál ha recibido de la madre los nutrientes y oxígeno necesarios para vivir. Durante varias semanas parte de ese cordón umbilical permanece secándose hasta su caída total y la zona del ombligo precisará atenciones especiales hasta que cicatrice la herida que queda.

Lo ideal es curar el ombligo con alcohol de 70º y con clorhexidina.

El cordón umbilical tarda en desprenderse entre ocho y diez días y algo más en los niños nacidos por cesárea (de 12 a 15).

La herida que queda, cicatrizará en tres o cinco días después de la caída.

Durante ese tiempo lo ideal es curar el ombligo con alcohol de 70º y con clorhexidina, un líquido transparente que actúa como desinfectante y que evita las infecciones.

Es habitual escuchar que hay que bañar al bebé por partes porque no se debe mojar el ombligo mientras no se haya caído el cordón o aún no esté cicatrizado, pero no es del todo cierto. Lo ideal es que una vez mojado, se lave debidamente con agua y jabón y se seque bien para evitar que proliferen las bacterias.

La cura, paso a paso

La humedad excesiva y un mal cuidado pueden provocar infecciones y un retraso en el proceso de cicatrización. Para evitar problemas, sigue estos sencillos pasos: 

– Después del baño, seca la piel del bebé y procede a hacer la cura.

– Lávate bien las manos con agua y jabón.

– Moja una gasa estéril con alcohol. Ten cuidado de no tocar el centro de la misma que es con la que se limpiará el cordón.

– Limpia bien la zona de alrededor y sobre el ombligo.

– Comprueba que la zona queda seca; si no es así pasa otra gasa limpia para terminar de secarla.

– Dobla el filo del pañal para que el ombligo se airee (aunque los nuevos pañales absorben muy bien la humedad). Intenta que el pañal quede por debajo del ombligo.

No debes…

Usar ombligueros. Se trata de una venda que se ponía a los recién nacidos con el fin de sujetar un paño que cubría el ombligo hasta que se secaba, pero ahora se sabe que no es muy conveniente. Los esparadrapos, ya sean de tela de papel o analérgicos, pueden producir lesiones en la piel y las vendas oprimen el vientre y son incómodas.

– Emplear fajas. No curan ni facilitan la curación de las hernias de ombligo y pueden resultarle incómodas, incluso provocarle vómitos o dificultad al respirar.

– Utilizar bolas de algodón. Es preferible secar con gasas estériles y dejar el ombligo al aire. Tapándolo, aumentas la humedad y el riesgo de infecciones.

– Tirar y arrancar el cordón umbilical porque puede producir una hemorragia.

– Dejar la gasa mojada en alcohol encima del ombligo durante demasiado tiempo porque podría irritar la zona.

– Aplicar mercurocromo y mercurobromo que son líquidos desinfectantes de color rojo intenso, de uso frecuente en hogares para desinfectar heridas, porque pueden provocar eccemas. No son la mejor elección.

– Curar con productos a base de yodo. Son antisépticos pero no están recomendados para los recién nacidos o lactantes, porque se absorben a través de la piel y pueden producir alteraciones en la función del tiroides.

Posibles complicaciones

Si a pesar de seguir estos cuidados básicos se retrasa la cicatrización más de 20 días, es posible que se haya producido una infección u onfalitis, que se caracteriza por el enrojecimiento y endurecimiento de la piel que rodea el ombligo, supuración o secreción sanguinolenta y maloliente.

Después de caerse el cordón umbilical es posible que sangre levemente. Si las gotas de sangre aparecen nada más secarlas o aparecen en bastante cantidad, es recomendable consultar al pediatra.

Las hernias pueden ser también motivo de preocupación por parte de los padres, pero no son un caso de urgencia. Se pueden detectar por un bulto en el ombligo. No son raras y se presentan con más frecuencia en los bebés prematuros.

Se producen por pequeños defectos en la pared muscular del abdomen, pero mejoran con la edad y hacia los dos o tres años desaparecen. Rara vez precisan de cirugía.

El pediatra lo apreciará al explorar al niño, pero si no es así, no está de más que se le comente.

Otra razón por la que se consulta al pediatra son los granulomas umbilicales, que son como heridas en forma de cereza pequeña, roja y húmeda que se forman en la cicatriz del ombligo, después de que se haya caído el cordón. La curación es sencilla pero es aconsejable consultar al pediatra para descartar que se trata de otro tipo de enfermedad.

En ocasiones, tras la cicatrización del ombligo queda una porción de piel sobresaliendo de 1 a 3 cm o incluso más. Lo habitual es que vaya desapareciendo pero cuando no ocurre así, tiene lugar lo que se conoce como ombligo probóscide, que queda como una pequeña trompa de elefante. En tales casos es necesaria la intervención quirúrgica, pero no es nada preocupante.

Источник: https://www.lechepuleva.es/aprende-a-cuidarte/todo-sobre/el-bebe/los-mejores-consejos-para-curar-el-ombligo-del-recien-nacido

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